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A maioria das pessoas ainda não tem consciência plena da importância da biodiversidade para a vida no nosso planeta, nem sempre percebendo o papel essencial que as plantas desempenham. Seja como fonte de matérias-primas, alimentos ou medicamentos, esses seres exercem funções fundamentais, auxiliando na manutenção do clima, na geração de oxigênio, na proteção de rios e lagos e servindo como base de toda cadeia alimentar.

Reino Plantae

Composto por seres eucariontes, multicelulares, autótrofos e fotossintetizantes, esse reino é de fundamental importância para a manutenção da vida na Terra, sendo responsáveis pela nutrição de todos os seres vivos, além de fornecer abrigo a diversas espécies de animais e trazerem tantos outros benefícios ambientais ao planeta.

Por sua complexidade e variedade, o reino das plantas possui diversas divisões e subdivisões, levando em conta aspectos como a presença ou não de vasos condutores de seiva e de suas estruturas reprodutoras – semente, fruto e flor.

Em relação à presença ou ausência de casos condutores, as plantas podem ser classificadas como avasculares ou vasculares. Dentre essas últimas, elas ainda sofrem uma outra divisão, em que são separadas de acordo com a presença ou não de sementes.

Já no que diz respeito às estruturas reprodutoras, as plantas podem ser divididas em criptógamas, que não possuem flor e em que essas estruturas são pouco visíveis, e fanerógamas, que possuem flores e estruturas reprodutoras bem evidentes.

Botânica

Assim como muitas outras ciências, a origem da Botânica remete aos tempos da Grécia Antiga, tendo alcançado grande desenvolvimento já na época do Império Romano. Cabe ao discípulo de Aristóteles, o grego Teofrasto, o título de pai da botânica. São deles as duas obras consideradas marcos iniciais dessa ciência: ‘História das Plantas’ e ‘Sobre As Causas das Plantas’. Nas duas obras, que datam, aproximadamente, do século IV a.C, Teofrasto já dividia as plantas em dois grupos distintos, separando-as de acordo com a presença ou não de flores.

Ramo da Biologia, a Botânica é essencial para a compreensão da natureza das plantas. É ela a ciência responsável por estudar todas as espécies pertencentes ao Reino Plantae, abrangendo estudos relacionados à evolução, anatomia e classificação de todos esses seres.

É também por meio da Botânica que, hoje, é possível conhecer a aplicação de cada planta e a melhor forma de preservá-las, o que a torna uma ciência de extrema importância para a conservação do meio ambiente. Além disso, a Botânica busca contribuir para uma melhor relação entre ser humano e natureza, ajudando na recuperação de ecossistemas, proporcionando o melhor aproveitamento dos recursos vegetais e investigando propriedades medicinais e terapêuticas das plantas.

Botânica na Escola

No contexto em que estamos e considerando a importância das plantas para nosso planeta, é essencial o estudo da Botânica na escola. Foco de resistência de muito alunos, cabe à instituição de ensino criar metodologias que dinamizem o processo de ensino-aprendizagem dessa disciplina, proporcionando aos estudantes enxergá-la como essencial para a manutenção da vida na Terra.

Sendo assim, uma forma de gerar maior engajamento dos alunos e despertar o interesses dos jovens pelo estudo da Botânica é a realização de aulas práticas e experimentais. Essas aulas funcionam como complemento ao conteúdo ministrado em sala de aula, oferece aos estudantes a possibilidade de comprovação desses conceitos e da aplicabilidade prática do que estudaram. Além disso, as aulas práticas servem como estímulo ao fazer científico.

Pensando nisso, o Homelab oferece o exclusivo Berçário de Mudas. Ideal para o estudo de Botânica, o equipamento permite a realização de diferentes experimentos com plantas, proporcionando a análise e a comparação lado a lado.

Com o Berçário, os alunos podem, por exemplo, analisar o brotamento de sementes semelhantes ou comparar o crescimento de sementes diferentes. Além disso, o equipamento proporciona estudos relacionados à morfologia externa, à vascularização e a diferentes características dos representantes do Reino Plantae.

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Aulas em laboratório são uma importante ferramenta pedagógica no ensino de ciências. Seja nas aulas de Química, Física ou Biologia, os experimentos e atividades práticas servem como complemento ideal à teoria trabalhada em sala de aula, ajudando os alunos na fixação dos conceitos e na compreensão da aplicabilidade e importância do estudo dessas disciplinas.

Sendo assim, o laboratório de ciências apresenta-se como ambiente de extrema importância no processo de ensino e aprendizagem das mais diversas ciências. É ali que o professor vai poder desenvolver atividades que funcionem como elo entre os conhecimentos práticos e teóricos, fazendo a ligação entre o abstrato e o concreto, entre o mundo das ideias e a realidade das experimentações.

As aulas laboratoriais ainda auxiliam o educador na missão de gerar mais engajamento e despertar o interesse dos alunos pelo fazer científico. Além disso, por meio dessas práticas, o professor vai conseguir avaliar o domínio da turma em relação aos conteúdos estudados e saber identificar os pontos que necessitam de reforço.

Para isso, existem equipamentos essenciais que não podem faltar no laboratório de ciências de qualquer escola. Dentro todos eles, os utensílios de vidro são, certamente, os mais utilizados. Seja para a dissolver soluções, aquecer, armazenar ou misturar substâncias ou ainda realizar medições de líquidos com precisão, cada um desses itens possui uma finalidade diferente, sendo indispensáveis para a realização de análises e experimentos.

