O efeito estufa é um fenômeno natural da Terra e serve para manter sua temperatura constante em sua superfície. Ele ocorre porque a atmosfera é altamente transparente à luz solar, porém, mais ou menos 35% da radiação recebida será refletida para o espaço, ficando 65% retida na Terra. Isso acontece principalmente graças ao efeito dos raios infravermelhos sobre gases como o dióxido de carbono, metano, óxidos de azoto e ozônio presentes na atmosfera terrestre que retém a radiação na superfície da Terra, mantendo o calor no planeta, não sendo ele totalmente refletido para o espaço.

Assim, o efeito estufa é essencial para a manutenção da vida na Terra, pois ele resguarda as condições ideais para o equilíbrio de nossos ecossistemas. Quando a Terra produz uma quantidade maior dos gases relacionados ao efeito estufa, acaba superaquecendo, desestabilizando o equilíbrio energético do planeta, o que resulta no aquecimento global. As principais responsáveis por esse desiquilíbrio são as emissões de gases poluentes derivados da queima de combustíveis fósseis.

Para criar um simulador do efeito estufa na atmosfera terrestre, você irá precisar de:

— Dois copos de água

— Papel alumínio

— Um recipiente retangular opaco, como uma caixa de sapatos

— Tesoura

— Filme plástico

Modo de fazer:

Forre a caixa com o papel alumínio e coloque dentro dela um dos copos de água. Tampe a caixa com o filme plástico. Coloque a caixa abaixo da luz de uma lâmpada ou da luz do Sol. Deixe o outro copo de água ao lado da caixa, mas fora dela.

Após 10 minutos, coloque o dedo dentro dos dois copos de água, o que ficou dentro e o que ficou fora da caixa, e sinta qual deles está mais quente.

Você irá perceber que a água no copo que ficou dentro da caixa está mais quente, isso porque, dentro do simulador de efeito estufa representado pela caixa, o calor foi retido em seu interior. Ao iluminar a caixa, a luz passa pelo filme plástico, que representa a nossa atmosfera, e se transforma em calor ao atingir a superfície interna. O ar é aquecido, apesar de a energia ser parcialmente refletida pelo papel alumínio, mas como nem toda a energia consegue deixar a caixa graças ao filme plástico, a temperatura interna da caixa aumenta, aquecendo mais a água do copo. Já a água do copo que ficou fora da caixa acaba perdendo sua energia para a temperatura ambiente, já que ela está fora do simulador de efeito estufa.

Utilize o kit de ciências múltiplas da Homelab para executar esse e outros experimentos em sala de aula. Assim, a explicação sobre os conceitos da ciência pode ser muito mais didática para seus alunos.

 

 

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Nas aulas de morfologia vegetal, uma forma inteligente de demonstrar os diferentes tipos de plantas e de brotamento é através do berçário de mudas da Homelab. Dividido em 5 compartimentos, o berçário permite a análise de como as plantas reagem à fatores externos como solo, irrigação, adubagem, mistura com soluções ácidas ou básicas e hormônios.

Por exemplo, cada compartimento pode ser preenchido com amostras de diferentes tipos de solo:

  1. Solo orgânico, rico em matéria orgânica e húmus
  2. Solo inorgânico, rico em material inorgânico como minerais
  3. Solo argiloso, composto por argila (30%), alumínio e ferro
  4. Solo arenoso, composto por areia (70%), argila (15%) e outros materiais orgânicos (15%)

Um mesmo tipo de semente deve ser semeado em cada tipo de solo e, ao decorrer do semestre, o professor e os alunos observam as diferentes formas de brotamento e crescimento da planta, tirando suas conclusões.

Outro exemplo seria utilizar o mesmo tipo de solo em todos os compartimentos, praticando tipos de irrigação diferentes para cada um, chegando, ao passar do tempo, à conclusão de qual o melhor tipo de irrigação para a planta em questão. Também, pode-se testar diferentes formas de adubo e como elas influem no crescimento da planta, utilizando diferentes medidas da solução para cada compartimento.

E mais uma possibilidade de utilização do berçário de mudas, muito útil para as aulas do Ensino Médio, seria semear uma classe de plantas em cada compartimento: briófita, pterodófita, gminosperma e angiosperma, acompanhando ao longo do semestre como elas crescem e se desenvolvem em condições favoráveis. Assim, os alunos podem experienciar na prática as diferenças morfológicas de cada classe, fixando melhor o aprendizado sobre botânica.

