img_7774-1800x1200

O ensino da ciência deve englobar a prática científica, que possibilita e incentiva o aluno a ser agente de seu próprio aprendizado. Um dos problemas na Educação Básica é justamente a verticalização do ensino, num modelo em que o professor não instiga os alunos a levantarem hipóteses e buscarem soluções sozinhos, permanecendo relativamente passivos durante o processo de aprendizado. Os estudantes, muitas vezes, permanecem na decoreba sem associar aquilo que aprendem ao seu cotidiano.

O ensino da ciência deve funcionar como a natureza funciona: de maneira integrada. É importante que o aluno seja capaz de fazer a interconexão entre o que vê em sala de aula e os fenômenos observados no seu dia a dia. Para isso, a prática científica é essencial, não existe química, física e biologia sem a conexão com a realidade. As aulas de laboratório tornam-se assim oportunidades valiosas para demonstrar a teoria na prática.

Pensando nisso, a Homelab possui um Kit de Ciência voltado especialmente para o Ensino Fundamental I e II. O Kit é composto por materiais destinados ao estudo de leis fundamentais da física, iniciação à ótica, iniciação à botânica, conceitos e reações básicas de química e astronomia, desenvolvimento dos processos de obtenção de medidas, interesse investigativo e trabalho em equipe e liderança. Além disso, possui um roteiro de experimentos com mais de 80 práticas para atender o Ensino Fundamental I e II. Com esse roteiro, o professor pode demonstrar na prática as teorias condizentes com o currículo escolar. Assim, tanto em sala de aula, como em laboratório, o aluno torna-se agente de aprendizado podendo fazer a interconexão entre teoria e prática.

Compartilhe
0 comentários

história do microscópio

A palavra microscópio tem sua origem nos termos mikrós (do grego, pequeno) e scoppéoo (do grego observar, ver através). A origem do microscópio não é certa, porém, acredita-se que ele foi inventado por Hans Janssen e seu filho, Zacharias, dois holandeses fabricantes de óculos, no ano de 1591. Na associação de lentes, os Janssen teriam conseguido criar um aparelho que ampliava a visão. Contudo, tudo indica que o primeiro a utilizar um microscópio para fazer observações científicas foi o neerlandês Antonie van Leeuwenhoek (1632-1723). Leeuwenhoek produziu suas próprias lentes, com um poder de ampliação muito maior que os microscópios da época. Suas observações consistiam em investigar sobre glóbulos vermelhos do sangue, bactérias e a vida em uma gota de água

Em 1665, o cientista inglês Robert Hooke escreveu um livro detalhando suas descobertas microscópicas, o qual foi chamado de Micrographia. Suas observações mais importantes foram feitas com pulgas e cortiça, vendo pelos no corpo da primeira e poros no corpo da segunda. Hooke foi o primeiro a utilizar o termo célula ao descrever uma estrutura repleta de alvéolos vazios, tal como favos de uma colmeia. Assim, nomeou cada alvéolo de cell (ou cela, células em inglês), comparando os poros da cortiça às celas dos monges.

Ao longo dos séculos, com as novas descobertas científicas e a evolução da tecnologia, a qualidade e eficácia dos microscópios cresceu exponencialmente, principalmente durante o século XX. Em 1933, o cientista alemão Ernst Ruska inventou o primeiro microscópio eletrônico. Ao contrário do microscópio óptico que usa a luz para ampliar a imagem, o microscópio eletrônico utiliza feixes de elétrons e lentes eletromagnéticas para observar o objeto, conseguindo a ampliação da imagem de até um milhão de vezes. A importância do microscópio eletrônico foi tão grande que rendeu a à Ruska o Prêmio Nobel de Física, em 1986.

A Homelab possui uma linha de microscópios ópticos de última geração, essenciais para o ensino da ciência em sala de aula. Conheça mais sobre nossos produtos e construa a melhor infraestrutura que uma aula de ciências pode oferecer para a sua escola.

Compartilhe Tags
0 comentários

cjBiologia é a ciência que estuda os seres vivos e os fenômenos ligados à vida, à sua origem e à sua evolução. Essa disciplina é essencial para a compreensão do funcionamento do nosso ecossistema e de toda a biodiversidade que o compõe.

A grande diversidade de seres vivos e as diferentes áreas de estudo em que a Biologia se divide a tornam uma ciência de grande capacidade interdisciplinar. Ela é capaz de integrar conhecimentos com outras disciplinas como Física, Química, Geografia e até mesmo a Matemática.

