pin_hole

Para a construção de uma câmera pinhole, uma forma alternativa de produção de fotos, é preciso antes entender o conceito de câmara escura. Quando se fala em câmara escura, refere-se a um espaço interior, um compartimento fechado. Uma câmara escura pode ser um quarto fechado, uma caverna, uma caixa ou até mesmo o interior de uma lata. A luz que procede de um objeto iluminado penetra através de uma pequena abertura no interior da câmara escura, sendo que a imagem é reproduzida de maneira invertida em sua parede oposta.

Esse fenômeno da câmara escura é de conhecimento dos homens desde o tempo das cavernas. Na Grécia antiga, Aristóteles se referia ao uso da câmara escura para a observação de eclipses solares. Leonardo Da Vinci também estudou a câmara escura e a utilizou como forma facilitada na reprodução de imagens. O termo “pinhole” foi utilizado no século XIX, criado por David Brewster, o primeiro a utilizar uma câmara escura para fotografar. Daí por diante, a tendência foi aprimorar a técnica pinhole, melhorando e facilitando a visualização da imagem, com o posicionamento de uma lente biconvexa no lugar da pequena abertura.

A pinhole é, portanto, um processo alternativo de fotografar sem a necessidade do uso de equipamentos convencionais. É uma espécie de câmera artesanal que pode ser construída com materiais simples. O nome em inglês pin-hole ou pinhole pode ser traduzido como “buraco de agulha”, por ser uma câmera fotográfica que não possui lentes, tendo apenas um pequeno furo de agulha que funciona como lente e diafragma fixo no lugar de uma objetiva. É basicamente um compartimento todo fechado onde não existe luz, ou seja, uma câmara escura com um pequeno orifício. A diferença principal da fotografia pinhole para uma convencional está em sua ótica. A imagem produzida por uma pinhole apresenta uma profundidade de campo quase infinita, ou seja, tem um foco em todos os planos da cena, que é assim totalmente focada.

Para construir uma câmera pinhole você irá precisar de:

— Caixa de sapatos

— Tinta preto-fosca

— Agulha

— Papel cartão

— Fita isolante

Modo de fazer:

Pinte toda a caixa de sapatos, por dentro e por fora, com a tinta preto-fosca. Faça um furo com a agulha no papel cartão e um furo maior na caixa. Posicione o papel cartão preto furado pela agulha por cima do furo maior e o fixe com a fita isolante. É importante observar que o furo deve ser o menor possível e nem sempre a dureza do papelão da caixa nos deixa fazer um pequeno furo com a agulha, por isso, colamos um papel cartão furado com a agulha sobre um furo maior na caixa. Depois, é preciso verificar se não há nenhum outro ponto de entrada de luz na caixa além do furo da agulha. Posicione sobre o furo da agulha um pedacinho de fita isolante, que servirá como dispositivo de controle da entrada da luz no interior da câmera.

Para fotografar, é preciso posicionar um papel-filme fotográfico na direção oposta ao furo da câmera. Lá a imagem será fixada de forma inversa, quando permitir-se a entrada de luz pelo buraco da agulha. Então, basta que a pinhole seja posicionada em uma paisagem ou enquadramento escolhido e produzir a sua foto artesanal. Para fotografar com a pinhole é necessária uma exposição prolongada. No momento da tomada da foto, a câmera deve estar apoiada sob uma base firme, evitando como resultado uma imagem tremida. É preciso praticar várias vezes alternando para mais ou para menos a exposição e tomando sempre o cuidado de anotar os tempos, para se chegar a um resultado satisfatório.

Compartilhe Tags
0 comentários

O efeito estufa é um fenômeno natural da Terra e serve para manter sua temperatura constante em sua superfície. Ele ocorre porque a atmosfera é altamente transparente à luz solar, porém, mais ou menos 35% da radiação recebida será refletida para o espaço, ficando 65% retida na Terra. Isso acontece principalmente graças ao efeito dos raios infravermelhos sobre gases como o dióxido de carbono, metano, óxidos de azoto e ozônio presentes na atmosfera terrestre que retém a radiação na superfície da Terra, mantendo o calor no planeta, não sendo ele totalmente refletido para o espaço.

Assim, o efeito estufa é essencial para a manutenção da vida na Terra, pois ele resguarda as condições ideais para o equilíbrio de nossos ecossistemas. Quando a Terra produz uma quantidade maior dos gases relacionados ao efeito estufa, acaba superaquecendo, desestabilizando o equilíbrio energético do planeta, o que resulta no aquecimento global. As principais responsáveis por esse desiquilíbrio são as emissões de gases poluentes derivados da queima de combustíveis fósseis.

