A pressão atmosférica atuando sobre nós pode ser considerada relativamente intensa, apesar de não sentirmos seu efeito sobre nosso corpo, uma vez que há equilíbrio entre ela e a pressão de nossos fluídos internos. Através do experimento abaixo, pode-se demonstrar em sala de aula os efeitos da pressão atmosférica criado em uma pequena área de vácuo parcial durante curto tempo.

Utilize um copo cheio de água até a boca e um papel cartão de tamanho um pouco maior que o copo. Posicione o papel cartão sobre a boca do copo e deixe molhar um pouco. Inverta o copo rapidamente. Ao fazer esse movimento, é possível perceber que a água do copo não derrama imediatamente porque a pressão atmosférica segura o papel cartão por um curto tempo.

Como demonstrar o efeito da pressão atmosférica? pressao_atm (2)

Isso indica que foi criado uma pequena área de vácuo parcial entre o copo e o papel cartão. Há uma diferença de pressão entre o recipiente com água e o cartão exposto à pressão atmosférica. A pressão da água é maior que a do ar, por isso o vácuo parcial é criado. A pressão atmosférica pressiona o papel cartão contra o copo com água, criando o vácuo parcial, exercendo sua força contra a água. No entanto, quando a água derrama, o ar já ocupou o espaço do vácuo parcial equilibrando as forças. O pequeno espaço de tempo que demora para que a água derrame demonstra a força da pressão atmosférica atuando sobre nós.

Para fazer este e outros experimentos, utilize os materiais presentes no completo Conjunto para Múltiplas Ciências da Homelab, deixando suas aulas muito mais didáticas e dinâmicas.

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Como ensinar sobre mitose e meiose?

A principal diferença entre mitose e meiose é básica e já fica clara na etimologia de seus próprios nomes: mitose deriva do grego mitos, que significa fio, filamento. É como se a divisão celular fosse uma continuidade, um fio, gerando duas células filhas que possuem o mesmo tipo e número de cromossomos que a célula mãe. Já na etimologia de meiose temos o grego meioun, que significa diminuir, ou seja, as células geradas não serão iguais a célula mãe, mas com a metade de cromossomos da célula mãe. Além desta diferença básica, mitose e meiose possuem também fases diferentes de divisão celular. A meiose possui ainda subfases que geram a redução celular.

No corpo humano, a mitose ocorre desde o momento da fecundação até a morte de um indivíduo. O feto se forma no útero da mãe através de processos de duplicação das células para gerar um novo ser. Quando, por exemplo, nos cortamos, há um esforço de recuperação das células epiteliais atingidas que se dá através da mitose.

Já a meiose, no corpo humano, ocorre com a finalidade específica de produzir células sexuais ou gametas (espermatozoides e óvulo). Daí a importância da meiose, pois, sendo esta uma divisão reducional, resultando em uma célula de 23 cromossomos, funde-se com seu par na fecundação, formando uma célula de 46 cromossomos que gerará um novo indivíduo.

Uma forma pedagógica de ensinar as diferenças e similaridades entre mitose e meiose é através dos conjuntos da Homelab confeccionados em diferentes cores e etapas de cada tipo de divisão da célula animal. Inove na hora de ensinar conteúdos básicos de biologia para seus alunos em sala de aula.

Qual o tamanho da Lua

Você sabe dizer exatamente qual o tamanho da Lua? Bom, ela possui 3.500 km de diâmetro. Mas por quais motivos a vemos de diferentes tamanhos dependendo de seu posicionamento no céu? Por causa da ilusão de ótica que a sua distância da Terra causa em nossos olhos.

Essa ideia de comparar o tamanho da Lua pode ser um experimento interessante para ser feito em sala de aula, com estudantes do Ensino Fundamental. Durante vários dias, o professor pode sugerir que os alunos meçam o tamanho da Lua cheia de acordo com a sua visão de casa, utilizando uma moeda de 1 real apontada para a Lua com o braço esticado em 90°. O experimento leva a perceber que a Lua, medida dessa forma, estando no horizonte ou no alto do céu, cobre totalmente a moeda de 1 real em relação à nossa visão.