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Você sabia que o cérebro humano tem a consistência de um tablete de manteiga, sendo que, como o laticínio, 60% dele é composto por gordura? Ele pesa em média 1,36kg, comportando cerca de 100 bilhões de células nervosas. Nosso cérebro é mais poderoso do que qualquer computador já inventado, com um processamento de dados de 3 mil GHz. Cada impulso nervoso viaja pelo processador desse computador orgânico a uma velocidade superior a 400km/h, assim como, quando tocamos algo, enviamos uma mensagem para o cérebro numa velocidade de 200km/h.

Outra curiosidade interessante sobre o cérebro humano é que ele fica mais ativo justamente quando dormimos. Na fase REM (sigla para Rapid Eye Moviment) do sono, áreas do cérebro são desativadas, fazendo com que o corpo fique paralisado, por isso não caímos da cama. Quando uma pessoa está acordada, seu cérebro gera mais ou menos 25 watts de energia, o suficiente para acender uma lâmpada.

Se o cérebro ficar sem oxigenação por um período entre 5 e 10 minutos, os danos causados são irreversíveis. Não é possível reparar completamente algum dano feito a uma célula nervosa. Cada neurônio estabelece de 1 mil a 10 mil conexões com outros neurônios e, fazendo as contas, nosso cérebro chega a fazer 10 trilhões de conexões em toda a sua área. O órgão possui cerca de 25 mil centímetros quadrados. Cada vez que uma memória é criada, novas conexões entre os neurônios são feitas.

Para ensinar essas e outras curiosidades sobre o cérebro humano, utilize em sala de aula o cérebro com artérias em 9 partes da Homelab e deixe sua aula muito mais didática!

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Como ensinar sobre mitose e meiose?

A principal diferença entre mitose e meiose é básica e já fica clara na etimologia de seus próprios nomes: mitose deriva do grego mitos, que significa fio, filamento. É como se a divisão celular fosse uma continuidade, um fio, gerando duas células filhas que possuem o mesmo tipo e número de cromossomos que a célula mãe. Já na etimologia de meiose temos o grego meioun, que significa diminuir, ou seja, as células geradas não serão iguais a célula mãe, mas com a metade de cromossomos da célula mãe. Além desta diferença básica, mitose e meiose possuem também fases diferentes de divisão celular. A meiose possui ainda subfases que geram a redução celular.

No corpo humano, a mitose ocorre desde o momento da fecundação até a morte de um indivíduo. O feto se forma no útero da mãe através de processos de duplicação das células para gerar um novo ser. Quando, por exemplo, nos cortamos, há um esforço de recuperação das células epiteliais atingidas que se dá através da mitose.

Já a meiose, no corpo humano, ocorre com a finalidade específica de produzir células sexuais ou gametas (espermatozoides e óvulo). Daí a importância da meiose, pois, sendo esta uma divisão reducional, resultando em uma célula de 23 cromossomos, funde-se com seu par na fecundação, formando uma célula de 46 cromossomos que gerará um novo indivíduo.

Uma forma pedagógica de ensinar as diferenças e similaridades entre mitose e meiose é através dos conjuntos da Homelab confeccionados em diferentes cores e etapas de cada tipo de divisão da célula animal. Inove na hora de ensinar conteúdos básicos de biologia para seus alunos em sala de aula.

Kit de Ciências para o Ensino Fundamental

Como ensinar ciências de forma prática para os alunos do Ensino Fundamental? Através do kit de ciências Homelab desenvolvido com base nos conteúdos escolares destinados a essa faixa etária. Além de ser completo, pode ser usado tanto no laboratório de ciências quanto em sala de aula.

O kit auxilia na compreensão prática de conteúdos como:

Física

— Leis fundamentais da física

— Iniciação à conceitos de ótica

— Conceitos básicos de astronomia: pontos cardeais e fases da Lua

— Desenvolvimento do processo de obtenção de medidas

Biologia

— Botânica: análise de solos

— Botânica: análise de plantas

Química

— Conceitos básicos de química

— Reações químicas simples

Entre as aplicações práticas, o kit acompanha também um roteiro que explica passo a passo mais de 80 experimentos que ajudam os alunos a compreender esses conceitos físicos, biológicos e químicos. Esses experimentos podem ser feitos tanto por professores especializados quanto por professores de formação mais generalista, atendendo às demandas de conteúdo aplicadas ao Ensino Fundamental.

O kit também foi desenvolvido para estimular o interesse investigativo de cada aluno, relacionando os conteúdos científicos a práticas de seu dia a dia. Também, fomenta o trabalho em equipe e a liderança, pois os experimentos podem ser todos realizados em grupos pequenos, aumentando a cooperação entre alunos.