A Biologia está presente em praticamente todos os acontecimentos do nosso cotidiano, e influencia diretamente em tudo que está relacionado aos seres vivos. Dos mecanismos que regulam as atividades vitais às relações que as diferentes espécies estabelecem entre si e o ambiente em que estão inseridas, essa é a ciência que permite a compreensão de todos esses fenômenos.

Nesse contexto, o estudo da Biologia consiste em conhecer o modo como o mundo se organiza. Para isso, requer uma visão crítica, que nos permita entender todos os processos biológicos e, assim, conhecer os conceitos científicos essenciais para o entendimento da vida.

Sendo assim, hoje vamos mostrar mais um exemplo de atividade para ser realizada em sala de aula com os alunos do Ensino Fundamental e Médio. O objetivo é utilizar os conhecimentos em Biologia, mais precisamente em taxonomia, e criar uma chave dicotômica para identificar diferentes amostras de organismos.

Antes de começar, porém, vamos entender um pouco mais sobre o que vamos estudar.

A Taxonomia

A taxonomia é um ramo da Biologia que ordena e classifica os seres vivos. De acordo com alguns cientistas, essa é considerada a ciência mais antiga que existe, uma vez que é inerente ao homem a necessidade de classificar o universo que o cerca.

A taxonomia estuda as relações entre os diferentes organismos, seguindo uma lógica evolutiva. Essa ciência agrupa os seres vivos conforme as características em comum que eles apresentam, dividindo-os em grupos e subgrupos. A cada uma dessas divisões, as semelhanças ficam mais acentuadas. Em suma, esse sistema permite compreender o grau de parentesco entre os seres e entender melhor a evolução na Terra.

O principal nome da taxonomia é o naturalista sueco Carl von Linné, criador do sistema de classificação de seres dos seres vivos que é referência até os dias de hoje. Essa classificação acontece na seguinte ordem decrescente: reino, filo, classe, ordem, família, gênero e espécie. Cada um dos grupos de classificação é chamado de táxon.

A divisão e identificação dos seres vivos é essencial para a ciência, auxiliando na elaboração de  inventários e descrições sobre a biodiversidade do nosso planeta e ajudando na sua conservação. Sem a classificação dos organismos de uma determinada área, por exemplo, seria impossível estimar a diversidade e estudar esses seres.

A Chave Dicotômica

A chave dicotômica é um método muito utilizado por cientistas e pesquisadores na classificação de seres vivos ou na identificação de organismos desconhecidos na taxonomia, facilitando a organização de informações. Por meio de descrições sistemáticas, esse sistema oferece uma série de questões com duas alternativas opostas, possíveis de serem respondidas somente a partir da observação. Cada resposta leva a novas questões, até que se chegue a um resultado que possibilite a classificação.

A Atividade

Para esse experimento você vai precisar de:

Para começar, divida a classe em 10 grupos de alunos. Distribua entre os eles diferentes amostras do Conjunto Simulador. Oriente cada grupo a criar uma chave dicotômica a partir de suas amostras. Troque os materiais entre os grupos e peça que cada um determine as amostras a partir da chave dicotômica recebida. Ao término da atividade, todos devem apresentar o resultado final de sua análise.

O Conjunto Simulador para chaves dicotômicas faz parte do Conjunto para Múltiplas Ciências da Homelab. O kit é destinado ao estudo de Biologia, Química, Física e Matemática para alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e também do Ensino Médio. Nele, são encontrados os materiais necessários para o desenvolvimento de exercícios relacionados a essas disciplinas, facilitando a realização de atividades em sala de aula ou no laboratório e estimulando a interdisciplinaridade e a interação dos alunos com as ciências.

A Homelab disponibiliza uma série de materiais com experiências e outros conteúdos que podem ajudar professores, gestores e alunos a tornarem as aulas de ciências ainda mais produtivas e dinâmicas. Também oferecemos uma linha completa de equipamentos científicos para o seu laboratório, como microscópios e outros acessórios. Ficou interessado? Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento.

Compartilhe Tags
0 comentários

IMG_8144 (1)

Permitir interação e uma visualização em 3 dimensões da matéria é uma das melhores formas de garantir que os alunos compreendam plenamente a matéria. Por isso materiais como a cabeça com pescoço musculadoesqueleto articulado musculadomão muscular em 3 partes e o modelo muscular de 50 centimetros são excelentes ferramentas de ensino.

figura-muscular-assexuada--cm-com--partes-com-orgaos-internos_1

figura muscular assexuada com 27 partes e orgãos internos apresenta com alta fidelidade anatômica os músculos, ossos e cartilagens dos membros superiores e membros inferiores, tórax e abdômen com órgãos internos. Além de rico em detalhes, o modelo pode ser dividido em até 30 partes e apresenta 238 regiões numeradas e classificadas para estudo. Um material como esse, de alta qualidade, tão completo e repleto de oportunidades acadêmicas muda de forma drástica e positiva a educação e permite que o aprendizado vá mais além!

