Ciências e Tecnologia

IMG_7772Quando trabalhamos experiências para aulas práticas de laboratório de ciências naturais com os alunos do Fundamental I, simultaneamente desenvolvemos neles várias atitudes científicas, que são transversais a outras áreas do saber, e contribuem para o seu desenvolvimento emocional. Estas atitudes facilitam a aquisição de hábitos de estudo, promovendo a autonomia e o senso de responsabilidade.

Através das aulas práticas de laboratório de ciências naturais a escola pode e deve promover oportunidade para que os alunos desenvolvam atitudes e qualidades pessoais, como:

  1. Curiosidade;
  2. Respeito pela evidência;
  3. Espírito de abertura ao novo;
  4. Reflexão crítica;
  5. Perseverança;
  6. Espírito de cooperação.

Como as crianças aprendem:

Antigamente, acreditava-se que as crianças aprendiam apenas recebendo informações de um professor. O professor explicava, ditava regras, mostrava figuras. A criança ouvia, copiava, decorava e devia aprender. Quando não aprendia, culpava-se a criança (desatenta, irresponsável) ou falta de “jeito” do professor.

Atualmente existem outras ideias sobre aprendizagem. Essas não negam completamente as ideias antigas sobre o aprendizado. É possível aprender recebendo informações, treinando e decorando regras. Mas, dessa maneira, a compreensão daquilo que se aprende costuma ser bem pequena. O que hoje se procura é favorecer o aprendizado com compreensão.

 

Os pesquisadores concluíram que:

  1. a) crianças pensam de maneira diferente dos adultos;
  2. b) cada criança pensa diferentemente de outra;
  3. c) o pensamento evolui, passa por estágios; em cada estágio, a criança tem uma maneira especial de compreender e explicar as coisas do mundo.

O que é aprender hoje?

Aprender com compreensão é um processo pessoal, que acontece dentro da cabeça de cada um. Esse processo exige que o aprendiz pense por si próprio. Assim, simplesmente receber informações de um professor não é suficiente para que o aluno aprenda com compreensão, porque, nesse caso, a criança fica passiva, não pensa com a própria cabeça.

O pensamento e o aprendizado da criança desenvolvem-se ligados à observação e investigação do mundo. Quanto mais a criança explora as coisas do mundo, mais ela é capaz de relacionar fatos e ideias, tirar conclusões; ou seja, mais ela é capaz de pensar e compreender.

Por exemplo, as crianças que tiveram oportunidade de praticar relações com a natureza (plantar, pescar, ter animais) costumam ser mais capazes de resolver problemas biológicos e de preservação da natureza do que crianças que não tiveram tais experiências.

É justamente esta última ideia que tem motivado os educadores a buscarem meios de fazer a criança explorar o mundo à sua volta. Os materiais do Projeto de Ciências proporciona para as crianças o contato da ciência de uma forma mais real.

A utilização adequada dos materiais:

O professor precisa ficar alerta sobre alguns elementos importantes na utilização de materiais concretos. As noções científicas se formam na cabeça da criança e não estão no próprio material.

O material favorece o aprendizado, desde que seja bem utilizado.

Vejamos o que significam essas três afirmações, em termos práticos:

  1. Primeiro, o material deve ser oferecido às crianças antes das explicações teóricas e do trabalho com lápis e papel. É preciso que os alunos tenham tempo e liberdade para explorar o material, brincar um pouco com ele, fazer descobertas sobre eles. 
  2. Após algum tempo de trabalho livre, o professor pode intervir, propondo questões, estimulando os alunos a manifestarem sua opinião. São essenciais, neste início, a ação e o raciocínio do aluno, pois é só ele mesmo que pode formar as noções científicas.
  3. A partir da observação e manipulação, da troca de ideias entre alunos e entre estes e o professor é que as relações científicas começam a ser percebidas e enunciadas. O professor deve então, aos poucos, ir organizando esse conhecimento.