Então por que motivo a Lua parece maior em certas noites? Na verdade, o tamanho que vemos a Lua aqui da Terra sofre influência de ilusões de ótica diferentes que discriminam o tamanho com que a apreendemos. A Lua é vista da Terra sob quase meio grau de ângulo, ou 29 minutos de arco. Existem duas explicações para o tamanho que percebemos uma Lua cheia, por exemplo.

A primeira, relaciona-se com a posição da Lua perto do horizonte, quando instintivamente a comparamos com prédios, árvores e montanhas que estão perto de nós. Esse posicionamento relativo aos grandes objetos terrestres causa uma ilusão de ótica que nos induz a ver a Lua maior do que realmente é no céu. Por isso, quando a Lua não está perto do horizonte, mas alta no céu, ela parece menor, porque perde como referência os objetos terrestres.

A segunda explicação diz respeito à refração atmosférica, que curva os raios de luz tangenciais à Lua, fazendo com que nossos olhos apreendam uma imagem ovalada e ligeiramente ampliada do satélite. Mas essa diferença de percepção é bem pequena. O que realmente define os diferentes tamanhos com que percebemos a Lua é o seu posicionamento no céu e a ilusão de ótica que outros objetos causam em relação ao seu tamanho.

A Homelab possui materiais e equipamentos ideais para deixar a sua aula sobre a Lua mais didática e interativa. Conheça o globo lunar, o telescópio astronômico e a luneta extensível que podem contribuir ainda mais para a sua aula.

Como ensinar os movimentos da Terra?

Nas aulas de geografia, um dos conteúdos básicos de aprendizado são os movimentos translativo e rotativo da Terra, ou seja, respectivamente, seus movimentos ao redor do Sol e em torno do próprio eixo terrestre. Para ensinar e explicar didaticamente esses conceitos, a Homelab possui dois materiais que podem auxiliar nesse processo: o planetário iluminado e o heliodon.

O planetário iluminado Homelab ajuda o aluno a entender os posicionamentos da Terra em relação ao Sol, ou seja, o movimento translativo de nosso planeta. É alimentado por uma fonte energética de 110 ou 220V, que simula a energia solar. Ajuda o aluno a entender aspectos do dia e da noite como o nascente e o poente, pontos cardeais, estações do ano, afélio e perifélio.

O heliodon é um equipamento utilizado para simular o movimento aparente do Sol tal como visto da Terra em pequena escala. A partir dessa simulação, pode-se saber como o Sol incidiria sobre determinado objeto de acordo com várias datas do ano e horas do dia, variando seus ângulos solares. Por isso, o heliodon é bastante útil para arquitetos, pois simula em maquetes a incidência do Sol em determinado edifício a ser construído.

Mas o heliodon pode ser muito pedagógico em sala de aula, explicando para os alunos, especialmente nos anos finais do Ensino Fundamental, conceitos de geografia básica como coordenadas de latitude e longitude e como elas podem indicar uma posição no globo terrestre, fuso horário, datas e estações do ano. No entanto, ele também é uma ferramenta muito útil em determinados cursos do Ensino Superior como arquitetura, geografia, geologia, física, biologia e agronomia.

Associando o planetário iluminado com o heliodon, fica muito mais fácil e didático ensinar aos alunos sobre os diferentes movimentos do planeta Terra dentro das aulas de geografia. Conheça melhor nossos produtos e deixe suas aulas cada vez mais dinâmicas!

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Kit de Ciências para o Ensino Fundamental

Como ensinar ciências de forma prática para os alunos do Ensino Fundamental? Através do kit de ciências Homelab desenvolvido com base nos conteúdos escolares destinados a essa faixa etária. Além de ser completo, pode ser usado tanto no laboratório de ciências quanto em sala de aula.