Além de que quando o assunto são os músculos, diversas atividades com os alunos podem ser realizadas. Afinal, com simples movimentos físicos os alunos conseguem sentir e criar consciência da localização de certos músculos em seus próprios corpos. O professor pode realizar tal atividades com a classe e apontar o mesmo músculo os quais os alunos estão sentindo em um dos modelos 3D que a Homelab oferece.

A Homelab não trabalha apenas com os modelos em 3D, ela oferece materiais para áreas como CiênciasQuímicaBiologiaMatemáticaGeografia e História, focando sempre em diminuir a dificuldade de aprendizado dos estudantes, proporcionar um ensino cada dia melhor e mais completo graças aos materiais que garantam à instituição de ensino a oportunidade de gerar uma educação de alta qualidade.

Compartilhe
0 comentários

IMG_7774

O Berçário de Mudas trabalha com mais questões do que pode aparentar! Este material permite a análise e comparação do brotamento de sementes semelhantes com irrigação diversificada, por exemplo, com variação de quantidade de água, soluções ácidas, básicas, hormônios diversificados e ainda é possível fazer comparações com sementes variadas, onde é possível observar o tempo de brotamento, comprimento de raízes, resposta à irrigação e comparação de tempo de brotamento de sementes modificadas, condicionadas ao tipo de solo em que serão semeadas.

Porém, o que todo esse aprendizado traz como efeito na educação é o que realmente importa. Materiais simples como este podem mudar de maneira significamente a educação.

1.Promove a individualidade

Se a atividade de análise e comparação for realizada individualmente, cada aluno vai adquirir sua própria perspectiva sobre a situação, criando assim sua própria opinião sobre o tema e desenvolvendo o pensamento de forma individual. Esta questão da individualidade trabalha com a autoconfiança do estudante, o que impacta diretamente no desempenho do aluno em provas e testes individuais que o coloquem sob pressão.

A comparação e análise são o que permitem que alunos cheguem em uma conclusão própria, desenvolvendo o pensamento crítico. É de grande importância que o aluno desenvolva essas habilidades de forma individual, para assim formar sua própria personalidade e opiniões, e não baseá-la na do seu colega.

2. Desenvolve a paciência

hourglass-620397_960_720

Atualmente vivemos em um mundo muito imediatista, a paciências dos estudantes está cada dia menor. Porém, os experimentos que podem ser desenvolvidos no berçário são todos realizados durante um longo período de tempo (o que em si, já é uma vantagem para o professor que vai ter atividades diferenciadas garantidas por algumas semanas), o que acaba trabalhando com a questão do desenvolvimento da paciência nos jovens estudantes.

O desenvolvimento da paciência ajuda muito com o dilema da ansiedade, a qual é muitas vezes a grande culpada por alunos inquietos em sala de aula.

3. Facilita o ensino de botânica

A área da botânica é um das mais problemáticas dentro da biologia. A grande quantidade de informação nessa frente dificulta a memorização da matéria e confunde muito os estudantes.

O Berçário de Mudas trabalha com temas como angiospermas, morfologia externa, monocotiledôneas, dicotiledôneas; sistema de transporte, a nutrição das plantas e o sistema de controle nas mesmas.

Trabalhar com itens mais dinâmicos e práticos que permitam a visualização como o Berçário de Mudas pode ser uma ótima maneira de deixar a aula mais leve, ajudar na explicação, facilitar a compreensão e criar uma situação muito mais favorável a criação de uma memória de longo prazo.

4. Aborda de maneira divertida a ecologia

green-2551467_960_720

A preocupação com a natureza, aquecimento global, poluição e a natureza em si é um tema de extrema importância nos dias atuais. Até mesmo alguns dos países mais importantes do mundo demonstram a sua preocupação com a situação ecológica do nosso planeta.

Experimentos com o Berçário de Mudas contribuem para a criação de um apego emocional entre o aluno e a natureza em si, relação de extrema importância para garantir o futuro do nosso planeta. Além de permitir que o estudante compreenda o quanto a natureza é realmente complexa e isso, então, incentive um posicionamento de respeito e cuidado diante da mesma.