 

Para concluir, podemos dizer que a atitude adequada do professor, em relação ao uso do material concreto, decorre de ele conceder o ensino de ciências nas séries iniciais como um convite à exploração, à descoberta e ao raciocínio.

Os materiais do Projeto de Ciências não precisam necessariamente estar dispostos em um laboratório ou sala especial, podem ser levados para a sala de aula, facilitando o trabalho do professor e dinamizando o estudo. Entre as opções, destacamos o Kit de Ciência – Cód 18995,  que atende do 1º ao 9º ano do ensino fundamental. Clique aqui e saiba mais!

 

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A Homelab disponibiliza uma série de materiais com experiências e outros conteúdos que podem ajudar professores, gestores e alunos a tornarem as aulas de ciências ainda mais produtivas e dinâmicas. Também oferecemos uma linha completa de equipamentos científicos para o seu laboratório, como microscópios e outros acessórios. Ficou interessado? Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento.

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Apesar de ser tema de ficção científica e o sonho de muitas crianças conhecer o espaço, aprender sobre ele pode ser muito complexo. A visualização é o melhor amigo do aprendizado rápido. Por facilitar a assimilação e ser algo muito mais dinâmico do que uma aula comum, a memorização de longo prazo é facilitada. A Homelab ajuda com essa tarefa oferecendo produtos focados no assunto como:

Globo Celeste

Com 21 cm de diâmetro, o globo celeste apresenta as principais estrelas com brilho de 1ª a 5ª magntude e suas constelações. Exemplificando de forma dinâmica o brilho das estrelas. Assunto que pode ser desenvolvido até o sol, o qual, na realidade, é uma estrela. As estrelas possuem um brilho que remete o observador a uma visão muito próxima da luminosidade que as mesmas emitem no céu escuro durante a noite.

Globo Lunar Cinza

No Globo Lunar é possível observar as principais crateras, lagos e montes presentes na superfície da Lua.

A Lua é o satélite natural da Terra e sua superfície é completamente marcada por impactos de asteróides. Isso torna a observação ainda mais interessante. A Lua impacta diretamente na vida no planeta Terra, por exemplo, o movimento de subida e descida do nível do mar, conhecido como marés é impactado diretamente pela Lua. E como essa influência acontece? Tais movimentos são causados pelas forças de atração que a Lua e o Sol (em menor proporção) exercem sobre a Terra, no caso, sobre as águas do nosso planeta.

O Planetário Iluminado

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O Planetário Iluminado é destinado a demonstração de uma matéria que antes era abstrata para os alunos. Tornando o aprendizado dos aspectos do dia e da noite e dos movimentos feitos pela Lua e a Terra (e seus efeitos no nosso dia-a-dia) muito mais prático!


Aulas que tiram matérias teóricas do abstrato e trazem a imaginação para dentro de sala de aula são essenciais, afinal, que jeito poderia ser melhor para compreender os movimentos entre a Terra, o Sol e a Lua do que os observando por um outro ângulo?

Por isso aulas fora do padrão são importantes, para mostrar a matéria aos alunos só que dessa vez, de maneira muito mais fácil de ser compreendida, fazendo assim com que qualquer dúvida não esclarecida com a teoria, ganhe uma resposta e o aprendizado atinja seu máximo.

Por saber dos benefícios de aulas dinâmicas dentro de um ambiente educacional, a Homelab oferece uma linha completa de produtos que permitem aulas lúdicas e muito mais funcionais quanto ao objetivo do aprendizado.

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Quem se lembra das primeiras aulas de Geografia na escola e os movimentos de translação e rotação da Terra? Pois é, esses são conceitos muito utilizados nos estudos relacionados à chamada Geometria Solar, que busca entender como a luz do sol irradia em nosso planeta.

No movimento de translação, a Terra percorre uma trajetória elíptica em um plano inclinado. É justamente esse ângulo que define a posição dos trópicos e faz com que os hemisférios do planeta recebam quantidades diferentes de radiação solar ao longo do ano, caracterizando as estações do ano.

