história do microscópio

A palavra microscópio tem sua origem nos termos mikrós (do grego, pequeno) e scoppéoo (do grego observar, ver através). A origem do microscópio não é certa, porém, acredita-se que ele foi inventado por Hans Janssen e seu filho, Zacharias, dois holandeses fabricantes de óculos, no ano de 1591. Na associação de lentes, os Janssen teriam conseguido criar um aparelho que ampliava a visão. Contudo, tudo indica que o primeiro a utilizar um microscópio para fazer observações científicas foi o neerlandês Antonie van Leeuwenhoek (1632-1723). Leeuwenhoek produziu suas próprias lentes, com um poder de ampliação muito maior que os microscópios da época. Suas observações consistiam em investigar sobre glóbulos vermelhos do sangue, bactérias e a vida em uma gota de água

Em 1665, o cientista inglês Robert Hooke escreveu um livro detalhando suas descobertas microscópicas, o qual foi chamado de Micrographia. Suas observações mais importantes foram feitas com pulgas e cortiça, vendo pelos no corpo da primeira e poros no corpo da segunda. Hooke foi o primeiro a utilizar o termo célula ao descrever uma estrutura repleta de alvéolos vazios, tal como favos de uma colmeia. Assim, nomeou cada alvéolo de cell (ou cela, células em inglês), comparando os poros da cortiça às celas dos monges.

Ao longo dos séculos, com as novas descobertas científicas e a evolução da tecnologia, a qualidade e eficácia dos microscópios cresceu exponencialmente, principalmente durante o século XX. Em 1933, o cientista alemão Ernst Ruska inventou o primeiro microscópio eletrônico. Ao contrário do microscópio óptico que usa a luz para ampliar a imagem, o microscópio eletrônico utiliza feixes de elétrons e lentes eletromagnéticas para observar o objeto, conseguindo a ampliação da imagem de até um milhão de vezes. A importância do microscópio eletrônico foi tão grande que rendeu a à Ruska o Prêmio Nobel de Física, em 1986.

A Homelab possui uma linha de microscópios ópticos de última geração, essenciais para o ensino da ciência em sala de aula. Conheça mais sobre nossos produtos e construa a melhor infraestrutura que uma aula de ciências pode oferecer para a sua escola.

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Termologia

A termologia é uma área da física que estuda as leis que regem as relações entre calor, trabalho e outras formas de energia, com a especificação na transformação de um tipo de energia em outra. O estudo da termologia foi primeiramente desenvolvido no século XVIII, com pesquisadores que buscavam formas de aprimorar as máquinas durante a Revolução Industrial, na ânsia de melhorar a sua eficiência.

Esses conhecimentos que garantem a eficiência de máquinas são atualmente empregados nas mais diversas situações do cotidiano, desde máquinas térmicas e refrigeradores, motores de carros, processos de transformação de minérios e derivados de petróleo. Portanto, as leis termodinâmicas regem a forma como o calor se transforma em trabalho e como o trabalho se transforma em calor.

Com o conjunto de termologia da Homelab, fica mais fácil demonstrar para os alunos as leis e conceitos desse campo da física. Sua principal atividade é a comprovação das Leis da Termologia, entre elas a Termometria, Propagação de Calor e Troca de Calor. Pode ser usado em grupo pelos alunos, estimulando sua criatividade e compreensão das leis físicas, além de possuir fácil montagem, definindo-se, assim, como uma solução para o ensino da termologia, pois leva a teoria à prática e vice-versa, envolvendo uma abordagem muito mais próxima da realidade dos alunos.

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O eletromagnetismo pode soar como algo confuso, quem sabe até mesmo inútil para alguns alunos, o que eles não sabem é como esse tema rodeia a vida deles! Por exemplo, um eletrodoméstico extremamente comum e que trabalha com o eletromagnetismo é o microondas. As microondas geradas pelo aparelho causam vibrações no dipolo das moléculas de água, aquecendo-as, o que faz com que qualquer alimento que possua água em sua composição seja aquecido! Cabe ao professor ser capaz de mostrar aos alunos que apesar do eletromagnetismo soar confuso e não poder ser visto, seus efeitos são cotidianos e estes podem sim serem observados com a ajuda de experiências e materiais adequados!

Alguns experimentos que ajudam a demonstrar de forma lúdica os efeitos do eletromagnetismo são:

Trem magnético caseiro

Gerador de energia com imã

Como fazer um ímã elétrico, o eletroímã

Além disso, materiais como o Conjunto de Eletricidade, Magnetismo e Eletromagnetismo ou o Conjunto para Eletromagnetismo trabalham de maneira dinâmica – porém bem mais didática – com o ensino dessa tão importante, complexa e apaixonante área!

