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Os alunos desenvolvem preferência por certas matérias e áreas de conhecimento ainda cedo. Atividades divertidas, dinâmicas e práticas ajudam a criar uma ligação positiva entre o estudante e o conteúdo em questão. Apesar do conteúdo futuramente se aprofundar, as aulas de ciências no ensino fundamental, nada mais são do que física, química e biologia básica, ou seja, essa conexão positiva pode acabar se estendendo para essas outras matérias no ensino médio.

Laboratórios permitem que os estudantes tirem suas próprias conclusões do que observaram durante suas análises, o que, além de trabalhar com o raciocínio lógico, promove a independência de cada aluno.

Um laboratório de ciências pode ser o local perfeito para um berçário de mudas por exemplo. Este material permite o estudo da área botânica da biologia pela observação do comportamento de cada planta. O berçário gera a oportunidade de comparar o comportamento de cada muda, por exemplo, é possível realizar a análise do brotamento de sementes semelhantes sob circunstâncias diferentes e de sementes diferentes sob as mesmas circunstâncias.

A área da botânica tende a gerar muita dificuldade entre os alunos, as quais se intensificam mais ainda no ensino médio, quem sabe, o berçário seja a oportunidade perfeita para trabalhar com essa questão, pois atividades prática estão diretamente ligadas com uma boa memorização e compreensão de conteúdo.

Outro equipamento que permite o trabalho com a questão do aluno fazer as próprias descobertas, é o Pluviômetro Digital. Ele pode indicar a quantidade total de queda de água da última hora, últimas 24 horas e ainda a última chuva com hora e data de registro.

Cabe apenas ao professor saber utilizar estes materiais de maneira que cumpra o seu papel didático. Afinal, um laboratório de ciências é um local de descobertas e diversão, mas, acima de tudo, de aprendizado.

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Quando a questão são aulas práticas de ciências, os microscópios não podem ficar de fora. Além de normalmente chamarem muito a atenção e o interesse dos alunos, eles garantem ainda mais oportunidades para realizar experimentos dentro do ambiente laboratorial.

A realidade é que um laboratório de ciências permite que os professores brinquem com a questão das aulas dinâmicas, as opções são muitas e podem trabalhar desde os assunto mais básicos como os 5 sentidos até a questão do DNA. Todas essas possibilidades fazem com que este se torne um bom investimento, afinal, pode ser usado em todas as etapas do ensino fundamental e ainda é um grande diferencial da maioria das escolas.

A relevância de aulas dinâmicas e práticas não devem jamais ser menosprezadas. Além de auxiliar o professor na explicação, acelerar a compreensão do conteúdo, ajudar a manter o interesse dos alunos e permitir que os estudantes tirem dúvidas que surgem apenas na hora da prática, ainda trabalha diretamente com a criação de uma memória de longo prazo. Exatamente por ter consciência de tudo isto que a Homelab oferece materiais que trabalham com a dinamicidade e a prática em diferentes áreas, tais como Ciências, Química, Biologia, Matemática, Física, Geografia e História, focando sempre em diminuir a dificuldade de aprendizado dos estudantes e proporcionar um futuro ainda mais brilhante para a educação.

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festahomelab2Em 2005, no dia 12 de julho, a Homelab foi criada. Agora, 12 anos depois, a Homelab está em festa, comemorando mais de uma década de sucesso e apreço à educação! A empresa nasceu da necessidade da Pimpão ampliar seus produtos e oferecer aos seus parceiros uma vasta linha de materiais para laboratório para trabalhar de forma mais completa ainda com a educação e acabou expandindo seus produto, eventualmente atingindo até mesmo o público do ensino superior e disponibilizando seus materiais para grandes universidades.

Com a missão oferecer aos seus parceiros uma linha de materiais e soluções inovadoras, de qualidade e modernas para laboratórios e ambientes educacionais, os quais acompanhem as tendências da educação brasileira e mundial, a Homelab se mantém focada e motivada, acreditando no seu impacto dentro do processo de educação. Tudo isso sempre foi feito mantendo a excelência no atendimento, proporcionando crescimento contínuo dos colaboradores e das instituições parceiras, esperando ser reconhecida nacionalmente como uma empresa inovadora em materiais e soluções, sempre comprometida e buscando a liderança dentro do mercado brasileiro!

A Homelab trabalha sob os valores da ética, inovação, competência, eficiência, compromisso com a educação brasileira e com a satisfação dos clientes, conquistada por meio da excelência no atendimento, altíssima qualidade de produtos e serviços. Foi (e ainda é) o trabalho duro que levou a Homelab aonde ela está hoje.

É por ter construído essa relação de confiança com seus clientes, que a Homelab segue no mercado, cada dia auxiliando mais no processo de aprendizado de alunos de diversos locais e níveis escolares.

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Essa ocasião não poderia passar em branco e por isso, na sexta feira dia 7 de julho a empresa comemorou seus 12 ano de Homelab com uma festa bem animada, descontraída e saborosa com toda a empresa!

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Foi um momento muito especial, todos os presentes faziam parte da história da Homelab e por isso, comemorar juntos mais um ano de tantas conquistas e sucesso, foi extremamente gratificante e muito divertido!

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Aulas práticas de ciências são um recurso pedagógico importante, que trazem muitos benefícios aos estudantes e ajudam a tornar o ensino mais dinâmico, atraente e completo. Por meio desse tipo de aula, os alunos podem verificar a aplicabilidade do que foi estudado em sala de aula, sendo o complemento ideal ao aprendizado teórico. Além disso, aulas experimentais em laboratório ajudam a engajar os estudantes, estimulando os estudos.