Como sempre, a Homelab tem consciência da importância de aulas práticas no dia-a-dia dos estudantes pois sabe que ao deixar as aulas mais dinâmicas, a compreensão do conteúdo fica mais fácil, permitindo assim um desempenho acadêmico ainda mais alto. Por esse motivo investe em materiais tão dinâmicos quanto o Berçário de Mudas em outras áreas, tais como Ciências, Química, Biologia, Matemática, Geografia e História.

Compartilhe Tags
0 comentários

IMG_8119

A grande utilidade dos modelos em 3D nas aulas de biologia vem da ideia de que este material permite a visualização real do objeto de estudo, o que facilita muito o aprendizado, principalmente quando o assunto é a biologia, afinal, esta matéria necessita de total compreensão da localização de cada tópico e da sua anatomia. Modelos em 3D fazem com que essa noção de localização necessária ao estudo da biologia seja facilitada e todas as dúvidas tiradas.

Por exemplo, a cabeça em corte mediano e a cabeça em disco em corte axial permitem visualizações diferentes do mesmo item, promovendo uma compreensão bem mais ampla do assunto. Tais materiais vão além de apenas imagens impressas nas páginas de uma apostila e da simples teoria, os modelos trazem para o aluno a oportunidade de vivenciar o que está sendo estudado e mais importante ainda, aprender até mesmo a reconhecer estas estruturas no seu dia-a-dia, pois, com a ajuda dos modelos, o assunto consegue virar tátil.

IMG_8035

Já o torso bisexual permite que o aluno compreenda a posição de todos os órgãos dentro do corpo humano e como eles são interligados. Por exemplo, é possível visualizar o caminho que a comida faz dentro do corpo humano e o professor pode utilizar essa oportunidade para explicar o que ocorre exatamente em cada órgão, só que dessa vez, de forma muito mais dinâmica graças a ajuda dos modelos em 3D. Assim facilitando a assimilação do conteúdo e o processo de memorização da matéria, além de incentivar o estudo da anatomia.

Outra vantagem é a observação de itens menores, como na secção mediana da mão, é possível observar estruturas ósseas, musculares, vasculares e várias estruturas. Porém, o tamanho pode ficar menor ainda, como na dupla hélice do DNA ou em modelos de estruturas de diferentes células, como a animal e a vegetal, afinal, saber diferenciá-las é essencial.

Os modelos promovem muito mais do que apenas uma visualização da matéria de modo mais completo, eles transformam estruturas microscópicas em algo tátil que fica gravado na memória do aluno e como consequência, se torna mais uma conteúdo aprendido com facilidade graças ao auxílio dos materiais da Homelab, a qual oferece uma linha completa focada no ensino da biologia pois acredita que uma proposta dinâmica é o futuro da educação de qualidade.

IMG_7762 (1)

A observação, além de facilitar a memorização e o processo de aprendizado, torna a aula muito mais divertida e dinâmica! Além de possibilitar que o professor promova atividades avaliativas diferentes e ainda, consiga observar os alunos lidando com a matéria em um ambiente com menos pressão psicológica do que uma sala de aula comum. Estas são 5 dinâmicas diferentes que podem ser produzidas em ambiente escolar que utilizam microscópios.

  1. Extração do DNA do morango:

    Para a atividade vai ser necessário selecionar 3 morangos e retirar os seus respectivos cabinhos verdes. O próximo passo é colocar os morangos dentro de um saco plástico e pressionar os mesmos com os dedos até que eles se tornem uma pasta quase homogênea e então, transferir essa pasta de morango para um becker. Em outro becker deve misturar 150 ml de água, uma colher (sopa) de detergente e uma colher (chá) de sal de cozinha. Mexer bem esta mistura com o bastão de vidro, porém devagar para não fazer espuma. O próxima passo seria colocar cerca de 1/3 da mistura de água, sal e detergente sobre a “pasta” morango. Misturar levemente os ingredientes com a ajuda do bastão de vidro e incubar a mistura em temperatura ambiente por 30 minutos. É recomendado mexer de vez em quando com o mesmo bastão. O processo segue ao colocar uma peneira sobre o becker limpo e passar a mistura pela peneira para retirar os pedaços de morango que restaram e enfim, colocar metade do líquido peneirado em um tubo de ensaio. O ideal seria colocar apenas cerca de 3 dedos no fundo do tubo. Despejar delicadamente a mistura no tubo (pela parede do mesmo, para escorrer pelo vidro) e sobre a solução, adicionar dois volumes de álcool comum. Não devemos misturar o álcool com a solução. Após aguardar cerca de 3 minutos para o DNA começar a precipitar na interfase. Após, uma sugestão que torna o experimento ainda mais interessante seria usar um palito de vidro, plástico ou madeira para enrolar as moléculas de DNA e então, observar o mesmo pelo microscópio.

