Observando as estrelas

Observar o céu à noite pode se tornar uma atividade muito recompensadora, pois traz inúmeros conhecimentos e curiosidades sobre as estrelas. Mas nem todos os astros que vemos no céu durante à noite são estrelas. Além da Lua, que é um satélite, os pontos luminosos que visualizamos à noite e são parecidos com estrelas, na verdade podem ser planetas, cometas, asteroides, galáxias ou nebulosas.

Com a observação feita a olho nu fica difícil diferenciarmos as estrelas dos demais astros, portanto é necessária a utilização de uma luneta ou telescópio para que possamos perceber as suas diferenças. Os planetas Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno são os únicos astros que podem ser diferenciados a olho nu. Mas, para conseguir enxergá-los, é preciso que o céu esteja sem nuvens, e o local de observação, livre da poluição luminosa.

Existe uma imensa variedade de estrelas que, quando observadas através de uma luneta ou telescópio, podemos diferenciar sua cor, brilho e tamanho. Por meio das diferentes colorações das estrelas, os astrônomos são capazes de determinar sua idade – as azuladas (as mais quentes) são estrelas mais jovens, já as mais avermelhadas (as mais frias), são estrelas mais velhas – o tempo que ainda viverão e o material que as compõem.

Observe o céu por alguns minutos num local, de preferência, afastado das luzes da cidade. Perceba a variedade de estrelas que existem, algumas mais brilhantes, outras quase apagadas. Note que as estrelas também possuem cores diferentes, as tonalidades mais fáceis de perceber são o azul e o laranja. Olhando com atenção, você encontrará algumas que parecem um floquinho de algodão quase se apagando. Procure olhar o céu como um todo. Você perceberá que há uma faixa mais clara com mais estrelas que no restante do céu: esta faixa é uma parte da galáxia onde estamos, chamada “Via Láctea” por causa do seu aspecto leitoso.

Com a luneta e os telescópios da Homelab fica muito mais interessante observar as estrelas. Conheça nossos produtos e torne as suas noites estreladas mais científicas.

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A melhor forma de tentar explicar as diferenças e intersecções entre geografia e geopolítica é estabelecer como alegoria de pensamento um limiar: não existe uma fronteira ou uma linha que delimite exatamente essas disciplinas, mas um limiar, um espaço de intersecção entre elas que fazem com que dialoguem constantemente.

Enquanto a geografia se volta mais para a natureza e os aspectos populacionais, geológicos e físicos de determinado território; a geopolítica investiga de que maneira esses territórios são delimitados e se afirmam política e culturalmente de acordo com a sociedade que os habita.

Além disso, a geopolítica também investiga os processos históricos que permeiam tais territórios, como aquela sociedade e sua cultura se formou ali e como seus aspectos políticos se estabeleceram e decorrem progressivamente diante da realidade contemporânea.

Para simplificar, podemos dizer que a geopolítica trata das relações de poder dos Estados Nacionais de determinados territórios, enquanto a geografia trata de seus aspectos naturais e populacionais. Assim, a geopolítica é uma área que conversa o tempo inteiro com a geografia, podendo ser considerada sua subárea.

Para compreender melhor aspectos geopolíticos do mundo, a Homelab possui um globo iluminado 3 em 1: físico, político e histórico. Quando apagado, o globo mostra a configuração física e política dos territórios. Quando aceso, ele mostra as dinâmicas históricas que deram origem aos territórios nacionais modernos. É um excelente produto para demonstrar as diferenças e intersecções entre geografia e geopolítica em sala de aula.

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Como ensinar os movimentos da Terra?

Nas aulas de geografia, um dos conteúdos básicos de aprendizado são os movimentos translativo e rotativo da Terra, ou seja, respectivamente, seus movimentos ao redor do Sol e em torno do próprio eixo terrestre. Para ensinar e explicar didaticamente esses conceitos, a Homelab possui dois materiais que podem auxiliar nesse processo: o planetário iluminado e o heliodon.

O planetário iluminado Homelab ajuda o aluno a entender os posicionamentos da Terra em relação ao Sol, ou seja, o movimento translativo de nosso planeta. É alimentado por uma fonte energética de 110 ou 220V, que simula a energia solar. Ajuda o aluno a entender aspectos do dia e da noite como o nascente e o poente, pontos cardeais, estações do ano, afélio e perifélio.

