Em todo laboratório de química é possível se deparar com os utensílios de vidro que são essenciais para a prática laboratorial, isso porque evitam qualquer tipo de risco e atendem aos parâmetros de realização de experimentos sem interferências. Essas são as chamadas vidrarias de laboratório, itens específicos e que possuem extrema importância para as aulas práticas, pois garantem que os experimentos ocorram de maneira adequada. Essa especificidade tem a ver com o material que as compõe – vidro cristal ou vidro temperado – o que garante que elas não reajam com substâncias contidas nele, nem quebrem quando submetidos ao aquecimento durante os experimentos. Utilizar recipientes errados para uma experiência, além de afetar o seu resultado, também oferece riscos à segurança de todos dentro do laboratório.

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As vidrarias de laboratório devem ser tratadas com o maior cuidado possível, porque são compostas de um vidro altamente trabalhado, mais caro do que os vidros que utilizamos no dia a dia. Para adquirir resistência mecânica ao calor, ao choque térmico e a uma grande variedade de produtos químicos, o vidro borossilicato é comumente adicionado aos componentes do vidro comum durante a fabricação das vidrarias de laboratório. A Homelab possui um Conjunto de Vidraria de 156 peças ideal para as práticas laboratoriais e o ensino da ciência na prática com segurança.

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Despertar o interesse dos alunos pela física exige que seu ensino seja abordado de forma diferente. Percebe-se que, muitas vezes, o ensino da física acaba resvalando para uma extensão da matemática, com a aplicação de conceitos algébricos que permanecem desconectados da realidade do aluno. De qualquer maneira, esse problema não se limita apenas à física, mas também é percebido no ensino da química e da biologia. E a solução para esse problema é um maior número de aulas experimentais em laboratórios.

A questão é que as aulas experimentais exigem laboratórios, que ainda são escassos no país: cerca de 27 milhões de estudantes, o que equivale a 70% dos alunos do ensino básico, estudam em escolas públicas ou privadas que não possuem laboratórios de ciências. A importância dos laboratórios está em diversas variáveis do ensino como a apropriação conceitual dos fenômenos, motivação para aprender física, compreensão da física como ciência contextualizada e relacionada às demais disciplinas, desenvolvimento de habilidades para a operação de equipamentos, trabalho em grupo entre os alunos e em parceria com o professor.

Há uma solução simples no que diz respeito ao ensino da física. É possível montar aulas experimentais com materiais acessíveis. Assim, a problematização da realidade do aluno torna-se o ponto de partida, e não de chegada, dos estudos. Com aulas práticas, a quantidade de questionamentos e interesse dos alunos aumenta de forma bastante significativa. Por exemplo, dinamômetros, termômetros, lamparinas, multímetros, resistores e espelhos são itens encontrados no comércio com preços acessíveis a qualquer escola.

A Homelab possui Conjuntos de Física Básicos específicos para o ensino fundamental II, ensino médio e ensino superior que torna possível a realização de experimentos quantitativos que possibilitam ao aluno a aquisição de dados e realização de cálculos. Com o Conjunto de Física Básico, destinado para o ensino médio e superior, o aluno adquire noções de cinemática, decomposição de força peso e estudo sobre força de atrito, estudo de ondas estacionárias, da propagação de calor, da óptica e da queda de corpos. Já o Conjunto de Física Básico II, destinado para o ensino fundamental II desenvolve esses conteúdos de forma mais especializada, com o estudo relativos à cinemática, à decomposição da força peso, decomposição da força de atrito, estudos de ondas estacionárias, de propagação de calor e de óptica. Conheça mais sobre o Conjunto de Física Básico, e o Conjunto de Física Básico II da Homelab e traga mais prática para o ensino da Física.

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Para a construção de uma câmera pinhole, uma forma alternativa de produção de fotos, é preciso antes entender o conceito de câmara escura. Quando se fala em câmara escura, refere-se a um espaço interior, um compartimento fechado. Uma câmara escura pode ser um quarto fechado, uma caverna, uma caixa ou até mesmo o interior de uma lata. A luz que procede de um objeto iluminado penetra através de uma pequena abertura no interior da câmara escura, sendo que a imagem é reproduzida de maneira invertida em sua parede oposta.