  2. Célula da folha de uma Elodea:

    A proposta aqui é analisar de forma prática as células da folha da planta aquática Elodea! Para observar as células desta planta você pode retirar uma folha jovem de um dos ramos com a ajuda de um pinça e fazer uma montagem temporária, em água entre lâmina e lamínula. As folhas são muito finas e não precisam ser cortadas e podem ser examinadas com muita facilidade ao microscópio com luz transmitida. É interessante começar a observar em um pequeno aumento para se ter uma idéia geral da estrutura mais ampla da folha e, depois, com aumentos maiores, compreender os detalhes.

  3. Observação de uma célula animal:

    Para essa experiência é necessário uma lâmina bem limpa e com a ajuda de um palito, raspar cuidadosamente a mucosa interna da bochecha e depois de ter feito esse procedimento, esfregar o palito na lâmina. Coloque uma gota de corante azul de Metileno sobre o material e então, deposite a lamínula sobre tudo isso. Com um papel filtro retire o excesso e então, leve o resultado final ao microscópio e observe em todos os aumentos.

  4. Pele de cebola:

    É necessário tirar uma camada da cebola e ainda retirar uma película dessa camada da cebola; após ter feito isso se deve colocar a película em uma placa de Petri e adicionar algumas gotas do corante violeta genciana. Após aguardar 5 minutos, é necessário adicionar álcool etílico sobre as películas até encobri-las e deixar por mais 5 minutos. O próximo passo é colocar a película na lâmina e lavá-la com álcool duas vezes para retirar o excesso do corante e, depois, com água destilada. É necessário deixar a lâmina secar naturalmente e então, já pode levar ao microscópio para a visualização. As células da cebola são alongadas, com núcleo e parede celular evidentes.

  5. Repetir como Robert Hooke descobriu a célula:

    Com a ajuda de uma lâmina de barbear, deve-se realizar vários cortes transparentes na cortiça. Com um conta gotas, o próximo passo é depositar uma gota de água no centro da lâmina e em seguida, colocar o pedaço de cortiça no centro da lâmina e o cobrir com a lamínula. O próximo passo consiste em levar a lâmina ao microscópio e observá-la em todos os aumentos.

IMG_7422 (1) (1)

A Homelab oferece uma ampla gama de microscópios para atender qualquer demanda da sua instituição de ensino, além disso, também disponibiliza uma linha completa de acessórios para o aparelho e lâminas prontas para que as aulas com o microscópio também possam ser realizadas sem tanto preparo prévio e mais rapidez. Basta clicar aqui para conhecer todos os produtos que a Homelab oferece com foco em possibilitar e facilitar a execução de aulas com microscópios.

Compartilhe Tags
0 comentários

IMG_7928

Histologia é o estudo dos tecidos vivos, pois, apesar de muitos leigos acreditarem que todos os tecidos são iguais, as diferenças estruturais existem e são essenciais para que cada um cumpra seu devido papel de forma eficaz. Exatamente por essas diferenças entre os tecidos serem de tamanha importância, que todas precisam ser estudadas e memorizadas separadamente.

É preciso saber que um único organismo multicelular é constituído por diferentes tipos de células e cada tipo é especializado em realizar diferentes funções específicas necessárias para onde ele está posicionado. A histologia (do grego: hydton = tecido + logos = estudos) é a ciência que estuda os tecidos biológicos, sua formação, origem, estrutura e funcionamento; por isso, garante o estudo de todo este complexo sistema de tecidos vivos.

Mas apenas ter conhecimento da existência de células com estruturas distintas não é o suficiente, o aprofundamento é necessário pois é preciso conseguir distinguir cada tipo de tecido e suas respectivas células, reconhecer suas funções e ainda saber onde encontrá-las. Cabe à instituição de ensino compreender que este grande volume de conteúdo pode facilmente se tornar uma atividade extremamente árdua para seus alunos e que gera intensa dificuldade na hora do aprendizado. Sabendo disso, a instituição deve decidir qual atitude vai tomar para garantir a criação de uma memória de longo prazo sobre o tema discutido, assim, assegurando total compreensão da matéria por seus estudantes.

As atividades práticas são as melhores ferramentas para a criação de uma memória permanente, pois, elas conseguem se conectar não apenas com o intelecto, mas também com o emocional dos estudantes, assim, ajudando a tornar o momento do aprendizado em algo inesquecível e consequentemente, a matéria em algo memorável.