Tais conhecimentos são importantes para o desenvolvimento de diferentes áreas. Seja na Geografia, na Física, na Biologia, na Astronomia, na Agronomia ou na navegação, a compreensão do movimento do sol e da incidência da luz solar no nosso planeta é fundamental. Sua versatilidade é tamanha, que esses conhecimentos podem ser utilizados até mesmo por fotógrafos, para definir a melhor hora do dia para fazer a foto desejada.

Isso posto, vale ressaltar que, atualmente, talvez a área que mais utiliza e se beneficia dessa ciência, porém, é a Arquitetura. O entendimento do fenômeno físico da trajetória aparente do sol é essencial na concepção e realização de projetos com qualidade ambiental, que façam bom uso da iluminação natural e proporcionem conforto térmico ao ambiente.

Esse sistema proporciona que alunos, professores e profissionais simulem a incidência da luz para projetos localizados em qualquer posição geográfica do planeta. Isso permite uma visualização rápida e prática da luminosidade solar sobre elementos arquitetônicos, edificações e meios urbanos.

O Heliodon

Para realizar esses trabalhos e cálculos com precisão, os profissionais das áreas que citamos utilizam um equipamento chamado Heliodon. Esse é um instrumento utilizado para simular as variações da incidência da luz solar direta gerada pelo movimento aparente do sol. Assim, é possível ajustar o ângulo entre uma superfície plana e um feixe de luz, combinando o ângulo entre um plano horizontal, uma latitude específica e o feixe solar.

As vantagens dos estudos realizados com Heliodon em relação a outras ferramentas disponíveis, como cartas solares ou programas de computador, são a possibilidade de visualização imediata das áreas iluminadas e sombreadas, simulando diferentes horas do dia e épocas do ano, além da oportunidade de manipulação rápida do objeto em análise.

Como Funciona?

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Atualmente, existem diversos modelos de Heliodon, com diferentes tecnologias e possibilidades. Porém, o mais comum de se encontrar ainda são os modelos analógicos e manuais. Seu funcionamento ocorre de maneira relativamente simples. As posições do sol nas diferentes horas e estações são simuladas por meio do uso de lâmpadas distribuídas em arcos representativos das trajetórias aparentes do sol. No centro do equipamento, é posicionado o objeto foco dos estudos. Normalmente, usa-se uma maquete ou representação.

São basicamente quatro passos: escolher a latitude do local de simulação no transferidor do equipamento, inclinando-o até a latitude escolhida. Em seguida, posiciona-se uma lâmpada em um dos arcos do heliodon conforme a hora e a época do ano desejadas para a simulação. Depois, é necessário escolher a orientação geográfica do objeto em estudo, sempre adotando o norte como referência. Por fim, liga-se a lâmpada – que fará o papel de sol – e observa-se a incidência da luz e o sombreamento resultante.

Os resultados das simulações permitem diversas observações importantes para o desenvolvimento de análises e avaliações. Na Arquitetura, alunos, professores e profissionais podem visualizar, por exemplo, a incidência da luz solar através das aberturas dos ambientes e as sombras em edificações ou espaços urbanos.

Além disso, os resultados obtidos com o Heliodon proporcionam a avaliação do desempenho térmico e do aproveitamento da luz dos projetos, possibilitando otimizá-lo para melhor aproveitamento dos recursos naturais, seja impedindo a entrada excessiva de calor ou verificando o melhor ponto para a instalação de placas fotovoltaicas, por exemplo. Já para áreas como Astronomia e Geociências, os resultados obtidos com o Heliodon permitem visualizar referências importantes, como pontos cardeais, trópicos, solstícios, equinócios, duração do dia e pólos celestes.

Por sua facilidade de manuseio e compreensão dos conceitos envolvidos, o Heliodon é uma excelente ferramenta pedagógica para ser utilizada em sala de aula. Dos anos iniciais do ensino fundamental à graduação em áreas como Física e Arquitetura, esse equipamento é ideal para a compreensão dos fenômenos relacionados à Geometria Solar.