Esse fenômeno da câmara escura é de conhecimento dos homens desde o tempo das cavernas. Na Grécia antiga, Aristóteles se referia ao uso da câmara escura para a observação de eclipses solares. Leonardo Da Vinci também estudou a câmara escura e a utilizou como forma facilitada na reprodução de imagens. O termo “pinhole” foi utilizado no século XIX, criado por David Brewster, o primeiro a utilizar uma câmara escura para fotografar. Daí por diante, a tendência foi aprimorar a técnica pinhole, melhorando e facilitando a visualização da imagem, com o posicionamento de uma lente biconvexa no lugar da pequena abertura.

A pinhole é, portanto, um processo alternativo de fotografar sem a necessidade do uso de equipamentos convencionais. É uma espécie de câmera artesanal que pode ser construída com materiais simples. O nome em inglês pin-hole ou pinhole pode ser traduzido como “buraco de agulha”, por ser uma câmera fotográfica que não possui lentes, tendo apenas um pequeno furo de agulha que funciona como lente e diafragma fixo no lugar de uma objetiva. É basicamente um compartimento todo fechado onde não existe luz, ou seja, uma câmara escura com um pequeno orifício. A diferença principal da fotografia pinhole para uma convencional está em sua ótica. A imagem produzida por uma pinhole apresenta uma profundidade de campo quase infinita, ou seja, tem um foco em todos os planos da cena, que é assim totalmente focada.

Para construir uma câmera pinhole você irá precisar de:

— Caixa de sapatos

— Tinta preto-fosca

— Agulha

— Papel cartão

— Fita isolante

Modo de fazer:

Pinte toda a caixa de sapatos, por dentro e por fora, com a tinta preto-fosca. Faça um furo com a agulha no papel cartão e um furo maior na caixa. Posicione o papel cartão preto furado pela agulha por cima do furo maior e o fixe com a fita isolante. É importante observar que o furo deve ser o menor possível e nem sempre a dureza do papelão da caixa nos deixa fazer um pequeno furo com a agulha, por isso, colamos um papel cartão furado com a agulha sobre um furo maior na caixa. Depois, é preciso verificar se não há nenhum outro ponto de entrada de luz na caixa além do furo da agulha. Posicione sobre o furo da agulha um pedacinho de fita isolante, que servirá como dispositivo de controle da entrada da luz no interior da câmera.

Para fotografar, é preciso posicionar um papel-filme fotográfico na direção oposta ao furo da câmera. Lá a imagem será fixada de forma inversa, quando permitir-se a entrada de luz pelo buraco da agulha. Então, basta que a pinhole seja posicionada em uma paisagem ou enquadramento escolhido e produzir a sua foto artesanal. Para fotografar com a pinhole é necessária uma exposição prolongada. No momento da tomada da foto, a câmera deve estar apoiada sob uma base firme, evitando como resultado uma imagem tremida. É preciso praticar várias vezes alternando para mais ou para menos a exposição e tomando sempre o cuidado de anotar os tempos, para se chegar a um resultado satisfatório.

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O efeito estufa é um fenômeno natural da Terra e serve para manter sua temperatura constante em sua superfície. Ele ocorre porque a atmosfera é altamente transparente à luz solar, porém, mais ou menos 35% da radiação recebida será refletida para o espaço, ficando 65% retida na Terra. Isso acontece principalmente graças ao efeito dos raios infravermelhos sobre gases como o dióxido de carbono, metano, óxidos de azoto e ozônio presentes na atmosfera terrestre que retém a radiação na superfície da Terra, mantendo o calor no planeta, não sendo ele totalmente refletido para o espaço.

Assim, o efeito estufa é essencial para a manutenção da vida na Terra, pois ele resguarda as condições ideais para o equilíbrio de nossos ecossistemas. Quando a Terra produz uma quantidade maior dos gases relacionados ao efeito estufa, acaba superaquecendo, desestabilizando o equilíbrio energético do planeta, o que resulta no aquecimento global. As principais responsáveis por esse desiquilíbrio são as emissões de gases poluentes derivados da queima de combustíveis fósseis.

