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A atividade proposta nesse experimento é instigar os alunos a construir e observar as características de diferentes lentes compostas por materiais simples. A primeira lente pode ser confeccionada da seguinte forma: posicione uma folha de papel vegetal sobre uma página de jornal ou revista. Pingue em espaços onde há letras gotas de água, vaselina ou óleo e observe o que acontece. A segunda lente, que consiste numa lupa de mão, deve ser constituída da seguinte forma: recorte um pedaço retangular de papelão e faça um pequeno orifício com um furador de papel na ponta. Então, revista esse orifício com um pedaço de fita durex. Em seguida, pingue uma gota de água sobre o orifício revestido. Pode-se variar o tamanho da gota ao depositar um volume maior ou menor de água, assim como também pode-se mudar o formato da gota, pingando outros líquidos como vaselina ou óleo. Olhe através dessa lupa de mão e examine letras, figuras impressas ou qualquer outro objeto que lhe interessar. A terceira lente é baseada na segunda, porém, pinga-se gotas de água, óleo ou vaselina em cima e embaixo do orifício da lupa de mão para verificar o efeito obtido. Ao descobrir as diferentes propriedades dessas lentes, o aluno pode constituir um conhecimento análogo às lentes do Microscópio Binocular 1600X da Homelab. Conheça esse e outros modelos de microscópios de nossa linha, como também, as Lâminas Preparadas Ensino Médio 60 peças para a observação de diferentes materiais.

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Muitos materiais que nos circundam podem ser fontes de observação em microscópio e nos proporcionar descobertas interessantes. Você pode, por exemplo, montar uma lâmina com grãos de areia e examinar as diferenças nas pequenas rochas contidas na amostra. Ou ainda, prender um fio de cabelo com dois pedaços de fita adesiva na lâmina para então observá-lo. Outra possibilidade parecida é a de examinar cabelos de diferentes tonalidades ou pelos de animais. Penas de pássaros também são boas fontes de observação, basta cortar um pedaço da pena, colocá-lo entre duas lâminas e prender com uma fita adesiva, tentando identificar sua estrutura. Um material mais complexo, mas que rende boas descobertas é a cauda de girino: eles podem ser facilmente encontrados na beira de lagos ou riachos. Para a observação, é necessário colocar o girino inteiro sobre a lâmina, encostado em um pedaço de algodão embebido em água, para que não resseque. É possível examinar o sangue e o movimento dentro dos vasos. Cuidado para não deixar muito tempo um mesmo campo sob iluminação forte, pois isso pode prejudicar o animal. Depois, coloque o girino num aquário e acompanhe sua metamorfose ao longo dos dias. Para trabalhar com esses e outros materiais, utilize o Microscópio Estereoscópio Binocular 160x Iluminação de Led da Homelab. E para enriquecer ainda mais a prática em laboratório, conheça as Lâminas Preparadas Ensino Médio com 60 peças, que contemplam uma variedade de temas a serem trabalhados em sala de aula.

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Todo laboratório de ciências precisa ter um conjunto de vidraria completo e adequado para a realização de experimentos. No entanto, é necessário também que os itens de vidraria mais utilizados sejam adquiridos em maior número, para que existam peças reservas. Os principais itens de vidraria são: Béquer, Balão de Fundo Chato, Erlenmeyer, Proveta, Pipeta e Tubo de Ensaio. O Béquer serve para dissolver substâncias, realizar misturar e reações, além de também aquecer líquidos. O Balão de Fundo Chato é usado para armazenar, preparar e aquecer soluções, sendo também utilizado para reações que desprendam gases. O Erlenmeyer é um frasco utilizados para aquecer líquidos, preparar e guardar soluções. A Proveta serve para a medição precisa de líquidos e para transferi-los para outros recipientes. A Pipeta é utilizada para medir, coletar e transferir líquidos com precisão. O Tubo de Ensaio é usado para dissolução de substâncias, reações químicas em pequena escala e coleta de amostras. A Homelab disponibiliza esses itens mais usados para serem adquiridos de forma avulsa, consulte a página 5 do nosso catálogo.

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Está disponível no site da Homelab o Livro de Experimentos — Volume 4 com diversas atividades direcionadas para nossos produtos de laboratório. Ele busca ampliar e produzir conhecimento científico, além de aprimorar as qualidades investigativas do estudante, fazendo da iniciação científica no ensino básico um grande passo para novas descobertas. São experimentos de botânica, fisiologia animal e vegetal, ótica, química orgânica e inorgânica e eletricidade, abrangendo conhecimentos de biologia, física e química ministrados nos ensinos fundamental e médio.

Conheça mais sobre os produtos para laboratório da Homelab realizando esses experimentos direcionados e deixando suas aulas mais próximas da realidade dos estudantes.