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O Conjunto para Eletromagnetismo aborda assuntos como a lei de Ohm, capacitor, diodo, resistores, resistores ôhmicos e não ôhmicos, resistor variável e suas associações em série, paralela e mista, Lei das malhas de Kirchhoff, o que é uma malha, a Lei dos nós de Kirchhoff, o que é um nó, o campo magnético, os ímãs permanentes, mapeamento do campo magnético de um ímã, imantação por indução, linhas de indução magnética, campo magnético, ímãs permanentes, ímãs temporários e o eletroímã, fenômenos eletromagnéticos e a indução eletromagnética, medida da diferença de tensões e intensidades de corrente elétrica AC, a constante de tempo de carga e muito mais!

A relação entre magnetismo e a eletricidade é de extrema importância até hoje, o que torna este conteúdo ainda mais interessante e essencial. Esta relação foi descoberta em 1820 quando Hans Christian Ørsted aproximou uma bússola de um fio que unia os dois polos de uma pilha elétrica. Ele verificou que a agulha imantada deixava de apontar para o norte Norte e agora indicava perpendicularmente o condutor elétrico! Mais ou menos na mesma época, Dominique François Arago descobriu que o ferro adquiria propriedades magnéticas quando nas proximidades de uma corrente elétrica e então, André-Marie Ampère, envolveu uma barra de ferro em um condutor enrolado em helicoidal, acabou então por criar o primeiro eletroímã!

A Homelab sabe da importância da visualização da matéria, de aulas dinâmicas e práticas durante o complicado processo de aprendizado, e trabalha sempre sob os ideais de uma educação em constante evolução. É por esse motivo que a Homelab oferece materiais que trabalham com a questão da evolução da educação em diferentes áreas, tais como Ciências, Química, Biologia, Matemática, Geografia e História, focando sempre em diminuir a dificuldade de aprendizado dos estudantes.

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O estudo da acústica e de ondas, por ser algo que não pode ser – normalmente – visto, pode ser mais complicado do que o esperado. Afinal, muitos alunos absorvem o conteúdo de forma visual, pois, muitas vezes, apenas observar uma explicação ilustrada e descrita nas páginas de um livro pode não ser o suficiente para o total entendimento do assunto. É nessa hora que o lúdico auxilia os discentes a entenderem exatamente o que esses elementos estudados na física fazem no dia-a-dia, criando a oportunidade de visualizar a matéria dentro do cotidiano. Assim criando uma ligação emocional com o estudante e promovendo com que a matéria se torne uma memória de longo prazo, afinal, a convivência é o melhor companheiro da memorização natural e não forçada.

Na hora de promover a ludicidade, experimentos são os excelentes opções para qualquer professor. Por exemplo, experiências que permitam a real visualização das ondas causadas pela voz e demonstrem o conteúdo de forma surpreendente aos alunos:

Ou a compreensão, de maneira única, de como a propagação do som funciona de maneiras diferentes. Promovendo assim mais interesse sobre o assunto em questão:


Outra opção muito boa para promover aulas mais dinâmicas é o uso do Conjunto de Acústica e Ondas, o qual permite que o professor realize experimentos demonstrativos, permitindo dinamismo e ludicidade de maneira mais prática do que com as experiências citadas anteriormente!

Afinal, nesse caso, o material foi criado totalmente focado na educação. O equipamento, graças a essa sua natureza lúdica, auxilia com o processo de aprendizado dos estudantes. O conjunto permite o estudo do som, ondas mecânicas longitudinais, velocidade do som, qualidades fisiológicas do som, interferências, batimentos, efeito dopler, compreensão da recepção por um telefone celular, rádio, televisão, a visão, a audição, ondas em mola, ondas longitudinais, ondas transversais, ondas estacionárias, pulsos, reflexão de pulsos, nós, ventres, elongação, amplitude e velocidade de propagação do pulso.

Além disso, o material também oferece facilidade de montagem, praticidade durante as aulas e tudo isso acompanhado de um excelente acabamento.

A Homelab acredita que o aprendizado melhora muito com a ajuda de elementos lúdicos, dinâmicos e práticos! Por isso oferece uma linha completa para que o estudo de matérias como Química, Física, Matemática, Geografia, Ciências e Biologia se torne cada dia mais interessante, cativante e realmente resulte em  aprendizado pleno.

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A densidade de líquidos pode parecer muito confusa, afinal, como pode algum líquido ser mais pesado do que outro? Realmente não é um tópico que é trazido à tona em outros momentos da vida, o que, como sabemos, pode causar dificuldade graças ao fato de que a matéria não é realmente observado durante o dia-a-dia e se é observada, é vista como algo rotineiro e não como ciência. Porém, a realidade é que a densidade está a nossa volta o tempo todo. Em um copo de água com o gelo boiando e um de bebida alcoólica com o gelo no fundo do copo e até mesmo nos icebergs flutuando no oceano.