Para criar um simulador do efeito estufa na atmosfera terrestre, você irá precisar de:

— Dois copos de água

— Papel alumínio

— Um recipiente retangular opaco, como uma caixa de sapatos

— Tesoura

— Filme plástico

Modo de fazer:

Forre a caixa com o papel alumínio e coloque dentro dela um dos copos de água. Tampe a caixa com o filme plástico. Coloque a caixa abaixo da luz de uma lâmpada ou da luz do Sol. Deixe o outro copo de água ao lado da caixa, mas fora dela.

Após 10 minutos, coloque o dedo dentro dos dois copos de água, o que ficou dentro e o que ficou fora da caixa, e sinta qual deles está mais quente.

Você irá perceber que a água no copo que ficou dentro da caixa está mais quente, isso porque, dentro do simulador de efeito estufa representado pela caixa, o calor foi retido em seu interior. Ao iluminar a caixa, a luz passa pelo filme plástico, que representa a nossa atmosfera, e se transforma em calor ao atingir a superfície interna. O ar é aquecido, apesar de a energia ser parcialmente refletida pelo papel alumínio, mas como nem toda a energia consegue deixar a caixa graças ao filme plástico, a temperatura interna da caixa aumenta, aquecendo mais a água do copo. Já a água do copo que ficou fora da caixa acaba perdendo sua energia para a temperatura ambiente, já que ela está fora do simulador de efeito estufa.

Utilize o kit de ciências múltiplas da Homelab para executar esse e outros experimentos em sala de aula. Assim, a explicação sobre os conceitos da ciência pode ser muito mais didática para seus alunos.

 

 

Compartilhe Tags
0 comentários

No século XVI, os cientistas faziam observações astronômicas a olho nu ou com equipamentos pouco eficientes. No início do século seguinte, o cientista Hans Lippershey inventou a luneta, instrumento óptico que funcionava a partir da conjunção de uma lente côncava e outra convexa, cujo nome era refrator. Em 1606, Galileu Galilei construiu a primeira luneta de que se tem notícia, utilizando-a para observar o céu. Assim surgiu a luneta astronômica, equipamento que revolucionou a ciência.

A luneta também é conhecida como telescópio refrator, justamente por utilizar o princípio da refração da luz em seu funcionamento, tendo como finalidade a aproximação visual dos objetos distantes. Ela é constituída por duas lentes com campos visuais, ou seja, distâncias focais, diferentes. A primeira lente, é objetiva e fica na ponta da luneta, com uma distância focal de poucos metros. A segunda lente, aquela que fica próxima de nossos olhos quando utilizamos a luneta, é uma lente ocular, com distância focal de poucos centímetros. Quanto maior a distância focal, maior a aproximação dos objetos.

A primeira lente, a objetiva, capta a luz refratando-a para a outra lente, a ocular, trazendo para o olho humano a vista dessa luz refratada. Essa imagem comporta-se como objeto para a segunda lente, a ocular, que funciona como uma lupa, produzindo uma imagem virtual maior do que poderíamos ver a olho nu. Por isso que as imagens distantes aumentam quando utilizamos a luneta.

Em 1680, Isaac Newton criou o telescópio refletor, um melhoramento da simples luneta. Em vez da combinação de duas lentes, Newton inseriu um espelho côncavo e um espelho plano para captar a luz e refleti-la no foco de visão. O espelho côncavo, assim, reproduz a imagem de um objeto distante situado em seu foco. Essa imagem também se comporta como um objeto virtual aumentado, refletido então pelo espelho plano e captado pela lente ocular, que funciona como uma lupa.

Para ver o que o céu e as estrelas têm para nos ensinar, conheça o telescópio em forma de luneta da Homelab e o telescópios astronômico da Homelab. Afinal, para nós, o céu não é o limite de alcance da ciência.

Compartilhe Tags
0 comentários

O solo é um grande filtro. Toda vez que é encharcado, a água dissolve os sais minerais nele presentes, fazendo com que as plantas os absorvam. A eficácia de retenção da água depende do tipo de solo. Uma experiência interessante para demonstrar essa capacidade filtradora do solo é utilizá-lo como filtro de água suja. Com o kit de ciências da Homelab, você terá em mãos os materiais necessários para a atividade.