Como não podia ser diferente, no site da Homelab você encontra o Heliodon à sua disposição. Acesse o nosso site e conheça também nossa completa linha de produtos científicos ideais para o seu laboratório ou instituição de ensino. Confira também nossos materiais complementares, com dicas de experimentos e outros conteúdos interessantes para você.

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A Feira de Ciências da escola é a grande oportunidade de mostrar a pais, colegas e à comunidade os trabalhos científicos elaborados pelos alunos. Mais do que um bom exercício pedagógico, as feiras ajudam a despertar o interesse pelas ciências, em especial Química, Física e Biologia, além de promover a cooperação entre os alunos, aguçar o senso crítico e proporcionar interação entre a comunidade e a escola.

Com certeza o ensino teórico e expositivo é importante para se entender as ciências, porém é com a experimentação que os estudantes percebem como as coisas funcionam e a aplicabilidade de todo o conteúdo que foi estudado. Desse modo, percebemos que experimentar e aprender estão intimamente ligados.

Sendo assim, a realização de uma feira de ciências na escola é uma grande oportunidade para que os alunos trabalhem os conceitos vistos em sala de aula na prática, se engajando e se dedicando em prol da ciência.

Tal evento é uma ferramenta extremamente importante para o desenvolvimento de habilidades e capacidades sociais e cognitivas essenciais para a vida, como senso de equipe, organização, liderança, autonomia e concentração.

Vale ressaltar ainda que as feiras de ciências evoluíram muito nos últimos anos. A reflexão sobre os moldes do ensino atual impactaram o modo como o evento é realizado. Se a imagem de feira de ciências que você tem na cabeça ainda envolve estandes, maquetes e alunos repetindo textos decorados, saiba que isso mudou.

Hoje, as feiras são mais complexas e focam em despertar o interesse dos estudantes pelas ciências, criando uma dinâmica moderna em que os alunos aprendem e transmitem conhecimento aos seus colegas.

A organização de uma feira de ciências demanda tempo dos professores e da coordenação da escola. São eles os responsáveis por definir cronogramas, criar normas, cuidar da segurança e orientar alunos e turmas no desenvolvimento dos projetos.

Pensando nisso, confira a seguir alguns pontos essenciais na hora de organizar uma feira de ciências na sua escola.

Planejamento

O primeiro passo na organização do evento é despertar o interesse das turmas pela ciências. Para isso, uma boa sugestão é agendar a feira para o final do ano. Com isso, desde o início do período letivo é possível planejar atividades e metodologias que envolvam aulas em laboratório, visitas técnicas e outros exercícios práticos que ajudem os alunos a visualizar tudo aquilo que viram em sala de aula, despertando a vontade no fazer científico.

Além disso, o evento em si demanda tempo e antecipação. Para organizar uma boa feira de ciências, trabalhe com, ao menos, quatro meses de antecedência para organizar todos os detalhes e dar tempo para o desenvolvimento dos projetos, aquisição de materiais etc.

Esse tempo será importante também para decidir que tipo de feira a instituição deseja realizar: fechada aos alunos, pais e professores, entre colégios ou até mesmo municipal.

Temas

Estamos acostumados ao padrão de feiras bem amplas e com uma variedade imensa de temas abordados. Isso é ótimo, uma vez que proporciona uma troca de novos conhecimentos muito importante.

Porém, a feira de ciências pode ganhar muito se forem definidos temas específicos para cada edição. Para isso, uma boa sugestão é a abordagem de assuntos locais, mesmo ligando-os a contextos globais.

Se o assunto definido for fotossíntese, por exemplo, os alunos podem abordar temas como poluição do ar ao mesmo tempo que discutem a quantidade de árvores na cidade em que vivem.

A proximidade dos assuntos tratados ajuda a gerar mais interesse dos estudantes e também da comunidade, que passam a ver como determinado tema impacta diretamente suas vidas.

Objetivos

Uma feira de ciências vai muito além de temas interessantes e apresentações cativantes. Todo evento deve ser planejado com um objetivo a ser alcançado.