Infelizmente, no Brasil, devido aos problemas enfrentados por boa parte das instituições de ensino, os laboratórios de ciência são um espaço raro de ser encontrado. Segundo o último Censo Escolar do INEP, nem um quarto das escolas do país contam com um ambiente dedicado ao ensino e aprendizagem práticos de ciências. E isso é uma pena.

Além dos benefícios aos estudantes, aulas práticas em laboratório auxiliam o educador a avaliar o domínio dos alunos em relação ao conteúdos, verificando a familiaridade com termos, equipamentos e teorias. Isso permite ao professor identificar os pontos fortes e pontos que necessitam de reforço em sala de aula, criando um aprendizado integral e completo.

Para a realização dessas aulas, é essencial que os alunos tenham o embasamento necessário para compreender a ciência e seu linguajar. A partir daí, as práticas em laboratório podem ser introduzidas aos poucos. Esse processo vai ajudar a gerar um maior interesse por parte do estudante, motivando-o e ajudando a desenvolver importantes capacidades investigativas e senso crítico mais apurado.

Caso a sua escola ainda não conte com um laboratório e deseje usufruir de todos esses benefícios que citamos, hoje vamos trazer alguns pontos essenciais na hora de montar um laboratório na sua instituição de ensino. Antes de tudo, vale ressaltar que existem normas e regulamentações estipuladas pelo Ministério do Trabalho e Emprego e também pela ABNT. Essas normas buscam uma padronização das instalações, garantindo que as aulas sejam ministradas corretamente e com total segurança.

Espaço

Para muitas escolas, a maior dificuldade para a implantação de um laboratório está associada ao aspecto financeiro, uma vez que nem sempre é considerado prioridade para as instituições e seus gestores. Sendo assim, é fundamental que, do projeto ao espaço para a montagem de um laboratório de ciências, tudo esteja em concordância com a segurança.

Para isso, é primordial a atuação de um profissional da área de engenharia e arquitetura, ajudando na avaliação de aspectos como infraestrutura, design e todos os aspectos técnicos, como instalações elétricas, hidráulicas e mobiliário.

Segundo a NR-8, do MTE, um modelo de laboratório de ciências deve contar com uma área total equivalente a 53m2 e comportar 25 alunos. A norma ainda estipula aspectos do projeto como bancadas, portas, janelas e armários.

Pisos, Paredes e Janelas

Pisos, paredes e janelas são outro ponto que merece atenção no laboratório de ciências da sua escola. Esses itens devem ser analisados pelas seguintes características: facilidade de manuseio e limpeza, durabilidade e resistência.

O piso deve ser sempre antiderrapante e sem desníveis. As portas devem ser abertas por fora e localizadas longe de escadas, enquanto que, por sua vez, as janelas devem ser posicionadas para melhor aproveitamento da iluminação e ventilação naturais.

Gás, Água e Luz

Para que as instalações proporcionem segurança a todos os frequentadores do laboratório, a ABNT define normas para padronização e posicionamento das estruturas de gás, água e eletricidade. Os alunos não podem ter livre a acesso a esses itens e cada instalação deve seguir as regulamentações quanto ao material utilizado e as cores de cada tubulação, facilitando o controle por parte dos profissionais da escola.

Móveis, Armários e Bancadas

A NR-8 também estipula alguns pressupostos a serem levados em consideração na escolha e instalação do mobiliário do laboratório. As características fundamentais e que vão fazer toda a diferença são resistência, firmeza e facilidade de limpeza. A norma do MTE também preconiza as características ideais de bancadas, armários e prateleiras.

Materiais, Instrumentos e Equipamentos

Montado o espaço, é hora de equipá-lo. Os materiais essenciais e mais usados em laboratórios de ciências compreendem as vidrarias, os microscópios, os instrumentos de porcelana e metal, os equipamentos elétricos, entre outros.

A Homelab fornece uma completa linha de produtos e acessórios científicos com os principais itens para o laboratório de ciências da sua escola. O Conjunto Básico para Laboratório e o Conjunto para Múltiplas Ciências, por exemplo, trazem os itens mais importantes para os estudos e experimentos em Química, Física e Biologia. Em nossa exclusiva Linha Homelab, você encontrará diversos outros kits e conjuntos para áreas específicas, com equipamentos e acessórios essenciais para um ensino ainda mais completo. Confira!

Segurança

É fundamental que o aluno perceba que o laboratório se trata de um lugar de estudo, que exige um comportamento diferente e que não permite brincadeiras. Para a segurança de todos os presentes no laboratório, o MTE criou a NR-26. Dentre elas, está o uso de equipamentos de proteção coletiva e individual (EPC e EPI) durante os experimentos, especialmente aqueles que envolvam substâncias tóxicas.

Os benefícios que a prática laboratorial pode trazer ao processo de ensino-aprendizagem é inegável. O investimento nas estruturas necessários para proporcionar essa dinâmica certamente trará benefícios aos estudantes e também ao professor, uma vez que, além das vantagens que citamos, o laboratório é um espaço que proporciona a interdisciplinaridade e estimula a interação entre alunos, colegas e professores.

A Homelab acredita no poder transformador da educação e das ciências. Por isso, fornecemos soluções completas para auxiliar na prática dessas disciplinas. Acesse o nosso site, conheça tudo o que temos a oferecer e faça um orçamento!