O kit auxilia na compreensão prática de conteúdos como:

Física

— Leis fundamentais da física

— Iniciação à conceitos de ótica

— Conceitos básicos de astronomia: pontos cardeais e fases da Lua

— Desenvolvimento do processo de obtenção de medidas

Biologia

— Botânica: análise de solos

— Botânica: análise de plantas

Química

— Conceitos básicos de química

— Reações químicas simples

Entre as aplicações práticas, o kit acompanha também um roteiro que explica passo a passo mais de 80 experimentos que ajudam os alunos a compreender esses conceitos físicos, biológicos e químicos. Esses experimentos podem ser feitos tanto por professores especializados quanto por professores de formação mais generalista, atendendo às demandas de conteúdo aplicadas ao Ensino Fundamental.

O kit também foi desenvolvido para estimular o interesse investigativo de cada aluno, relacionando os conteúdos científicos a práticas de seu dia a dia. Também, fomenta o trabalho em equipe e a liderança, pois os experimentos podem ser todos realizados em grupos pequenos, aumentando a cooperação entre alunos.

É uma ferramenta científica que ajuda a tornar as aulas mais dinâmicas, sem perder a ludicidade necessária para os alunos do Ensino Fundamental. Por fim, é uma forma eficiente de investir na formação científica básica dos alunos, fazendo com que estejam mais preparados para os conteúdos refinados do Ensino Médio.

Clique aqui e faça o download do experimento “Determinação experimental da vantagem mecânica da roldana móvel”.

Quer saber mais sobre o kit de Ciência da Homelab? Acesse nosso site.

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Programação da Bett Educar 2018

Um evento grandioso, repleto de conhecimento, relacionamento, palestras com renomados profissionais e histórias inspiradoras. A missão da Bett Educar 2018  é reunir pessoas, práticas e tecnologias para propiciar o desenvolvimento dos educadores, maximizando a aprendizagem dos alunos.
Nossa presença está confirmada. Esperamos sua visita!

Programe-se: o evento acontece de 08 a 11/05, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center.

Se quiser saber mais sobre a participação da Homelab na Bett Educar 2018, acompanhe nosso blog e nossas redes sociais.

Veja abaixo mais detalhes sobre o maior encontro de tecnologia, educação e inovação da América Latina:

Programação da Bett Educar 2018
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Existem centenas de planetas extrassolares, ou seja, planetas que estão situados fora do nosso Sistema Solar. Os cientistas já descobriram 974 planetas fora do eixo do Sol, alguns deles orbitam ao redor de 744 estrelas descobertas. Porém, alguns são independentes do eixo de qualquer estrela e são denominados planetas errantes.

Interessante perceber que os antigos babilônicos, quando acreditavam que o Sistema Solar era geocêntrico, chamavam de errante a movimentação não regular dos planetas em função da Terra. Esse modelo foi derrubado há centenas de anos e hoje chama-se de errantes os planetas que não estão fixados à órbita de uma estrela específica.

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Cientificamente, um planeta errante é definido como um corpo de massa planetária que não orbita ao redor de uma estrela. Por dedução, os cientistas acreditam que existem milhares deles dentro de outros sistemas planetários ainda não descobertos, pois nossos métodos atuais de detecção de planetas extrassolares têm como forma de observação os efeitos que uma estrela-mãe tem sobre o planeta que gira ao seu redor. Ou seja, os efeitos que a ação gravitacional dessa estrela tem sobre uma massa planetária que gira ao seu redor justamente por ser atraída pela sua força.

Através da observação por telescópios, os cientistas são capazes de mapear as estrelas e os corpos planetários que são atraídos por elas. Porém, quando um planeta não é atraído pela força gravitacional de nenhuma estrela, nossos métodos de observação são incipientes para mapeá-los completamente, em outras palavras, ficamos meio cegos em relação a esses corpos.

Então, como foi possível a catalogação de alguns planetas errantes? Isso foi possível porque esses planetas sem estrelas produzem uma pequena quantidade de radiação infravermelha que é observável através de nossos telescópios mais modernos. Os cientistas acreditavam que todos os planetas se formavam durante uma típica criação de sistemas a partir do surgimento de uma estrela. Porém, com a descoberta dos planetas errantes, essa premissa foi derrubada. Por isso, a descoberta dos planetas errantes é de muita importância para a Astronomia.

Aproveite para conhecer o Planetário Iluminado e o Telescópio Astronômico.

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Homelab na Feira Bett Educar 2018!

