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Laboratórios de ciências são uma raridade nas escolas do Brasil. De acordo com o último Censo Escolar, feito em 2015 pelo Inep, apenas 11% das instituições de ensino do país – dos níveis básico, fundamental e médio – possuem um espaço dedicado ao estudo prático das ciências. Essa realidade impacta negativamente na qualidade da educação e no processo de ensino-aprendizagem de disciplinas como Química, Física e Biologia.

Aulas práticas e experimentais são um importante recurso pedagógico, servindo de complemento aos fundamentos teóricos estudados e proporcionando aos alunos o desenvolvimento de capacidades investigativas e de solução de problemas. Além disso, é por meio desse tipo de aula que o professor pode demonstrar aos estudantes a aplicação prática da teoria ministrada em sala, estimulando-os ao estudo das ciências através da comprovação e verificação de fatos e conceitos científicos.

As aulas laboratoriais devem servir como elo entre os conhecimentos práticos e teóricos, sendo a ligação entre o mundo das ideias e a realidade das experimentações científicas. O laboratório serve também como importante ferramenta para a interdisciplinaridade, já que permite o estudo e a verificação de conceitos de diferentes áreas do conhecimento, sendo, portanto, fundamental para a compreensão das ciências.

As aulas ministradas nesses espaços permitem ao professor avaliar o domínio dos alunos em relação aos conteúdo ensinados na sala de aula, além de estimular a interação entre o educador e os estudantes, criando vínculos mais estreitos e tornando o aprendizado mais prazeroso. Essas aulas podem ser introduzidas de maneira esporádica ao longo do ano letivo. É necessário que os alunos aprendam a teoria e estudem os conceitos que, mais tarde, serão vistos no laboratório, garantindo que tenham o embasamento científico necessário para ajudar na compreensão dos termos e instrumentos.

Através da experimentação, os estudantes vão desenvolver competências importantes para seu futuro. Além disso, a alfabetização científica garante a formação de indivíduos capacitados a seguir um futuro ligado às ciências, contribuindo para o desenvolvimento dessas áreas por todo o país.

De acordo com as Leis de Diretrizes de Base (LDB) e Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), as escolas do Ensino Fundamental devem contar com estruturas que garantam a prática laboratorial. Infelizmente, sabemos que a realidade é outra, e muitas escolas no Brasil ainda não contam com um local adequado para isso. A montagem de um laboratório pode custar caro, principalmente para adequar-se à grande quantidade de exigências de segurança e qualidade feitas pelos diversos órgãos de controle. Porém, é possível adaptar espaços da escola para as aulas laboratoriais e contar com alguns equipamentos simples para garantir, pelo menos, a realização de experiências básicas.

Para ajudar você nessa escolha, confira a seguir uma lista com 5 tipos de equipamentos para ter no laboratório de ciência da sua escola.

Microscópio Ótico

O microscópio é o equipamento mais conhecido e um dos que os alunos mais gostam de mexer. Utilizado para observar substâncias, organismos e processos não perceptíveis a olho nu, ele é um dos itens mais essenciais em um laboratório de ciências. Não precisa ser um equipamento sofisticado, mas certifique-se de que haja pelo menos um microscópio para cada quatro alunos, garantindo que todos tenham uma boa experiência durante a aula

Vidrarias

São os diversos recipientes de vidro usados no laboratórios. A capacidade pode variar de mililitros até litros, e são utilizados para os mais diversos procedimentos. Geralmente são resistentes ao aquecimento e de fácil limpeza:

  • Balão de Fundo Chato: dissolver soluções por meio de agitação. Serve também para armazenar, preparar e aquecer substâncias.
  • Bastão de Vidro: misturar e agitar soluções.
  • Bureta: medir líquidos com precisão.
  • Copo de Béquer: realizar misturas, fazer reações químicas e misturar e dissolver substâncias.
  • Copo de Erlenmeyer: preparar, guardar e aquecer soluções.
  • Funil: transferir e filtrar líquidos.
  • Tubo de Ensaio: testar reações em pequenas quantidades e dissolver substâncias.
  • Pipeta: transferir pequenas quantidade de líquidos.
  • Placa de Petri: cultivar microrganismos e secar compostos.
  • Proveta: medir e transferir líquidos.