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As propriedades dos ímãs são conhecidas desde a Antiguidade. Diz a lenda que o termo ‘magnetismo’ faz referência ao grego Magnes, que teria descoberto um espécie de pedra – hoje conhecida como magnetita – que atraía a ponta metálica de seu cajado. Outra versão atribui o nome ao fato de esse mineral ser abundante na região da Magnésia, na Ásia.

Sejam artificiais ou naturais, os ímãs são materiais capazes de repelir-se e atrair-se entre si, bem como a outros elementos, como ferro e outros materiais magnéticos, como níquel e cobalto. Isso porque eles contam com dois pólos opostos, em que existe um campo magnético. Esses dois pólos – norte e sul – atraem-se, seguindo a regra física de atração de opostos. Por outro lado, ao aproximar dois pólos iguais de dois ímãs diferentes, o efeito gerado será de repulsão.

Esse campo magnético nada mais é que um conjunto de forças que partem do pólo norte para o pólo sul dos ímãs, o que gera sua capacidade de atração e repulsão. Uma fato curioso é que é impossível separar os pólos de um ímã. Não importa em quantas vezes ele seja dividido, cada novo pedaço criado será composto por seus próprios pólos norte e sul.

Eletromagnetismo

Desde os gregos, os fenômenos relacionados à eletricidade e ao magnetismo eram observados e estudados. Para se ter uma ideia, os primeiros registros datam do séculos 6 a.C por Tales de Mileto. Foi somente a partir do século XVI que novas pesquisas foram desenvolvidas nessa área, porém, sem que ninguém conseguisse estabelecer uma ligação entre os fenômenos elétricos e magnéticos.

Esse panorama começou a mudar já começo do século XIX, com as experiências realizadas pelo professor dinamarquês Christian Oersted. Durante uma de suas aulas, o pesquisador demonstrava aos seus alunos como se dava o aquecimento de um fio condutor durante a passagem de uma corrente elétrica. Ao lado do seu experimento, havia uma bússola. Quando o professor liberou a passagem da corrente elétrica pelo fio, reparou que a agulha da bússola desviou-se de sua posição natural.

Como se trata de um ímã alinhado ao campo magnético da Terra, a mudança na posição da agulha só poderia ocorrer com a presença de um outro campo mais intenso. Com isso, mais tarde, Oersted verificou que o movimento da agulha dependia da posição da bússola em relação ao fio pelo qual passava a corrente elétrica. Essas observações representaram um grande avanço científico, ajudando o professor a demonstrar que a corrente elétrica em um condutor está diretamente relacionada a um campo magnético que se cria ao seu redor, fazendo com que o condutor funcione como um ímã.

Anos mais tarde, o cientista inglês Michael Faraday trabalhava em pesquisas que consideravam a possibilidade de gerar eletricidade a partir de campos magnéticos, ou seja, o caminho oposto ao experimento realizado por Oersted. O pesquisador descobriu que uma corrente elétrica era gerada no momento que se posicionava um ímã no interior de uma bobina feita com fios condutores.

Desse modo, Faraday provou que a variação de um campo magnético é capaz de criar uma corrente elétrica em um fio condutor, mesmo sem estar conectado a nenhuma fonte de energia. Ele deduziu que se houvesse um movimento da bobina em relação ao ímã, seria possível obter uma corrente elétrica contínua, efeito que ficou conhecido como indução eletromagnética. Até hoje, esse é o princípio básico do funcionamento de geradores e motores elétricos.

As descobertas de Oersted e Faraday tiveram grande impacto nos avanços tecnológicos nos anos seguintes. Atualmente, os princípios do eletromagnetismo são a base de grande parte da tecnologia mecânica e eletroeletrônica presentes nas nossas vidas, de secadores de cabelos até os sistemas de telecomunicações.

Motor Elétrico Homopolar

Para realizar seus estudos e comprovar seus resultados, Faraday construiu um dispositivo com o objetivo de mostrar o efeito magnético circular ao redor de um fio condutor, a que ele chamava de rotação eletromagnética. Esse aparelho ficou conhecido como Motor de Faraday e foi o primeiro motor elétrico construído.

Esse dispositivo criado por Faraday também é conhecido como motor homopolar. Essa denominação se dá pois não há nenhuma alteração na polaridade dos seus componentes durante seu funcionamento. Ao se fechar o circuito, o campo magnético do ímã exerce uma força sobre as cargas elétricas do material condutor, gerando uma corrente elétrica. Esse é o princípio do funcionamento dos motores elétricos.

Experimento: Construindo um Motor Homopolar

Apesar de pouco utilizados na prática hoje em dia, o motor homopolar proposto por Faraday tem um funcionamento muito simples, sendo fácil de construir e uma ótima opção para comprovar os princípios do eletromagnetismo.

Pensando nisso, hoje vamos mostrar como construir um motor elétrico homopolar em casa ou na sala de aula.

Para esse experimento você vai precisar de:

  • 1 pilha AA
  • Ímãs em formato cilíndrico
  • Pedaço de fio elétrico
  • 1 Parafuso
  • Fita isolante
  • Estilete

Para começar, descasque as extremidades do fio utilizando o estilete. Em seguida, prenda com a fita isolante uma das pontas do fio sobre um dos pólos da pilha. Depois, coloque a ‘cabeça’ do parafuso sobre os ímãs e encoste-os no pólo livre da pilha. Por fim, encoste a extremidade livre do fio no ímã e observe como o parafuso começa a girar. Eis o motor mais simples do mundo em pleno funcionamento!