As principais vidrarias que o laboratório da sua escola deve ter são:

  • Bastão de Vidro: serve para misturar ou agitar soluções e também na transferência de líquidos sem precisão.
  • Becker: copo utilizado para fazer misturas, realizar reações químicas e na mistura e dissolução de substâncias. Apesar de ser graduado, não é recomendado que seja utilizado para medições, já que, por ser um recipiente mais largo, tende a ser mais impreciso.
  • Erlenmeyer: frasco usado para aquecer líquidos e preparar e guardar soluções, além de ser utilizado em titulações. O seu formato afunilado permite a agitação manual das amostras sem que haja o risco de perdas ou derramamento.
  • Pipeta Graduada: utilizada na medição, coleta e transferência de pequenas quantidades de líquidos com grande precisão.
  • Proveta: frasco cilíndrico e graduado, serve para medir líquidos com precisão e transferi-los para outros recipientes.
  • Placa de Petri: serve para desenvolver culturas de microorganismos, para secar compostos e para reações em escala reduzida.
  • Tubo de Ensaio: frasco fino e sem graduação, é utilizado para testar reações em pequena escala, para coletar amostras e dissolver substâncias.

Agora que você conhece as principais vidrarias, fique atento. Na hora de escolher os materiais de vidro para o seu laboratório é importante prestar atenção a alguns aspectos fundamentais para que os experimentos ocorram com segurança e sem interferências.

Qualidade e Acabamento

A primeira característica que deve ser levada em consideração é a qualidade de fabricação dos utensílios. Apesar de serem resistentes aos procedimentos realizados em laboratório, as vidrarias são, em sua grande maioria, produzidas com um material composto por um vidro muito fino e sensível a impactos.

Esses materiais devem ser produzidos de vidro cristal ou temperado, garantindo que não reajam com a maioria das substâncias utilizadas e que suportem o aquecimento direto ou indireto que possa a vir a ser empregado durante os procedimentos laboratoriais.

Além disso, uma vidraria que apresente má formação pode afetar o resultado final do experimento, podendo trazer alterações no seu tamanho ou na sua capacidade, por exemplo.

Transparência e Coloração

Outro aspecto importante a ser considerado no momento da escolha e que exige cuidados redobrados são as manchas que as peças podem apresentar. Para evitar qualquer tipo de interferência durante a experimentação, os produtos de vidro utilizados no laboratório devem ser totalmente transparentes e não podem manchar ou sofrer alterações na sua coloração.

Vale ressaltar que esse cuidados se referem aos utensílios incolores, uma vez que existem vidrarias específicas que são produzidas em vidro âmbar ou escurecido. Esses materiais são utilizados em experimentos que contêm amostras e substâncias que possam reagir à luz, e quando esse efeito não é desejado.

Precisão e Calibração

Como sabemos, experiências científicas demandam medidas precisas, seja em relação ao tempo, à temperatura ou à quantidade de cada substância. Por isso, outra característica a ser levada em consideração na hora da compra das vidrarias para laboratório é sua calibração. Isso visa garantir a precisão dos volumes que serão contidos ou transferidos em cada utensílio, assegurando que os procedimentos ocorram sem alterações e com números conhecidos.

Pensando em tudo isso, a Homelab oferece um exclusivo Conjunto de Vidraria. São 156 peças em um kit que permite atender até 40 alunos, proporcionando a comprovação de teorias e a realização de atividades práticas e destinadas ao estudo da Química. Produzido com vidro temperado, o conjunto conta com as vidrarias mais essenciais para o laboratório da sua escola.

Ficou interessado? Então conheça a nossa exclusiva Linha Homelab e confira os melhores produtos e acessórios científicos para laboratório. Acesse nosso site, conheça nossas soluções e tenha acesso a materiais exclusivos com experiências de ciências para sua escola e outros conteúdos interessantes.

IMG_7795Aulas experimentais em laboratório são uma excelente ferramenta para aprofundar o conteúdo estudado em sala de aula, permitindo aos alunos um conhecimento mais aprofundado e embasado. As aulas práticas auxiliam o professor a ministrar a disciplina e seus conceitos, despertando o interesse e a curiosidade dos estudantes ao promover a aplicação e observação de toda a teoria estudada.

Dentre as diversas áreas que podem se beneficiar das aulas experimentais, encontram-se ciências, como Biologia, Química e Física. Nesse contexto, um instrumento em particular é de extrema importância para os temas propostos por essas disciplinas: o microscópio. O uso desse instrumento no ensino dessas disciplinas proporciona a criação de aulas mais dinâmicas, aproximando teoria e prática e possibilitando aos alunos a percepção de estruturas e seres invisíveis a olho nu e até então só vistos nos livros didáticos.

A aulas práticas que utilizam o microscópio como recurso pedagógico permite uma melhor abrangência do conteúdo e, ao demonstrar que a ciência é muito mais do que teoria acaba por aproximá-la à realidade do estudante. Com isso, o uso do microscópio na experimentação facilita a compreensão do conteúdo por parte dos alunos e a ministração do conteúdo pelo professor.

O ideal preconizado por educadores é que haja, no mínimo, um microscópio para cada quatro alunos, garantindo que todos tenham oportunidades iguais e a aula transcorra com qualidade. Infelizmente, conhecendo a realidade de grande parte das instituições de ensino do Brasil, isso nem sempre é possível. Porém, há saídas que podem contribuir para amenizar esse panorama.

Com o avanço da tecnologia, novas soluções surgem a todo instante. Hoje, é comum encontrarmos diferentes tipos de microscópios, com variadas utilidades e valores. E um desses modelos é o microscópio trinocular.

O que é o Microscópio Trinocular e Quais São Suas Vantagens?