Equipamentos Para Medição

São instrumentos de precisão para realizar a medição de diversos aspectos importantes para a correta execução dos experimentos:

  • Balança: dê preferência para as digitais e de alta precisão. São utilizadas para medir a massa das substâncias que serão utilizadas, evitando erros e exageros.
  • Cronômetros: são importantes para medir o tempo de diversos procedimentos como aquecimento e reserva de substâncias
  • Termômetros: podem ser de mercúrios ou digitais. São essenciais em experimentos que envolvem dilatação, transformação de fases de uma substância, aquecimento etc.
  • Réguas e trenas: medição de distâncias e comprimentos.

Utensílios de Metal

Apresentam usos diversos, servindo, por exemplo, para segurar, apoiar ou aquecer:

  • Bico de Bunsen: instrumento a gás, utilizado no aquecimento substâncias.
  • Garra: instrumento regulável, usado na montagem de equipamentos e suporte de utensílios.
  • Tela de Amianto: é utilizada para evitar o contato direto entre a chama do bico de Bunsen e o recipiente que será aquecido, auxiliando na distribuição do calor.
  • Tripé: utilizado para sustentar instrumentos com fundo redondo ou irregular e também para apoiar a tela de aquecimento.

Utensílios de Outros Materiais

São itens geralmente feitos de plástico ou porcelana utilizados em diferentes ocasiões:

  • Almofariz e pistilo: utilizados para a trituração de sólidos. São feitos de porcelana e assemelham-se a um pequeno pilão.
  • Cadinho: é um pequeno pote de porcelana, utilizado para o aquecimento de sólidos a temperaturas bastante elevadas.
  • Pinça: instrumento de metal ou de madeira e usado para transportar ou segurar tubos de ensaio.
  • Pisseta: é um frasco feito de plástico que geralmente contém água ou álcool e é utilizado na lavagem de recipientes através de jatos de água.

São muitos os benefícios que um laboratório pode trazer para o ensino da ciências na escola. A união entre teoria e prática e a possibilidade da verificação e comprovação dos conteúdos e conceitos estudados em sala de aula tendem a estimular os alunos para o aprendizado dessas disciplinas, tornando o estudo mais prazeroso e eficiente.

Se a sua escola ainda não possui um espaço destinado às atividades laboratoriais, fale com seu diretor. A Homelab possui uma completa linha de produtos para auxiliar você na montagem de um laboratório completo. Acesse o nosso site, consulte nossas soluções e faça um orçamento!

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A matemática é fundamental nas nossa vidas, estando presente em diversas atividades do nosso cotidiano. Desde cedo, estamos imersos em um mundo em que utilizamos a matemática de forma natural, seja contando brinquedos em casa ou fazendo brincadeiras que, sem percebermos, exigem raciocínio lógico e estratégias. Infelizmente, é alto o número de alunos que apresentam dificuldades e têm problemas com essa disciplina, que é responsável, em séries mais avançadas, por grande parte do número de repetentes. Por isso, quanto mais cedo forem trabalhados os conceitos matemáticos na escola, mais fácil eles irão se tornar no futuro.

A matemática está presente em quase toda atividade do dia a dia. Essa ciência possibilita o desenvolvimento de muitas capacidades essenciais para enfrentar os desafios que surgem todos os dias, como raciocínio lógico, criatividade e a capacidade de resolver problemas. Porém, o processo de ensino e aprendizagem da matemática do jeito que ainda é feito em muitas das instituições de ensino do país prejudica o desenvolvimento dessas habilidades. As crianças simplesmente decoram fórmulas e conceitos, sem necessariamente entenderem a lógica por trás deles e como podem ser identificados e utilizados no dia a dia, criando barreiras para um aprendizado saudável da matemática.