Gostou? A Homelab oferece materiais completos com uma série de experimentos científicos para serem realizados na sala de aula ou no laboratório da sua instituição de ensino. Confira!

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IMG_7795Aulas experimentais em laboratório são uma excelente ferramenta para aprofundar o conteúdo estudado em sala de aula, permitindo aos alunos um conhecimento mais aprofundado e embasado. As aulas práticas auxiliam o professor a ministrar a disciplina e seus conceitos, despertando o interesse e a curiosidade dos estudantes ao promover a aplicação e observação de toda a teoria estudada.

Dentre as diversas áreas que podem se beneficiar das aulas experimentais, encontram-se ciências, como Biologia, Química e Física. Nesse contexto, um instrumento em particular é de extrema importância para os temas propostos por essas disciplinas: o microscópio. O uso desse instrumento no ensino dessas disciplinas proporciona a criação de aulas mais dinâmicas, aproximando teoria e prática e possibilitando aos alunos a percepção de estruturas e seres invisíveis a olho nu e até então só vistos nos livros didáticos.

A aulas práticas que utilizam o microscópio como recurso pedagógico permite uma melhor abrangência do conteúdo e, ao demonstrar que a ciência é muito mais do que teoria acaba por aproximá-la à realidade do estudante. Com isso, o uso do microscópio na experimentação facilita a compreensão do conteúdo por parte dos alunos e a ministração do conteúdo pelo professor.

O ideal preconizado por educadores é que haja, no mínimo, um microscópio para cada quatro alunos, garantindo que todos tenham oportunidades iguais e a aula transcorra com qualidade. Infelizmente, conhecendo a realidade de grande parte das instituições de ensino do Brasil, isso nem sempre é possível. Porém, há saídas que podem contribuir para amenizar esse panorama.

Com o avanço da tecnologia, novas soluções surgem a todo instante. Hoje, é comum encontrarmos diferentes tipos de microscópios, com variadas utilidades e valores. E um desses modelos é o microscópio trinocular.

O que é o Microscópio Trinocular e Quais São Suas Vantagens?

O grande diferencial desse tipo de instrumento é o fato de funcionar com três tipos de observação: uma para cada olho e mais um para conectar uma câmera. Com isso, é possível realizar diferentes tarefas, como a captura, a edição e a transmissão da imagem da amostra em observação no aparelho.

Hoje, é comum encontrarmos câmeras para microscópios, tornando-se muito indicadas para educadores e instituições de ensino, uma vez que permitem a projeção das imagens capturadas para os alunos em computadores, TVs ou projetores. Isso faz com que, com um único aparelho, toda a classe possa vivenciar e observar os conceitos científicos que foram vistos em sala de aula, proporcionando intervenções do professor e a geração de debates. Além disso, as câmeras para microscópio invertem a lógica, transformando o caráter individual típico desses aparelhos em construção coletiva de conhecimento, com a participação de todos ao mesmo tempo.

Geralmente, as câmeras são acopladas ao microscópio por meio de adaptadores ou conexão USB. Esses equipamentos possuem diferentes resoluções em megapixels, variando a qualidade da imagem e o poder de ampliação. Não há necessidade da aquisição de equipamentos muito caros ou refinados. Com soluções simples e baratas, já é possível transmitir as imagens com qualidade e sem complicações.

As câmeras de vídeo CCD são muito utilizadas em microscópios que vão somente projetar as imagens em alguma tela, como TV ou datashow. Elas são conectadas por entradas de vídeo RCA, exibindo a imagem com bastante qualidade. Essas versões possuem excelente custo-benefício, sendo ótimas opções para colégios e universidades.

Pensando nisso, o Kit Câmera Para TV Bivolt da Homelab é ideal. Com uma câmera de vídeo de alta resolução (480 linhas) com saída RCA e filtro para correção de luz, esse conjunto permite transmitir para TV ou DataShow a imagem que está sendo focalizada no microscópio. É só acoplar a câmera na porta trinocular do tubo, ligá-la à rede elétrica e pronto! Todos os alunos poderão ver, ao mesmo tempo, o que está em observação na lâmina do microscópio.

Gostou? A Homelab possui uma completa gama de produtos e acessórios científicos para ajudar você nas experiências em laboratório. Acesse o nosso site, conheça nossa exclusiva Linha Homelab e faça um orçamento!

tecnologia-escolaO avanços tecnológicos têm impacto direto no comportamento e na rotina da sociedade atual. Hoje, vivemos imersos em tecnologia, em contato constante com aparelhos eletrônicos e aplicativos. As novas ferramentas transformaram nossas vidas e o modo como nos comunicamos e nos relacionamos, trazendo desafios e mudanças para todos segmentos da sociedade. Uma das áreas impactadas é, sem dúvidas, a Educação.

O ensino passa por um período de transformações e adequações aos tempos atuais. Governo e instituições de ensino têm buscado maneiras de reinventar estratégias pedagógicas já ultrapassadas e colocá-las em consonância com a era digital em que vivemos e com a nova forma de aprender da nova geração de estudantes. Assim, discutir os rumos da Educação passa, invariavelmente, pela inclusão das novas tecnologias e ferramentas no cotidiano do processo de ensino-aprendizagem, deixando para trás os moldes educacionais ainda vigentes e focar em adaptar-se à realidade desse aluno nativo digital.