É uma ferramenta científica que ajuda a tornar as aulas mais dinâmicas, sem perder a ludicidade necessária para os alunos do Ensino Fundamental. Por fim, é uma forma eficiente de investir na formação científica básica dos alunos, fazendo com que estejam mais preparados para os conteúdos refinados do Ensino Médio.

Clique aqui e faça o download do experimento “Determinação experimental da vantagem mecânica da roldana móvel”.

Quer saber mais sobre o kit de Ciência da Homelab? Acesse nosso site.

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A base do nosso corpo são nossos ossos. Eles sustentam o nosso peso e oferecem proteção aos órgãos internos. Você sabia que um indivíduo adulto possui 206 ossos, porém, quando nascemos, contamos com 300 ossos? Muitos desses ossos “extras” se fundem formando um só. O desenvolvimento do esqueleto dura, em média, até os 22 anos de idade, sendo que o único osso humano com que já nascemos plenamente desenvolvido é um ossículo do ouvido.

Nossa estrutura óssea representa 15% do peso de nosso corpo. É de conhecimento geral que o maior osso que possuímos é o fêmur que, apesar de oco, é mais resistente ao peso do que o concreto. Um pedaço de osso humano com o tamanho de uma caixa de fósforos pode suportar até 9 toneladas de peso. Já o menor osso humano é estribo, presente no ouvido. Apesar do exterior dos ossos serem duros, seu exterior é mole, formado por um tecido cuja composição é de 75% água.

São muitas as curiosidades sobre os nossos ossos, assim como os conteúdos de biologia sobre eles a serem ensinados no Ensino Médio. Por isso, nada melhor do que possuir um modelo de esqueleto disponível em sala de aula para demonstrar aos alunos como é importante conhecermos mais sobre nosso corpo.

Curiosidades sobre os ossos humanos

Conheça os esqueletos articulados da Homelab, confeccionados em material plástico de alta resistência e com opções diferenciadas para cada tipo de conteúdo a ser ensinado em sala de aula.

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Quando pensamos em hereditariedade e evolução das espécies, o primeiro nome que nos vem à mente é o de Charles Darwin, porém, o cientista tcheco Gregor Mendel (1822-1884), praticamente ao mesmo tempo, já desenvolvia estudos com plantas, camundongos e abelhas que demonstravam a hereditariedade das espécies. Hoje, Mendel é considerado o pai da genética. É interessante perceber que Mendel e Darwin, apesar de contemporâneos, não chegaram a conhecer os estudos um do outro. Isso aponta para como era lenta a velocidade da comunicação no século XIX, ao contrário do que acontece hoje.

Cientistas históricos Gregor Mendel

Cientistas históricos Gregor Mendel

O estudo essencial de Mendel e que hoje é normalmente dado como conteúdo no Ensino Médio é a experiência com ervilhas, base para o estudo da genética moderna. Mendel escolheu a ervilha por ser uma planta de fácil cultivo e de ciclo reprodutivo curto, produzindo diversas sementes.

Além do mais, existiam naquela época diversas variedades de ervilhas, o que tornava mais simples a aplicabilidade das diferenças genéticas entre as suas espécies. Por exemplo, ele poderia comparar ervilhas que produziam flores roxas com as que produziam flores brancas, assim como aquelas que produziam sementes lisas com as que produziam sementes rugosas, traçando as diferentes características genéticas que determinariam cada uma dessas características.

Os trabalhos de Mendel permaneceram esquecidos por mais de uma década, apesar da sua importância, sendo republicados no início do século XX, anos depois de sua morte. Hoje em dia, esse cientista histórico é conteúdo base para o ensino da genética na escola.

Alguns produtos relacionados que você encontra aqui na Homelab:

 

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Célula Animal

 

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Célula Vegetal

Conjunto de Meiose com 10 peças

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Conjunto de Mitose com 09 peças

Conjunto de Mitose com 09 peças

Biomembrana

Biomembrana

Dupla Hélice de DNA

Dupla Hélice de DNA

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A melhor forma de explicar as diferenças entre as células animais e vegetais para seus alunos  é através da comparação. Apesar de sermos, aparentemente, seres completamente diferentes das plantas, nossas estruturas celulares coincidem bastante com relação às organelas que as constituem, como pode-se ver no quadro abaixo:

Como explicar as diferenças entre a célula animal e vegetal para os alunos?