O grande diferencial desse tipo de instrumento é o fato de funcionar com três tipos de observação: uma para cada olho e mais um para conectar uma câmera. Com isso, é possível realizar diferentes tarefas, como a captura, a edição e a transmissão da imagem da amostra em observação no aparelho.

Hoje, é comum encontrarmos câmeras para microscópios, tornando-se muito indicadas para educadores e instituições de ensino, uma vez que permitem a projeção das imagens capturadas para os alunos em computadores, TVs ou projetores. Isso faz com que, com um único aparelho, toda a classe possa vivenciar e observar os conceitos científicos que foram vistos em sala de aula, proporcionando intervenções do professor e a geração de debates. Além disso, as câmeras para microscópio invertem a lógica, transformando o caráter individual típico desses aparelhos em construção coletiva de conhecimento, com a participação de todos ao mesmo tempo.

Geralmente, as câmeras são acopladas ao microscópio por meio de adaptadores ou conexão USB. Esses equipamentos possuem diferentes resoluções em megapixels, variando a qualidade da imagem e o poder de ampliação. Não há necessidade da aquisição de equipamentos muito caros ou refinados. Com soluções simples e baratas, já é possível transmitir as imagens com qualidade e sem complicações.

As câmeras de vídeo CCD são muito utilizadas em microscópios que vão somente projetar as imagens em alguma tela, como TV ou datashow. Elas são conectadas por entradas de vídeo RCA, exibindo a imagem com bastante qualidade. Essas versões possuem excelente custo-benefício, sendo ótimas opções para colégios e universidades.

Pensando nisso, o Kit Câmera Para TV Bivolt da Homelab é ideal. Com uma câmera de vídeo de alta resolução (480 linhas) com saída RCA e filtro para correção de luz, esse conjunto permite transmitir para TV ou DataShow a imagem que está sendo focalizada no microscópio. É só acoplar a câmera na porta trinocular do tubo, ligá-la à rede elétrica e pronto! Todos os alunos poderão ver, ao mesmo tempo, o que está em observação na lâmina do microscópio.

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A vida como conhecemos nos planeta Terra depende, em sua maioria, dos seres vivos que realizam fotossíntese. Quase todo o oxigênio presente na atmosfera é utilizado por grande parte das espécies na respiração celular provém dessa reação, feita organismos como plantas, algas e alguns tipos de bactérias.

A fotossíntese é o meio pelo qual esses seres clorofilados produzem compostos orgânicos a partir do gás carbônico, da água e da luz. Essa reação é considerada um dos mais importantes fenômenos da natureza, uma vez que esses compostos produzidos se transformam em energia não apenas para as plantas como também para diversas espécies de animais.

Sendo assim, os seres fotossintetizantes são essenciais para a vida em todo o planeta, sendo a base de grande parte das cadeias alimentares. Além disso, a fotossíntese é o fenômeno responsável por manter as taxas de gás carbônico e oxigênio na atmosfera em concentrações adequadas.

Nesse contexto, hoje trazemos mais um experimento para ser realizado com os alunos de Biologia. O objetivo dessa atividade é identificar a liberação de oxigênio durante o processo de fotossíntese. Porém, antes de começar, vamos entender um pouco mais sobre o assunto.

Reações da Fotossíntese

A reação geral da fotossíntese pode ser resumida da seguinte maneira:

gás carbônico + água + luz = glicose + oxigênio + água

A água é absorvida do solo pela raiz da planta e distribuída como seiva através do caule. O gás carbônico é retirado da atmosfera pelos estômatos das folhas, enquanto a energia luminosas vem da luz do sol e é transformada em energia química com o auxílio da clorofila. O gás carbônico fornece o carbono e o oxigênio necessários para a formação das moléculas de glicose, enquanto outra porção do oxigênio é utilizada na formação de moléculas de água.

A fotossíntese ocorre no interior dos cloroplastos, organelas presentes nas células vegetais, e acontece em duas etapas: a fase clara ou fotoquímica, em que é indispensável a presença de luz para que aconteçam as reações, e a fase escura ou química, em que as reações independem da ação luminosa.

Na fase fotoquímica, as moléculas de clorofila são excitadas pela energia luminosa e seus elétrons são energizados e transferidos a um receptor. Nesse processo, a luz promove a síntese de ATP (moléculas de energia) e a quebra das moléculas da água, liberando oxigênio. Essa quebra é chamada de fotólise da água. A energia resultante dessas reações é guardada em moléculas de ATP e de uma coenzima chamada NADPH.

Já na etapa química, ocorre a formação da glicose, pela reação entre o gás carbônico presente na atmosfera e o NADPH e o ATP produzidos na fase clara. O CO2 absorvido da atmosfera se transforma em glicose através da incorporação das moléculas de hidrogênio cedidas pelo NADPH. Aqui, as reações ocorrem sem precisar da energia luminosa, utilizando apenas a energia acumulada no ATP produzido na etapa anterior. Essa série de reações de quebra do dióxido de carbono é denominada de Ciclo de Calvin.

Desprendimento de Oxigênio na Fotossíntese

Um erro comum e muito difundido, inclusive em materiais didáticos, é de que as plantas transformam o gás carbônico em oxigênio. Porém, é na fase fotoquímica, durante a fotólise da água, que se formam as moléculas de gás oxigênio que são liberadas na atmosfera. Nessa etapa, ocorre a desconstrução das moléculas orgânicas por meio da energia luminosa.