Pensando nisso, muitos educadores e escolas têm introduzido atividades lúdicas no ensino de diferentes disciplinas, em especial a matemática. Jogos e brincadeiras aplicados nessa disciplina ajudam os alunos a desenvolverem habilidades como imaginação, memorização, noção de espaço e atenção, absorvendo o conhecimento de forma descontraída e dinâmica. Além disso, o lúdico aliado ao processo de aprendizagem faz com que os alunos sintam prazer ao aprender, potencializando a compreensão dos conceitos matemáticos e suas aplicações.

O uso de atividades lúdicas na escola proporciona um relacionamento mais estreito entre professores e alunos, além de favorecer a interação entre os estudantes e proporcionar uma sensação de bem-estar e prazer ao longo do processo. Jogos e brincadeiras também são uma importante ferramenta de auxílio e reforço a alunos com dificuldade de aprendizagem, despertando o interesse e facilitando a compreensão da disciplina.

Na Educação Infantil, por exemplo, os jogos permitem que a criança desenvolva iniciativa, autoconfiança e autonomia, ao poder brincar sem medo das consequências do erro ou de fracassar. Na busca pelas soluções, os jogos estimulam a troca de opiniões, fazendo com que os alunos sejam obrigados a se comunicarem com os outros e se fazerem entender, desenvolvendo a oralidade e capacidade de construção de um pensamento lógico e coerente. Nesse contexto, vale ressaltar que o jogo não se trata apenas de divertimento ou brincadeiras, mas de uma ferramenta que proporciona o desenvolvimento físico, cognitivo, social, afetivo e moral das crianças.

O ensino da matemática através de jogos e brincadeiras vem ganhando cada vez mais espaço, sendo utilizado da Educação Infantil ao Ensino Médio e servindo de contraponto ao aprendizado decorado e maçante de outrora. Para isso, é necessário que a instituição tenha diretrizes pedagógicas bem definidas e que permitam ao educador criar a realizar esse tipo de atividade com os seus alunos. É necessário que professor defina conceitos, objetivos e regras, planejando com antecedência o que se pretende alcançar com cada atividade e como chegar a esses resultados.

A seguir, confira como as atividades lúdicas podem ser utilizadas no ensino da matemática em diversas fases do desenvolvimento das crainças.

De 0 a 3 Anos

Crianças nesta idade começam a desenvolver noções de espaço, força, distância e raciocínio lógico. É interessante que os jogos e brincadeiras sejam voltados à solução de problemas, uso da lógica e à tomada de atitudes, estimulando a autoconfiança e interação entre as crianças. As brincadeiras devem ser pensadas como uma ferramenta que promova a socialização, evitando o isolamento e favorecendo a formação de vínculos.

Jogos de encaixe, painéis com medidas e grandezas e jogos de faz-de-conta são ótimas opções para o professor realizar com os alunos dessa faixa etária. Nessa idade, é importante que os sentidos da criança sejam frequentemente estimulados, através de sons, cores e texturas. Pensando nisso, a música é uma importante ferramenta nessa fase, desenvolvendo ritmo, trabalhando a coordenação motora, a memorização e atenção através das letras.

Brincar é fundamental para as crianças. É brincando que elas exploram o mundo ao seu redor e aprendem a interagir com tudo o que o compõe. Através da curiosidade é que elas vão perdendo o medo e conhecendo cada vez mais sobre si e sobre os outros, desenvolvendo habilidades motoras, cognitivas e sociais. O professor deve considerar essas contexto e estimular o desenvolvimento dessas capacidades em seus alunos, criando atividades que aprofundem conhecimentos, instigue a imaginação e transforme o aprendizado em algo tão natural quanto o brincar.

De 4 a 6 Anos

Nesta fase, o ensino pode ser voltado ao aprendizado de conteúdos que envolvam contagem, escrita numérica e operações matemáticas básicas, utilizando esses conhecimentos para a resolução de problemas. O professor pode trabalhar esses conceitos através de jogos de esconde-esconde e brincadeiras e músicas que explorem os números oralmente.

Crianças desta idade também já podem estudar os primeiros conceitos de grandezas e medidas. São conteúdos importantes de trabalhar, já que estão presentes o tempo todo no cotidiano das crianças, como noções de peso, distância e altura. Aqui, o educador pode desenvolver brincadeiras que envolvam objetos com diferentes temperaturas, pesos e medidas. Podem ser trabalhados também jogos em que os alunos meçam a altura dos colegas, a comparação de grandezas entre dois objetos, calendário, entre outros.