Modernização da Educação

Os recursos tecnológicos foram, timidamente, sendo introduzidos aos poucos nas escolas, conforme a necessidade se fazia crescente. A utilização de vídeos, a introdução de computadores em algumas disciplinas e até mesmo o retroprojetor são exemplo do uso da tecnologia na Educação. Porém, com um acesso cada vez mais fácil à internet e a dispositivos de uso pessoal, essas tecnologias se tornaram obsoletas rapidamente e o sistema tem dificuldades em adaptar-se à nova cibercultura, demorando em modernizar-se.

A tecnologia deve ser vista e utilizada como uma grande aliada na construção de um sistema educacional mais inclusivo e capaz de expandir as barreiras do ensino para além da sala de aula, tornando-se cada vez mais interdisciplinar, interativo e acessível. O maior desafio é produzir metodologias de qualidade e relevância e que sejam, ao mesmo tempo, atrativos e estimulantes para os estudantes. E isso passa pela adoção de dispositivos móveis, computadores e recursos online no processo pedagógico.

Sendo assim, em alguns casos, a tecnologia conseguiu ganhar espaços nas escolas e conquistar um papel educacional importante nessas instituições. Vale ressaltar, porém, que a adaptação do ensino à nova realidade do século XXI não trata de simplesmente liberar o uso de aparelhos e recursos tecnológicos em sala, mas caminhar rumo a uma aprendizagem mais eficaz e abrangente. Desse modo, é natural que a modernização do sistema de educação seja focada na adoção de novas tecnologias e plataformas digitais e na utilização de sites e aplicativos educativos.

Novas Ferramentas e Impactos na Educação

As novas ferramentas têm o poder de potencializar a aprendizagem por meio de seus infinitos recursos. Ao apresentar ao aluno a possibilidade de aprender em um meio que lhe parece familiar e convidativo, a tecnologia amplia exponencialmente as potencialidades de determinado conteúdo ou disciplina. Nesse contexto, plataformas digitais que complementam o ensino presencial são uma tendência para a Educação, fornecendo uma espaço interativo, lúdico e interessante para reinventar a velha sala de aula e criar novas dinâmicas a partir das interfaces online.

Isso traz impactos positivos não apenas para o professor e para a instituição, mas principalmente aos estudantes. O tempo passado na internet passa a ser voltado também para o aprendizado e a aquisição de conhecimentos. Soluções como o gamification (ensino por meio de jogos) e o aprendizado por redes sociais são maneiras de utilizar a conectividade dos tempos atuais como importante aliada pedagógica.

Tecnologia no Dia a Dia Escolar

Portrait of clever students sitting at lesson and looking at laptop monitor

No contexto escolar atual, fica evidente a insatisfação de alunos de todas as idades com o modelo tradicional de ensino, com aulas meramente expositivas, em que só o professor se manifesta. O estudante, hoje, requer uma nova metodologia e precisa saber para que e por que determinado assunto precisa ser estudado.

Isso acontece por conta da realidade em que esse novo aluno está inserido, imerso na internet e de toda a velocidade, os estímulos e os conhecimentos que ela proporciona, o que torna muito difícil que ele desenvolva interesse pelo esquema lousa, giz e professor.

Se os alunos de hoje apresentam uma nova demanda por tecnologia e têm tanta afinidade com esses recursos, é fundamental que a escola aproveite essa oportunidade a seu favor. Afinal, é dever da instituição manter-se atualizada e acompanhar o ritmo da sociedade.

Aulas que utilizam tecnologia são versáteis e podem ser adaptadas a diversos tipos de alunos, de diferentes idades e níveis de conhecimento. Para isso, porém, é necessário que os profissionais estejam aptos a utilizar todas as ferramentas e recursos que a escola pretende implantar.

Uma ferramenta que vem sendo amplamente utilizada em instituições que já trabalham tecnologias em suas aulas é a internet na sala de aula. Blogs e sites, por exemplo, são recursos importantes para o desenvolvimento de atividades interativas, além de auxiliarem na alfabetização digital e serem uma oportunidade real para se explorar o uso da língua portuguesa e inglesa em seus diferentes formatos, seja lendo ou escrevendo.

Nesse sentido, a internet é uma ferramenta essencial no ensino do inglês. Através de jogos, mídias sociais, aplicativos e vídeos, os jovens de hoje têm frequente contato com a língua, o que evidencia a necessidade de aprendê-la para desenvolver essas atividades sem limitações.

Além disso, desenvolver projetos em que os alunos precisem pesquisar conteúdos na rede é uma forma de dinamizar as aulas e modernizar o ensino. Essas atividades podem ser complementadas com a implantação do uso diário de ferramentas de organização e compartilhamento de atividades, como Trello e grupos em redes sociais. Assim, lápis e agenda são substituídos por ferramentas online, mais familiares ao aluno do século XXI.

Outra opção é a utilização de jogos educativos. Atualmente, existem diversas plataformas que proporcionam uma verdadeira aventura pelo conhecimento, em que há toda uma dinâmica típica dos games, como fases, conquistas, pontos e objetivos, incluída no contexto das diferentes disciplinas. Assim, o aluno precisa adquirir conhecimento para passar ao próximo nível e continuar na brincadeira.

Outro recurso que vem sendo implantado a passos largos no Brasil, ao menos em instituições particulares, é a lousa digital interativa. Versátil e de fácil manuseio, ela oferece uma série de benefícios, podendo ser complementada pelas funcionalidades de laptops, tablets e smartphones. Isso permite que o professor saia da posição de portador único do conhecimento e passe a atuar como mediador, tornando o aprendizado mais dinâmico e engajador.