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1318---kit-geométrico-em-madeira-5-peças---homelab-(1)Após um ano de avaliação da candidatura, em processo encabeçado pelo IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) e pela SBM (Sociedade Brasileira de Matemática), o chamado Grupo 5 anunciou o aceite do Brasil junto à congregação das 76 nações que integram a União Matemática Internacional (IMU, em inglês), criada em 1920. Isso significa que nosso país passa a fazer parte das nações mais desenvolvidas em pesquisa de matemática, ao lado da Alemanha, Canadá, China, Estados Unidos, França, Israel, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia.

O progresso na produção científica brasileira na área de matemática, a expansão do sistema de pós-graduação (mestrado e doutorado) na área e o crescimento da colaboração regional e internacional dos matemáticos brasileiros com colegas de todo o mundo foram os fatores que levaram o Brasil ao Grupo 5. Esses fatores ampliaram a confiança da comunidade matemática mundial na maturidade da matemática brasileira. A promoção ocorre após análise da IMU sobre o número e qualidade de programas de pós-graduação e sua distribuição territorial, o total de publicações científicas divulgadas em meios importantes e nomes de destaque na área.

Segundo Marcelo Viana, diretor geral do IMPA, “o acontecimento representa um reconhecimento internacional ao mais alto nível de progresso alcançado pela matemática brasileira nas últimas seis décadas”. Para ele, a educação básica em matemática ainda apresenta inúmeras carências, originadas na formação deficiente do professor e na falta de valorização adequada da carreira docente: “As mudanças mais importantes e urgentes dizem respeito ao controle de qualidade da formação de docentes nas universidades privadas e públicas e a estruturação de uma carreira digna e motivadora para o professor da rede pública”.

A entrada do Brasil na elite da matemática mundial representa uma grande conquista para o desenvolvimento da pesquisa e ensino da disciplina no país. Espera-se que com isso, a matemática deixe de ser aquela matéria de difícil apreensão para os alunos do ensino básico, tornando-se mais acessível e compreensível, especialmente com maiores aplicações à realidade dos estudantes.

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20085---conjunto-para-leis-de-ohm---homelabAs Leis de Ohm foram descobertas pelo físico alemão Georg Simon Ohm em 1827 e determinam a resistência elétrica dos condutores, postulando que em cada condutor a corrente elétrica é diretamente proporcional à diferença de potencial aplicada. Foi assim que ele chegou à Primeira Lei de Ohm. Contudo, suas experiências com fios elétricos de diferentes comprimentos e espessuras foram cruciais para que ele postulasse a Segunda Lei de Ohm, na qual a resistência elétrica do condutor, dependendo da constituição do material, é proporcional ao seu comprimento. Ao mesmo tempo, ela é inversamente proporcional à sua área de secção transversal.

Para se estudar as Leis de Ohm, dois conceitos físicos precisam ser especificados. Primeiro, a resistência elétrica, é medida com a grandeza ? (Ohm) e designa a capacidade que um condutor tem de se opor à passagem da corrente elétrica. Ou seja, a função da resistência elétrica é dificultar a passagem da corrente elétrica. Segundo, são os resistores dispositivos eletrônicos cuja função é transformar energia elétrica em energia térmica (calor), através do efeito joule. Os resistores ôhmicos ou lineares são aqueles que obedecem à Primeira Lei de Ohm, cuja intensidade da corrente elétrica é diretamente proporcional à sua diferença potencial, também chamada de voltagem.

O Conjunto para Leis de Ohm da Homelab é formado por resistores elétricos ôhmicos ou lineares que ajudam a demonstrar em sala de aula as Leis de Ohm, a resistência elétrica e a resistividade. Possui roteiro de experimentos, facilidade de montagem e excelente acabamento. Pode ser usado por grupos de alunos e é uma solução prática para o ensino da física, já que envolve uma abordagem muito mais próxima da realidade dos estudantes.

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foto blog homelab reduzidaSabemos que umas das maiores deficiências do estudante brasileiro é o aprendizado na área de ciências. Mas, para termos uma base de comparação, nada como conhecer o quadro desse tipo de ensino em outros países. Neste post, saberemos como se dá o ensino de ciências em países como Estados Unidos, Canadá, Finlândia, Japão e Cingapura.

Estados Unidos: os estudantes do Ensino Médio aprendem as ciências em quatro áreas, designadas pela sigla STEM (Science, Technology, Engineering, Mathematics), contando com uma ênfase bastante prática e experiencial em sala de aula. Utilizam laboratórios e fazem viagens de campo para o aprendizado. O ensino é flexível e os alunos possuem liberdade para escolher as disciplinas que mais lhe agradam.