IMG_8016 (1)

Lâminas criadas com a intenção de promover o estudo da histologia são a melhor opção na hora de trabalhar com este tema. A experiência e visualização fora das páginas de uma apostila que podem ser promovidas pelas lâminas previamente preparadas para o estudo de histologia, auxiliam majestosamente no processo de fixação da matéria. A vasta linha de microscópios disponibilizados pela Homelab também oportuniza uma maior exploração desses materiais, além de viabilizar que os alunos percebam as diferenças entre cada tipo de tecido de forma individual. Além disso, as lâminas para preparo permitem que o educador proponha sua própria ideia na hora de realizar aulas como esta.

O professor, como mais uma motivação ao processo de memorização, pode promover uma identificação dos tipos de tecidos antes da aula prática, com imagens impressas, explicações e categorizações. Após a assimilação inicial ter sido concluída, o pedagogo pode possibilitar com que os alunos observem as lâminas nos microscópios e tentem reconhecer qual seria o tecido em questão. Atividades como essa propiciam o desenvolvimento individual de cada um, mas, sem excluir o fator dinâmico do ambiente laboratorial.

A Homelab acredita no aperfeiçoamento da educação por meio de aulas práticas, divertidas, dinâmicas, que desafiem de maneira positiva os alunos e que ainda promovam o real ato de aprender e não apenas o “memorizar para a prova”. Com uma linha completa que proporciona auxílio na hora de cumprir estas tarefas, a Homelab quer continuar promovendo uma didática repleta de experimentos, laboratórios, dinamismo e inovação!

BLOG

A Biologia nada mais é que o estudo científico dos seres vivos, abrangendo sua estrutura, função, evolução e interações com o ambiente. Assim como outras ciências, como Química e Física, os experimentos são parte essencial para a comprovação de teorias e verificação de conceitos e fenômenos.

Muito já falamos no blog sobre a importância das aulas práticas e experimentais no processo de ensino-aprendizagem dessas disciplinas e como a experimentação serve como complemento ideal para toda a teoria ministrada em sala de aula. Além disso, os experimentos também são importante ferramenta para ajudar a despertar o interesse dos alunos e facilitar a aprendizagem.

Sendo assim, hoje vamos mostrar exemplos de experiências de Biologia, mais especificamente na área da Botânica. Vista com desconfiança pelos alunos, essa disciplina é foco de resistência por sua complexidade e extensão. Porém, é possível mudar esse cenário.

Permitir que os estudantes façam experiências com plantas acrescenta um elemento prático importante ao ensino, apresentando princípios científicos e mostrando aos alunos como cada um desses conceitos pode ser aplicado no mundo real. A realização de atividades práticas ajuda a manter os alunos engajados e motivados a aprender, além de proporcionar uma maior interação entre colegas e também com os professores.

Isto posto, confira a seguir 4 experiência simples com plantas para fazer na aula de Biologia.

Colorindo Flores

Esse é uma experiência simples de fazer e que faz sucesso entre os alunos. A ideia é demonstrar a condução de água nos vasos das plantas. Esse processo vai desde a absorção de água pelas raízes até sua distribuição por toda a planta, chegando até flores e folhas.

Você vai precisar de:

  • Flores brancas
  • Água
  • 2 Copos
  • Tesoura
  • Estilete
  • 2 Colheres
  • Corante de alimentos de duas diferentes cores; azul e vermelho.

Para começar, coloque água até a metade dos copos. Adicione cerca de 30 gotas do corante azul em um copo e do vermelho em outro. Misture. Em seguida, escolha uma flor e corte o caule em um ponto que permita que ela seja colocada no copo sem que derrube a água. Depois, com o estilete, divida a parte final do caule em duas partes iguais. Coloque a flor na água com corante, de modo que metade do caule fique dentro do copo vermelho e a outra metade fique fora dele. É só aguardar. Para resultados ainda mais impressionantes, coloque cada parte do caule em copos com corantes diferentes.

Dependendo do dia, os resultados começam a aparecer em cerca de 10 minutos. Você vai perceber que as pétalas da flor branca vão começar a se colorir de acordo com a cor da água pela qual são irrigadas. O resultado é muito bonito e, depois de algumas horas, as folhas também ficam coloridas.

Vale lembrar que nem todas as plantas possuem sistema condutor. As que são dotadas de vasos pertencem ao grupo das traqueófitas. Ao longo da sua evolução, essas plantas desenvolveram tecidos especializados na condução de água e seiva, que transportam os nutrientes necessários para todas as partes da planta.