O Professor e o Modelo de Ensino

A tecnologia aplicada à Educação passa também pela modernização da figura do professor. O mundo online é hipertextuais e horizontal, supondo um multiplicidade de pontos de vistas, em um ambiente transparente e de fácil acesso, onde todos têm voz e são potenciais produtores de conhecimento.

Por isso, o educador tem o papel de estimular o aluno a contribuir com nova informações, sendo co-autor do processo de aprendizagem. Além disso, o professor pode ele mesmo se beneficiar da tecnologia, utilizando plataformas, sites e aplicativos que podem ser úteis no dia a dia da escola, ajudando na organização de aulas, controle de presença, criação de conteúdos novos e originais etc.

Atualmente, quando falamos em tecnologia, falamos também em interatividade. Sendo assim, a aplicação de recursos tecnológicos em sala de aula deve fornecer ao estudante soluções que permitam a interação. Nessa nova realidade, o ensino deixa de ter caráter transmissor, em que o educador como autoridade máxima distrai conteúdo, e se torna comunicativo, através que recursos que promovam a interatividade e a intervenção do aluno como receptor da mensagem, ou seja, o ensino torna-se bidirecional.

É irreversível a adoção cada vez maior de novas tecnologias às metodologias de ensino. Elas são parte integrante e constante no cotidiano de alunos e professores e mudaram a forma como o conteúdo deve ser ministrado e como ele é assimilado por esses estudantes. O uso desses recursos ajudar conquistar um maior engajamento por parte dos alunos, transformando-os em protagonistas do seu próprio processo de aprendizagem, ampliando as possibilidades de pesquisa e compartilhamento de informações e conhecimentos.

Esse avanços também fazem com que a educação se distancie dos padrões ultrapassados e ainda dominantes em muitas instituições, modificando a dinâmica em sala e a divisão das tarefas. Isso garante mais tempo para discussões em grupo, esclarecimento de dúvidas e interação entre os alunos. Além disso, auxiliam o professor a organizar-se e a criar novas metodologias, mais dinâmicas e interativas.

Pensando em facilitar a compreensão da dinâmica de aliar tecnologia e educação dentro e fora da escola para aprimorar os conteúdos vistos em aula, selecionamos 5 publicações, entre livros, e-books e artigos, que podem ajudar você, educador, a se familiarizar com o processo de ensino e aprendizagem na Era Digital.

1. [email protected] – a (r)evolução digital na educação

Autora: Martha Gabriel

Sobre: Na obra, a autora se propõe a auxiliar os professores a se sentirem preparados para acompanhar as tendências e possibilidades abertas pelos avanços da tecnologia na área educacional.

2Tecnologias Digitais na Educação

Organizadores: Robson Pequeno de Sousa, Filomena M. C. da S. C. Moita e Ana Beatriz Gomes Carvalho

Sobre: O livro apresenta uma seleção de artigos produzidos nas monografias de estudantes de Especialização em Novas Tecnologias na Educação.

3. Novas tecnologias e mediação pedagógica

Autores: José Manuel Moran, Marcos T. Masetto e Marilda Aparecida Behrens

Sobre: Na publicação, os autores abordam a revisão do papel do professor frente as tecnologias digitais e a perspectiva da construção de novas propostas pedagógicas.

4. Educação e Tecnologias

Autora: Vani Moreira Kenski

Sobre: No livro, a autora discorre sobre as relações existentes entre a educação e as tecnologias.

5. O que é o virtual?

Autor: Pierre Lévy

Sobre: A obra discute a virtualização do corpo e suas relações.

E a sua escola, como funciona? Alunos e professores utilizam a internet, computadores e dispositivos móveis em sala de aula? Compartilhe conosco suas experiências. Deixe-nos um comentário!

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Grande parte dos conhecimentos e da evolução das pesquisas e estudos sobre células e microorganismos se devem à criação de um aparelho em particular: o microscópio. Essa invenção proporcionou à humanidade obter grandes avanços em áreas importantes, como medicina e microbiologia, auxiliando na compreensão de doenças, do funcionamento celular e de tantos outros fenômenos que ocorrem em níveis microscópicos.

Sucesso nas salas de aula e essencial no trabalho de cientistas, o microscópio revolucionou as ciências e é considerado o marco inicial da Biologia Celular. Com ele, o homem se tornou capaz de enxergar um novo mundo, até então invisível a olho nu. Bactérias, vírus, protozoários e até mesmo os diferentes elementos químicos começaram a ser explorados com a invenção desse instrumento.

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O avanço da tecnologia permitiu a evolução desse aparelho. Hoje, é possível encontrar modelos que vão desde os microscópios ópticos, com poder de ampliação de até mil vezes, até os poderosos microscópios eletrônicos, com capacidade de ampliar em até 500 mil vezes o elemento em observação, produzindo imagens em alta definição.

Mas, afinal, como foi inventado esse aparelho? Quem teve essa ideia e como eram os primeiros instrumentos? Se você tem essas dúvidas, confira a seguir um pouco mais sobre a história do microscópio.

  • Os Chineses

A invenção do microscópio é tema de muita controvérsia. Muitos atribuem sua criação aos chineses, por volta do ano 2000 antes de Cristo. Eles teriam sido os primeiros a criar dispositivos que permitiam observar objetos e espécimes de forma ampliada, através de uma lente ligada a um tubo cheio de água. O poder de ampliação variaria de acordo com a quantidade de líquido dentro do tubo.