Materiais:

— Coador de café

— 2 Filtros de café

— Carvão

— Areia

— Cascalho

— Frasco de vidro

— Água suja

Procedimento: primeiro, vamos tentar montar as camadas do solo dentro do coador de café, utilizando um dos filtros de café, o carvão, a areia e o cascalho. Comece posicionando o filtro dentro do coador. Esfarele o carvão, cobrindo bem o fundo. Forme uma segunda camada, espalhando a areia sobre o carvão e depois uma terceira camada com o cascalho. Então, posicione o coador dentro do frasco de vidro. O outro filtro de café será disposto por cima do coador.

Comece coando a água suja com cuidado sobre o primeiro filtro de café. As partículas maiores ficarão retidas nele. As partículas menores se depositarão no cascalho e as ainda menores ficarão retidas na areia, no cascalho e no filtro de café. A água filtrada irá aparecer no frasco de vidro.

Mesmo assim, essa água não ficará totalmente transparente e potável, pois uma purificação completa só pode ser obtida em estações de tratamento de águas residuais, que remove também as bactérias presentes. No entanto, a experiência comprova o poder filtrador do solo e como isso influi na nutrição das plantas.

Compartilhe Tags
0 comentários

Experimentos são uma ferramenta essencial para garantir o maior aprendizado possível sobre qualquer matéria dada! Quando estamos falando sobre acústica, ir da teoria para a prática facilita com que os alunos compreendam os efeitos da mesma no mundo, ajudando até mesmo na memorização da matéria. Por isso a Homelab incentiva o uso de experimentos e materiais como o Conjunto de Acústica e Ondas, os quais promovem atividades práticas em sala de aula e nos laboratórios da sua instituição.

O Conjunto de Acústica e Ondas é a melhor opção, pois como foca especificamente no estudo da área, permite que incontáveis atividades sejam realizadas! Isso por que trabalha com o próprio som, ondas mecânicas longitudinais, velocidade do som, qualidades fisiológicas do som, interferências, batimentos, efeito Dopler, compreensão da recepção por um telefone celular, rádio, televisão, a visão, a audição, ondas em mola, ondas longitudinais, ondas transversais, ondas estacionárias, pulsos, reflexão de pulsos, nós, ventres, elongação, amplitude e velocidade de propagação do pulso. O material de excelente acabamento permite uma apresentação instigante do conteúdo para alunos e professores, isso porque vai da teoria até a prática,  pois isso envolve uma abordagem muito mais próxima da realidade dos alunos.

Alguns experimentos que podem ser realizados para facilitar o ensino sobre a acústica são:

  1. Enxergar a própria voz!

  1. Afinar instrumentos musicais!

O diapasão que faz parte do Conjunto de Acústica e Ondas é frequentemente utilizado para afinar instrumentos musicais. Tal atividade cotidiana pode ser demonstrada em sala de aula e até reconhecida por alunos que tenham um interesse maior pelo mundo da música. Compreender como esse fenômeno físico faz parte do dia a dia ajuda na memorização da matéria!

123456

3. Disco que toca dentro do crânio!

      4. Como enxergar o som!

A Homelab valoriza o uso de atividades dinâmicas durante o aprendizado pois sabe do grande impacto que elas podem ter quando o assunto é garantir que os alunos realmente tenham compreendido o que foi ensinado. Por esse mesmo motivo ela oferece materiais que trabalham em áreas como Ciências, Química, Biologia, Matemática, Geografia e História, focando sempre em diminuir a dificuldade de aprendizado dos estudantes, proporcionar um ensino cada dia melhor e mais completo graças aos materiais que garantam à instituição de ensino a oportunidade de gerar uma educação da mais alta qualidade.

Compartilhe Tags
0 comentários

IMG_7772Quando trabalhamos experiências para aulas práticas de laboratório de ciências naturais com os alunos do Fundamental I, simultaneamente desenvolvemos neles várias atitudes científicas, que são transversais a outras áreas do saber, e contribuem para o seu desenvolvimento emocional. Estas atitudes facilitam a aquisição de hábitos de estudo, promovendo a autonomia e o senso de responsabilidade.

Através das aulas práticas de laboratório de ciências naturais a escola pode e deve promover oportunidade para que os alunos desenvolvam atitudes e qualidades pessoais, como:

  1. Curiosidade;
  2. Respeito pela evidência;
  3. Espírito de abertura ao novo;
  4. Reflexão crítica;
  5. Perseverança;
  6. Espírito de cooperação.