Para criar um simulador do efeito estufa na atmosfera terrestre, você irá precisar de:

— Dois copos de água

— Papel alumínio

— Um recipiente retangular opaco, como uma caixa de sapatos

— Tesoura

— Filme plástico

Modo de fazer:

Forre a caixa com o papel alumínio e coloque dentro dela um dos copos de água. Tampe a caixa com o filme plástico. Coloque a caixa abaixo da luz de uma lâmpada ou da luz do Sol. Deixe o outro copo de água ao lado da caixa, mas fora dela.

Após 10 minutos, coloque o dedo dentro dos dois copos de água, o que ficou dentro e o que ficou fora da caixa, e sinta qual deles está mais quente.

Você irá perceber que a água no copo que ficou dentro da caixa está mais quente, isso porque, dentro do simulador de efeito estufa representado pela caixa, o calor foi retido em seu interior. Ao iluminar a caixa, a luz passa pelo filme plástico, que representa a nossa atmosfera, e se transforma em calor ao atingir a superfície interna. O ar é aquecido, apesar de a energia ser parcialmente refletida pelo papel alumínio, mas como nem toda a energia consegue deixar a caixa graças ao filme plástico, a temperatura interna da caixa aumenta, aquecendo mais a água do copo. Já a água do copo que ficou fora da caixa acaba perdendo sua energia para a temperatura ambiente, já que ela está fora do simulador de efeito estufa.

Utilize o kit de ciências múltiplas da Homelab para executar esse e outros experimentos em sala de aula. Assim, a explicação sobre os conceitos da ciência pode ser muito mais didática para seus alunos.

 

 

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No século XVI, os cientistas faziam observações astronômicas a olho nu ou com equipamentos pouco eficientes. No início do século seguinte, o cientista Hans Lippershey inventou a luneta, instrumento óptico que funcionava a partir da conjunção de uma lente côncava e outra convexa, cujo nome era refrator. Em 1606, Galileu Galilei construiu a primeira luneta de que se tem notícia, utilizando-a para observar o céu. Assim surgiu a luneta astronômica, equipamento que revolucionou a ciência.

A luneta também é conhecida como telescópio refrator, justamente por utilizar o princípio da refração da luz em seu funcionamento, tendo como finalidade a aproximação visual dos objetos distantes. Ela é constituída por duas lentes com campos visuais, ou seja, distâncias focais, diferentes. A primeira lente, é objetiva e fica na ponta da luneta, com uma distância focal de poucos metros. A segunda lente, aquela que fica próxima de nossos olhos quando utilizamos a luneta, é uma lente ocular, com distância focal de poucos centímetros. Quanto maior a distância focal, maior a aproximação dos objetos.

A primeira lente, a objetiva, capta a luz refratando-a para a outra lente, a ocular, trazendo para o olho humano a vista dessa luz refratada. Essa imagem comporta-se como objeto para a segunda lente, a ocular, que funciona como uma lupa, produzindo uma imagem virtual maior do que poderíamos ver a olho nu. Por isso que as imagens distantes aumentam quando utilizamos a luneta.

Em 1680, Isaac Newton criou o telescópio refletor, um melhoramento da simples luneta. Em vez da combinação de duas lentes, Newton inseriu um espelho côncavo e um espelho plano para captar a luz e refleti-la no foco de visão. O espelho côncavo, assim, reproduz a imagem de um objeto distante situado em seu foco. Essa imagem também se comporta como um objeto virtual aumentado, refletido então pelo espelho plano e captado pela lente ocular, que funciona como uma lupa.

Para ver o que o céu e as estrelas têm para nos ensinar, conheça o telescópio em forma de luneta da Homelab e o telescópios astronômico da Homelab. Afinal, para nós, o céu não é o limite de alcance da ciência.