A fotólise se inicia com a absorção dessa energia pelas moléculas de clorofila. Como dissemos, a energia proveniente da luz estimula os elétrons da clorofila, que são transmitidos para uma substância receptora desses elétrons. A clorofila energizada remove elétrons das moléculas de água, resultando na dissociação do H2O em íons de hidrogênio e átomos livres de oxigênio. Esses átomos se ligam de dois em dois, gerando moléculas de O2. A molécula de água é extremamente estável. A sua quebra e posterior liberação de gás oxigênio é a fonte de quase todo O2 presente na atmosfera da Terra.

Sendo assim, o gás o oxigênio liberado durante a fotossíntese provém das moléculas de água presente nas reações, e não gás carbônico. Essa reação foi descrita pela primeira vez pelo pesquisador britânica Robert Hill, em 1937 e, por isso, também é conhecida como reação de Hill.

A Atividade

Para esse experimento, você vai precisar de:

  • Copo de Béquer 250 ml
  • Tubo de ensaio
  • Funil de plástico
  • Bandeja de plástico
  • Planta verde pequena, nova e com bastantes folhas
  • Caixa de fósforos
  • Suporte com lâmpadas ou luz solar natural

Comece colocando a planta no interior da bandeja com água. Coloque o funil sobre a planta com a boca virada para baixo. Aqui, a haste do funil deve ficar totalmente submersa. Depois, encha o tubo de ensaio com água, tapando-o com o dedo e coloque-o sobre a haste do funil, deixando a haste dentro do tubo. Por fim, exponha todo o conjunto à luz por aproximadamente uma hora.

Passado esse tempo, questione os alunos: o que você observa sobre as folhas do vegetal? Que tipo de gás está contando nas bolhas que se formaram e sobem pelo tudo? Explique sobre a clorofila, o seu papel no processo de fotossíntese e como ocorre a liberação de oxigênio.

Para te ajudar na realização desse experimento, indicamos o Kit de Ciência, da nossa exclusiva Linha Homelab. Além dessa atividade, o kit conta com materiais destinados a experimentos de Física, Botânica, Química e outros exercícios.

A Homelab conta com uma completa linha de produtos científicos para o seu laboratório. Além disso, fornecemos uma série de materiais com experiências e outros conteúdos que podem auxiliar professores, gestores e alunos a tornarem as aulas de ciências ainda mais produtivas e dinâmicas. Ficou interessado? Acesso nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento.

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A Biologia é uma ciência essencial para o estudo e compreensão das diferentes formas de vida e os fenômenos que se relacionam a ela. Bem como outras ciências, como Química e Física, a possibilidade de comprovação e aplicação prática dos conceitos biológicos é essencial para o desenvolvimento de novas hipóteses e teorias que levem a avanços em cada área.

Sendo assim, no ambiente educacional, é essencial a realização de aulas práticas e experimentais que complementem o conteúdo ministrado em sala e deem aos alunos o poder de comprovar esses conceitos e verificar, na prática, sua aplicação. Além de servir como estímulo ao fazer científico, experimentos práticos ajudam a engajar os alunos, mostrando a importância dos estudos em ciências e fazendo com que percebam esses conhecimentos de forma mais concreta e instigante.

Pensando nisso, trazemos hoje mais um exemplo de atividade simples para ser realizada em sala de aula com os alunos de Biologia. O objetivo é demonstrar a existência de microorganismos no ambiente e como eles contaminam os meios de cultura.

Antes de começar, vamos contextualizar um pouco mais os nossos estudos.

As Bactérias

Bactérias são as menores e mais abundantes formas de vida do planeta. Representantes do Reino Monera, foram observadas pela primeira vez no final do século XVII pelo holandês Anton Van Leeuwnhoek, inventor do microscópio. Mais comumente lembradas por serem causadoras de doenças, como pneumonia, tétano e tuberculose, a importância desses seres na natureza, porém, é muito mais significativa, uma vez que exercem uma importante função ecológica, sendo essenciais nos processos de decomposição.

As bactérias são organismos unicelulares e procariontes, o que significa que não têm núcleo e seu material genético se encontra disperso no citoplasma. Nele, também é possível encontrar apenas um tipo de organela: os ribossomos, responsáveis pela síntese de proteínas. As bactérias reproduzem-se basicamente por divisão celular binária, um processo assexuado em que uma célula se divide e dá origem a outra, multiplicando-se exponencialmente.

Como todo ser vivo, as bactérias necessitam de alimento, água e temperaturas ideais para que possam viver e se desenvolver. Apesar de muitas bactérias seres causadoras de patologias, existem muitas que são benéficas ao meio ambiente e ao ser humano, participando, por exemplo, da decomposição de restos animais e vegetais e até mesmo na produção alimentos e bebidas.

As bactérias são classificadas em quatro tipos principais, divididos de acordo com sua morfologia: coco, bacilos, vibriões e espirilos.

O Cultivo de Bactérias

Algumas áreas da Biologia, quando necessitam estudos mais aprofundados com bactérias, realizam uma técnica conhecida como cultura bacteriana. Este trabalho consiste em estimular e promover a multiplicação desses microrganismos em um ambiente controlado, o que permite determinar, identificar e estudar características específicas dos diferentes organismos ali presentes.

Ramos como Microbiologia e Imunologia utilizam com frequência a cultura bacteriana, ajudando no diagnósticos de doenças, por exemplo. Em muitos casos, a simples identificação de características morfológicas das bactérias não permite a identificação do agente causador desta patologia. Sendo assim, realiza-se o cultivo de amostras com o intuito de otimizar processos e permitir a análise das características culturais desse microorganismo e, assim, uma maior precisão na sua identificação.

