Realiza experimentos demonstrativos, possibilitando dinamismo e ludicidade às aulas. É inovador, criativo e estimulante, deixando os alunos mais interessados pelas aulas. Confira o produto no link abaixo.

Compartilhe Tags
0 comentários

blog 1Ciências e experiências são coisas indissociáveis. A possibilidade de comprovação e aplicação prática dos conceitos científicos é o suporte essencial para a validação de teorias. Na escola, aulas experimentais são o complemento ideal ao que foi estudado em sala de aula, auxiliando a engajar mais os alunos e a tornar o ensino das ciências mais dinâmico, divertido e mais fácil de assimilar.

No caso da Química, muitos alunos a enxergam como uma matéria difícil, repleta de fórmulas, nomenclaturas e teorias. Porém,  os conceitos dessa disciplina estão presentes em inúmeros fenômenos que nos cercam no nosso dia a dia, da preparação de alimentos às reações realizadas pelo nosso próprio organismo. Muitas vezes, o que falta é o estímulo necessário para despertar a vontade de estudar e investigar esses fenômenos. Por isso, a Química é uma das disciplinas que podem se beneficiar – e muito – das aulas em laboratório.

A realização de atividades práticas pode ser a motivação que falta para que os alunos vejam como a Química explica, na prática, situações do nosso cotidiano. As experiências aguçam a curiosidade e a imaginação, auxiliando os alunos a entenderem e fixarem os conceitos estudados em sala, além de estimular questionamentos investigativos e a capacidade de resolução de problemas dos estudantes. Essa aplicação prática da teoria ministrada pelo professor proporciona aos alunos a manipulação de objetos e elementos que, juntamente com a troca de ideias como o educador, vão ajudar na compreensão do conteúdo e na percepção da sua relevância no mundo que nos cerca.

E, ao contrário do que muitos pensam, realizar experimentos químicos não precisa ser algo complicado nem demanda a utilização de equipamentos caros e sofisticados. Como citamos, ela está presente no nosso dia a dia e existem diversas maneiras de observá-la na prática, com itens simples e fáceis de encontrar.

Pensando nisso, você pode conferir a seguir 4 dicas de experiências de Química para fazer em sala de aula e estimular os alunos a adquirirem o gosto pelo fazer científico.

1 .A Densidade e o Ovo

Para esse experimento você vai precisar de ovos crus, copos de vidro, sal, uma colher e água.

Para começar, coloque água em um dos copos e simplesmente adicione o ovo, observando se ele afunda ou flutua. Em um segundo copo, coloque a mesma quantidade de água, adicione sal e misture bem. Coloque o ovo e observe seu comportamento novamente. Depois, em um terceiro copo, adicione partes iguais da água pura e da água com sal. Jogue o ovo no recipiente e confira como ele irá se posicionar. Por fim, alterne adicionando mais água doce e mais água salgada, sempre observando a movimentação do ovo dentro do copo.

No primeiro caso, o ovo afunda, pois sua densidade é maior que a da água. Ao adicionar sal, a densidade do líquido aumenta, tornando-se maior que a do ovo e, assim, ele flutua. Quanto mais sal foi acrescentado na água, mais sua densidade aumentará e mais próximo à superfície o ovo ficará.

Uma dica legal é realizar essa experiência para verificar se o ovo está estragado ou bom para consumo. Se ele afundar, significa que ele está fresco. Caso afunde, ele pode ser consumido. O ovo recém-posto pela galinha fica quase todo cheio em seu interior, restando apenas uma pequena quantidade de ar e, por isso, afunda.

Com o passar do tempo, o ovo perde água através dos poros da casca, se tornando menos denso. Quanto mais tempo passa, mais a quantidade de ar dentro dele aumenta. Portanto, se o ovo flutuar na superfície do recipiente com água pura, ele não deve ser consumido, pois, com certeza, está estragado.

2.Bolhas Gigantes

Esse é um experimento bem simples. Para realizá-lo, você vai precisar de detergente, água, xarope de milho, balde ou bacia bem grande e uma mangueira ou bambolê.

Para começar, coloque na bacia 100 ml de detergente, 100 ml de água e 50 ml do xarope de milho. Se quiser fazer uma quantidade maior, sempre siga essa mesma proporção. Em seguida, misture bem e deixe a mistura descansar por uns dois dias. Mistura pronta, faça um arco com a mangueira ou o bambolê, passa-os pela mistura e movimente-os para formar bolhas de sabão gigantes.

É impossível fazer bolhas apenas com água. Isso acontece porque o oxigênio de uma molécula de água sofre grande atração pelo hidrogênio presente na outra molécula de H2O, criando uma ligação forte e tornando difícil de separar essas moléculas para a formação de uma bolha.

As moléculas de água presentes na superfície da bacia exercem essa atração com as outras que estão ao seu redor, gerando a chamada tensão superficial, uma camada fina que fica na superfície da água. Ao adicionar o detergente no balde, ele reduz a tensão superficial do líquido. As moléculas do detergente interagem com as de água, separando-as e possibilitando a formação de bolhas. Porém, com o tempo, a água da bola começam a evaporar até que ela estoure.

O xarope de milho impede que essa evaporação aconteça com tanta facilidade. Isso acontece porque as moléculas dos elementos que compõem o xarope realizam ligações com o hidrogênio das moléculas de água. Isso cria fortes interações, que dificultam a evaporação da água e permitem a formação de bolhas maiores e mais resistentes.

3. Extintor de Incêndio Caseiro

Para realizar essa experiência, serão necessários uma garrafa PET de 600 ml, fita crepe, conta-gotas, um tubo de ensaio, 450 ml de vinagre e bicarbonato de sódio.

Comece fazendo um furo na tampa da garrafa com o diâmetro necessário para caber o conta-gotas, de modo que fique o mais justo possível. Em seguida, coloque-o no orifício que você fez na tampa e prenda-o com uma fita adesiva. Depois, coloque os 450 ml de vinagre dentro da garrafa PET e, no tubo de ensaio, adicione o bicarbonato de sódio e coloque-o dentro da garrafa, deixando o vinagre cerca de 2 cm abaixo da borda do tubo. Feche bem a garrafa. Em seguida, com o dedo indicador tapando a saindo do conta-gotas, sacuda a garrafa com bastante força para que o vinagre e o bicarbonato de sódio entre em contato e incidem a reação química. Por último, incline o extintor para a região que você deseja direcioná-lo.

A mistura dentro do extintor é uma aplicação típica de reações ácido-base. O jato que sai de dentro da garrafa é composto por acetato de sódio e ácido carbônico, produzidos por meio da reação entre o vinagre (ácido acético) e o bicarbonato de sódio. Essa reação resulta na produção de gás carbônico, aumentando a pressão interna dentro da garrafa, tornando-a maior que a pressão externa e fazendo com que o conteúdo seja expelido para fora da garrafa.

4.Cola de Leite

Para fazer essa experiência, você vai utilizar 2 colheres de leite em pó desnatado, 1/4 de copo de água morna, 1 colher de vinagre, 1/2 colher de bicarbonato de sódio, coador de papel, copo e funil.