Como as crianças aprendem:

Antigamente, acreditava-se que as crianças aprendiam apenas recebendo informações de um professor. O professor explicava, ditava regras, mostrava figuras. A criança ouvia, copiava, decorava e devia aprender. Quando não aprendia, culpava-se a criança (desatenta, irresponsável) ou falta de “jeito” do professor.

Atualmente existem outras ideias sobre aprendizagem. Essas não negam completamente as ideias antigas sobre o aprendizado. É possível aprender recebendo informações, treinando e decorando regras. Mas, dessa maneira, a compreensão daquilo que se aprende costuma ser bem pequena. O que hoje se procura é favorecer o aprendizado com compreensão.

 

Os pesquisadores concluíram que:

  1. a) crianças pensam de maneira diferente dos adultos;
  2. b) cada criança pensa diferentemente de outra;
  3. c) o pensamento evolui, passa por estágios; em cada estágio, a criança tem uma maneira especial de compreender e explicar as coisas do mundo.

O que é aprender hoje?

Aprender com compreensão é um processo pessoal, que acontece dentro da cabeça de cada um. Esse processo exige que o aprendiz pense por si próprio. Assim, simplesmente receber informações de um professor não é suficiente para que o aluno aprenda com compreensão, porque, nesse caso, a criança fica passiva, não pensa com a própria cabeça.

O pensamento e o aprendizado da criança desenvolvem-se ligados à observação e investigação do mundo. Quanto mais a criança explora as coisas do mundo, mais ela é capaz de relacionar fatos e ideias, tirar conclusões; ou seja, mais ela é capaz de pensar e compreender.

Por exemplo, as crianças que tiveram oportunidade de praticar relações com a natureza (plantar, pescar, ter animais) costumam ser mais capazes de resolver problemas biológicos e de preservação da natureza do que crianças que não tiveram tais experiências.

É justamente esta última ideia que tem motivado os educadores a buscarem meios de fazer a criança explorar o mundo à sua volta. Os materiais do Projeto de Ciências proporciona para as crianças o contato da ciência de uma forma mais real.

A utilização adequada dos materiais:

O professor precisa ficar alerta sobre alguns elementos importantes na utilização de materiais concretos. As noções científicas se formam na cabeça da criança e não estão no próprio material.

O material favorece o aprendizado, desde que seja bem utilizado.

Vejamos o que significam essas três afirmações, em termos práticos:

  1. Primeiro, o material deve ser oferecido às crianças antes das explicações teóricas e do trabalho com lápis e papel. É preciso que os alunos tenham tempo e liberdade para explorar o material, brincar um pouco com ele, fazer descobertas sobre eles. 
  2. Após algum tempo de trabalho livre, o professor pode intervir, propondo questões, estimulando os alunos a manifestarem sua opinião. São essenciais, neste início, a ação e o raciocínio do aluno, pois é só ele mesmo que pode formar as noções científicas.
  3. A partir da observação e manipulação, da troca de ideias entre alunos e entre estes e o professor é que as relações científicas começam a ser percebidas e enunciadas. O professor deve então, aos poucos, ir organizando esse conhecimento.

 

Para concluir, podemos dizer que a atitude adequada do professor, em relação ao uso do material concreto, decorre de ele conceder o ensino de ciências nas séries iniciais como um convite à exploração, à descoberta e ao raciocínio.

Os materiais do Projeto de Ciências não precisam necessariamente estar dispostos em um laboratório ou sala especial, podem ser levados para a sala de aula, facilitando o trabalho do professor e dinamizando o estudo. Entre as opções, destacamos o Kit de Ciência – Cód 18995,  que atende do 1º ao 9º ano do ensino fundamental. Clique aqui e saiba mais!

 

kit-de-ciencia

A Homelab disponibiliza uma série de materiais com experiências e outros conteúdos que podem ajudar professores, gestores e alunos a tornarem as aulas de ciências ainda mais produtivas e dinâmicas. Também oferecemos uma linha completa de equipamentos científicos para o seu laboratório, como microscópios e outros acessórios. Ficou interessado? Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento.