Nesse experimento, folhas e flores ficam coloridos por conta de dois fenômenos relacionados a esses vasos: a capilaridade e transpiração. O primeiro permite que os líquidos subam naturalmente através dos vasos das plantas. Porém, isso não é o suficiente para que água chegue até as partes mais altas das árvores, por exemplo. É aí que entra a transpiração, que cria uma espécie de sucção, que leva os nutrientes até as folhas e flores.

A Transpiração das Plantas

Esse é um experimento que pode ser feito a qualquer momento. O objetivo é demonstrar o processo de transpiração em uma planta.

Para realizá-lo, você vai precisar de:

  • Vaso
  • Uma planta viva, cheia de galhos e folhas
  • Saco plástico grande, incolor e sem furos
  • Barbante
  • Fita adesiva

Para começar, coloque alguns galhos da planta dentro do saco plástico e amarre com um barbante. Em seguida, coloque o vaso em um local onde possa receber luz do sol, como próximo a uma janela. Após alguns minutos, observe o interior do saco.

Depois de cerca de 15 minutos, será possível notar a presença de gotículas de água na superfície interna do saco plástico. Isso ocorre por conta do fenômeno da transpiração foliar, em que a planta elimina vapor d’água através de estruturas chamadas estômatos, responsáveis pelas trocas gasosas.

Nas plantas, a quantidade de folha e a dimensão da superfície foliar é que vão determinar uma maior ou menor taxa de transpiração. Isso é essencial para a sobrevivência e nutrição das plantas, uma vez que é pela transpiração que substâncias importantes, como sais minerais e aminoácidos, serão transportados da raiz até a folha, em uma espécie de força de sucção.

Construindo um Micro-Ecossistema

Essa experiência também é bem simples, mas, por outro lado, permite trabalhar temas bastante complexos da Biologia. Ela consiste no cultivo de plantas dentro de um terrário fechado.

Serão necessários os seguintes itens:

  • Recipiente transparente com tampa
  • Planta pequena
  • Pedras
  • Terra
  • Água

No fundo do recipiente, coloque uma fina cama de pedras. Em seguida, acomode a planta no centro do pote e preencha com terra, cuidando para não sujar as paredes do terrário. Essa camada de pedras e terra não deve ultrapassar 1/4 da altura do recipiente. Depois, regue a planta, deixando a terra úmida. Por fim, feche o terrário e deixe-o em local fresco e iluminado. Para aumentar as chances de sucesso do experimento, opte por plantas que gostem de sombra e umidade.

O recipiente fechado, ao que chamamos de terrário, funcionaria como um ecossistema em miniatura. Ali, não há saída nem entrada de matéria. O sistema se movimenta basicamente em função da luz.

Mas então como as plantas sobrevivem sem ar? Isso é possível porque, durante a fotossíntese, ela liberam oxigênio e consomem o gás carbônico presente na atmosfera. Se houver um equilíbrio entre fotossíntese e respiração e o solo também apresentar um bom balanço de água e nutriente, o terrário conseguirá manter as plantas vivas por meses a fio.

Você vai observar que, após algumas horas, um pouco de água vai começar a condensar nas laterais do recipiente. Esta é uma excelente demonstração do ciclo da água: a planta transpira vapor d’água, que se condensa e cai na terra, onde vai ser absorvida novamente pelas raízes da planta.

Dissecando um Hibisco

Essa é uma ótima atividade para ajudar nos estudos relacionados à morfologia das plantas. A escolha do hibisco se dá por conta da facilidade em encontrá-lo e por seu tamanho avantajado, que permite uma boa visualização de cada estrutura.

Para isso, você vai precisar de:

  • Flores de hibisco
  • Pinça
  • Bisturi

Com a flor em mãos, comece com a identificação das partes externas da planta, como sépalas, pétalas, estames etc. Em seguida, retire delicadamente e conte cada uma das sépalas e das pétalas. Se estiverem em números múltiplos de cinco, quer dizer que se trata de uma flor dicotiledônea. Depois, com a ajuda do bisturi, faça um corte transversal na região do ovário e observe os óvulos. Por fim, faça um corte longitudinal e observe as demais estruturas, como estigma e estilete, e como são conectadas entre si.

Essa experiência também pode ser realizada com flores monocotiledôneas, como lírios, por exemplo. Isso vai ajudar a observar as diferenças entre as duas espécies. Se possível, aproveite para observar o pólen no microscópio e expandir anda mais os conceitos trabalhados na aula.

São muitas as experiências que podem ser realizadas com plantas. Aulas práticas ajudam a dinamizar o estudo da Botânica e aproximar os alunos dessa disciplina tão importante, engajando-os e facilitando a aprendizagem.