Primeiro, dissolva o leite em pó na água, adicione o vinagre e mexa bem. Em seguida, leve ao micro-ondas e aqueça por 10 segundos. Retire e mexa bem. Você vai reparar que se formaram duas fases no copo: uma com um líquido amarelado e outra com uma massa branca. Caso não isso não tenha acontecido, aqueça por mais 10 segundos.

Coe a mistura em um filtro de papel, utilizando o funil. Lave a massa que ficou no coador com um pouco de água. Reserve a massa e coloque-a dentro de um copo. Se ela ficou muito dura, dissolva-a com um pouco de água. Por fim, adicione o bicarbonato de sódio e misture bem. A cola está pronta.

Um dos principais componentes do leite é uma proteína chamada caseína. Ela é bastante solúvel em água, mas sua solubilidade é alterada pela adição de ácidos, como o vinagre. Ao misturá-los, a proteína sofre alterações na sua estrutura e isso faz com que ela precipite no fundo do copo, separando-se da fase líquida do leite, chamada de soro. Ao adicionar bicarbonato de sódio à caseína, ele reage com o ácido e elimina os resíduos de vinagre da cola. Com isso, forma-se um espécie de sal de sódio, que tem fortes propriedades adesivas.

Viu só? Fazer experiências de Química pode ser muito simples. Com itens fáceis de encontrar, é possível mostrar para os alunos como os conceitos químicos estão presentes no nosso dia a dia, tornando a aula mais divertida e interessante e ajudando na assimilação de conteúdos passados em sala.

blog 2

Quer outras dicas de experimentos para montar seu plano de aula? Clique aqui e confira!

A Homelab fornece uma linha completa de materiais de laboratório para a área de educação para auxiliar no ensino prático das ciências. Acesse o nosso site, consulte nossos produtos e solicite um orçamento.

Compartilhe Tags
0 comentários

homelab2

A mistura de soluções é uma das tarefas mais comuns no dia a dia de um laboratório. Para realizar essa tarefa são utilizados equipamentos chamados agitadores. Eles são aparelhos que permitem agitar, misturar e homogeneizar soluções líquidas, sendo muito utilizados em laboratórios de Química, Física, Biologia e nas mais diversas indústrias, como alimentícia e farmacêutica.

Existem vários tipos de agitação e, consequentemente, de aparelhos para realizar essa função. Há equipamentos magnéticos, orbitais, de aquecimento, entre outros. A escolha do agitador certo dependerá da necessidade de cada laboratório e da natureza de cada amostra. Análises de sangue, por exemplo, podem sofrer alterações que comprometam o resultado final caso seja utilizada uma agitação de alta velocidade.

Também conhecido como placas de agitação magnética, os agitadores magnéticos são formados por um motor com um ímã e uma barra magnética. O aparelho cria um campo magnético rotativo que move essa barra, que é colocada na amostra, gerando um alta agitação. Essas barras são tratadas quimicamente, o que evita a contaminação de amostras. Além disso, nos agitadores magnéticos os processos de limpeza e desinfecção das peças são mais simples do que nos aparelhos mecânicos.

Os agitadores podem variar em tamanho e capacidade, além de poderem receber diferentes tipos de recipientes, de microtubos a frascos maiores. Um agitador compacto, por exemplo, é ideal para laboratórios com pouco espaço e para a agitação de soluções de até dois litros. Esse tipo de aparelho permite a regulação dos movimentos e é resistente a produtos químicos. Há ainda a opção de aparelhos que combinam a agitação magnética com aquecimento, sendo muito utilizados para movimentar amostras que necessitam de altas temperaturas. A Homelab fornece modelos de agitadores com aquecimento que têm a capacidade de aquecer soluções a até 360ºC!

Agora que você conhece um pouco mais sobre as funções e os diferentes tipos de agitadores magnéticos, confira a seguir o que levar em consideração na hora de escolher o equipamento ideal para o seu laboratório.

Precisão e Estabilidade

Há misturas sensíveis e que necessitam da agitação correta para fornecer os melhores resultados. Por isso, na hora da escolha, é necessário ter em mente as necessidades dos tipos de soluções que serão trabalhadas. Os modelos analógicos de agitadores não são capazes de fornecer o controle exato sobre as diversas variantes a que a amostra deve ser submetida.

Quando for necessário um controle mais preciso da temperatura e da velocidade da agitação, dê preferência aos modelos digitais. Esses aparelhos permitem uma maior exatidão e estabilidade dessa variantes, realizando o monitoramento, compensando as mudanças que possam ocorrer no sistema e adequando-as às definições pré-estabelecidas. Isso vai garantir mais segurança e resultados mais assertivos aos experimentos realizados.

Riscos e Perigos

Laboratórios são ambientes extremamente suscetíveis a riscos decorrentes, principalmente, de reações químicas como contaminações e até mesmo explosões. Quando aquecidos, solventes orgânicos e outras substâncias podem se tornar perigosos e sua agitação incorreta pode causar a inflamação de gases soltos pelas amostras.

Para garantir a segurança de todos no laboratório, atualmente existem no mercado agitadores magnéticos à prova de explosão. Com certeza, um investimento que vale a pena se o objetivo é trabalhar com soluções que necessitem de agitação a altas temperaturas.

Viscosidade da Amostra

A escolha do agitador ideal depende sempre do tipo de substâncias que serão postas a prova no aparelho. Como são utilizadas misturas líquidas, a habilidade de um agitador magnético em conseguir agitar uma mistura com eficiência depende, entre outras coisas, da viscosidade das soluções. Quanto mais viscoso for líquido a ser movimentado, maior é a força magnética necessária, exigindo um aparelho mais potente.

Volume da Amostra

Como dissemos, são muitos os modelos de agitadores magnéticos disponíveis no mercado. No momento de decidir o aparelho adequado ao seu laboratório, tenha em mente a quantidade de líquido que será utilizada. Lembre-se de que há amostras que exigem medidas precisas. Além disso, existem substâncias que aumentam seu volume quando aquecidas. Por isso, atente aos volumes propostos nos experimentos para dimensionar corretamente o modelo a ser escolhido.

Precisão, controle das variantes e, principalmente, segurança são pontos principais no momento de escolher um agitador magnético. São muitos os modelos disponíveis no mercado atualmente, produzidos com diferentes materiais e para diferentes finalidades. Por isso, atente às exigências do seu laboratório, aos tipos de experimentos que serão realizados e adquira o produto que atenda às suas necessidades.

A Homelab é um empresa especializada em equipamentos e acessórios para laboratório. Fornecemos uma linha completa de agitadores magnéticos, em opções com ou sem aquecimento, além de modelos de diversas capacidades.

Clique aqui e conheça a nossa linha de Agitador Magnético!

Oferecemos também diversos produtos modernos e de alta qualidade para o seu laboratório. Tem interesse? Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento.