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O solo é um grande filtro. Toda vez que é encharcado, a água dissolve os sais minerais nele presentes, fazendo com que as plantas os absorvam. A eficácia de retenção da água depende do tipo de solo. Uma experiência interessante para demonstrar essa capacidade filtradora do solo é utilizá-lo como filtro de água suja. Com o kit de ciências da Homelab, você terá em mãos os materiais necessários para a atividade.

Materiais:

— Coador de café

— 2 Filtros de café

— Carvão

— Areia

— Cascalho

— Frasco de vidro

— Água suja

Procedimento: primeiro, vamos tentar montar as camadas do solo dentro do coador de café, utilizando um dos filtros de café, o carvão, a areia e o cascalho. Comece posicionando o filtro dentro do coador. Esfarele o carvão, cobrindo bem o fundo. Forme uma segunda camada, espalhando a areia sobre o carvão e depois uma terceira camada com o cascalho. Então, posicione o coador dentro do frasco de vidro. O outro filtro de café será disposto por cima do coador.

Comece coando a água suja com cuidado sobre o primeiro filtro de café. As partículas maiores ficarão retidas nele. As partículas menores se depositarão no cascalho e as ainda menores ficarão retidas na areia, no cascalho e no filtro de café. A água filtrada irá aparecer no frasco de vidro.

Mesmo assim, essa água não ficará totalmente transparente e potável, pois uma purificação completa só pode ser obtida em estações de tratamento de águas residuais, que remove também as bactérias presentes. No entanto, a experiência comprova o poder filtrador do solo e como isso influi na nutrição das plantas.

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Experimentos são uma ferramenta essencial para garantir o maior aprendizado possível sobre qualquer matéria dada! Quando estamos falando sobre acústica, ir da teoria para a prática facilita com que os alunos compreendam os efeitos da mesma no mundo, ajudando até mesmo na memorização da matéria. Por isso a Homelab incentiva o uso de experimentos e materiais como o Conjunto de Acústica e Ondas, os quais promovem atividades práticas em sala de aula e nos laboratórios da sua instituição.

O Conjunto de Acústica e Ondas é a melhor opção, pois como foca especificamente no estudo da área, permite que incontáveis atividades sejam realizadas! Isso por que trabalha com o próprio som, ondas mecânicas longitudinais, velocidade do som, qualidades fisiológicas do som, interferências, batimentos, efeito Dopler, compreensão da recepção por um telefone celular, rádio, televisão, a visão, a audição, ondas em mola, ondas longitudinais, ondas transversais, ondas estacionárias, pulsos, reflexão de pulsos, nós, ventres, elongação, amplitude e velocidade de propagação do pulso. O material de excelente acabamento permite uma apresentação instigante do conteúdo para alunos e professores, isso porque vai da teoria até a prática,  pois isso envolve uma abordagem muito mais próxima da realidade dos alunos.

Alguns experimentos que podem ser realizados para facilitar o ensino sobre a acústica são:

  1. Enxergar a própria voz!

  1. Afinar instrumentos musicais!

O diapasão que faz parte do Conjunto de Acústica e Ondas é frequentemente utilizado para afinar instrumentos musicais. Tal atividade cotidiana pode ser demonstrada em sala de aula e até reconhecida por alunos que tenham um interesse maior pelo mundo da música. Compreender como esse fenômeno físico faz parte do dia a dia ajuda na memorização da matéria!

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3. Disco que toca dentro do crânio!

      4. Como enxergar o som!

A Homelab valoriza o uso de atividades dinâmicas durante o aprendizado pois sabe do grande impacto que elas podem ter quando o assunto é garantir que os alunos realmente tenham compreendido o que foi ensinado. Por esse mesmo motivo ela oferece materiais que trabalham em áreas como Ciências, Química, Biologia, Matemática, Geografia e História, focando sempre em diminuir a dificuldade de aprendizado dos estudantes, proporcionar um ensino cada dia melhor e mais completo graças aos materiais que garantam à instituição de ensino a oportunidade de gerar uma educação da mais alta qualidade.