Para ajudar você nessa tarefa, a Homelab fornece uma completa linha de produtos e acessórios para laboratório. Oferecemos também uma série de materiais de apoio, com experiências e outros conteúdos interessantes. Ficou interessado? Acesse o nosso site e conheça mais!

IMG_7881

A maioria das pessoas ainda não tem consciência plena da importância da biodiversidade para a vida no nosso planeta, nem sempre percebendo o papel essencial que as plantas desempenham. Seja como fonte de matérias-primas, alimentos ou medicamentos, esses seres exercem funções fundamentais, auxiliando na manutenção do clima, na geração de oxigênio, na proteção de rios e lagos e servindo como base de toda cadeia alimentar.

Reino Plantae

Composto por seres eucariontes, multicelulares, autótrofos e fotossintetizantes, esse reino é de fundamental importância para a manutenção da vida na Terra, sendo responsáveis pela nutrição de todos os seres vivos, além de fornecer abrigo a diversas espécies de animais e trazerem tantos outros benefícios ambientais ao planeta.

Por sua complexidade e variedade, o reino das plantas possui diversas divisões e subdivisões, levando em conta aspectos como a presença ou não de vasos condutores de seiva e de suas estruturas reprodutoras – semente, fruto e flor.

Em relação à presença ou ausência de casos condutores, as plantas podem ser classificadas como avasculares ou vasculares. Dentre essas últimas, elas ainda sofrem uma outra divisão, em que são separadas de acordo com a presença ou não de sementes.

Já no que diz respeito às estruturas reprodutoras, as plantas podem ser divididas em criptógamas, que não possuem flor e em que essas estruturas são pouco visíveis, e fanerógamas, que possuem flores e estruturas reprodutoras bem evidentes.

Botânica

Assim como muitas outras ciências, a origem da Botânica remete aos tempos da Grécia Antiga, tendo alcançado grande desenvolvimento já na época do Império Romano. Cabe ao discípulo de Aristóteles, o grego Teofrasto, o título de pai da botânica. São deles as duas obras consideradas marcos iniciais dessa ciência: ‘História das Plantas’ e ‘Sobre As Causas das Plantas’. Nas duas obras, que datam, aproximadamente, do século IV a.C, Teofrasto já dividia as plantas em dois grupos distintos, separando-as de acordo com a presença ou não de flores.

Ramo da Biologia, a Botânica é essencial para a compreensão da natureza das plantas. É ela a ciência responsável por estudar todas as espécies pertencentes ao Reino Plantae, abrangendo estudos relacionados à evolução, anatomia e classificação de todos esses seres.

É também por meio da Botânica que, hoje, é possível conhecer a aplicação de cada planta e a melhor forma de preservá-las, o que a torna uma ciência de extrema importância para a conservação do meio ambiente. Além disso, a Botânica busca contribuir para uma melhor relação entre ser humano e natureza, ajudando na recuperação de ecossistemas, proporcionando o melhor aproveitamento dos recursos vegetais e investigando propriedades medicinais e terapêuticas das plantas.

Botânica na Escola

No contexto em que estamos e considerando a importância das plantas para nosso planeta, é essencial o estudo da Botânica na escola. Foco de resistência de muito alunos, cabe à instituição de ensino criar metodologias que dinamizem o processo de ensino-aprendizagem dessa disciplina, proporcionando aos estudantes enxergá-la como essencial para a manutenção da vida na Terra.

Sendo assim, uma forma de gerar maior engajamento dos alunos e despertar o interesses dos jovens pelo estudo da Botânica é a realização de aulas práticas e experimentais. Essas aulas funcionam como complemento ao conteúdo ministrado em sala de aula, oferece aos estudantes a possibilidade de comprovação desses conceitos e da aplicabilidade prática do que estudaram. Além disso, as aulas práticas servem como estímulo ao fazer científico.

Pensando nisso, o Homelab oferece o exclusivo Berçário de Mudas. Ideal para o estudo de Botânica, o equipamento permite a realização de diferentes experimentos com plantas, proporcionando a análise e a comparação lado a lado.

Com o Berçário, os alunos podem, por exemplo, analisar o brotamento de sementes semelhantes ou comparar o crescimento de sementes diferentes. Além disso, o equipamento proporciona estudos relacionados à morfologia externa, à vascularização e a diferentes características dos representantes do Reino Plantae.

Ficou interessado? A Homelab oferece uma completa gama de produtos e acessórios científicos para deixar o laboratório da sua instituição de ensino ainda mais completo. Acesse nosso site, conheça nossa exclusiva Linha Homelab e faça um orçamento!