A partir da comparação, pode-se explicar as diferenças entre organelas presentes ou ausentes nos dois tipos de células, suas funções e quais são as especifidades metabólicas e estruturais de cada tipo. Por exemplo, uma das características mais marcantes da célula vegetal — e que não está presente na célula animal — é a membrana rija que a protege externamente, uma parede celular formada principalmente por celulose, polissacarídeo estrutural das plantas, o termo bioquímico para aquilo que chamamos de fibras. Já a célula animal é protegida pela membrana plasmática, composta por lipídios e proteínas, uma estrutura fina que controla a entrada e saída de substâncias.

Como no exemplo citado, comparar as estruturas comuns e diferentes das células pode ajudar a reforçar não só as funções das organelas, como também, a entender melhor os tipos de funcionamento diferentes dos organismos vivos. E a maneira mais didática de fazer isso é através da demonstração. Para isso, a Homelab possui modelos estruturais de células animal e vegetal com suas organelas mais importantes diferenciadas por cores e relevo, garantindo a melhor compreensão do aluno. Desse modo, posicionar os dois modelos de células e compará-los simultaneamente, especificando suas organelas coincidentes ou não, é um método eficaz de ensinar mais sobre essas estruturas essenciais para a vida.

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Permitir interação e uma visualização em 3 dimensões da matéria é uma das melhores formas de garantir que os alunos compreendam plenamente a matéria. Por isso materiais como a cabeça com pescoço musculadoesqueleto articulado musculadomão muscular em 3 partes e o modelo muscular de 50 centimetros são excelentes ferramentas de ensino.

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figura muscular assexuada com 27 partes e orgãos internos apresenta com alta fidelidade anatômica os músculos, ossos e cartilagens dos membros superiores e membros inferiores, tórax e abdômen com órgãos internos. Além de rico em detalhes, o modelo pode ser dividido em até 30 partes e apresenta 238 regiões numeradas e classificadas para estudo. Um material como esse, de alta qualidade, tão completo e repleto de oportunidades acadêmicas muda de forma drástica e positiva a educação e permite que o aprendizado vá mais além!

Além de que quando o assunto são os músculos, diversas atividades com os alunos podem ser realizadas. Afinal, com simples movimentos físicos os alunos conseguem sentir e criar consciência da localização de certos músculos em seus próprios corpos. O professor pode realizar tal atividades com a classe e apontar o mesmo músculo os quais os alunos estão sentindo em um dos modelos 3D que a Homelab oferece.

A Homelab não trabalha apenas com os modelos em 3D, ela oferece materiais para áreas como CiênciasQuímicaBiologiaMatemáticaGeografia e História, focando sempre em diminuir a dificuldade de aprendizado dos estudantes, proporcionar um ensino cada dia melhor e mais completo graças aos materiais que garantam à instituição de ensino a oportunidade de gerar uma educação de alta qualidade.

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Aprender sobre a anatomia humana é algo complexo, são diversos termos novos, uma grande quantidade de conteúdo que precisa ser decorado e além disso, absorvido verdadeiramente pelos alunos para então se tornar uma memória de longo prazo. Com as articulações não é diferente, por isso cabe a sua instituição de ensino utilizar os materiais e métodos ideais para que os estudantes aprendam sobre este tema.

Usar o propostas dinâmicas e lúdicas são ótimos meios de facilitar a absorção do conteúdo. Brincadeiras podem se tornar as melhores amigas do aprendizado, pois promovem que o conteúdo seja explorado de maneira leve e lúdica, garantindo um aprendizado de maior qualidade e com mais rapidez. Desafios em equipe onde o professor faz perguntas sobre articulações específicas do corpo humano e o time de alunos que acertar mais respostas ganha algum prêmio (escolhido pelo educador) são ótimas opções, além de serem bons incentivos aos estudantes! Atividades como estas usam a competitividade de cada um a favor do aprendizado e educação.

Outra opção são materiais específicos, focados na matéria em questão, tais como o braço com músculo articulado, articulação da mão, cotovelo, joelho, do pé, ombro, quadril e até mesmo um esqueleto completo articulado! Todos permitem que os alunos visualizem a matéria fora das páginas do material didático, além de marcarem a memória mais facilmente, esses materiais ajudam o estudante a compreender de forma completa o conteúdo.

A Homelab acredita que os materiais didáticos ideais podem mudar completamente a qualidade da educação da sua instituição de ensino, por isso a Homelab fornece uma linha completa de materiais de laboratório que auxilia no ensino prático das ciências. Acesse o nosso site, consulte nossos produtos e solicite um orçamento.

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