Trabalhar com espaço e forma também é importante para alunos nessa faixa etária. O desenho é uma atividade interessante no aprendizado desses conceitos, possibilitando que os estudantes explorem e identifiquem objetos, representando a realidade e utilizando diferentes materiais. O educador também pode realizar atividades que envolvam a construção de maquetes, desenvolvendo noções de coordenação, profundidade, formas e dimensões.

Ensino Fundamental

Atividades lúdicas também podem ser utilizadas no ensino da matemática ao longo do Ensino Fundamental, quando os estudantes passam por uma fase de desenvolvimento e amadurecimento mental. Brincadeiras e jogos que trabalhem conceitos de Geometria, Álgebra e Aritmética despertam a curiosidade e o interesse dos alunos, trazendo mais dinamismo ao processo de ensino e aprendizagem e acabando com o sentimento de desestímulo e distância em relação ao conteúdo. O aluno dessa idade deve ser estimulado a utilizar um pensamento lógico e coerente, adotando uma postura mais proativa frente à resolução de problemas.

Essas atividades proporcionam ao aluno aprender jogando, muitas vezes sem sequer dar conta disso. Os jogos e brincadeiras invertem o paradigma de que a matemática está ao alcance de poucos, provendo a interação entre os estudantes para a resolução de desafios e criando um vínculo mais estreito entre professor e alunos.

Ensino Médio

Já no Ensino Médio, o professor pode criar atividades que abordem conteúdos e conceitos já estudados em sala de aula com o objetivo de tornar o ensino menos passivo e de proporcionar ao aluno a absorção do conteúdo na prática. A utilização de atividades lúdicas nessa fase é uma excelente ferramenta para derrubar mitos e tabus a respeito da matemática, dinamizando o ensino e demonstrando, na prática, os conceitos da disciplina que fazem parte do nosso cotidiano.

O uso de atividades lúdicas no Ensino Médio aguça o interesse do jovem e capta sua atenção, além de facilitar a compreensão dos conteúdos, otimizando o trabalho do professor e quebrando barreiras psicológicas que muitos alunos nutrem em relação aos conceitos da matemática.
Infelizmente, no Brasil, a matemática ainda é vista com maus olhos por muitos estudantes. O currículo pouco maleável e focado em decorar fórmulas é um dos grandes culpados pelo desinteresse e falta de estímulo dos estudantes. O ensino da matemática desde cedo é essencial para evitar problemas futuros, como alto número de repetentes nas escolas, e também para formar pessoas que não se intimidem diante de um problema e que saibam desenvolver um raciocínio de forma lógica e coerente.

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O ensino do Brasil passa por um período de transformação e adequação aos tempos atuais. As instituições de ensino têm buscado maneiras de reinventar as estratégias pedagógicas e adequá-las à era digital e à capacidade de aprendizado desta nova geração.

O avanço tecnológico mudou nossas vidas e o modo como nos comunicamos e nos relacionamos. Hoje, estamos envoltos em tecnologias, em contato diário com os mais diferentes aparelhos eletrônicos e aplicativos. Nesse contexto, é necessário deixar de lado moldes educacionais de séculos passados e focar em uma educação que abranja essas tecnologias que fazem parte do nosso dia a dia e as aplique aos processos de ensino e aprendizagem.

Hoje, o maior desafio é levar a esse aluno imerso em um mundo digitalizado um conteúdo de qualidade e relevância e que seja, ao mesmo tempo, atrativo. É preciso que as novas metodologias se adaptem à realidade do estudante nativo digital, com o uso de dispositivos móveis, computadores e a internet como aliados em um processo de ensino que deve ser, mais do que nunca, interdisciplinar e interativo.

A tecnologia está cada vez mais presente na sala de aula e com maior papel educacional. A adaptação do ensino à nova realidade não se trata de simplesmente permitir o uso de gadgets em sala de aula, mas caminhar rumo a uma aprendizagem mais eficaz e abrangente.