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IMG_7772Quando trabalhamos experiências para aulas práticas de laboratório de ciências naturais com os alunos do Fundamental I, simultaneamente desenvolvemos neles várias atitudes científicas, que são transversais a outras áreas do saber, e contribuem para o seu desenvolvimento emocional. Estas atitudes facilitam a aquisição de hábitos de estudo, promovendo a autonomia e o senso de responsabilidade.

Através das aulas práticas de laboratório de ciências naturais a escola pode e deve promover oportunidade para que os alunos desenvolvam atitudes e qualidades pessoais, como:

  1. Curiosidade;
  2. Respeito pela evidência;
  3. Espírito de abertura ao novo;
  4. Reflexão crítica;
  5. Perseverança;
  6. Espírito de cooperação.

Como as crianças aprendem:

Antigamente, acreditava-se que as crianças aprendiam apenas recebendo informações de um professor. O professor explicava, ditava regras, mostrava figuras. A criança ouvia, copiava, decorava e devia aprender. Quando não aprendia, culpava-se a criança (desatenta, irresponsável) ou falta de “jeito” do professor.

Atualmente existem outras ideias sobre aprendizagem. Essas não negam completamente as ideias antigas sobre o aprendizado. É possível aprender recebendo informações, treinando e decorando regras. Mas, dessa maneira, a compreensão daquilo que se aprende costuma ser bem pequena. O que hoje se procura é favorecer o aprendizado com compreensão.

 

Os pesquisadores concluíram que:

  1. a) crianças pensam de maneira diferente dos adultos;
  2. b) cada criança pensa diferentemente de outra;
  3. c) o pensamento evolui, passa por estágios; em cada estágio, a criança tem uma maneira especial de compreender e explicar as coisas do mundo.

O que é aprender hoje?

Aprender com compreensão é um processo pessoal, que acontece dentro da cabeça de cada um. Esse processo exige que o aprendiz pense por si próprio. Assim, simplesmente receber informações de um professor não é suficiente para que o aluno aprenda com compreensão, porque, nesse caso, a criança fica passiva, não pensa com a própria cabeça.

O pensamento e o aprendizado da criança desenvolvem-se ligados à observação e investigação do mundo. Quanto mais a criança explora as coisas do mundo, mais ela é capaz de relacionar fatos e ideias, tirar conclusões; ou seja, mais ela é capaz de pensar e compreender.

Por exemplo, as crianças que tiveram oportunidade de praticar relações com a natureza (plantar, pescar, ter animais) costumam ser mais capazes de resolver problemas biológicos e de preservação da natureza do que crianças que não tiveram tais experiências.

É justamente esta última ideia que tem motivado os educadores a buscarem meios de fazer a criança explorar o mundo à sua volta. Os materiais do Projeto de Ciências proporciona para as crianças o contato da ciência de uma forma mais real.

A utilização adequada dos materiais:

O professor precisa ficar alerta sobre alguns elementos importantes na utilização de materiais concretos. As noções científicas se formam na cabeça da criança e não estão no próprio material.

O material favorece o aprendizado, desde que seja bem utilizado.

Vejamos o que significam essas três afirmações, em termos práticos:

  1. Primeiro, o material deve ser oferecido às crianças antes das explicações teóricas e do trabalho com lápis e papel. É preciso que os alunos tenham tempo e liberdade para explorar o material, brincar um pouco com ele, fazer descobertas sobre eles. 
  2. Após algum tempo de trabalho livre, o professor pode intervir, propondo questões, estimulando os alunos a manifestarem sua opinião. São essenciais, neste início, a ação e o raciocínio do aluno, pois é só ele mesmo que pode formar as noções científicas.
  3. A partir da observação e manipulação, da troca de ideias entre alunos e entre estes e o professor é que as relações científicas começam a ser percebidas e enunciadas. O professor deve então, aos poucos, ir organizando esse conhecimento.

 

Para concluir, podemos dizer que a atitude adequada do professor, em relação ao uso do material concreto, decorre de ele conceder o ensino de ciências nas séries iniciais como um convite à exploração, à descoberta e ao raciocínio.