Sempre falamos por aqui sobre como é importante escolas, professores e empresas participarem de feiras, workshops e congressos relacionados à educação, tecnologia e inovação. Essas podem ser oportunidades únicas para estreitar o relacionamento com clientes, prestadores de serviços e também para acompanhar tendências.

 A Feira Bett Educar 2018 é o maior encontro de tecnologia, educação e inovação da América Latina. Ele será realizado de 08 a 11/05, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center. Com mais de 30 anos no mercado do Reino Unido, hoje a marca Bett representa o que há de mais inovador na educação e tecnologia.
Nós já garantimos presença! Visite-nos para conhecer nossos produtos, lançamentos e bater um papo sobre educação. O credenciamento de visitantes da Bett Educar 2018 já está disponível gratuitamente aqui.
Programe-se!

Mais informações sobre a Homelab na Feira Bett Educar 2018

Horários:
08/05 – 08h30 – 19h
09/05 – 09h – 19h
10/05 – 09h – 19h
11/05 – 09h – 19h
Local: Rod. dos Imigrantes, km 1,5 – São Paulo/SP
Ficou com alguma dúvida? Clique aqui e acesse o site do evento.

Quer saber mais sobre a Feira Bett Educar 2018? Acompanhe nosso blog!

O conjunto de vidraria Homelab é um material completo para ser utilizado no estudo da química e os mais variados níveis de experimentos de laboratório. As vidrarias são temperadas, o que garante maior resistência durante as experiências. Também, composta de 156 peças, permite que até 40 alunos dividam o material durante as aulas práticas de química.

É composta por bastão de vidro, Becker de 250 ml e de 600 ml, conta gotas com tetina, Erlenmeyer de 250 ml, pipeta graduada de 10 ml, placa de Petri de 100×20 mm, proveta graduada de 100 ml e de 50 ml, tubos de ensaio de 15x150mm e de 20×200 mm. Esses materiais de laboratório são indispensáveis para qualquer aula prática de química e ajudam os alunos a realizar os experimentos que aprendem na teoria dentro dos livros.

É importante, principalmente durante o Ensino Médio, que os alunos sejam capazes de transpor para a realidade as equações químicas que eles aprendem na teoria. Por isso, o conjunto de vidraria da Homelab é parte necessária para qualquer instituição de ensino que deseje uma formação mais completa de seus estudantes, oferecendo a infraestrutura desejável para transpor a química da teoria à prática. Isso cativa os estudantes e diminui o bloqueio de aprendizado que conceitos teóricos muitas vezes contêm, dando aos alunos a chance de sentirem-se cientistas dentro das aulas práticas de química.

Conheça o conjunto de vidraria da Homelab e torne o ensino da química ainda mais interessante e didático dentro da sua escola.

Conjunto de Vidraria Homelab

Conjunto de vidraria Homelab
Gostou? Saiba mais acessando este link.

Quer conhecer mais sobre os equipamentos de ciências da Homelab? Acesse nosso catálogo!

Homelab Pocket – Edição 26 - Março 2018

Lançamos hoje a Homelab Pocket – Edição 26 – Março 2018!

Você participa de feiras e eventos na área da educação? Saiba que essa é uma ótima oportunidade para ter acesso direto aos fornecedores e possíveis parceiros, para conhecer produtos e serviços que podem fazer a diferença para a sua instituição de ensino. Quer saber mais? Faça o download e confira nosso artigo completo sobre o assunto.

Além disso, conheça as características e diferenciais do Microscópio Estereoscópio Binocular, Conjunto Prático de Matemática e Conjunto de Termologia, produtos que prometem deixar as aulas ainda mais empolgantes.

Clique aqui e baixe gratuitamente sua Homelab Pocket – Edição 26 – Março 2018

Sobre a Homelab Pocket
A Homelab Pocket é uma publicação mensal da Homelab – A Casa do Laboratório para professores, gestores e diretores, falando sobre as novidades sobre ciências, tecnologias e equipamentos laboratoriais para as mais diversas áreas do ensino.

Gostou da Homelab Pocket – Edição 26 – Março 2018?

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