Compartilhe
0 comentários

IMG_7971 (1)

Apesar de ser tema de ficção científica e o sonho de muitas crianças conhecer o espaço, aprender sobre ele pode ser muito complexo. A visualização é o melhor amigo do aprendizado rápido. Por facilitar a assimilação e ser algo muito mais dinâmico do que uma aula comum, a memorização de longo prazo é facilitada. A Homelab ajuda com essa tarefa oferecendo produtos focados no assunto como:

Globo Celeste

Com 21 cm de diâmetro, o globo celeste apresenta as principais estrelas com brilho de 1ª a 5ª magntude e suas constelações. Exemplificando de forma dinâmica o brilho das estrelas. Assunto que pode ser desenvolvido até o sol, o qual, na realidade, é uma estrela. As estrelas possuem um brilho que remete o observador a uma visão muito próxima da luminosidade que as mesmas emitem no céu escuro durante a noite.

Globo Lunar Cinza

No Globo Lunar é possível observar as principais crateras, lagos e montes presentes na superfície da Lua.

A Lua é o satélite natural da Terra e sua superfície é completamente marcada por impactos de asteróides. Isso torna a observação ainda mais interessante. A Lua impacta diretamente na vida no planeta Terra, por exemplo, o movimento de subida e descida do nível do mar, conhecido como marés é impactado diretamente pela Lua. E como essa influência acontece? Tais movimentos são causados pelas forças de atração que a Lua e o Sol (em menor proporção) exercem sobre a Terra, no caso, sobre as águas do nosso planeta.

O Planetário Iluminado

IMG_7345 (1)

O Planetário Iluminado é destinado a demonstração de uma matéria que antes era abstrata para os alunos. Tornando o aprendizado dos aspectos do dia e da noite e dos movimentos feitos pela Lua e a Terra (e seus efeitos no nosso dia-a-dia) muito mais prático!


Aulas que tiram matérias teóricas do abstrato e trazem a imaginação para dentro de sala de aula são essenciais, afinal, que jeito poderia ser melhor para compreender os movimentos entre a Terra, o Sol e a Lua do que os observando por um outro ângulo?

Por isso aulas fora do padrão são importantes, para mostrar a matéria aos alunos só que dessa vez, de maneira muito mais fácil de ser compreendida, fazendo assim com que qualquer dúvida não esclarecida com a teoria, ganhe uma resposta e o aprendizado atinja seu máximo.

Por saber dos benefícios de aulas dinâmicas dentro de um ambiente educacional, a Homelab oferece uma linha completa de produtos que permitem aulas lúdicas e muito mais funcionais quanto ao objetivo do aprendizado.

blog hom1

Quem se lembra das primeiras aulas de Geografia na escola e os movimentos de translação e rotação da Terra? Pois é, esses são conceitos muito utilizados nos estudos relacionados à chamada Geometria Solar, que busca entender como a luz do sol irradia em nosso planeta.

No movimento de translação, a Terra percorre uma trajetória elíptica em um plano inclinado. É justamente esse ângulo que define a posição dos trópicos e faz com que os hemisférios do planeta recebam quantidades diferentes de radiação solar ao longo do ano, caracterizando as estações do ano.

Tais conhecimentos são importantes para o desenvolvimento de diferentes áreas. Seja na Geografia, na Física, na Biologia, na Astronomia, na Agronomia ou na navegação, a compreensão do movimento do sol e da incidência da luz solar no nosso planeta é fundamental. Sua versatilidade é tamanha, que esses conhecimentos podem ser utilizados até mesmo por fotógrafos, para definir a melhor hora do dia para fazer a foto desejada.

Isso posto, vale ressaltar que, atualmente, talvez a área que mais utiliza e se beneficia dessa ciência, porém, é a Arquitetura. O entendimento do fenômeno físico da trajetória aparente do sol é essencial na concepção e realização de projetos com qualidade ambiental, que façam bom uso da iluminação natural e proporcionem conforto térmico ao ambiente.

Esse sistema proporciona que alunos, professores e profissionais simulem a incidência da luz para projetos localizados em qualquer posição geográfica do planeta. Isso permite uma visualização rápida e prática da luminosidade solar sobre elementos arquitetônicos, edificações e meios urbanos.

O Heliodon

Para realizar esses trabalhos e cálculos com precisão, os profissionais das áreas que citamos utilizam um equipamento chamado Heliodon. Esse é um instrumento utilizado para simular as variações da incidência da luz solar direta gerada pelo movimento aparente do sol. Assim, é possível ajustar o ângulo entre uma superfície plana e um feixe de luz, combinando o ângulo entre um plano horizontal, uma latitude específica e o feixe solar.

