Geografia

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A geografia nos rodeia, a matéria abrange um tema que deve ser desenvolvido bem em qualquer aluno. Porém, a matéria é muito ampla, a geografia trabalha tanto a capacidade de se localizar bem no globo terrestre, quanto com o resto do universo, além de questões políticas e como o mundo se tornou o que conhecemos hoje, tanto no sentido físico quanto social.

Toda essa amplitude dentro de uma única matéria pode acabar confundindo os alunos, por isso, um laboratório de geografia pode ser um bom investimento quanto a aumentar a qualidade de ensino e nível de aprendizado dos alunos.

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A realidade é que a geografia é uma matéria totalmente vinda da atividade prática, da observação em si, materiais como este globo terrestre que trabalha com o relevo no planeta Terra permite que os estudantes observam e entendam por si só a questão de cordilheiras ou cadeias de montanhas e como consequência, até o impacto disso na vida de quem vive na região. Os alunos podem ir ainda mais longe, usar materiais como o Planetário Iluminado para compreender a relação entre a Terra, a Lua e o Sol, assim, trabalhando as direções norte, sul, leste, oeste e como reconhecê-las pelo Sol.

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Todas as disciplinas possuem conteúdos específicos que são trabalhados de forma simplesmente teórica, mas elas também apresentam outros temas que permitem e até promovem a aplicação prática. Porém, nada seria mais natural do que trazer essa questão da dinâmica e prática para dentro do ensino da matéria, pois como já foi apontado, a geografia vem dessas origens. Ambos os materiais apresentados permitem essa questão da prática promovida pela geografia, porém, nesse caso, dentro de um ambiente controlado e escolar.  

A observação da matéria é importante quanto a compreensão do lado sócio-econômico-ambiental e suas relações dentro da geografia, pois, como sabemos, as condições geográficas impactam diretamente a questão social. No final das contas, um dos objetivos da geografia é contribuir para a formação de cidadãos críticos, participativos (o que em si é basicamente colocar em prática o que foi aprendido) que possam atuar ativamente na sociedade por conhecê-la bem em todos os seus aspectos.

A Homelab acredita que a geografia deve ser ensinada de forma mais prática e por isso disponibiliza uma linha completa focada no ensino da matéria.

 

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Mapas são as ferramentas básicas da geografia. Eles nos permitem descrever fenômenos espaciais no papel! A leitura de um mapa requer a capacidade de pensar abstratamente, visualizar algo, esta habilidade é desenvolvida entre as idades de 7 a 9 e por isso o ensino antes dessa idade não é o indicado.

Uma boa ideia para iniciar o aprendizado e a compreensão da questão, seria confeccionar um mapa simples com os alunos, a partir de uma área comum e bem conhecida. No qual deve-se usar símbolos simples para fazer uma legenda e então, ser possível realmente entender e se localizar no mapa em questão. Como por exemplo, um mapa da própria instituição de ensino.

Algo que ajuda no processo de aprendizado é a utilização de mapas como o Mapa do Brasil 508 Anos de História que, além de exibir os estados, capitais e principais municípios, ainda apresenta o resumo histórico dos presidentes da República e por isso, se torna algo multidisciplinar e logo, muito mais cotidiano e memorável.

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O mesmo acontece com o mapa mundi político que apresenta a bandeira de diversos países e novamente, abrange mais do que apenas a localização. Um globo terrestre político também pode ser útil, afinal, a observação do mesmo mapa em outro formato pode ser educacional.

Para ser capaz de realmente interpretar um mapa é necessário cumprir com todos os seguintes tópicos:

  1. Ler a legenda

Um mapa sempre terá uma legenda que mostre o que cada símbolo presente nele significa! Ler a legenda é sim essencial antes de focar no mapa em si, afinal, a legenda é completamente necessária para a interpretação correta do material.

   2. Saber o que procurar no mapa

  • Um mapa é uma representação de um ponto de localização, logo, todo mapa ou tem uma rosa dos ventos (ou, caso não apresente, é deduzível que o norte fica na parte de cima do mapa) e é através dela que você saberá o que é norte, sul, leste e oeste e vai conseguir realmente se localizar no globo terrestre.

  • O título do mapa contribui com informações sobre o seu conteúdo, afinal, existe uma grande variedade de mapas:

    • Mapas rodoviários contendo rodovias e estradas;
    • Mapas turísticos focado em passeios e no turismo em si, marcando pontos famosos no local;
    • Mapas topográficos para fazer trilha e excursões, apresentando caminhos e áreas para acampar;
    • Cartas aeronáuticas ou mapas para pilotos, caracterizados por rotas e terminais aéreos além de marcos que as aeronaves devem evitar;
  • As cores também são essenciais para a compreensão de mapas. Por exemplo, o azul é usado para representar rios e o marrom as montanhas. Quanto as outras cores, a  legenda é a guia para descobrir o que significam.

    3. Entender a escala do mapa

A escala do mapa mostra a relação entre a distância entre dois pontos no mapa e a distância real. Simplificando, a escala demonstra quantos quilômetros alguns centímetros no mapa representam na vida real. A escala difere de mapa para mapa e por isso é necessária saber compreendê-la bem.

A escala geralmente está localizada no lado ou embaixo do mapa. Ela vai parecer no formato 1:100 000, o que significa que uma unidade no mapa é o equivalente a 100.000 unidades na vida real. Em geral, as seguintes escalas funcionam como indicado:

  • Utilize um mapa 1:25000 para caminhadas;
  • Utilize um mapa 1:190000 para dirigir;

  • Utilize um mapa 1:24000000 para ver o mundo inteiro.

Para determinar quão longe é o seu destino, use uma régua e a escala para medir quantos quilômetros são do ponto A para o ponto B. Por exemplo, se a escala do seu mapa é 1:250000, e a distância do ponto A para o ponto B é 10 cm, a distância total é 10 * 250.000 = 2.500.000 centímetros. Um quilômetro é igual a 100.000 centímetros, então, a distância do ponto A para o ponto B é 2.500.000 ÷ 100.000 = 25 quilômetros.

Compreender e saber utilizar a escala em mapas é realmente a parte mais difícil de todo o processo.

Para fazer com que os estudantes realmente compreendam todos esses tópicos, é necessário criar interesse deles com a matéria e para isso, competições e atividades em grupo podem ser criadas. Como por exemplo, o professor pode dividir a classe em vários grupos e pedir para que os alunos localizem 4 capitais pelo mundo e então, calculem a real distância entre cada capital seguindo no sentido horário. Ou o professor pode entregar um mapa da escola para os grupos e propor que a primeira equipe que conseguir chegar no local marcado no mapa ganhe algo.

O foco deve ser mantido em criar real interesse nos mapas e na sua leitura. Porém, é válido lembrar que este é um aprendizado um pouco mais complicado e que pede paciência do professor responsável, afinal, o próprio uso da escala acaba exigindo do aluno mais do que apenas noções geográficas, mas sim conhecimento matemático.

A Homelab acredita na importância da geografia na vida dos alunos e por isso oferece uma linha completa focada no ensino dessa disciplina de modo mais dinâmico e lúdico, assim promovendo a criação de uma memória de longo prazo e é claro, o amor pela geografia.

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