A necessidade de uma atividade prática vem da ideia de que se um aluno conseguir observar o fator acontecendo com os próprios olhos, ele vai ser capaz de compreender o assunto melhor. Já a proposta de algo dinâmico e lúdico para se conectar com o emocional do estudante consegue garantir que ele vai memorizar a matéria pois, ao se conectar com esta parte do cérebro, a memória tende a se tornar de longo prazo.

Esta experiência brinca com os dois fatores: visualização e a ludicidade.

Este experimento pode ser feito em grande escala dentro de uma proveta graduada de 100ml do conjunto de vidrarias. A brincadeira exige uma pipeta que está disponível no nosso conjunto básico para laboratório de 57 peças. Este conjunto, além de proporcionar o material para esta atividade, também permite que a imaginação do professor crie muitos outros experimentos além de garantir equipamentos de qualidade para um laboratório de química.

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A Homelab oferece uma linha completa para que o estudo de matérias como Química, Física, Matemática, Geografia, Ciências e Biologia se torne cada dia mais interessante, cativante, e como consequência, os alunos consigam aprendem a matéria cada dia com mais facilidade e os resultados acadêmicos se tornem ainda mais altos dentro da instituição de ensino.

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A física mecânica é de extrema relevância, mas apesar de estar presente em toda a nossa volta, nós estamos tão habituados com os efeitos dela que nem os notamos mais. Essa negligência aos efeitos do centro gravitacional e de muitos outros temas ao nosso redor tem grande impacto na baixa memorização da matérias pelos estudantes, pois esse costume faz com que toda a explicação soe como algo extremamente dedutível e previsível, afinal, é fácil saber em que posição os objetos ficam em equilíbrio, certo? É nessa hora que os equívocos começam, pois, ao contrário do que a mente pode dizer, o centro gravitacional vai muito além do centro estrutural de um objeto.

As experiências descritas neste texto tem como função mostrar o quanto o centro gravitacional é mais complexo do que aparenta e por meio disso alimentar o interesse dos alunos pela matéria, motivá-los a explorar essa nova percepção a sua volta e fazer com que percebam que o que – normalmente – temos como senso comum pode ser desafiado por situações do dia-a-dia e que isso tem relação direta com a física.

1. Centro gravitacional virtual!

“O centro de gravidade fica fora do objeto”, apesar de ser uma explicação correta, ela soa extremamente confusa. Visualizar esta teoria (o que é uma parte importante do processo de aprendizado) é praticamente impossível sem o auxílio de um experimento que demonstre como o equilíbrio pode não pertencer a nada físico.

2. As diferenças gravitacionais entre o homem e a mulher!

O centro de gravidade está presente em nossas vidas a todo momento. Porém, como já foi apontado, por estarmos tão acostumados com ele acabamos nunca notando seus efeitos. Esta experiência permite que o os estudantes percebam a aplicação desse assunto em seus próprios corpos.

Um fato interessante é que o centro de gravidade das mulheres (em geral) é posicionado diferentemente do centro de gravidade dos homens. Existem experiências que podem demonstrar isso.

Se um homem e uma mulher ajoelharem-se (encostando apenas o joelho e a ponta dos pés no chão) e colocarem as mãos nas costas, um experimento pode ser feito para demonstrar de forma divertida o quanto o centro gravitacional afeta o equilíbrio.

A ideia é posicionar um objeto pequeno, como uma caixa de fósforos de pé no chão e deixar que os alunos (um homem e uma mulher) tentem derrubar a caixa os o nariz. Durante essa tentativa, os estudantes devem manter as mãos nas costas, continuarem ajoelhados e com apenas o joelho e a ponta dos pés no chão.  

Graças à diferença anatômica, o que normalmente ocorre é que os homens não conseguem cumprir o proposto pois perdem o equilíbrio (isso ocorre graças ao centro de gravidade masculino que tende a ficar no torax) e que as mulheres cumpram a tarefa com facilidade (já que o centro de gravidade delas fica na região do quadril).

3. O pássaro equilibrista!

Ao contrário do que poderia ser deduzindo sem o estudo adequado, o centro gravitacional deste origami está em uma extremidade graças ao peso das asas.