O heliodon é um equipamento utilizado para simular o movimento aparente do Sol tal como visto da Terra em pequena escala. A partir dessa simulação, pode-se saber como o Sol incidiria sobre determinado objeto de acordo com várias datas do ano e horas do dia, variando seus ângulos solares. Por isso, o heliodon é bastante útil para arquitetos, pois simula em maquetes a incidência do Sol em determinado edifício a ser construído.

Mas o heliodon pode ser muito pedagógico em sala de aula, explicando para os alunos, especialmente nos anos finais do Ensino Fundamental, conceitos de geografia básica como coordenadas de latitude e longitude e como elas podem indicar uma posição no globo terrestre, fuso horário, datas e estações do ano. No entanto, ele também é uma ferramenta muito útil em determinados cursos do Ensino Superior como arquitetura, geografia, geologia, física, biologia e agronomia.

Associando o planetário iluminado com o heliodon, fica muito mais fácil e didático ensinar aos alunos sobre os diferentes movimentos do planeta Terra dentro das aulas de geografia. Conheça melhor nossos produtos e deixe suas aulas cada vez mais dinâmicas!

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A geografia nos rodeia, a matéria abrange um tema que deve ser desenvolvido bem em qualquer aluno. Porém, a matéria é muito ampla, a geografia trabalha tanto a capacidade de se localizar bem no globo terrestre, quanto com o resto do universo, além de questões políticas e como o mundo se tornou o que conhecemos hoje, tanto no sentido físico quanto social.

Toda essa amplitude dentro de uma única matéria pode acabar confundindo os alunos, por isso, um laboratório de geografia pode ser um bom investimento quanto a aumentar a qualidade de ensino e nível de aprendizado dos alunos.

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A realidade é que a geografia é uma matéria totalmente vinda da atividade prática, da observação em si, materiais como este globo terrestre que trabalha com o relevo no planeta Terra permite que os estudantes observam e entendam por si só a questão de cordilheiras ou cadeias de montanhas e como consequência, até o impacto disso na vida de quem vive na região. Os alunos podem ir ainda mais longe, usar materiais como o Planetário Iluminado para compreender a relação entre a Terra, a Lua e o Sol, assim, trabalhando as direções norte, sul, leste, oeste e como reconhecê-las pelo Sol.

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Todas as disciplinas possuem conteúdos específicos que são trabalhados de forma simplesmente teórica, mas elas também apresentam outros temas que permitem e até promovem a aplicação prática. Porém, nada seria mais natural do que trazer essa questão da dinâmica e prática para dentro do ensino da matéria, pois como já foi apontado, a geografia vem dessas origens. Ambos os materiais apresentados permitem essa questão da prática promovida pela geografia, porém, nesse caso, dentro de um ambiente controlado e escolar.  

A observação da matéria é importante quanto a compreensão do lado sócio-econômico-ambiental e suas relações dentro da geografia, pois, como sabemos, as condições geográficas impactam diretamente a questão social. No final das contas, um dos objetivos da geografia é contribuir para a formação de cidadãos críticos, participativos (o que em si é basicamente colocar em prática o que foi aprendido) que possam atuar ativamente na sociedade por conhecê-la bem em todos os seus aspectos.

A Homelab acredita que a geografia deve ser ensinada de forma mais prática e por isso disponibiliza uma linha completa focada no ensino da matéria.

 

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Mapas são as ferramentas básicas da geografia. Eles nos permitem descrever fenômenos espaciais no papel! A leitura de um mapa requer a capacidade de pensar abstratamente, visualizar algo, esta habilidade é desenvolvida entre as idades de 7 a 9 e por isso o ensino antes dessa idade não é o indicado.

Uma boa ideia para iniciar o aprendizado e a compreensão da questão, seria confeccionar um mapa simples com os alunos, a partir de uma área comum e bem conhecida. No qual deve-se usar símbolos simples para fazer uma legenda e então, ser possível realmente entender e se localizar no mapa em questão. Como por exemplo, um mapa da própria instituição de ensino.