A cultura de bactérias pode ser realizada com substâncias líquidas ou gelificadas que proporcionem a nutrição, o crescimento e a multiplicação desses seres.

O Experimento

Para realizar a atividade, você vai precisar de alguns materiais para o meio de cultura. São eles:

  • 1 pacote de gelatina incolor;
  • 1 xícara de caldo de carne;
  • 1 copo de água.

Dissolva a gelatina na água, conforme as instruções do pacote. Em seguida misture ao caldo de carne.

Já para a experiência, serão necessários os seguintes materiais:

  • Placas de Petri;
  • cotonetes;
  • filme plástico;
  • etiquetas adesivas;
  • caneta.

Peça para que os alunos passem o cotonete no chão, entre os dentes ou entre os dedos do pés, por exemplo. Isso deve ser feito para contaminar o cotonete. Em seguida, tampe as Placas de Petri e marque nas etiquetas que tipo de contaminação foi feita. Depois de três dias, observe as alterações.

Ao encontrar um ambiente que forneça nutrientes e as condições ideias para o seu desenvolvimento, os microorganismos se instalam e aparecem. Esse ambiente pode ser um alimento mal embalado ou guardado em condições inadequadas, por exemplo. O mesmo acontece com o nosso organismo: sem as medidas básicas de higiene, ele se torna um excelente anfitrião para bactérias e fungos.

Ficou interessado? Então confira nosso Conjunto de Vidraria, ideal para a realização desse experimento. São mais de 156 peças de vidro temperado, entre eles a Placa de Petri, que permite que até 40 alunos realizem atividades práticas para coletas de dados e comprovação de teorias.

Esse kit faz parte da exclusiva Linha Homelab. Além desses instrumentos, oferecemos uma série de materiais com experiências e outros conteúdos que podem ajudar professores, gestores e alunos a tornarem as aulas de ciências ainda mais produtivas e dinâmicas. Também fornecemos uma linha completa de equipamentos científicos para o seu laboratório, como microscópios e outros acessórios. Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento.

Nas escolas do Brasil, os laboratórios de ciências são, infelizmente, uma raridade de se encontrar. Para se ter uma ideia, de acordo com o último Censo Escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) feito em 2016, apenas 25% das escolas de Ensino Fundamental do país possuem um espaço dedicado às aulas práticas e experimentações em Ciências.

O laboratório é um lugar especialmente projetado para um trabalho eficiente e satisfatório das diferentes ciências, como Química, Física e Biologia. São espaços que proporcionam pesquisas e experimentações, sendo importantes recursos pedagógicos para complementar os conceitos teóricos estudados em sala de aula. É por meio das aulas experimentais que o educador pode demonstrar aos estudantes a aplicação prática desses fundamentos, estimulando-os ao estudo das ciências e desenvolvendo suas capacidades investigativas e cognitivas.

O laboratório também serve como importante ferramenta para promover a interdisciplinaridade, uma vez que permite o estudo de conceitos de diferentes áreas do conhecimento. As aulas práticas e experimentais proporcionam ao professor realizar uma melhor avaliação dos estudantes em relação aos domínio dos conteúdos estudados, servindo como indicador do que pode ser melhorado e do que está funcionando.

Aulas em laboratório podem ser desenvolvidas com diferentes objetivos. Da demonstração de diferentes reações à comprovação de hipóteses, existe uma infinidade de atividades a serem realizadas no ambiente laboratorial. A experiência como recurso didático deve partir sempre do elo entre os conhecimentos práticos e teóricos, de modo que proporcione ao aluno um aprendizado crítico e consciente, incentivando a autonomia e a criação de soluções próprias para os problemas propostos.

Além disso, ao contrário do modelo tradicional em sala de aula, o foco, aqui, não é o professor, mas o experimento que está sendo feito. Essa didática permite uma maior interação entre educadores e estudantes e entre os próprios alunos, otimizando os resultados alcançados no processo de ensino e aprendizagem.

Nesse contexto, confira a seguir 5 materiais essenciais que não podem faltar no laboratório de ciências da sua escola e, assim, garantir os benefícios de um ensino mais completo e dinâmico.

1. Microscópio Óptico

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Sucesso entre os alunos, o microscópio é utilizado na observação de amostras, sendo um dos itens essenciais em um laboratório de ciências. Não há necessidade de ser um equipamento sofisticado. Com modelos mais acessíveis já é possível realizar experimentos com eficiência, trazendo uma nova perspectiva aos estudantes. Para que todos participem, o ideal é que haja ao menos um equipamento para cada quatro alunos.

São diversos os modelos disponíveis no mercado, que atendem a diferentes públicos. Para ajudar você na hora da escolha, confira nossa linha de microscópios e acessórios e veja o equipamento que melhor se adequa às suas necessidades.

2. Instrumentos de Medição

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Precisão é algo fundamental em experimentos científicos. Seja para medir o peso ou marcar o tempo, equipamentos que realizem uma medição precisa são itens fundamentais em qualquer laboratório. Os principais são:

  • Balança: usada para medir a massa das amostras envolvidas na experiência. De preferência, escolha os modelos digitais e de alta precisão.
  • Termômetro: serve para medir a temperatura das substâncias e materiais utilizados. Fique atento! Foi proibida a venda de termômetros de mercúrio no Brasil. Por isso e para garantir maior precisão nas medições, prefira os modelos digitais.
  • Cronômetro: utilizado para medir o tempo, outra variante importante na realização de experiências, especialmente nos procedimentos que envolvem aquecimento e reserva de substâncias.