Compartilhe Tags
0 comentários

blog

A comprovação e aplicação prática de conceitos teóricos é o que suporta e valida as diferentes teorias científicas. Por isso, podemos afirmar que ciências e experimentação são coisas indissociáveis. No ambiente escolar, as aulas práticas são uma importante ferramenta para engajar os alunos, uma vez que dão a eles o poder de comprovar os conceitos estudados em sala de aula. Isso torna o ensino mais dinâmico e atrativo, além de despertar o interesses de cada vez mais estudantes em seguir um futuro dedicado às ciências.

Uma das disciplinas que pode tirar proveito das aulas experimentais é a Física. A aplicação prática dos conceitos dessa matéria auxilia na formação de alunos com melhor capacidade de análise crítica e de resolução de problemas, além de ajudar o professor a ministrar o conteúdo de forma mais consistente, já que foram os próprios estudantes que construíram e comprovaram esse conhecimento.

Tentar ensinar a Física e seus conceitos apenas por meio de aulas expositivas e teóricas é desgastante, exigindo muito dinamismo do educador para conseguir tornar a matéria interessante e de fácil compreensão. A impossibilidade de aplicação prática e contextualizada desses conhecimentos é um grande desafio e resulta em desinteresse por parte dos alunos. Por isso, a experimentação é essencial no ensino dessa disciplina tão importante.

Para aprender e ensinar Física, não são necessários equipamentos caros e laboratórios refinados. Seus conceitos estão presentes no nosso cotidiano, nos cercando a todo instante. Sendo assim, é possível utilizar acessórios simples e até mesmo objetos do dia a dia para trazer esse conhecimento cada vez mais para perto da realidade do aluno, colocando-o em contato com a ciência.

Pensando nisso, trazemos hoje um exemplo de experimento científico simples para ser realizado em sala de aula com os alunos do Ensino Médio. O objetivo é reconhecer o chamado efeito Doppler, utilizando e relacionando-o com ocorrências do cotidiano de todos nós. Mas, primeiro, vamos entender um pouco mais sobre isso.

O Efeito Doppler

Este efeito é um fenômeno físico descrito como uma característica que pode ser observada nas ondas emitidas ou refletidas por um objeto em movimento em relação ao observador. Seu nome faz referência ao físico austríaco Christian Johann Doppler, o homem responsável por estudar e descrever esse fenômeno.

O efeito Doppler consiste na alteração da frequência das ondas sonoras emitidas por uma fonte em movimento em relação a um observador estacionário. Um exemplo clássico para melhor compreensão desse efeito é o caso de uma ambulância com a sirene ligada quando ela se aproxima, passa pelo observador e se afasta. Ao chegar mais perto, ocorre um encurtamento do comprimento de onda e a frequência será menor, fazendo com que o observador perceba uma tom mais agudo no som. Ao se afastar do observador, o oposto acontece: há um alongamento do comprimento dessas ondas, agora percebidas em tom mais grave.

O efeito Doppler não ocorre somente com ondas sonoras, sendo um fenômeno característico de quaisquer propagações ondulatórias e muito comum no nosso dia a dia. Radares meteorológicos, por exemplo, se baseiam nesse efeito para realizar a previsão do tempo por meio da medição de ondas eletromagnéticas. Astrônomos utilizam o Efeito Doppler na observação de estrelas e outros planetas. Já na Medicina, esse fenômeno é utilizado nos exames de ecocardiograma, permitindo que cardiologistas visualizem as estruturas do coração e seu fluxo sanguíneo.

O Diapasão

É um instrumental metálico em forma de ‘U’, utilizado para auxiliar na afinação de instrumentos musicais e vozes, por meio da vibração sonora. Inventado em 1711 pelo músico britânico John Shore, esse instrumento permite determinar as características de um som relacionadas à frequência de vibração das ondas sonoras. Ao ser golpeado, os dois braços do diapasão vibram em uníssono, produzindo uma determinada frequência, normalmente 440 Hz, relativo a nota Lá. A partir desse som, músicos podem trabalhar o afinamento.

O diapasão pode ser adaptado a uma caixa de ressonância, normalmente feita de madeira, que ajuda com que o som produzido seja amplificado e possa ser ouvido a uma maior distância e por mais pessoas.

O Experimento

Para essa experiência, você vai precisar de:

  • diapasão;
  • caixa de ressonância;
  • martelo com ponta de borracha.

Para começar, bata levemente o martelo no diapasão. Ouça com atenção o som emitido e perceba a frequência da nota Lá. Repita a operação mais algumas vezes para se habituar aos 440Hz do instrumento.

Em seguida, segure o diapasão pela caixa de ressonância e bata com o martelo novamente. Segure a caixa com a abertura virada para frente. Com seu braço esticado, gire a caixa para frente e para trás, em relação ao seu ouvido. Perceba e comente as alterações que ocorreram na frequência do som e como ele parece mais grave ao se aproximar e mais agudo ao se afastar do seu ouvido.

Por fim, peça que os alunos repitam o procedimento eles mesmos e comente sobre as situações do dia a dia em que o efeito Doppler pode ser observado. O material da Homelab indicado para esse estudo é o Conjunto de Física Básico.

Clique aqui para saber mais sobre o produto.

A Homelab disponibiliza uma série de materiais com experiências e outros conteúdos que podem ajudar professores, gestores e alunos a tornar as aulas de ciências ainda mais produtivas e dinâmicas. Também oferecemos uma linha completa de equipamentos científicos para o seu laboratório. Ficou interessado? Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento.

Compartilhe Tags
0 comentários

blogDesde sua invenção até os dias de hoje, o microscópio passou por inúmeras mudanças e já não se assemelha nem um pouco aos modelos rústicos criados no séculos XVI e XVII. Desde então, ele proporcionou à humanidade avanços importantes em diferentes campos do conhecimento, como Biologia, Química, Física e Medicina, ao permitir a exploração da vida e dos objetos invisíveis a olho nu. A possibilidade de se observar os mínimos detalhes de uma estrutura proporcionou o estudo e a compreensão dos mais diversos elementos que compõem nosso mundo.

Sucesso nas salas de aula, o microscópio óptico é o tipo mais comum desse aparelho, sendo facilmente encontrado em escolas, laboratórios, universidades e até mesmo para uso particular. Da realização de exames em clínicas e hospitais ao estudo das ciências em instituições de ensino, trata-se de um instrumento essencial no dia a dia de um laboratório.

Os microscópios ópticos podem ser divididos em dois tipos, definidos de acordo com o número de lentes que possuem: os simples, que trabalham com uma só lente de aumento, e os compostos, que funcionam com um sistema óptico formado por duas lentes, uma objetiva e uma ocular. Atualmente, esse é o modelo mais difundido e utilizado. Nesse aparelho, as lentes são dispostas em extremidades opostas dentro de um tubo chamado canhão. A distância entre elas é regulável, o que possibilita alterar a ampliação do objeto.