Deste modo, é natural que a modernização do sistema de educação passe por plataformas digitais e a adoção de modalidades do ensino à distância, proporcionando o reforço de conteúdo e um melhor acompanhamento do progresso do estudante ao longo do ano.

A seguir, confira as principais tendências para a educação no próximo ano.

Ensino Adaptativo

Essa tecnologia educacional consiste em plataformas de personalização do ensino. O processo de aprendizado é elaborado de acordo com o nível de conhecimento de cada aluno, levando em consideração suas vivências e seu domínio sobre assunto abordado.

É feita uma avaliação para que se conheça os interesses e os temas em que o estudante tem mais facilidade, identificando seus pontos fortes e fracos e adaptando os estudos conforme as habilidades e o desenvolvimento em cada tópico ou tema. Baseado no progresso em cada assunto, são disponibilizados conteúdos em forma de jogos, textos, exercícios extra e vídeos.

Além disso, o aluno tem acesso a feedbacks sobre seu desempenho, podendo direcionar seus estudos e focar em suas dificuldades. Esses dados são compartilhados com os professores para serem usados na preparação do conteúdo que será ministrado em sala e no acompanhamento de cada estudante.

Microlearning

O objetivo dessa técnica é oferecer soluções de aprendizagem em pequenas doses, de maneira que o conteúdo se torne mais facilmente assimilável por quem o estuda, com uma metodologia mais planejada, focada e objetiva e, ao mesmo tempo, sem que seja superficial ou comprometa a complexidade do todo.

O foco aqui é o formato como o material é apresentado. O microlearning proporciona a segmentação do conteúdo com o uso de textos, jogos ou vídeos, cada um abordando de maneira mais focada uma parte específica do conteúdo, dando destaque aos itens mais relevantes e às informações mais importantes da matéria estudada.

Essa divisão tende a facilitar a compreensão de alguns temas, exigindo menos tempo em sua realização e garantindo um maior aproveitamento das aulas presenciais e, consequentemente, disponibilizando mais tempo para discussões, esclarecimentos de dúvidas e interação entre os alunos.

Gamification

Essa inovação traz elementos dos jogos eletrônicos para o aprendizado, fora do contexto de entretenimento, com um sistema de pontos, missões e conquistas com o objetivo de aumentar o engajamento dos alunos, tornando as aulas mais produtivas, interessantes e eficientes.

O aluno pode realizar um acompanhamento mais claro do seu progresso, à medida em que avança nos níveis e supera as tarefas. Além disso, o processo torna-se mais dinâmico ao oferecer a possibilidade de se traçar caminhos diferentes para alcançar os objetivos propostos.

Novamente é uma ferramenta que proporciona um maior protagonismo ao aluno, já que o sistema de metas é personalizado e ele deve se esforçar buscando a superar os próprios limites.

Sala de Aula Invertida

Como o próprio nome sugere, essa técnica promove a inversão da metodologia pedagógica. Em vez de se seguir o modelo tradicional de aprendizado, em que o professor passa o conteúdo em sala de aula e os estudantes complementam o ensino em casa, com trabalhos e exercícios sobre o tema estudado, na sala de aula invertida, o aluno recebe o conteúdo antes da aula em formatos digitais, como áudios, vídeos, textos ou jogos.

Com isso, ele antecipa os estudos e se familiariza com o conteúdo antes da aula presencial, que se torna mais produtiva, com mais tempo dedicado a tirar dúvidas e a realizar discussões em grupo. Isso garante mais protagonismo e autonomia ao aluno, além de uma maior interação entre os colegas de turma.

 

É irreversível a implantação cada vez maior de novas tecnologias à metodologia de ensino. Elas fazem parte do cotidiano dos alunos e mudaram a forma com que o conteúdo deve ser ministrado e como ele é assimilado por esses estudantes.

Esses avanços também proporcionam uma aprendizagem que fuja dos padrões há tempos estabelecidos, modificando a dinâmica em sala e garantindo mais tempo para discussões em grupo, esclarecimento de dúvidas e a interação entre os alunos.

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