Os materiais do Projeto de Ciências não precisam necessariamente estar dispostos em um laboratório ou sala especial, podem ser levados para a sala de aula, facilitando o trabalho do professor e dinamizando o estudo. Entre as opções, destacamos o Kit de Ciência – Cód 18995,  que atende do 1º ao 9º ano do ensino fundamental. Clique aqui e saiba mais!

 

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A Homelab disponibiliza uma série de materiais com experiências e outros conteúdos que podem ajudar professores, gestores e alunos a tornarem as aulas de ciências ainda mais produtivas e dinâmicas. Também oferecemos uma linha completa de equipamentos científicos para o seu laboratório, como microscópios e outros acessórios. Ficou interessado? Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento.

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Apesar de ser tema de ficção científica e o sonho de muitas crianças conhecer o espaço, aprender sobre ele pode ser muito complexo. A visualização é o melhor amigo do aprendizado rápido. Por facilitar a assimilação e ser algo muito mais dinâmico do que uma aula comum, a memorização de longo prazo é facilitada. A Homelab ajuda com essa tarefa oferecendo produtos focados no assunto como:

Globo Celeste

Com 21 cm de diâmetro, o globo celeste apresenta as principais estrelas com brilho de 1ª a 5ª magntude e suas constelações. Exemplificando de forma dinâmica o brilho das estrelas. Assunto que pode ser desenvolvido até o sol, o qual, na realidade, é uma estrela. As estrelas possuem um brilho que remete o observador a uma visão muito próxima da luminosidade que as mesmas emitem no céu escuro durante a noite.

Globo Lunar Cinza

No Globo Lunar é possível observar as principais crateras, lagos e montes presentes na superfície da Lua.

A Lua é o satélite natural da Terra e sua superfície é completamente marcada por impactos de asteróides. Isso torna a observação ainda mais interessante. A Lua impacta diretamente na vida no planeta Terra, por exemplo, o movimento de subida e descida do nível do mar, conhecido como marés é impactado diretamente pela Lua. E como essa influência acontece? Tais movimentos são causados pelas forças de atração que a Lua e o Sol (em menor proporção) exercem sobre a Terra, no caso, sobre as águas do nosso planeta.

O Planetário Iluminado

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O Planetário Iluminado é destinado a demonstração de uma matéria que antes era abstrata para os alunos. Tornando o aprendizado dos aspectos do dia e da noite e dos movimentos feitos pela Lua e a Terra (e seus efeitos no nosso dia-a-dia) muito mais prático!


Aulas que tiram matérias teóricas do abstrato e trazem a imaginação para dentro de sala de aula são essenciais, afinal, que jeito poderia ser melhor para compreender os movimentos entre a Terra, o Sol e a Lua do que os observando por um outro ângulo?

Por isso aulas fora do padrão são importantes, para mostrar a matéria aos alunos só que dessa vez, de maneira muito mais fácil de ser compreendida, fazendo assim com que qualquer dúvida não esclarecida com a teoria, ganhe uma resposta e o aprendizado atinja seu máximo.

Por saber dos benefícios de aulas dinâmicas dentro de um ambiente educacional, a Homelab oferece uma linha completa de produtos que permitem aulas lúdicas e muito mais funcionais quanto ao objetivo do aprendizado.

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Quem se lembra das primeiras aulas de Geografia na escola e os movimentos de translação e rotação da Terra? Pois é, esses são conceitos muito utilizados nos estudos relacionados à chamada Geometria Solar, que busca entender como a luz do sol irradia em nosso planeta.

No movimento de translação, a Terra percorre uma trajetória elíptica em um plano inclinado. É justamente esse ângulo que define a posição dos trópicos e faz com que os hemisférios do planeta recebam quantidades diferentes de radiação solar ao longo do ano, caracterizando as estações do ano.

Tais conhecimentos são importantes para o desenvolvimento de diferentes áreas. Seja na Geografia, na Física, na Biologia, na Astronomia, na Agronomia ou na navegação, a compreensão do movimento do sol e da incidência da luz solar no nosso planeta é fundamental. Sua versatilidade é tamanha, que esses conhecimentos podem ser utilizados até mesmo por fotógrafos, para definir a melhor hora do dia para fazer a foto desejada.