O microscópio óptico funciona de maneira bem simples, especialmente se comparado à complexidade dos microscópios eletrônicos. Basicamente, a ampliação da imagem se dá por meio da luz, que é projetada no material em observação com o auxílio de espelhos móveis e uma lente chamada condensador. Os raios luminosos atravessam o objeto e são conduzidos ao conjunto de lentes dentro do canhão, produzindo, ao final, uma ampliação da imagem.

blog2

O aumento da visualização no microscópio acontece por conta da distância focal entre os conjuntos de lentes, sendo resultado da multiplicação entre a capacidade de aumento de cada uma delas. Sendo assim, o poder de ampliação nos microscópios ópticos pode chegar a até 2 mil vezes, tornando capaz a observação de células e outras estruturas microscópicas.

Agora que você conhece um pouco mais sobre a importância do microscópio óptico e como ele funciona, confira a seguir as partes que o compõem e a funcionalidade de cada uma delas.

Partes Ópticas

  • Lentes Oculares: cada microscópio conta com duas dessas lentes, que são onde colocamos nossos olhos para visualizar o material em observação. As oculares ampliam a imagem formada pelas lentes objetivas, ajustando possíveis deficiências ópticas. Essas lentes têm, em geral, um poder de ampliação de 10 a 15 vezes.
  • Lentes Objetivas: são um conjunto de lentes fixas e sobrepostas que ampliam a imagem do objeto em observação. Geralmente, os microscópios ópticos contam com três ou quatro dessas lentes e seu poder de aumento pode variar de 4 a 100 vezes. A objetiva é a lente mais próxima ao objeto, produzindo uma imagem ampliada e invertida. Essa inversão é corrigida pela ocular.
  • Condensador: sistema de duas ou mais lentes que realiza o controle e a concentração dos raios luminosos sobre a amostra analisada, distribuindo de forma igual a luz que incide no campo de visão do microscópio.
  • Diafragma: regula a intensidade da luz que é projetada no objeto, através da abertura ou fechamento de palhetas que permitem a entrada de mais ou menos luz, de acordo com a necessidade. Via de regra, quanto mais transparente a amostra em observação, menos luz é necessária.
  • Fonte de Luz: projeta a luz – seja de fonte artificial ou natural – através do diafragma, da lâmina e do objeto. Os microscópios atuais utilizam uma lâmpada, mas em modelos mais antigos um espelho refletia a luz natural.

Partes Mecânicas

  • Pé ou Base: suporte e fixação do microscópio, garantindo a estabilidade do aparelho.
  • Braço ou Coluna: peça fixada ao pé, serve para dar suporte aos demais elementos.
  • Platina ou Mesa: suporte plano onde será apoiada a lâmina com o material a ser observado. Possui uma passagem central de vidro, por onde passam os raios de luz, e pode ser deslocada de acordo com a necessidade de visualização.
  • Revólver ou Tambor: peça giratória onde ficam as lentes objetivas. Quando girado, realiza a troca de objetiva, modificando o aumento da amostra em observação.
  • Tubo ou Canhão: parte cilíndrica que serve de suporte para as lentes oculares, na parte superior, e para o revólver, na parte inferior.
  • Parafuso Macrométrico: peça giratória permite deslocar a mesa em movimentos verticais e de grande amplitude, proporcionando o ajuste do foco.
  • Parafuso Micrométrico: realiza movimentos verticais mais sutis da mesa, permitindo uma focagem mais precisa, além de explorar a profundidade de campo do microscópio.

São inegáveis os avanços que o microscópio proporcionou para a ciência. Do desenvolvimento de novas tecnologias ao uso didático em laboratórios escolares, o microscópio proporciona uma maior compreensão do nosso mundo e tudo que o forma. O uso desses instrumentos nas aulas de ciências são essenciais para a aplicação prática dos conceitos estudados em sala de aula, engajando os alunos e ajudando a desenvolver indivíduos com conhecimento e interesse no fazer científico. Clique aqui  e confira nossa linha de microscópios.

A Homelab oferece uma linha completa de microscópios e acessórios para laboratório que podem auxiliar você no processo de ensino e aprendizagem de ciências na sua instituição de ensino. Ficou interessado? Acesse nosso site, conheça nossas soluções e realize um orçamento!

Modelos anatômicos são ferramentas educacionais importantes, sendo grandes aliados no ensino e aprendizado das mais diversas estruturas e funções do corpo humano. Estudantes, profissionais da saúde e professores podem se beneficiar com o uso desses modelos, seja educando pacientes, treinando para procedimentos cirúrgicos ou nas aulas de anatomia e Biologia.

Atualmente, existem diferentes modelos, com diferentes representações. Do corpo humano completo – homens, mulheres, crianças e alguns animais – a estruturas mais específicas, como órgãos ou ligamentos, os modelos anatômicos proporcionam um aprendizado prático e uma observação precisa e realista da anatomia e fisiologia humana.

Pensando nisso, confira a seguir os principais modelos anatômicos, suas diferenças e seus principais usos.

Ossos e Esqueletos

IMG_8125 (1)

Esses tipos focam na representação de variadas estruturas ósseas do nosso organismo, como esqueletos, articulações, coluna vertebral, crânio e dentes. Cada modelo tem suas particularidades, que o torna mais adequado para determinadas profissões ou disciplinas.

Modelos articulados são muito úteis para que fisioterapeutas, médicos e quiropráticos demonstrem o problema ao paciente e como eles pretendem tratá-lo, por exemplo. Já para alunos em fase escolar, esses modelos são importantes aliados na hora de representar o corpo humano de uma maneira nova e pouco familiar, permitindo o estudo da nossa estrutura corporal. Por sua vez, modelos coloridos ou numerados auxiliam estudantes da área da Saúde na identificação e memorização de cada uma das partes.

Músculos, Vasos e Tendões

IMG_8140

Alguns modelos anatômicos são ainda mais completos e complementam as estruturas ósseas, ao incluir também outras características relacionadas à musculatura, bem como os nervos e os vasos sanguíneos espalhados por todo o corpo humano. Outros ainda apresentam tendões e tecidos conjuntivos, inclusive modelos que possibilitam o encaixe e desencaixe dessas partes para uma maior didática.

Assim como os modelos ósseos, essas representações podem auxiliar médicos a explicarem mais facilmente um problema ao paciente. Também ajudam estudantes e profissionais a identificarem as partes que exigem cuidado e o tratamento mais adequado e preciso. Isso proporciona um estudo completo do funcionamento dos diversos sistemas, articulações e ligamentos do nosso organismo e permite uma observação precisa de como esses sistemas atuam.

Geralmente, esses modelos são produzidos e pintados de modo bem realista, facilitando a identificação e relação com as estruturas reais. Porém, caso o uso proposto seja de cunho mais pedagógico, como em escolas e universidades, uma boa opção podem ser os modelos coloridos, em que cada um dos sistemas é representado por uma cor diferente, facilitando a assimilação do conteúdo.