Algo que ajuda no processo de aprendizado é a utilização de mapas como o Mapa do Brasil 508 Anos de História que, além de exibir os estados, capitais e principais municípios, ainda apresenta o resumo histórico dos presidentes da República e por isso, se torna algo multidisciplinar e logo, muito mais cotidiano e memorável.

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O mesmo acontece com o mapa mundi político que apresenta a bandeira de diversos países e novamente, abrange mais do que apenas a localização. Um globo terrestre político também pode ser útil, afinal, a observação do mesmo mapa em outro formato pode ser educacional.

Para ser capaz de realmente interpretar um mapa é necessário cumprir com todos os seguintes tópicos:

  1. Ler a legenda

Um mapa sempre terá uma legenda que mostre o que cada símbolo presente nele significa! Ler a legenda é sim essencial antes de focar no mapa em si, afinal, a legenda é completamente necessária para a interpretação correta do material.

   2. Saber o que procurar no mapa

  • Um mapa é uma representação de um ponto de localização, logo, todo mapa ou tem uma rosa dos ventos (ou, caso não apresente, é deduzível que o norte fica na parte de cima do mapa) e é através dela que você saberá o que é norte, sul, leste e oeste e vai conseguir realmente se localizar no globo terrestre.

  • O título do mapa contribui com informações sobre o seu conteúdo, afinal, existe uma grande variedade de mapas:

    • Mapas rodoviários contendo rodovias e estradas;
    • Mapas turísticos focado em passeios e no turismo em si, marcando pontos famosos no local;
    • Mapas topográficos para fazer trilha e excursões, apresentando caminhos e áreas para acampar;
    • Cartas aeronáuticas ou mapas para pilotos, caracterizados por rotas e terminais aéreos além de marcos que as aeronaves devem evitar;
  • As cores também são essenciais para a compreensão de mapas. Por exemplo, o azul é usado para representar rios e o marrom as montanhas. Quanto as outras cores, a  legenda é a guia para descobrir o que significam.

    3. Entender a escala do mapa

A escala do mapa mostra a relação entre a distância entre dois pontos no mapa e a distância real. Simplificando, a escala demonstra quantos quilômetros alguns centímetros no mapa representam na vida real. A escala difere de mapa para mapa e por isso é necessária saber compreendê-la bem.

A escala geralmente está localizada no lado ou embaixo do mapa. Ela vai parecer no formato 1:100 000, o que significa que uma unidade no mapa é o equivalente a 100.000 unidades na vida real. Em geral, as seguintes escalas funcionam como indicado:

  • Utilize um mapa 1:25000 para caminhadas;
  • Utilize um mapa 1:190000 para dirigir;

  • Utilize um mapa 1:24000000 para ver o mundo inteiro.

Para determinar quão longe é o seu destino, use uma régua e a escala para medir quantos quilômetros são do ponto A para o ponto B. Por exemplo, se a escala do seu mapa é 1:250000, e a distância do ponto A para o ponto B é 10 cm, a distância total é 10 * 250.000 = 2.500.000 centímetros. Um quilômetro é igual a 100.000 centímetros, então, a distância do ponto A para o ponto B é 2.500.000 ÷ 100.000 = 25 quilômetros.

Compreender e saber utilizar a escala em mapas é realmente a parte mais difícil de todo o processo.

Para fazer com que os estudantes realmente compreendam todos esses tópicos, é necessário criar interesse deles com a matéria e para isso, competições e atividades em grupo podem ser criadas. Como por exemplo, o professor pode dividir a classe em vários grupos e pedir para que os alunos localizem 4 capitais pelo mundo e então, calculem a real distância entre cada capital seguindo no sentido horário. Ou o professor pode entregar um mapa da escola para os grupos e propor que a primeira equipe que conseguir chegar no local marcado no mapa ganhe algo.

O foco deve ser mantido em criar real interesse nos mapas e na sua leitura. Porém, é válido lembrar que este é um aprendizado um pouco mais complicado e que pede paciência do professor responsável, afinal, o próprio uso da escala acaba exigindo do aluno mais do que apenas noções geográficas, mas sim conhecimento matemático.

A Homelab acredita na importância da geografia na vida dos alunos e por isso oferece uma linha completa focada no ensino dessa disciplina de modo mais dinâmico e lúdico, assim promovendo a criação de uma memória de longo prazo e é claro, o amor pela geografia.

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