3. Utensílios de Vidro

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As vidrarias são itens primordiais em um laboratório, servindo para misturar soluções, medir, aquecer ou transferir líquidos com precisão. Os utensílios de vidro que não podem faltar são:

  • Béquer: serve para dissolver substâncias, realizar misturas e reações e aquecer líquidos. É uma das vidrarias mais comuns em laboratórios.
  • Balão de Fundo Chato: é usado para armazenar, preparar e aquecer soluções. Também pode ser utilizado em reações que desprendem gases.
  • Erlenmeyer: frasco utilizado para aquecer líquidos, preparar e guardar soluções.
  • Proveta: serve para a medição precisa de líquidos e para transferi-los para outro recipiente.
  • Pipeta: utilizada para medir, coletar e transferir líquidos com precisão.
  • Tubo de Ensaio: bem conhecidos pelos estudantes, são usados para dissolução de substâncias, reações químicas em pequena escala e coleta de amostras.

Esses são alguns dos utensílios de vidro mais utilizados em laboratórios, porém existem muitos outros que podem oferecer novas utilidades e variações aos seus experimentos. Conheça nosso conjunto de vidraria, com mais de 150 peças para deixar o laboratório ainda mais completo!

4. Equipamentos para Aquecimento

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O calor é outro componente muito comum nos experimentos científicos. Seja para dissolver soluções, evaporar líquidos ou apenas aquecê-los, alguns instrumentos para um aquecimento eficiente e seguro não podem faltar no seu laboratório. São eles:

  • Bico de Bunsen: fonte de calor a gás e com chama variável. É utilizado para aquecer materiais não inflamáveis.
  • Tela de Amianto: é usada para evitar o contato direto entre a chama do Bico de Bunsen e o recipiente que será utilizado, ajudando na distribuição uniforme do calor.
  • Tripé: utilizado para apoiar a tela de aquecimento e também para sustentar instrumentos com fundo irregular ou redondo.

5. Pisseta

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Apesar de simples, esse é um dos materiais fundamentais para qualquer laboratório. A pisseta é um frasco feito de plástico que geralmente contém água destilada, álcool ou outro solvente, sendo utilizada na lavagem de outros recipientes por meio de jatos.

A montagem de um laboratório pode custar caro, mas isso não deve ser um obstáculo. Com pequenas adaptações e alguns poucos equipamentos acessíveis e fáceis de conseguir já se pode, ao menos, realizar alguns experimentos mais básicos, porém fundamentais para ajudar os alunos nos estudos e na prática das ciências.

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Boa parte dos conhecimentos que levaram à solução das pesquisas e estudos sobre as células e outros microorganismos se devem à criação do microscópio. Amplamente utilizado nas ciências, como Física, Química, Biologia e Medicina, esse aparelho proporcionou a exploração de um mundo até então desconhecido: o ambiente das coisas e dos seres invisíveis a olho nu.

Sucesso nas salas de aula e indispensável em laboratórios, o microscópio permitiu a observação dos mínimos detalhes de uma estrutura e a compreensão dos diversos elementos que formam nosso mundo. Esses conhecimentos foram o impulso para a evolução tecnológica e os avanços científicos, da Medicina à Engenharia.

São diversos os modelos disponíveis no mercado, com variados alcances, tecnologias e faixas de preço. Por isso, a hora de escolher em qual microscópio investir é sempre um momento cercado de dúvidas. A escolha do modelo mais adequado vai depender de como o microscópio será utilizado e a que fim ele se destina. Assim como um microscópio muito avançado pode estar sendo subutilizado, um aparelho que não atenda às suas demandas pode atrasar análises ou prejudicar o ensino, por exemplo.

Hoje, os modelos mais utilizados por laboratórios e instituições de ensino são os microscópios binoculares e trinoculares, sejam eles ópticos ou estereoscópicos. São modelos modernos, que oferecem o conforto e a tecnologia necessários para a realização plena de todas as principais atividades.

Para ajudar você a fazer a melhor escolha, confira a seguir as principais características de cada modelo e invista no microscópios mais adequado às suas necessidades.   

Microscópio Binocular

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Os microscópios binoculares trabalham com duas lentes oculares e possibilitam uma ótima visualização do objeto em análise, sendo muito indicados para laboratórios e salas de aula. Esses modelos se destinam basicamente a visualização de estruturas anatômicas, vivas ou mortas, gerando imagens tridimensionais. Os binoculares ópticos possuem um poder de ampliação de 10 até 1.600 vezes e permitem uma operação com luz direta e a observação de objetos transparentes.

Já os binoculares estereoscópios são muito indicados para utilização desde a educação infantil, trabalhando com a visualização externa de amostras, como insetos e folhas. Eles também permitem a observação de cortes maiores, o que auxilia o aluno a compreender a estrutura interna dos objetos em análise, instigando a curiosidade e aprimorando a capacidade de concentração dos estudantes.

Microscópio Trinocular

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Os trinoculares têm como principal função a observação microscópica de amostras, incluindo fungos e bactérias. Seu poder de ampliação pode chegar à 1.600 vezes. Esses microscópios funcionam com três tubos de observação: um para cada olho e mais um para conectar uma câmera que pode ser ou não digital acoplada por meio de adaptador ou conexão USB. Com isso, é possível a realização de diferentes tarefas, como análise, captação, edição e compartilhamento de imagens em alta definição, correção de cores para facilitar a visualização, além da realização de medições de ângulo, perímetro, entre outras.

Esses recursos fazem com que os microscópios trinoculares sejam muito indicados para professores, permitindo a projeção das imagens capturadas para os alunos, seja em computadores, TVs ou projetores. Isso permite que o estudante vivencie os conceitos científicos que foram estudados em sala, ajudando na fixação do conhecimento.