Órgãos e Sistemas

IMG_8144 (1)

Modelos anatômicos que representam os diferentes órgãos e sistemas do corpo e suas funções são fundamentais no treinamento de profissionais e no aprendizado de estudantes. Representações detalhadas de órgãos como coração e cérebro, da pele e até mesmo das diferentes fases da gravidez possuem um valor educacional inestimável. Cada estrutura representada é uma oportunidade para médicos, pacientes e estudantes examinarem detalhadamente a anatomia das partes, seu funcionamento e, inclusive, anomalias e patologias.

Isso permite, por exemplo, demonstrar o andamento de um tratamento a um paciente com problemas no coração e educá-lo em relação aos procedimentos pelos quais ele passará. Ou, ainda, que estudantes das áreas médicas estudem para a prática de procedimentos cirúrgicos com realismo e precisão, identificando cada parte e sua conformação.

Os modelos anatômicos ajudam a nos mostrar a mecânica básica do corpo humano, sua estrutura e seu funcionamento. Um esqueleto em tamanho real, por exemplo, é um instrumento pedagógico e educacional importante. Seja ajudando a introduzir jovens alunos à anatomia humana, descrevendo o diagnóstico a um paciente ou ensinando estudantes de áreas médicas, os modelos proporcionam um maior engajamento e aprendizado.

Ao escolher um modelo anatômico, é importante levar em consideração o nível de detalhes de cada tipo e o uso proposto. Se o modelo não é suficientemente detalhado, talvez não seja o mais adequado para alunos do ensino superior, podendo prejudicar o estudo e limitar seu uso. Já para estudantes mais novos, ainda em fase escolar, modelos aproximados, apenas com os principais órgãos ou ossos, são suficientes para transmitir o conhecimento com qualidade e colocá-los em contato com a ciência.

A Homelab é uma empresa especializada em produtos e acessórios científicos. Possuímos uma completa gama de modelos anatômicos, com diferentes órgãos e estruturas do corpo humano. Todos os modelos citados neste textos estão disponíveis no nosso catálogo. Ficou interessado? Acesse o nosso site, consulte nossas soluções e faça um orçamento!

Compartilhe Tags
0 comentários

IMG_8159Já conversamos aqui no blog um pouco sobre a história do microscópio e os diferentes tipos que existem; agora, vamos falar sobre sua utilidade para a ciência. Amplamente utilizado no estudo das diversas ciências, especialmente Física, Química e Biologia, e também na Medicina, o microscópio permite a visualização ampliada de pequenas estruturas, sejam elas vivas, como células e outros seres microscópicos, ou fragmentos dos mais diversos materiais.

Essa ampliação permitiu à humanidade realizar estudos e observações que proporcionaram grandes avanços, seja na compreensão de agentes patogênicos, seja na criação de novas tecnologias. Dos primeiros registros de seres microscópicos de Van Leeuwenhoek, no século XVII, ao desenvolvimento da nanoengenharia, o microscópio aparece como protagonista dessas conquistas científicas.

Esse instrumento tornou o homem capaz de estender os limites impostos por seus próprios órgãos sensoriais, capacitando-o a explorar o mundo da vida e das coisas invisíveis a olho nu. Hoje, a evolução chegou a tal ponto que os microscópios mais potentes conseguem uma ampliação de até um milhão de vezes menor que um fio de cabelo humano, sendo capaz de registrar imagens de moléculas e até mesmo átomos.

Como a Ampliação é Possível?

Para entender sua função, é necessário compreender seu funcionamento. Existem diversos tipos de microscópio, cuja grande diferença fica por conta de como a imagem ampliada é gerada e por sua capacidade em aumentá-las. Em relação à formação de imagens, isso pode ocorrer por meio ópticos, acústicos ou eletrônicos.

O microscópio óptico é o tipo mais comum, sendo facilmente encontrados em escolas e pequenos laboratórios. Esse aparelho usa a luz, seja de fonte artificial ou natural, para iluminar as estruturas que serão observadas por meio de um conjunto de lentes. O poder de ampliação de um microscópio óptico pode chegar a 2000 vezes.

Já o microscópio eletrônico amplia a imagem ao bombardear o objeto em observação com um feixe de elétrons que passa por lentes eletromagnéticas. Esse aparelho consegue uma ampliação de até 1 milhão de vezes.

Menos conhecido, o microscópio acústico se baseia na ideia de se empregar o som e não a luz para gerar as imagens ampliadas. Como trabalha com ondas sonoras, esse aparelho é capaz de penetrar materiais opacos e fornecer uma visualização das estruturas internas.

Colaborações do Microscópio

Como dissemos, o microscópio possibilitou o desenvolvimento de diferentes áreas da ciência, impactando no nosso dia a dia e criando tendências para o futuro. A Medicina é uma das disciplinas que mais se beneficiam das potencialidades desse aparelho. As pesquisas sobre agentes patológicos possibilitaram a descoberta da causa de inúmeras doenças, como bactérias, vírus e protozoários. Foi com a colaboração do microscópio que o ser humano tomou conhecimento das causas de patologias como HIV, malária, dengue, micoses, entre outras.

Essas descobertas têm cooperado no tratamento dessas e de outras doenças, permitindo identificar o agente causador, sua composição, como atua e como combatê-lo. Afinal, é impossível tratar algo sem saber sua causa.

Outra área que sofreu grandes avanços devido à microscopia é a Biologia. A Citologia (ciência que estuda as células, estruturas que compõem os órgãos e tecidos dos seres vivos), por exemplo, depende de equipamentos que permitam a visualização detalhada das células animais e vegetais. Graças ao microscópio, foram descobertos os glóbulos brancos e vermelhos, as organelas, a parede das células vegetais e todo o funcionamento de toda a estrutura celular. Além disso, as imagens ampliadas proporcionaram à Biologia a pesquisa e a compreensão dos diferentes seres, sua formação e sua estrutura, ajudando a construir estudos mais assertivos e precisos.

Não podemos esquecer dos benefícios para a Física e a Química, em que o microscópio possibilitou a observação das diversas reações e substâncias e até mesmo da estrutura molecular de diferentes materiais e alterações por eles sofridas quando expostos a mudanças de condições.

Atualmente, em um esforço conjunto de todas essas ciências, o microscópio vem sendo usado para a criação novas tecnologias microscópicas, como a produção de nanocondutores, a introdução de nanorobôs para o combate a doenças e até mesmo estudos que envolvem a reordenação de átomos com o objetivo de diminuir a poluição.

Os microscópios são grandes aliados da Ciência. Sua capacidade de gerar imagens ampliadas permitiu à humanidade uma maior compreensão da vida e de todas as estruturas que a compõem. Mas os benefícios não são e não devem ser apenas para cientistas. O uso de microscópios nas aulas de Química, Física e Biologia são de extrema importância para a comprovação e aplicação de conceitos estudados em sala de aula, servindo como complemento perfeito à teoria e como meio de incentivar os alunos ao estudo das ciências.

Pensando nisso, a Homelab oferece uma completa linha de produtos científicos e microscópios para auxiliar no processo de ensino e aprendizagem de ciências. Ficou interessado? Acesse nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento.