As vantagens dos estudos realizados com Heliodon em relação a outras ferramentas disponíveis, como cartas solares ou programas de computador, são a possibilidade de visualização imediata das áreas iluminadas e sombreadas, simulando diferentes horas do dia e épocas do ano, além da oportunidade de manipulação rápida do objeto em análise.

Como Funciona?

blog home2

Atualmente, existem diversos modelos de Heliodon, com diferentes tecnologias e possibilidades. Porém, o mais comum de se encontrar ainda são os modelos analógicos e manuais. Seu funcionamento ocorre de maneira relativamente simples. As posições do sol nas diferentes horas e estações são simuladas por meio do uso de lâmpadas distribuídas em arcos representativos das trajetórias aparentes do sol. No centro do equipamento, é posicionado o objeto foco dos estudos. Normalmente, usa-se uma maquete ou representação.

São basicamente quatro passos: escolher a latitude do local de simulação no transferidor do equipamento, inclinando-o até a latitude escolhida. Em seguida, posiciona-se uma lâmpada em um dos arcos do heliodon conforme a hora e a época do ano desejadas para a simulação. Depois, é necessário escolher a orientação geográfica do objeto em estudo, sempre adotando o norte como referência. Por fim, liga-se a lâmpada – que fará o papel de sol – e observa-se a incidência da luz e o sombreamento resultante.

Os resultados das simulações permitem diversas observações importantes para o desenvolvimento de análises e avaliações. Na Arquitetura, alunos, professores e profissionais podem visualizar, por exemplo, a incidência da luz solar através das aberturas dos ambientes e as sombras em edificações ou espaços urbanos.

Além disso, os resultados obtidos com o Heliodon proporcionam a avaliação do desempenho térmico e do aproveitamento da luz dos projetos, possibilitando otimizá-lo para melhor aproveitamento dos recursos naturais, seja impedindo a entrada excessiva de calor ou verificando o melhor ponto para a instalação de placas fotovoltaicas, por exemplo. Já para áreas como Astronomia e Geociências, os resultados obtidos com o Heliodon permitem visualizar referências importantes, como pontos cardeais, trópicos, solstícios, equinócios, duração do dia e pólos celestes.

Por sua facilidade de manuseio e compreensão dos conceitos envolvidos, o Heliodon é uma excelente ferramenta pedagógica para ser utilizada em sala de aula. Dos anos iniciais do ensino fundamental à graduação em áreas como Física e Arquitetura, esse equipamento é ideal para a compreensão dos fenômenos relacionados à Geometria Solar.

Como não podia ser diferente, no site da Homelab você encontra o Heliodon à sua disposição. Acesse o nosso site e conheça também nossa completa linha de produtos científicos ideais para o seu laboratório ou instituição de ensino. Confira também nossos materiais complementares, com dicas de experimentos e outros conteúdos interessantes para você.

IMG_8056

A Feira de Ciências da escola é a grande oportunidade de mostrar a pais, colegas e à comunidade os trabalhos científicos elaborados pelos alunos. Mais do que um bom exercício pedagógico, as feiras ajudam a despertar o interesse pelas ciências, em especial Química, Física e Biologia, além de promover a cooperação entre os alunos, aguçar o senso crítico e proporcionar interação entre a comunidade e a escola.

Com certeza o ensino teórico e expositivo é importante para se entender as ciências, porém é com a experimentação que os estudantes percebem como as coisas funcionam e a aplicabilidade de todo o conteúdo que foi estudado. Desse modo, percebemos que experimentar e aprender estão intimamente ligados.

Sendo assim, a realização de uma feira de ciências na escola é uma grande oportunidade para que os alunos trabalhem os conceitos vistos em sala de aula na prática, se engajando e se dedicando em prol da ciência.

Tal evento é uma ferramenta extremamente importante para o desenvolvimento de habilidades e capacidades sociais e cognitivas essenciais para a vida, como senso de equipe, organização, liderança, autonomia e concentração.

Vale ressaltar ainda que as feiras de ciências evoluíram muito nos últimos anos. A reflexão sobre os moldes do ensino atual impactaram o modo como o evento é realizado. Se a imagem de feira de ciências que você tem na cabeça ainda envolve estandes, maquetes e alunos repetindo textos decorados, saiba que isso mudou.

Hoje, as feiras são mais complexas e focam em despertar o interesse dos estudantes pelas ciências, criando uma dinâmica moderna em que os alunos aprendem e transmitem conhecimento aos seus colegas.