Além disso, a observação de amostras em microscópio por longos períodos de tempo pode gerar muita tensão ao analista, já que ele precisa ficar na mesma posição por muito tempo. Com isso, a possibilidade de realizar análises por meio de projeções em outros dispositivos permite a esse usuário trabalhar de modo muito mais confortável e colaborativo, uma vez que a mesma imagem pode ser visualizada por diversas pessoas, o recurso da câmera também se adapta ao microscópio binocular onde uma das oculares passa a ser adaptada para o uso da câmera.

A Homelab possui uma completa linha de microscópios binoculares e trinoculares para o seu laboratório. São diversos modelos, com diferentes potências e tecnologias. Oferecemos também diversos acessórios e equipamentos científicos modernos e de alta qualidade para uma experiência completa.

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tecnologia-escolaO avanços tecnológicos têm impacto direto no comportamento e na rotina da sociedade atual. Hoje, vivemos imersos em tecnologia, em contato constante com aparelhos eletrônicos e aplicativos. As novas ferramentas transformaram nossas vidas e o modo como nos comunicamos e nos relacionamos, trazendo desafios e mudanças para todos segmentos da sociedade. Uma das áreas impactadas é, sem dúvidas, a Educação.

O ensino passa por um período de transformações e adequações aos tempos atuais. Governo e instituições de ensino têm buscado maneiras de reinventar estratégias pedagógicas já ultrapassadas e colocá-las em consonância com a era digital em que vivemos e com a nova forma de aprender da nova geração de estudantes. Assim, discutir os rumos da Educação passa, invariavelmente, pela inclusão das novas tecnologias e ferramentas no cotidiano do processo de ensino-aprendizagem, deixando para trás os moldes educacionais ainda vigentes e focar em adaptar-se à realidade desse aluno nativo digital.

Modernização da Educação

Os recursos tecnológicos foram, timidamente, sendo introduzidos aos poucos nas escolas, conforme a necessidade se fazia crescente. A utilização de vídeos, a introdução de computadores em algumas disciplinas e até mesmo o retroprojetor são exemplo do uso da tecnologia na Educação. Porém, com um acesso cada vez mais fácil à internet e a dispositivos de uso pessoal, essas tecnologias se tornaram obsoletas rapidamente e o sistema tem dificuldades em adaptar-se à nova cibercultura, demorando em modernizar-se.

A tecnologia deve ser vista e utilizada como uma grande aliada na construção de um sistema educacional mais inclusivo e capaz de expandir as barreiras do ensino para além da sala de aula, tornando-se cada vez mais interdisciplinar, interativo e acessível. O maior desafio é produzir metodologias de qualidade e relevância e que sejam, ao mesmo tempo, atrativos e estimulantes para os estudantes. E isso passa pela adoção de dispositivos móveis, computadores e recursos online no processo pedagógico.

Sendo assim, em alguns casos, a tecnologia conseguiu ganhar espaços nas escolas e conquistar um papel educacional importante nessas instituições. Vale ressaltar, porém, que a adaptação do ensino à nova realidade do século XXI não trata de simplesmente liberar o uso de aparelhos e recursos tecnológicos em sala, mas caminhar rumo a uma aprendizagem mais eficaz e abrangente. Desse modo, é natural que a modernização do sistema de educação seja focada na adoção de novas tecnologias e plataformas digitais e na utilização de sites e aplicativos educativos.

Novas Ferramentas e Impactos na Educação

As novas ferramentas têm o poder de potencializar a aprendizagem por meio de seus infinitos recursos. Ao apresentar ao aluno a possibilidade de aprender em um meio que lhe parece familiar e convidativo, a tecnologia amplia exponencialmente as potencialidades de determinado conteúdo ou disciplina. Nesse contexto, plataformas digitais que complementam o ensino presencial são uma tendência para a Educação, fornecendo uma espaço interativo, lúdico e interessante para reinventar a velha sala de aula e criar novas dinâmicas a partir das interfaces online.

Isso traz impactos positivos não apenas para o professor e para a instituição, mas principalmente aos estudantes. O tempo passado na internet passa a ser voltado também para o aprendizado e a aquisição de conhecimentos. Soluções como o gamification (ensino por meio de jogos) e o aprendizado por redes sociais são maneiras de utilizar a conectividade dos tempos atuais como importante aliada pedagógica.

Tecnologia no Dia a Dia Escolar

Portrait of clever students sitting at lesson and looking at laptop monitor

No contexto escolar atual, fica evidente a insatisfação de alunos de todas as idades com o modelo tradicional de ensino, com aulas meramente expositivas, em que só o professor se manifesta. O estudante, hoje, requer uma nova metodologia e precisa saber para que e por que determinado assunto precisa ser estudado.

Isso acontece por conta da realidade em que esse novo aluno está inserido, imerso na internet e de toda a velocidade, os estímulos e os conhecimentos que ela proporciona, o que torna muito difícil que ele desenvolva interesse pelo esquema lousa, giz e professor.

Se os alunos de hoje apresentam uma nova demanda por tecnologia e têm tanta afinidade com esses recursos, é fundamental que a escola aproveite essa oportunidade a seu favor. Afinal, é dever da instituição manter-se atualizada e acompanhar o ritmo da sociedade.

Aulas que utilizam tecnologia são versáteis e podem ser adaptadas a diversos tipos de alunos, de diferentes idades e níveis de conhecimento. Para isso, porém, é necessário que os profissionais estejam aptos a utilizar todas as ferramentas e recursos que a escola pretende implantar.