Seja para divulgar os resultados das atividades escolares, integrar a comunidade à escola, estimular a criatividade e o interesse pela ciência, a feira deve ter metas a serem alcançadas como resultado de todo o trabalho realizado.

Apresentações

Definidos os temas com antecedência e realizado o trabalho de despertar o interesse científico nos alunos, é hora de planejar as falas de cada turma. Como dissemos, os moldes de textos decorados ficaram para trás. O que vale é a discussão e a compreensão dos temas tratados.

Sendo assim, durante o desenvolvimento dos projetos, auxilie os estudantes a entender sobre aquilo que estão falando. Quanto mais eles estiverem familiarizados com os conceitos que trabalharão, mais fluidas serão as falas, tornando a apresentação mais interesse e compreensível a todos os presentes. O aluno que domina o conteúdo tem a capacidade de tirar possíveis dúvidas que surgirem, ajudando ainda mais a engajar e interessar a comunidade.

Como dissemos, prática e aprendizado andam de mãos dadas. Sendo assim, o laboratório de Ciências é o ambiente ideal para a realização de atividades que despertem o interesse dos alunos pelas ciências, estimulando-os na hora do desenvolvimento de projetos para a feira da escola. Afinal, trata-se de um espaço educativo, que serve como ligação entre teoria e prática dos conteúdos escolares.

A Homelab fornece uma completa linha de produtos e acessórios científicos que podem auxiliar a sua escola, seja na montagem do laboratório ou nos projetos da feira de ciências.

Também oferecemos gratuitamente uma série de conteúdos com experimentos e práticas que podem ser utilizadas no evento ou no dia a dia da escola. Ficou interessado? Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento!

IMG_8159Já conversamos aqui no blog um pouco sobre a história do microscópio e os diferentes tipos que existem; agora, vamos falar sobre sua utilidade para a ciência. Amplamente utilizado no estudo das diversas ciências, especialmente Física, Química e Biologia, e também na Medicina, o microscópio permite a visualização ampliada de pequenas estruturas, sejam elas vivas, como células e outros seres microscópicos, ou fragmentos dos mais diversos materiais.

Essa ampliação permitiu à humanidade realizar estudos e observações que proporcionaram grandes avanços, seja na compreensão de agentes patogênicos, seja na criação de novas tecnologias. Dos primeiros registros de seres microscópicos de Van Leeuwenhoek, no século XVII, ao desenvolvimento da nanoengenharia, o microscópio aparece como protagonista dessas conquistas científicas.

Esse instrumento tornou o homem capaz de estender os limites impostos por seus próprios órgãos sensoriais, capacitando-o a explorar o mundo da vida e das coisas invisíveis a olho nu. Hoje, a evolução chegou a tal ponto que os microscópios mais potentes conseguem uma ampliação de até um milhão de vezes menor que um fio de cabelo humano, sendo capaz de registrar imagens de moléculas e até mesmo átomos.

Como a Ampliação é Possível?

Para entender sua função, é necessário compreender seu funcionamento. Existem diversos tipos de microscópio, cuja grande diferença fica por conta de como a imagem ampliada é gerada e por sua capacidade em aumentá-las. Em relação à formação de imagens, isso pode ocorrer por meio ópticos, acústicos ou eletrônicos.

O microscópio óptico é o tipo mais comum, sendo facilmente encontrados em escolas e pequenos laboratórios. Esse aparelho usa a luz, seja de fonte artificial ou natural, para iluminar as estruturas que serão observadas por meio de um conjunto de lentes. O poder de ampliação de um microscópio óptico pode chegar a 2000 vezes.

Já o microscópio eletrônico amplia a imagem ao bombardear o objeto em observação com um feixe de elétrons que passa por lentes eletromagnéticas. Esse aparelho consegue uma ampliação de até 1 milhão de vezes.

Menos conhecido, o microscópio acústico se baseia na ideia de se empregar o som e não a luz para gerar as imagens ampliadas. Como trabalha com ondas sonoras, esse aparelho é capaz de penetrar materiais opacos e fornecer uma visualização das estruturas internas.