A organização de uma feira de ciências demanda tempo dos professores e da coordenação da escola. São eles os responsáveis por definir cronogramas, criar normas, cuidar da segurança e orientar alunos e turmas no desenvolvimento dos projetos.

Pensando nisso, confira a seguir alguns pontos essenciais na hora de organizar uma feira de ciências na sua escola.

Planejamento

O primeiro passo na organização do evento é despertar o interesse das turmas pela ciências. Para isso, uma boa sugestão é agendar a feira para o final do ano. Com isso, desde o início do período letivo é possível planejar atividades e metodologias que envolvam aulas em laboratório, visitas técnicas e outros exercícios práticos que ajudem os alunos a visualizar tudo aquilo que viram em sala de aula, despertando a vontade no fazer científico.

Além disso, o evento em si demanda tempo e antecipação. Para organizar uma boa feira de ciências, trabalhe com, ao menos, quatro meses de antecedência para organizar todos os detalhes e dar tempo para o desenvolvimento dos projetos, aquisição de materiais etc.

Esse tempo será importante também para decidir que tipo de feira a instituição deseja realizar: fechada aos alunos, pais e professores, entre colégios ou até mesmo municipal.

Temas

Estamos acostumados ao padrão de feiras bem amplas e com uma variedade imensa de temas abordados. Isso é ótimo, uma vez que proporciona uma troca de novos conhecimentos muito importante.

Porém, a feira de ciências pode ganhar muito se forem definidos temas específicos para cada edição. Para isso, uma boa sugestão é a abordagem de assuntos locais, mesmo ligando-os a contextos globais.

Se o assunto definido for fotossíntese, por exemplo, os alunos podem abordar temas como poluição do ar ao mesmo tempo que discutem a quantidade de árvores na cidade em que vivem.

A proximidade dos assuntos tratados ajuda a gerar mais interesse dos estudantes e também da comunidade, que passam a ver como determinado tema impacta diretamente suas vidas.

Objetivos

Uma feira de ciências vai muito além de temas interessantes e apresentações cativantes. Todo evento deve ser planejado com um objetivo a ser alcançado.

Seja para divulgar os resultados das atividades escolares, integrar a comunidade à escola, estimular a criatividade e o interesse pela ciência, a feira deve ter metas a serem alcançadas como resultado de todo o trabalho realizado.

Apresentações

Definidos os temas com antecedência e realizado o trabalho de despertar o interesse científico nos alunos, é hora de planejar as falas de cada turma. Como dissemos, os moldes de textos decorados ficaram para trás. O que vale é a discussão e a compreensão dos temas tratados.

Sendo assim, durante o desenvolvimento dos projetos, auxilie os estudantes a entender sobre aquilo que estão falando. Quanto mais eles estiverem familiarizados com os conceitos que trabalharão, mais fluidas serão as falas, tornando a apresentação mais interesse e compreensível a todos os presentes. O aluno que domina o conteúdo tem a capacidade de tirar possíveis dúvidas que surgirem, ajudando ainda mais a engajar e interessar a comunidade.

Como dissemos, prática e aprendizado andam de mãos dadas. Sendo assim, o laboratório de Ciências é o ambiente ideal para a realização de atividades que despertem o interesse dos alunos pelas ciências, estimulando-os na hora do desenvolvimento de projetos para a feira da escola. Afinal, trata-se de um espaço educativo, que serve como ligação entre teoria e prática dos conteúdos escolares.

A Homelab fornece uma completa linha de produtos e acessórios científicos que podem auxiliar a sua escola, seja na montagem do laboratório ou nos projetos da feira de ciências.

Também oferecemos gratuitamente uma série de conteúdos com experimentos e práticas que podem ser utilizadas no evento ou no dia a dia da escola. Ficou interessado? Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento!

IMG_8159Já conversamos aqui no blog um pouco sobre a história do microscópio e os diferentes tipos que existem; agora, vamos falar sobre sua utilidade para a ciência. Amplamente utilizado no estudo das diversas ciências, especialmente Física, Química e Biologia, e também na Medicina, o microscópio permite a visualização ampliada de pequenas estruturas, sejam elas vivas, como células e outros seres microscópicos, ou fragmentos dos mais diversos materiais.

Essa ampliação permitiu à humanidade realizar estudos e observações que proporcionaram grandes avanços, seja na compreensão de agentes patogênicos, seja na criação de novas tecnologias. Dos primeiros registros de seres microscópicos de Van Leeuwenhoek, no século XVII, ao desenvolvimento da nanoengenharia, o microscópio aparece como protagonista dessas conquistas científicas.