Uma ferramenta que vem sendo amplamente utilizada em instituições que já trabalham tecnologias em suas aulas é a internet na sala de aula. Blogs e sites, por exemplo, são recursos importantes para o desenvolvimento de atividades interativas, além de auxiliarem na alfabetização digital e serem uma oportunidade real para se explorar o uso da língua portuguesa e inglesa em seus diferentes formatos, seja lendo ou escrevendo.

Nesse sentido, a internet é uma ferramenta essencial no ensino do inglês. Através de jogos, mídias sociais, aplicativos e vídeos, os jovens de hoje têm frequente contato com a língua, o que evidencia a necessidade de aprendê-la para desenvolver essas atividades sem limitações.

Além disso, desenvolver projetos em que os alunos precisem pesquisar conteúdos na rede é uma forma de dinamizar as aulas e modernizar o ensino. Essas atividades podem ser complementadas com a implantação do uso diário de ferramentas de organização e compartilhamento de atividades, como Trello e grupos em redes sociais. Assim, lápis e agenda são substituídos por ferramentas online, mais familiares ao aluno do século XXI.

Outra opção é a utilização de jogos educativos. Atualmente, existem diversas plataformas que proporcionam uma verdadeira aventura pelo conhecimento, em que há toda uma dinâmica típica dos games, como fases, conquistas, pontos e objetivos, incluída no contexto das diferentes disciplinas. Assim, o aluno precisa adquirir conhecimento para passar ao próximo nível e continuar na brincadeira.

Outro recurso que vem sendo implantado a passos largos no Brasil, ao menos em instituições particulares, é a lousa digital interativa. Versátil e de fácil manuseio, ela oferece uma série de benefícios, podendo ser complementada pelas funcionalidades de laptops, tablets e smartphones. Isso permite que o professor saia da posição de portador único do conhecimento e passe a atuar como mediador, tornando o aprendizado mais dinâmico e engajador.

O Professor e o Modelo de Ensino

A tecnologia aplicada à Educação passa também pela modernização da figura do professor. O mundo online é hipertextuais e horizontal, supondo um multiplicidade de pontos de vistas, em um ambiente transparente e de fácil acesso, onde todos têm voz e são potenciais produtores de conhecimento.

Por isso, o educador tem o papel de estimular o aluno a contribuir com nova informações, sendo co-autor do processo de aprendizagem. Além disso, o professor pode ele mesmo se beneficiar da tecnologia, utilizando plataformas, sites e aplicativos que podem ser úteis no dia a dia da escola, ajudando na organização de aulas, controle de presença, criação de conteúdos novos e originais etc.

Atualmente, quando falamos em tecnologia, falamos também em interatividade. Sendo assim, a aplicação de recursos tecnológicos em sala de aula deve fornecer ao estudante soluções que permitam a interação. Nessa nova realidade, o ensino deixa de ter caráter transmissor, em que o educador como autoridade máxima distrai conteúdo, e se torna comunicativo, através que recursos que promovam a interatividade e a intervenção do aluno como receptor da mensagem, ou seja, o ensino torna-se bidirecional.

É irreversível a adoção cada vez maior de novas tecnologias às metodologias de ensino. Elas são parte integrante e constante no cotidiano de alunos e professores e mudaram a forma como o conteúdo deve ser ministrado e como ele é assimilado por esses estudantes. O uso desses recursos ajudar conquistar um maior engajamento por parte dos alunos, transformando-os em protagonistas do seu próprio processo de aprendizagem, ampliando as possibilidades de pesquisa e compartilhamento de informações e conhecimentos.

Esse avanços também fazem com que a educação se distancie dos padrões ultrapassados e ainda dominantes em muitas instituições, modificando a dinâmica em sala e a divisão das tarefas. Isso garante mais tempo para discussões em grupo, esclarecimento de dúvidas e interação entre os alunos. Além disso, auxiliam o professor a organizar-se e a criar novas metodologias, mais dinâmicas e interativas.

Pensando em facilitar a compreensão da dinâmica de aliar tecnologia e educação dentro e fora da escola para aprimorar os conteúdos vistos em aula, selecionamos 5 publicações, entre livros, e-books e artigos, que podem ajudar você, educador, a se familiarizar com o processo de ensino e aprendizagem na Era Digital.

1. [email protected] – a (r)evolução digital na educação

Autora: Martha Gabriel

Sobre: Na obra, a autora se propõe a auxiliar os professores a se sentirem preparados para acompanhar as tendências e possibilidades abertas pelos avanços da tecnologia na área educacional.

2Tecnologias Digitais na Educação

Organizadores: Robson Pequeno de Sousa, Filomena M. C. da S. C. Moita e Ana Beatriz Gomes Carvalho

Sobre: O livro apresenta uma seleção de artigos produzidos nas monografias de estudantes de Especialização em Novas Tecnologias na Educação.

3. Novas tecnologias e mediação pedagógica

Autores: José Manuel Moran, Marcos T. Masetto e Marilda Aparecida Behrens

Sobre: Na publicação, os autores abordam a revisão do papel do professor frente as tecnologias digitais e a perspectiva da construção de novas propostas pedagógicas.

4. Educação e Tecnologias

Autora: Vani Moreira Kenski

Sobre: No livro, a autora discorre sobre as relações existentes entre a educação e as tecnologias.

5. O que é o virtual?

Autor: Pierre Lévy

Sobre: A obra discute a virtualização do corpo e suas relações.

E a sua escola, como funciona? Alunos e professores utilizam a internet, computadores e dispositivos móveis em sala de aula? Compartilhe conosco suas experiências. Deixe-nos um comentário!

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