Colaborações do Microscópio

Como dissemos, o microscópio possibilitou o desenvolvimento de diferentes áreas da ciência, impactando no nosso dia a dia e criando tendências para o futuro. A Medicina é uma das disciplinas que mais se beneficiam das potencialidades desse aparelho. As pesquisas sobre agentes patológicos possibilitaram a descoberta da causa de inúmeras doenças, como bactérias, vírus e protozoários. Foi com a colaboração do microscópio que o ser humano tomou conhecimento das causas de patologias como HIV, malária, dengue, micoses, entre outras.

Essas descobertas têm cooperado no tratamento dessas e de outras doenças, permitindo identificar o agente causador, sua composição, como atua e como combatê-lo. Afinal, é impossível tratar algo sem saber sua causa.

Outra área que sofreu grandes avanços devido à microscopia é a Biologia. A Citologia (ciência que estuda as células, estruturas que compõem os órgãos e tecidos dos seres vivos), por exemplo, depende de equipamentos que permitam a visualização detalhada das células animais e vegetais. Graças ao microscópio, foram descobertos os glóbulos brancos e vermelhos, as organelas, a parede das células vegetais e todo o funcionamento de toda a estrutura celular. Além disso, as imagens ampliadas proporcionaram à Biologia a pesquisa e a compreensão dos diferentes seres, sua formação e sua estrutura, ajudando a construir estudos mais assertivos e precisos.

Não podemos esquecer dos benefícios para a Física e a Química, em que o microscópio possibilitou a observação das diversas reações e substâncias e até mesmo da estrutura molecular de diferentes materiais e alterações por eles sofridas quando expostos a mudanças de condições.

Atualmente, em um esforço conjunto de todas essas ciências, o microscópio vem sendo usado para a criação novas tecnologias microscópicas, como a produção de nanocondutores, a introdução de nanorobôs para o combate a doenças e até mesmo estudos que envolvem a reordenação de átomos com o objetivo de diminuir a poluição.

Os microscópios são grandes aliados da Ciência. Sua capacidade de gerar imagens ampliadas permitiu à humanidade uma maior compreensão da vida e de todas as estruturas que a compõem. Mas os benefícios não são e não devem ser apenas para cientistas. O uso de microscópios nas aulas de Química, Física e Biologia são de extrema importância para a comprovação e aplicação de conceitos estudados em sala de aula, servindo como complemento perfeito à teoria e como meio de incentivar os alunos ao estudo das ciências.

Pensando nisso, a Homelab oferece uma completa linha de produtos científicos e microscópios para auxiliar no processo de ensino e aprendizagem de ciências. Ficou interessado? Acesse nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento.

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Algumas semanas atrás falamos sobre o que é ciência (você pode conferir clicando aqui). Mas diante deste esclarecimento, qual é sua importância no dia a dia de cada indivíduo e de uma sociedade como um todo? Vamos falar um pouco sobre isso.

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A importância da ciência já começa no passado e no que conhecemos sobre nós mesmos e nossas origens. Seus estudos foram fundamentais para a compreensão humana das gerações passadas e o conhecimento de nossa história. Seu desenvolvimento também foi essencial para saber onde estamos inseridos, desde o espaço, até nosso município e suas características. Um exemplo de como a ciência é capaz de transformar coisas inimagináveis em reais aconteceu recentemente, nos Estados Unidos, quando um astronauta deu seu voto para as eleições à presidência diretamente do espaço, de forma segura e secreta, como todos os demais cidadãos do país.

Mas a ciência está mais presente do que imaginamos, nas pequenas coisas do cotidiano. Podemos começar com o desenvolvimento tecnológico. Seus benefícios estão presentes em toda a nossa rotina, facilitando serviços diários e atividades que, hoje, não imaginamos de outra forma. Além disso, um dos de maior destaque é a medicina. Os medicamentos, exames e procedimentos são rodeados de ciência, fundamentais para a manutenção do nosso bem estar.
Vale lembrar que cada vez que acendemos a luz de nossa casa, usamos a internet, cozinhamos ou usamos produtos como detergentes, shampoos e perfumes, também estamos lidando com resultados científicos.