Isso posto, vale ressaltar que, atualmente, talvez a área que mais utiliza e se beneficia dessa ciência, porém, é a Arquitetura. O entendimento do fenômeno físico da trajetória aparente do sol é essencial na concepção e realização de projetos com qualidade ambiental, que façam bom uso da iluminação natural e proporcionem conforto térmico ao ambiente.

Esse sistema proporciona que alunos, professores e profissionais simulem a incidência da luz para projetos localizados em qualquer posição geográfica do planeta. Isso permite uma visualização rápida e prática da luminosidade solar sobre elementos arquitetônicos, edificações e meios urbanos.

O Heliodon

Para realizar esses trabalhos e cálculos com precisão, os profissionais das áreas que citamos utilizam um equipamento chamado Heliodon. Esse é um instrumento utilizado para simular as variações da incidência da luz solar direta gerada pelo movimento aparente do sol. Assim, é possível ajustar o ângulo entre uma superfície plana e um feixe de luz, combinando o ângulo entre um plano horizontal, uma latitude específica e o feixe solar.

As vantagens dos estudos realizados com Heliodon em relação a outras ferramentas disponíveis, como cartas solares ou programas de computador, são a possibilidade de visualização imediata das áreas iluminadas e sombreadas, simulando diferentes horas do dia e épocas do ano, além da oportunidade de manipulação rápida do objeto em análise.

Como Funciona?

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Atualmente, existem diversos modelos de Heliodon, com diferentes tecnologias e possibilidades. Porém, o mais comum de se encontrar ainda são os modelos analógicos e manuais. Seu funcionamento ocorre de maneira relativamente simples. As posições do sol nas diferentes horas e estações são simuladas por meio do uso de lâmpadas distribuídas em arcos representativos das trajetórias aparentes do sol. No centro do equipamento, é posicionado o objeto foco dos estudos. Normalmente, usa-se uma maquete ou representação.

São basicamente quatro passos: escolher a latitude do local de simulação no transferidor do equipamento, inclinando-o até a latitude escolhida. Em seguida, posiciona-se uma lâmpada em um dos arcos do heliodon conforme a hora e a época do ano desejadas para a simulação. Depois, é necessário escolher a orientação geográfica do objeto em estudo, sempre adotando o norte como referência. Por fim, liga-se a lâmpada – que fará o papel de sol – e observa-se a incidência da luz e o sombreamento resultante.

Os resultados das simulações permitem diversas observações importantes para o desenvolvimento de análises e avaliações. Na Arquitetura, alunos, professores e profissionais podem visualizar, por exemplo, a incidência da luz solar através das aberturas dos ambientes e as sombras em edificações ou espaços urbanos.

Além disso, os resultados obtidos com o Heliodon proporcionam a avaliação do desempenho térmico e do aproveitamento da luz dos projetos, possibilitando otimizá-lo para melhor aproveitamento dos recursos naturais, seja impedindo a entrada excessiva de calor ou verificando o melhor ponto para a instalação de placas fotovoltaicas, por exemplo. Já para áreas como Astronomia e Geociências, os resultados obtidos com o Heliodon permitem visualizar referências importantes, como pontos cardeais, trópicos, solstícios, equinócios, duração do dia e pólos celestes.

Por sua facilidade de manuseio e compreensão dos conceitos envolvidos, o Heliodon é uma excelente ferramenta pedagógica para ser utilizada em sala de aula. Dos anos iniciais do ensino fundamental à graduação em áreas como Física e Arquitetura, esse equipamento é ideal para a compreensão dos fenômenos relacionados à Geometria Solar.

Como não podia ser diferente, no site da Homelab você encontra o Heliodon à sua disposição. Acesse o nosso site e conheça também nossa completa linha de produtos científicos ideais para o seu laboratório ou instituição de ensino. Confira também nossos materiais complementares, com dicas de experimentos e outros conteúdos interessantes para você.