4. A relação de volume e ângulo com o centro de gravidade!

Para essa atividade o professor deve encher um dos sólidos ocos disponibilizados pela Homelab com algum líquido (preferencialmente colorido para melhor visualização de toda a classe) ou com algum material sólido que seja capaz de preencher todos as fissuras (como amido de milho com ou farinhas integrais com pequenos grãos). Depois disso, a ideia é que o professor permita que alguns estudantes tentem equilibrar o cilindro em sua própria borda ao redor de uma das bases, o que faria com que o objeto em questão ficasse em equilíbrio em um ângulo maior do que o de 90 graus com a superfície, assim desafiando novamente o que o cérebro imagina ser o centro gravitacional.

Este experimento é possível sem grandes dificuldades mas pede estudo e treino prévio. É válido ressaltar que a quantidade de material dentro do recipiente tem grande influência sobre o resultado final.

Após algumas falhas e preferencialmente, o acerto do professor que deve expor o volume de material correto que deve permanecem dentro do sólido e o ângulo adequado em relação a onde o sólido está apoiado, o experimento ainda pode ser repetido, só que, dessa vez, com latas de metal (como as de refrigerante) pois graças a suas quinas com dois apoios e por ela ser mais larga, a margem de erro para o equilíbrio perfeito se torna maior, o que em si, já rende uma explicação do professor para a classe. Lembrando novamente que a quantidade de material dentro da lata também interfere nos resultados.

A grande importância dos sólidos transparentes é demonstrar para os alunos o quanto o volume do material dentro do sólido interfere no resultado, pois, por a lata ser de metal, os alunos são impedidos de visualizar isso de forma prática e as dúvidas tendem a prevalecer após a atividade.

Estes exemplos abordam a estranheza causada pelo centro gravitacional, mas, com o auxílio do conjunto para mecânica básica, o professor pode explorar ainda mais as possíveis atividades a serem desenvolvidas abordando este mesmo tema e suas vertentes. O material ainda permite que dentro de um ambiente laboratorial sejam realizadas atividades em grupo para avaliar se os estudantes realmente aprenderam com as aulas teóricas e práticas desenvolvidas na instituição de ensino.

O que a Homelab propõe com estas atividades, são oportunidades de aprender de forma dinâmica, divertida, memorável e que atraiam o interesse de todos os estudantes, assim, facilitando o aprendizado e tornando o ambiente escolar mais leve.

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Uma grande função das aulas práticas é introduzir a explicação científica na vida do aluno e por meio disso, facilitar o aprendizado. Ao usar algo tão comum quanto o gelo, a teoria que foi sintetizada nesses experimentos realmente entre no dia-a-dia e facilita ainda mais a fixação do conteúdo.

Além disso, a água tem propriedades extremamente interessantes as quais podem ser exploradas em todos os seus estados físicos. A água faz parte de uma variedade gigantesca de assuntos abordados dentro de várias áreas da ciência. Considerando isso, experimentos como estes que vão ser exemplificados a seguir, podem ajudar no entendimento até mesmo de outras áreas e auxiliar no fator multidisciplinar.

1. As “pedras preciosas” de gelo!

Esta é uma experiência que pode ser feita com grande facilidade e demonstra a reação entre o gelo e o sal, já que o segundo componente diminui o ponto de congelamento e tira a água da sua forma sólida. Com a ajuda de uma pipeta que faz parte do nosso conjunto básico de laboratório de 57 peças, de alguns corantes, blocos de gelo (preferencialmente, o gelo deve ser feito em algum recipiente maior e não nas clássicas forminhas de gelo) e sal de cozinha, vamos conseguir pintar o interior dos blocos de gelo.

A ideia é formular uma solução salina com os corantes e o sal de cozinha, com ajuda de uma pipeta, essa solução deve ser derramada vagarosamente sobre a forma sólida da água. O sal vai criar pequenos buracos e saliências dentro do gelo graças à reação já mencionada, o corante então vai escorrer para dentro dessas fissuras e colorir o interior do gelo. Essa atividade acaba por criar pequenas obras de arte temporárias, que, além de bonitas, são extremamente instrutivas de modo prático.

2. O gelo que não parte no meio!

Regelo é o fenômeno de fusão do gelo por aplicação de pressão e logo em seguida, solidificação, a qual ocorre graças a pressão que é novamente reduzida. Esse fenômeno pode ser teorizado com a ajuda de um gráfico sobre variação do ponto de congelamento da água e o experimento ajuda a demonstrar de forma lúdica uma das propriedades mais interessantes do gelo.

3. Densidade diferentes em diferentes estados físicos!

O ensino por meio de aulas práticas é de extrema relevância, são essas aulas que garantem que os estudantes levem o aprendizado para o resto de suas vidas e principalmente, que apliquem-os no dia-a-dia, já que essa atitude é de grande auxílio para a memorização de longo prazo. Por acreditar nesses ideias que a Homelab oferece uma infinidade de produtos e materiais de alta qualidade para garantir o sucesso e o maior aproveitamento de todas as aulas práticas.