  • Os Holandeses

Outra versão data do final da década de 1590, na Europa. A invenção do primeiro microscópio teria sido obra de Hans e Zacharias Janssen, dois holandeses fabricantes de óculos. Através da sobreposição de duas lentes dentro de um tubo cilíndrico, eles criaram um instrumento capaz de ampliar imagens, permitindo a observação de objetos pequenos e invisíveis a olho nu. Hans e Zacharias, porém, jamais teriam utilizado sua invenção para fins científicos.

A origem mais aceita e difundida, porém, atribui a criação do primeiro microscópio ao holandês Anton Van Leeuwenhoek, no final do século XVII. Muitos acreditam que ele apenas aperfeiçoou a criação dos Janssen, tendo sido o primeiro homem a registrar suas observações com microscópio. Utilizando um aparelho de fabricação própria, com apenas uma lente e capacidade de ampliação de quase 300 vezes, Van Leeuwenhoek observou diversos elementos com seu microscópio. Em seus trabalhos, relatou e descreveu espermatozóides, insetos e outros micróbios. Além disso, ele teria sido o primeiro homem a observar uma bactéria e a constatar a existências dos glóbulos vermelhos do sangue.

  • A Célula

Anos mais tarde, o microscópio de uma só lente de Van Leeuwenhoek foi aperfeiçoado pelo inglês Robert Hooke, que aumentou ainda mais sua capacidade de ampliação. Ao realizar observações em um pedaço de cortiça, Hooke, responsável pela tradução dos trabalhos do holandês, foi o primeiro homem a utilizar o termo “célula”, para se referir ao poros do material. Mais tarde, pesquisadores interessados nas descobertas de Hooke viriam a descobrir as células animais e vegetais e sua composição, como citoplasma, núcleo e membrana.

Museum Boerhaave krijgt Van Leeuwenhoek microscoop in bruikleen

  • Os Anos Seguintes

As décadas posteriores foram de grandes avanços tanto para o aparelho em si quanto para os estudos científicos baseados na microscopia. O aperfeiçoamento das lentes por Charles Hall, por volta de 1730, e o reposicionamento delas dentro do aparelho por Joseph Lister, em 1830, contribuíram para um aumento considerável da qualidade das imagens, cada vez mais próximas e mais nítidas.

Do final do século XVIII ao fim do século XIX, diversas descobertas importantes foram feitas, impactando nos estudos do corpo humano e dos seres vivos em geral. A observação dos óvulos de mamíferos, o descobrimento de diferentes agentes patogênicos, a importância da levedura no processo de fermentação foram algumas das contribuições de cientistas de todo mundo à ciência e que só foram possíveis graças ao microscópio.

No século XIX, com os avanços tecnológicos, diversas empresas passaram a produzir microscópios e desenvolver novas técnicas para a produção lentes, melhorando a qualidade das imagens e aumentando a capacidade de ampliação dos aparelhos.

  • O Microscópio Eletrônico

Já em 1931, os alemães Max Knoll e Ernst Ruska inventaram o primeiro microscópio eletrônico. Enquanto os microscópios ópticos utilizam lentes de vidro e luz na observação de objetos microscópicos, o modelo inventado por Ruska trabalha com lentes eletromagnéticas e feixes de elétrons como fonte luminosa, permitindo a ampliação de até 500 mil vezes.

Hoje, existem três tipos de microscópios eletrônicos: o de transmissão, o de varredura e o de tunelamento, que permite observações em níveis moleculares e atômicos. Esse último modelo foi inventado pelo alemão físicos Gerd Binning e pelo suíço Henrich Rohrer e rendeu aos dois físicos o Prêmio Nobel de Física de 1986.

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  • Novidades

Atualmente, novos aparelhos para uso popular estão disponíveis no mercado. Além do aparelho ópticos aos quais estamos acostumados, os microscópios digitais apresentam-se como grande novidade. Esses instrumentos são capazes de transmitir imagens em alta qualidade, em tempos real, para um TV ou computador. Além disso, existem os microscópios digitais portáteis, aparelhos com ampliação de até 500 vezes e não maiores do que uma caneta.

São inegáveis os benefícios trazidos pela invenção e evolução do microscópio não só para os estudos das ciências, como também para o desenvolvimento de novas tecnologias. Da observação das células à visualização de átomos e moléculas, o microscópio proporciona uma maior compreensão do nosso mundo e de tudo que o compõe.

  • Homelab

A Homelab oferece uma linha completa de produtos para a montagem de laboratórios e o para o aprendizado das mais diversas ciências. Oferecemos também uma completa variedade de microscópios para a sua escola. Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento.

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09 set.