Esse instrumento tornou o homem capaz de estender os limites impostos por seus próprios órgãos sensoriais, capacitando-o a explorar o mundo da vida e das coisas invisíveis a olho nu. Hoje, a evolução chegou a tal ponto que os microscópios mais potentes conseguem uma ampliação de até um milhão de vezes menor que um fio de cabelo humano, sendo capaz de registrar imagens de moléculas e até mesmo átomos.

Como a Ampliação é Possível?

Para entender sua função, é necessário compreender seu funcionamento. Existem diversos tipos de microscópio, cuja grande diferença fica por conta de como a imagem ampliada é gerada e por sua capacidade em aumentá-las. Em relação à formação de imagens, isso pode ocorrer por meio ópticos, acústicos ou eletrônicos.

O microscópio óptico é o tipo mais comum, sendo facilmente encontrados em escolas e pequenos laboratórios. Esse aparelho usa a luz, seja de fonte artificial ou natural, para iluminar as estruturas que serão observadas por meio de um conjunto de lentes. O poder de ampliação de um microscópio óptico pode chegar a 2000 vezes.

Já o microscópio eletrônico amplia a imagem ao bombardear o objeto em observação com um feixe de elétrons que passa por lentes eletromagnéticas. Esse aparelho consegue uma ampliação de até 1 milhão de vezes.

Menos conhecido, o microscópio acústico se baseia na ideia de se empregar o som e não a luz para gerar as imagens ampliadas. Como trabalha com ondas sonoras, esse aparelho é capaz de penetrar materiais opacos e fornecer uma visualização das estruturas internas.

Colaborações do Microscópio

Como dissemos, o microscópio possibilitou o desenvolvimento de diferentes áreas da ciência, impactando no nosso dia a dia e criando tendências para o futuro. A Medicina é uma das disciplinas que mais se beneficiam das potencialidades desse aparelho. As pesquisas sobre agentes patológicos possibilitaram a descoberta da causa de inúmeras doenças, como bactérias, vírus e protozoários. Foi com a colaboração do microscópio que o ser humano tomou conhecimento das causas de patologias como HIV, malária, dengue, micoses, entre outras.

Essas descobertas têm cooperado no tratamento dessas e de outras doenças, permitindo identificar o agente causador, sua composição, como atua e como combatê-lo. Afinal, é impossível tratar algo sem saber sua causa.

Outra área que sofreu grandes avanços devido à microscopia é a Biologia. A Citologia (ciência que estuda as células, estruturas que compõem os órgãos e tecidos dos seres vivos), por exemplo, depende de equipamentos que permitam a visualização detalhada das células animais e vegetais. Graças ao microscópio, foram descobertos os glóbulos brancos e vermelhos, as organelas, a parede das células vegetais e todo o funcionamento de toda a estrutura celular. Além disso, as imagens ampliadas proporcionaram à Biologia a pesquisa e a compreensão dos diferentes seres, sua formação e sua estrutura, ajudando a construir estudos mais assertivos e precisos.

Não podemos esquecer dos benefícios para a Física e a Química, em que o microscópio possibilitou a observação das diversas reações e substâncias e até mesmo da estrutura molecular de diferentes materiais e alterações por eles sofridas quando expostos a mudanças de condições.

Atualmente, em um esforço conjunto de todas essas ciências, o microscópio vem sendo usado para a criação novas tecnologias microscópicas, como a produção de nanocondutores, a introdução de nanorobôs para o combate a doenças e até mesmo estudos que envolvem a reordenação de átomos com o objetivo de diminuir a poluição.

Os microscópios são grandes aliados da Ciência. Sua capacidade de gerar imagens ampliadas permitiu à humanidade uma maior compreensão da vida e de todas as estruturas que a compõem. Mas os benefícios não são e não devem ser apenas para cientistas. O uso de microscópios nas aulas de Química, Física e Biologia são de extrema importância para a comprovação e aplicação de conceitos estudados em sala de aula, servindo como complemento perfeito à teoria e como meio de incentivar os alunos ao estudo das ciências.

Pensando nisso, a Homelab oferece uma completa linha de produtos científicos e microscópios para auxiliar no processo de ensino e aprendizagem de ciências. Ficou interessado? Acesse nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento.

Compartilhe Tags
0 comentários