Compartilhe Tags
0 comentários

A história do chocolate remete ao ano 600 a.C, em povos das Américas Central e do Sul, mais precisamente onde hoje estão México e Guatemala. Nessa época, o cacau já era cultivado por Maias e Astecas, sendo utilizado na elaboração de uma amarga bebida fermentada.

Foram o Maias que deixaram descritas as diversas maneiras de se fabricar essa bebida e o modo correto de saboreá-la. Sua produção passava por diversos processos e pela adição de ingredientes como baunilha, urucum, pimentão e outros insumos com o objetivo de deixá-la mais gostosa. Os Maias utilizavam o chocolate para fins medicinais, servindo como antídoto para fadiga, estimulante e até mesmo afrodisíaco.

Já por volta de 900 d.C, com o desaparecimento do império Maia, foram os Toltecas e o Astecas os responsáveis por dar continuidade à produção de bebidas à base de cacau. Elas eram utilizadas em cerimônias religiosas e consideradas verdadeiras dádivas dos deuses.

mural_diego

No século XVI, com a chegada dos primeiros exploradores espanhóis, o chocolate começou a ganhar o mundo. Hernán Cortez, líder da expedição às Américas, apesar de não ter apreciado a bebida, fascinou-se com a importância do chocolate para os Astecas. De volta à Espanha, Cortez apresentou o cacau ao rei Carlos V e o convenceu de criar grandes plantações do fruto para realizar barganhas com os Astecas, trocando sementes de cacaueiro por objetos de ouro.

O chocolate, porém, seguia como uma bebida amarga e pouco apreciada pela nobreza. Seu destino começou a mudar quando sua fama começou a se espalhar pela Europa, depois que a princesa espanhola Ana de Áustria casou-se com Luís XIII e apresentou o chocolate à corte francesa.

Foi somente no século XVIII que o chocolate chegou ao formato que conhecemos hoje em dia, passando a ser consumido com açúcar e dissolvido no leite quente. No século seguinte, mais precisamente em 1847, a empresa J/S Fry & Sons cria a primeira barra de chocolate da história, ao misturar pó de cacau, açúcar e manteiga de cacau.

Hoje, sabe-se dos benefícios de alguns tipos de chocolate para a saúde, sendo importante fonte de flavonóides, substâncias que auxiliam na diminuição do risco de doenças do coração, e de ferro, além de estimular a produção de hormônios que atuam diretamente na área do cérebro responsável pela sensação de felicidade e bem-estar.

Agora que você está com água na boca e já conhece um pouco mais sobre a história do chocolate, que tal usar esse alimento tão gostoso para aprender um pouco mais sobre ciências? Pensando nisso, trazemos a seguir 5 dicas de experimentos que podem ser feitos com chocolate, deixando a aula mais interessante e gostosa.

1.Hormônio da Felicidade

Para esse experimento, você vai precisar de três barras de chocolate: uma branca, uma preta e uma mais escura – de chocolates meio amargo ou amargo. Peça que os alunos dividam as barras em pedaços bem pequenos e experimentem um pouquinho de cada.

Depois, explique como o chocolate influencia no humor, ressaltando que o organismo tem carência de alguns aminoácidos essenciais, importantes na produção de neurotransmissores. Entre esses aminoácidos está o triptofano, substância utilizada pelo cérebro para a produção da serotonina, conhecida como “hormônio da felicidade”. Por fim, termine a experiência comentando a composição química do chocolate e suas etapas de produção.

DC6_barras_chocolate_origen1

2.MM’s na Água

Essa experiência é bem simples e consiste basicamente na observação. Para realizá-la, você vai precisar de chocolates MM de diferentes cores e um pote com água. Cada balinha dessas é formada por um recheio de chocolate coberto por uma camada de  açúcar com diferentes tipos de corante. Ao ser colocado na água, o açúcar começa a de dissolver, levando consigo parte do corante, que também é solúvel.

O que acontece? O açúcar migra das regiões com alta concentração para as menos concentradas. O resultado é um pote de água super colorido, em que as cores mal se misturam, devido justamente à concentração de açúcar na água.

Você pode repetir esse experimento com água em diferentes temperaturas ou adicionando álcool ou sal, por exemplo. Essas substâncias vão mudar a maneira como a dissolução do açúcar e dos corantes vai se comportar na água.

Chocolates4ret

3.Chocolates Dançarinos

Leve para a sala de aula ou laboratório uma barra de chocolate, algum refrigerante transparente e um recipiente alto e também transparente, como uma jarra. Peça que os alunos cortem a chocolate em pedaços pequenos, como metade de um quadradinho da barra. Encha a jarra com o refrigerante e deposite os pedacinhos um a um. O resultado é que os chocolates vão começar a se movimentar, subindo e descendo sem parar.

O refrigerante é uma bebida que composta por um líquido e um gás. Quando acrescentados o chocolate, essa mistura começa a se separar, liberando gás carbônico. As bolhas de ar vão se unindo ao chocolate e o levam à superfície. Quando chegam lá, estouram e o chocolate, por ser mais denso que o líquido do refrigerante, volta a afundar e assim se repete até que não haja mais gás o suficiente no recipiente.

wallpaper-quadradinhos-de-chocolate-4303

4.Gordura no Chocolate

Essa é uma experiência química e deve ser realizada no laboratório. Para realizá-la, você vai precisar de dois béqueres, acetona, uma balança digital e chocolate.

Comece pesando e anotando a massa dos béqueres vazios. Tare a balança e acrescente um pedaço de chocolate em um deles. Em seguida, triture o chocolate em nacos bem pequenos, acrescente 10 ml de acetona, mexa por um minuto e despeje o líquido no outro béquer. Repita a operação e aguarde toda a acetona secar, o que costuma levar de um dia para o outro. Por fim, pese novamente o béquer. A diferença de peso em relação ao frasco vazio será a quantidade de gordura presente na amostra de chocolate que você utilizou.

Explique aos alunos como a acetona interage com as moléculas de óleo. Os óleos são longas cadeias carbônicas apolares, porém, possuem uma pequena porção polar. Já a acetona, por sua vez, é polar e por isso possui boa interação com essas substâncias, o que possibilita que boa parte da gordura do chocolate se solte ao ser misturada com ela. Por ser extremamente volátil, a acetona evapora mais facilmente e o que sobra no béquer, portanto, é apenas a gordura presente na amostra de chocolate utilizada.

chocolate_rallado_nic

5. Ondas Eletromagnéticas e a Velocidade da Luz

Esse experimento é um pouco mais complexo e acontece em duas etapas, sendo muito útil para a explicação de diferentes conceitos da Física. Para realizá-lo você vai precisar de uma barra de chocolate e um microondas. Comece retirando as rodinhas giratórias que ficam embaixo do prato de vidro do microondas – não se preocupe, elas saem com facilidade! A ideia aqui é que o alimento não gire e, assim, não aqueça por igual.