No dia 21 de setembro celebramos o Dia da Árvore. A data é comemorada no Brasil na véspera da primavera, período típico em que as arvores florescem e dão frutos. Mas mais do que sobre o ciclo natural de vida de uma árvore, hoje vamos falar sobre a importância de sua preservação.ARVORE
As árvores não só deixam nossas cidades e florestas mais bonitas e vivas, mas são fundamentais para manutenção de nossa saúde, qualidade do ar e também da vida animal. As trocas de gases realizadas pelas árvores através da fotossíntese garantem melhores condições para a vida, haja visto que uma árvore adulta absorve mais de 20kg de gás carbônico e produz oxigênio para dois adultos em um ano.
Além disso, Vincent Cotrone (Massachusetts Department of Conservation and Recreation), afirmou que estudos comprovam que as árvores podem realizar a absorção de 55 a 109 quilos de gases poluentes, além de sua participação efetiva no controle das altas temperaturas.
Com seus conhecidos benefícios para toda a humanidade, hoje fazemos um convite e um desafio para você. Além de ações de preservação das árvores, como denúncia de desmatamento irregular, preservação de áreas urbanas e plantio de novas mudas, te convidamos a incentivar uma cultura de preservação. Desta forma, além de agirmos da maneira correta em relação a preservação ambiental, incentivamos que mais pessoas tenham a mesma atitude.
Ensine seus alunos a importância das árvores e de sua presença tanto nas matas quanto nas cidades. Além disso, cobre das autoridades ações de preservação e plantio de mudas, garantindo assim a continuidade da vida!
Faça sua parte! A natureza e o mundo agradecem! 😀

Para denunciar crimes e agressões ao meio ambiente, entre em contato com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) pelo telefone 0800-61-8080 ou pelo e-mail [email protected] A ligação é gratuita de qualquer ponto do País e funciona de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 8h às 18h. (Fonte: Portal do Governo Federal)

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No final de 2015 representantes de 195 países aprovaram o primeiro acordo mundial para impedir a emissão de gases estufas e lidar com o impacto das mudanças climáticas. Isto ocorreu durante a 21ª Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 21, que aconteceu em Paris. Esse acordo, inédito na história, determina que todas as nações signatárias – dentre elas o Brasil – ajam para que a temperatura média do planeta sofra uma elevação abaixo de 2ºC.

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“Foi um marco muito importante. Pela primeira vez, temos um acordo climático global, com um objetivo claro a ser seguido por todos os países: manter o aquecimento global muito abaixo dos 2ºC em comparação com os níveis pré-industriais. Agora, é preciso que cada país o ratifique, ou seja, faça com que ele tenha força legal, passando pelos Congressos Nacionais”, explica o biólogo e coordenador de Estratégias de Conservação da Fundação Grupo Boticário, Guilherme Zaniolo Karam, que esteve na COP 21.

Por que o aquecimento global é um risco ao planeta?

Segundo Karam, o aquecimento global está fazendo com que a intensidade e a frequência de eventos climáticos extremos sejam ampliadas. “Chuvas torrenciais, alagamentos e secas prolongadas são alguns exemplos destes eventos que já estão trazendo perdas econômicas importantes, uma vez que impactam diretamente a agricultura, o transporte e a vida daqueles que vivem em regiões mais vulneráveis”, complementa.

Durante a COP 21falou-se muito sobre o aumento de 1ºC na temperatura mundial. Número que, para a sociedade, pode não representar algo significativo. Mas para os especialistas, é preocupante, pois se trata de um sistema climático altamente complexo e interdependente. “Além disso, estamos falando de valores médios, ou seja, há regiões onde este aumento já é bem maior do que um grau”, diz Karam.

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A mais prejudicada: a natureza

A alteração climática é considerada a terceira principal causa da perda da biodiversidade global. Com o seu trabalho focado em conservação da natureza, Karam explica que os ciclos reprodutivos das mais diversas espécies sempre estiveram relacionados com aspectos climáticos e a mudança de temperatura traz impactos negativos intensos. “Por exemplo, uma espécie de ave migratória, que há séculos depende da frutificação de determinada espécie vegetal para se alimentar em um período específico do ano, estará com grandes problemas caso, devido a alterações climáticas, esta frutificação não mais ocorrer ou ocorrer em outro período do ano”, diz.

Nas cidades a natureza tem papel fundamental para proteger e trazer resiliência às regiões urbanas. Por isso, cidades com maior integridade ambiental sofrem menos os impactos das mudanças climáticas. Assim, uma seca severa ou mesmo uma forte chuva ocasionarão menos danos às regiões com áreas naturais conservadas, pois a vegetação tem a capacidade de reter água em seu sistema e disponibilizá-la gradativamente.

O papel da sociedade

As pessoas precisam se conscientizar a respeito da gravidade do tema. Por mais que pareça algo distante da sua realidade, a mudança climática afeta, sim, o seu dia a dia. De acordo com Karam, há duas razões da falta de aderência da sociedade ao tema: a ciência climática é complexa e exige visão de longo prazo. Isto a distancia das discussões políticas prioritárias. “Visão de longo prazo nunca foi característica de governos que duram apenas quatro anos, portanto é preciso pressão popular para que este importante tema entre na agenda estratégica de nossos governantes”, finaliza.

Você também pode fazer a sua parte. Quer saber como? O site Hot Alert dá dicas de como contribuir para evitar o aquecimento global no dia a dia, na sua casa e no seu trabalho.

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Um modo diferente de se tirar a casca de um ovo sem ter que cozinhá-lo.

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Cerca de 90% da casca de um ovo é composta por carbonato de cálcio e quando ele é mergulhado no vinagre que contém ácido acético, a casca é dissolvida.

Vamos ao passo-a-passo:

1 – Coloque o ovo em um recipiente com vinagre.

2 – Assim que colocá-lo em contato com o vinagre, a casca do ovo já começa a se dissolver e liberar CO2, que é o dióxido de carbono, formando bolhas em torno do ovo.

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3 – Depois de cerca de 12 horas, é possível ver o carbonato na superfície da solução.

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4 – Somente uma película permanece entre o ovo e a casca, que vai se desintegrando.

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Fonte: BioRetro

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