Tudo isso revela como é importante investir no ensino e aprendizado da ciência, a fim de que possamos entender melhor ações cotidianas. Acreditando nisso, a Homelab busca diariamente as melhores soluções em inovação para instituições de ensino. Conte com a gente na hora de entender melhor como a ciência é importante em nossas vidas.

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A Semana Nacional da Ciência e Tecnologia está chegando e o tema deste ano é: Ciência alimentando o Brasil.

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Com o objetivo de aproximar a Ciência e a Tecnologia da população, durante esta semana há a promoção de eventos para a divulgação científica, que acontece em diversas instituições espalhadas pelo país.

Vale ressaltar que a Semana Nacional da Ciência e Tecnologia não é apenas para profissionais especialistas da área, mas para toda a sociedade. Durante sua realização, são escolhidos temas de interesse geral, aplicados em uma linguagem acessível e que mostram a importância da Ciência para a sociedade. De acordo com o site oficial, são 10.830 atividades cadastradas em 293 cidades, em mais de 1200 instituições.

Além das atividades oficiais, aproveite esta semana para levar o tema para as salas de aula, estimulando seus alunos a conhecerem e se envolverem de forma mais próxima com a Ciência e a Tecnologia. Desta forma, você colabora para que o tema seja conhecido e disseminado por seus alunos, incentivando seu envolvimento com a temática e conhecimento real de sua importância.

Clique aqui para visitar o site oficial da Semana Nacional da Ciência e Tecnologia e confeir a programação completa.

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A palavra Ciência significa saber, conhecer, ou ainda: conhecimento amplo adquirido via reflexão ou experiência. Ou seja, é o conhecimento obtido através da prática, com princípios comprováveis e concretos.

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E ao contrário do que muitos entendem, a Ciência é muito mais ampla do que a representação de um cientista de jaleco pode representar. Isso porque, em si, traz diversas vertentes, estudos, especializações e singularidades. De modo mais prático, a Ciência não se reduz a experimentos científicos, mas traz consigo a matemática, a biologia, arqueologia, linguística, física, química e demais temas que podem ser examinados, observados, experimentados e comprovados através de princípios concretos.

É através destes passos que a ciência espacial evolui a cada dia, assim como a medicina, a biologia, a farmácia e tantos outros meios essenciais para o mundo e, também, para a vida na terra.

De modo geral, a Ciência é um mundo de grandes descobertas, comprovações, experiências e evolução. E nós? Bom, nós somos apaixonados pela Ciência <3

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Um dos grandes lançamentos Homelab 2016, o Conjunto Prático de Matemática une tudo o que suas aulas precisam para serem mais didáticas – e tudo isso sem precisar sair da sala de aula. Conheça os detalhes desta exclusividade Homelab.

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Gostou? Entre em contato conosco e garanta o seu 😉

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Os Jogos Olímpicos abrilhantam a programação da televisão e são o ponto alto da carreira de diversos atletas. Através de suas competições, várias modalidades passam a ser mais vistas e lembradas e países de todo o mundo unem suas culturas. Mas além de atividades físicas, os esportes dão grandes demonstrações práticas de física e matemática, e você pode levar isso para a sala de aula.

Para que os atletas alcancem o objetivo de suas competições, usam de diversas estratégias que, mesmo não exigindo cálculos teóricos, os mesmos são necessários na prática. Isso é perceptível em todas as modalidades, haja visto que podem exigir velocidade, força, resistência, acúmulo de pontos, entre outros.

E você como professor pode aproveitar esta pauta em suas atividades. Elas podem ser realizadas através da resolução de problemas, estudo dos elementos que envolvem o corpo do atleta ou os treinos e a diferença de resultado entre um atleta e outro, por exemplo.

Use sua criatividade e aproveite o espírito olímpico para inovar as atividades em sala de aula com seus alunos.