Coloque a barra de chocolate inteira e ligue o aparelho por 15 segundos. Vários pequenos furos vão aparecer na superfície do chocolate, que apresentará algumas partes derretidas e outras não. Isso ocorre porque as ondas emitidas pelo microondas são chamadas estacionárias e funcionam através da superposição de ondas idênticas emitidas em sentidos opostos. Os espaços que ficaram mais duros foram as partes atingidas pelos chamados nós da onda eletromagnética do aparelho, pontos com pouca concentração de energia. Já as partes mais moles correspondem aos anti-nós, que são os lugares que mais receberam energia.

A próxima etapa da experiência é medir a distância entre os pontos derretidos da barra de chocolate. O espaço entre dois pontos corresponde à metade do comprimento da onda emitida. Os microondas trabalham na frequência de 2450 megahertz. Isso quer dizer que as ondas produzidas percorrem 2.450.000.000 vezes o seu comprimento.

Agora, é só multiplicar a distância encontrada entre os pontos derretidos por esse valor e obteremos a velocidade com que a luz viaja dentro do aparelho, que, invariavelmente, vai se aproximar aos 300 mil metros por segundo estimados pelos cientistas.

o-chocolate-facebook

Viu só? É possível deixar a aula ainda mais bem-humorada, dinâmica e saborosa. Tente realizar esses experimentos na próxima aula. Fazer Ciência com objetos e alimentos do nosso dia a dia ajudam a conquistar a atenção dos alunos e estimulá-los aos estudos.

A Homelab apoia essa iniciativa. Nós possuímos uma completa linha de produtos que podem auxiliar no ensino das mais diversas ciências. Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento!

Compartilhe Tags
0 comentários

IMG_8209Ciências e experimentação são coisas inseparáveis. A comprovação e a verificação prática de conceitos estudados é que dá todo o suporte para a aplicação e validação para as mais diversas teorias formuladas. Na escola, as experiências e aulas práticas são uma maneira de engajar mais os alunos, tornando o ensino de disciplinas como Física, Química e Biologia mais dinâmico e atrativo, além de despertar o interesse do estudantes e, quem sabe, fazer com que mais pessoas sigam um futuro ligado aos estudos científicos.

A Física é vista por muitos profissionais da Educação como uma matéria difícil de ser ensinada. A dificuldade dos professores em construir aulas de forma mais contextualizada e funcional acaba provocando também desinteresse por parte dos estudantes e consequente dificuldade na aprendizagem do conteúdo. Vale ressaltar, porém, que isso não é culpa do educador. Conseguir ensinar a Física de forma conceitual e apenas com aulas teóricas e expositivas exige muita criatividade e dinamismo do profissional a fim de tornar a matéria interessante e mais facilmente assimilável.

Por isso, a experimentação se faz tão importante no ensino da Física. A aplicação prática dessa disciplina auxilia a despertar a análise crítica e a capacidade de resolução de problemas nos alunos, além de construir conteúdos de forma mais consistente, já que foram os próprios estudantes que construíram esse conhecimento.

Os conceitos da Física estão presentes no nosso cotidiano. É possível utilizar esses exemplos com o objetivo de trazer esses conhecimentos para mais perto da realidade do aluno, motivando os estudos e colocando-os em contato com a ciência. Do movimento de um carro ao comportamento das ondas da luz, os fenômenos físicos estão ao nosso redor e podem ser experimentados de forma simples, sem necessariamente haver a necessidade de equipamentos caros ou laboratórios de ponta.

Pensando nisso, trazemos a seguir 5 experimentos simples de Física que podem ser feitos em sala de aula.

1.Dilatação

Nessa experiência, você precisará de papel alumínio, uma folha de papel bem fina, uma pinça e uma vela. Primeiro, pegue uma tira de papel alumínio com a pinça e a coloque sobre a vela acesa. O alumínio é um metal e apresenta grande dilatação quando exposto ao calor. Porém, neste caso, não poderemos constatar nenhuma alteração na tira.

Em seguida, corte uma tira de papel e uma tira de alumínio do mesmo tamanho e coloque uma sobre a outra. Com a pinça, posicione-as sobre o fogo, com a parte de metal para baixo. Você poderá observar que a lâmina vai se curvar para cima, ficando bem arqueada. Isso acontece porque o alumínio se dilata bem mais que o papel, empurrando a tira para cima.

2.Pressão Atmosférica

Essa experiência é para demonstrar os efeitos da pressão atmosférica. Para realizá-la, você vai precisar apenas de uma vela, de um copo de vidro, de uma bexiga cheia de ar e um recipiente raso com água. Primeiro, esquente o ar dentro do copo colocando-o com a boca virada sobre a vela. Em seguida, encoste a bexiga na boca do copo, vire-o para cima e coloque-o dentro do recipiente. Espere que a água resfrie o ar dentro do copo. Aguarde um instante e puxe a bexiga para cima. Você vai ver que o copo está “grudado” ao balão e não cairá quando você levantá-los.

Por que isso acontece? Quando o ar de dentro do copo foi resfriou, a pressão interna diminuiu. Com isso, a pressão atmosférica empurra a bexiga para dentro do copo, fazendo com que fique preso. Ao realizar o experimento, é possível perceber que a pressão é tanta que é necessária certa força para conseguir “desgrudar” o balão do copo.

3.Princípio de Pascal

Nesse experimento, você precisará de uma garrafa PET transparente cheia de água, uma tampa de caneta esferográfica e massa de modelar. Comece fechando a abertura na ponta da tampa da caneta com a massinha para evitar que a água entre. Depois, faça uma bolinha com a massa de modelar do tamanho aproximado de uma moeda e espete na parte de baixo da tampinha. Abra a garrafa, coloque o “submarino” dentro dele e feche. Agora, aperte levemente a garrafa e observe como a peça submerge até o fundo da garrafa. Alivie a pressão e veja como ela sobe novamente à superfície.

Mas o que acontece? Dentro da tampinha, existe um pequeno reservatório de ar. O conjunto tampa, massinha e ar é, neste momento, menos denso que a água dentro da garrafa. Na hora em que se aperta a garrafa, cria-se uma pressão que faz com que o reservatório de ar diminua. Porém, como a massa é conservada, eles acabam se tornando mais densos que a água e afundam.

Com isso, podemos comprovar o Princípio de Pascal, que diz que a pressão exercida sobre um líquido transmite-se por igual para todos os pontos desse fluido, inclusive para as paredes do recipiente que o contém.

4.Refração

Para esse exercício você vai precisar de um copo, água e poliacrilato de sódio, produto com grande capacidade de absorção e utilizado na jardinagem. Esse experimento é muito simples: encha o copo com água, acrescente as esferas de poliacrilato e aguarde cerca de uma hora. Seu alto poder de absorção vai fazer com que elas cresçam bastante de tamanho. Você pode repetir o processo com outros copos cheios com água com diferentes corantes em cada um. Depois de absorvida toda a umidade, coloque as esferas incolores em um recipiente e as coloridas em outro. Encha os dois com água e veja as esferas transparentes desaparecerem.

Isso acontece porque esse material possui um índice de refração muito próximo ao da água, fazendo com que a luz passe diretamente pelas esferas, tornando-as invisíveis.

5.Tensão Superficial

Esse experimento é bem simples e você só vai precisar de um copo, água e moedas. Comece enchendo o copo com água até a boca. Coloque as moedas dentro do copo com cuidado, uma a uma. Ao adicioná-las, observe como se forma uma proeminência de água que chega a se elevar em relação à boca do copo, porém, sem transbordar. Esse fenômeno chama-se tensão superficial. Ela atua como uma membrana que impede que a água transborde, mesmo com o copo cheio. Isso acontece devido à força de coesão entre moléculas semelhantes, sendo atraídas pelas outras abaixo e ao lado delas, criando uma espécie de película.

A introdução à Física por meio de experimentos de fácil compreensão pelo alunos é essencial para despertar o interesse pela disciplina, tornando  a aprendizagem dessa disciplina mais dinâmica e menos maçante. A comprovação e aplicação prática dos conceitos estudados em sala pode dar aos alunos a motivação necessária para os estudos, esperanto o pensamento crítico e aguçando capacidades investigativas.

Tudo isso pode ser conseguido através de experiência simples de realizar e acessíveis aos estudantes. Ao observarmos o que está ao nosso redor, podemos tentar explicar os fenômenos do nosso cotidiano com os conceitos da Física. Essa abordagem mais próxima à realidade dos estudantes facilita a contextualização do conhecimento, tornando-a mais fácil de assimilar e fazendo com que cada vez mais estudantes se interessem pela ciência.

A Homelab tem uma completa linha de produtos científicos para ajudar você a construir aulas de ciências mais produtivas e dinâmicas. Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento!

Compartilhe Tags
0 comentários

IMG_8250No Brasil, laboratórios adequados para o estudo das ciências são difíceis de encontrar, estando concentrados em escolas particulares. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), apenas 11% das instituições de ensino do país contam com um espaço dedicado às aulas práticas em disciplinas como Física, Química e Biologia.

As aulas práticas são importantes do ponto de vista pedagógico, sendo o complemento ideal à teoria ministrada em sala de aula, permitindo aos alunos um ensino mais dinâmico e estimulante, além de estimular o estudo das ciências através da comprovação e verificação de conceitos científicos. Além disso, por seu caráter grupal, as aulas em laboratório também colaboram para uma maior socialização e integração entre alunos, colegas e professores.

A Física é uma ciência experimental. Isso faz com que o ensino dessa disciplina passe também por aulas em laboratório, onde os alunos poderão aplicar na prática os conceitos estudados em sala, indo além dos cálculos e das situações hipotéticas dos livros. No entanto, nem sempre isso é possível, já que as atividades práticas dependem de um bom planejamento por parte do professor e uma boa estrutura na instituição de ensino.

A montagem de um laboratório pode custar caro, mas isso não deve ser um impeditivo. É possível adaptar espaços da escola e adequá-los ao ensino da Física e de outras ciências. Com alguns poucos equipamentos fáceis de conseguir já se pode, ao menos, realizar alguns experimentos básicos e que vão auxiliar os alunos na aprendizagem da disciplina.

IMG_7287

Para garantir todos esses benefícios ao ensino da Física, confira a lista dos 13 materiais essenciais para o laboratório da sua escola.

Instrumentos de Medição

No estudo da Física as medidas são de extrema importância. Por isso, instrumentos que possam realizar as mais diversas medições com precisão são fundamentais em um laboratório, garantindo uma maior assertividade do experimento.

Alguns itens essenciais para essa tarefa são:

1.Balança:  utilizada na medição da massa de amostras sólidas. Várias grandezas da Física dependem da massa dos corpos, como força e densidade, por isso sua importância. Dê preferência aos modelos digitais e mais precisos.

 

2.Cronômetro: usado para fazer medidas de tempo, importantes em cálculos que envolvem velocidade e aceleração dos corpos, por exemplo.

 

3.Dinamômetro: realiza a medição da força, sendo importantes nos experimentos de Dinâmica.

 

4.Multímetro: utilizado nas medidas elétricas, como freqüência, resistência e corrente elétrica. Instrumento fundamental no estudo da Eletrodinâmica.

 

5.Osciloscópio: instrumento de medida de sinais elétricos e eletrônicos, muito utilizado nos estudos de fenômenos ondulatórios.

 

6.Régua e trena: utilizadas para a aferição de distância e comprimentos, tão utilizados em diferentes fórmulas.

 

7.Termômetro: serve para medir a temperatura dos materiais. Os termômetros são essenciais nos experimentos de Termologia, na conversão entre escalas etc.

 

Equipamentos Para Áreas Específicas

Os instrumentos de medição são importantes para aferição das grandezas que serão utilizadas em fórmulas e cálculos das diversas áreas da Física. Porém, para que o experimento possa ser realizado, são necessários algumas equipamentos específicos para cada matéria, como Mecânica, Acústica, Ótica, entre outras.

Algumas dicas de itens para se ter no laboratório são:

8.Banco Óptico: instrumento utilizado nos experimentos voltados ao estudo da Óptica, como refração, difração e reflexão.

 

9.Bússolas e Ímãs: podem ser usados nos estudos em Eletromagnetismo, como na aferição das linhas de campo magnético.

 

10.Calorímetro: usado nos experimentos de Termologia, em estudos envolvendo trocas de calor entre corpos, calor específico e capacidade térmica.

 

11.Cuba de Ondas: utilizada no estudo da Ondulatória, em fenômenos como o Efeito Doppler.

 

12.Gerador de Van der Graaff: equipamento muito utilizado nas experiências de Eletrostática, sendo o responsável pelo famoso efeito de arrepiar os cabelos de quem o toca.

 

13.Trilho de Ar: utilizado no estudo do movimento dos corpos. Esse instrumento reduz o atrito e permite realizar experimentos como colisões e a conservação de energia de corpos, integrantes da Dinâmica e da Cinemática.

 

A realização de aulas práticas em laboratório podem trazer muitos benefícios ao processo de ensino-aprendizagem não só da Física, como também das outras ciências, como Química e Biologia. As aulas experimentais auxiliam os estudantes a desenvolver competências importantes para seu futuro, além de garantir a formação de pessoas capacitadas e interessadas em continuar o estudo de Ciências, área carente de profissionais no Brasil.

As aulas ministradas em laboratório ainda permitem que professor possa avaliar o domínio dos conteúdos e conceitos estudados em sala por parte dos alunos, ajudando-o a identificar pontos fortes e onde é necessário reforçar os conhecimentos e concentrar esforços. Por fim, as aulas práticas tornam os estudos mais prazerosos e dinâmicos, estimulando os estudantes através da verificação e comprovação de conceitos científicos no laboratório.

Sua escola possui um laboratório de ciências? Você conhece algum dos equipamentos que listamos para o estudo da Física? A Homelab possui uma completa linha de produtos para auxiliar você na montagem de um laboratório completo. Acesse o nosso site, consulte nossas soluções e faça um orçamento!

Compartilhe Tags
0 comentários