Canadá: as províncias canadenses possuem autonomia no ensino, sem um órgão federal que centraliza as diretrizes do sistema curricular. O que existem são marcadores e avaliações para identificar e qualificar as práticas mais eficazes. Assim como nos EUA, os alunos também dispõem de liberdade para escolher as matérias que estejam alinhadas com a sua vocação profissional. O professor é bastante exigido, sendo a contratação docente um processo rigoroso. Um traço comum em todas as regiões do país é o comprometimento em oferecer igualdade de oportunidades na escola. Algo que pode ser facilmente comprovado com o equânime acesso de imigrantes ao ensino público, tal qual os cidadãos canadenses.

Finlândia: a educação no país nórdico é marcada pela sua flexibilidade. Lá, as crianças passam a frequentar a escola aos sete anos de idade, com jornadas mais curtas e férias mais longas, os livros didáticos são escolhidos por cada instituição, assim como o conteúdo curricular e a maioria das escolas não aplicam provas. A cobrança está nos professores e gestores da educação, que são altamente preparados para suas funções.

Japão: o ensino no país é focado em preparar os alunos para o mercado de trabalho, sendo o mérito reconhecido pelo esforço. O currículo escolar é muito rigoroso e denso, com ênfase nas ciências exatas. Os métodos de ensino são tradicionais, com foco na compreensão dos conceitos, com a criação de hipóteses e experiências para provar seus fatos. Os japoneses presam por ensinar pouco e em profundidade.

Cingapura: este pequeno país do sudeste asiático já passou por três reformas no seu sistema de educação. A última e mais bem-sucedida é conhecida por ser a mais rígida com alunos e professores. Também introduziu esportes e artes no currículo de atividades escolares. Os docentes são preparados no Instituto Nacional de Educação, recrutados com base no grau de conhecimento das disciplinas e a expectativa é que ensinem com maestria dos elementos básicos. Outro ponto fundamental no ensino de Cingapura é o investimento em práticas escolares tecnológicas, que incluem internet de alta velocidade e livros em plataformas digitais, tornando os materiais didáticos mais acessíveis.

Tendo em vista essas diferentes formas de ensino de ciências pelo mundo, cabe ao Brasil tentar trazer mais prática para o dia a dia em sala de aula dos alunos. É nisso que a Homelab acredita, no aprendizado baseado em conceitos que fujam da pura teoria. Por isso, nada como investir em instrumentos para isso, como o Kit de Ciência Homelab que estimula o interesse investigativo dos alunos, oferecendo aos professores uma ferramenta para tornar as aulas dinâmicas e lúdicas.

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A coluna vertebral é uma espécie de haste óssea, firme e flexível, formada por várias estruturas sobrepostas denominadas vértebras. Cada vértebra se liga à coluna por meio de discos intervertebrais, estruturas fibrocartilaginosas. Além disso, a coluna vertebral também é sustentada por ligamentos e músculos resistentes. A coluna é um dos componentes do sistema axial, sendo seu comprimento dois quintos da altura do corpo. Não é completamente retilínea, apresentando certas curvaturas: curvatura cervical, curvatura torácica, curvatura lombar e curvatura sacrococcígea.

A coluna vertebral é formada por 33 vértebras, sendo 24 pré-sacrais (cervicais, torácicas e lombares), 5 vértebras sacrais e o cóccix, composto por 4 vértebras. Elas estão divididas da seguinte maneira:

— 7 Vértebras cervicais que proporcionam suporte à cabeça;

— 12 Vértebras torácicas que garantem suporte à cavidade torácica e estão conectadas às costelas;

— 5 Vértebras lombares que garantem suporte para a cavidade abdominal e também proporcionam movimento entre a parte torácica e a pelve;

— O sacro, que é formado por 5 vértebras fundidas, unindo a coluna à cintura pélvica;

— O cóccix, que é constituído por 4 vértebras, garantindo suporte para o assoalho pélvico.

Cada vértebra é formada por corpo, arco e processos vertebrais. O corpo é a parte da vértebra que suporta o peso, sendo constituído por osso esponjoso e sua borda é formada por osso compacto e está localizado na parte anterior da estrutura. Na parte posterior da vértebra, encontra-se o arco, que é formado pelo pedículo direito e esquerdo e pela lâmina direita e esquerda. A junção do arco com a parede posterior do corpo forma o forame vertebral, canal por onde passa a medula.

A coluna vertebral é um importante eixo de sustentação do corpo, garantindo uma postura adequada, suporte do peso do corpo e proteção da medula espinhal e das raízes nervosas. Ela também constitui uma base importante para estruturas como costelas e músculos. O movimento entre as vértebras é pequeno, porém, quando analisamos a coluna vertebral como um todo, percebe-se que elas permitem movimentos importantes, como de inclinação, flexão lombar e rotação cervical.

Para ensinar sobre essas e outras curiosidades, conheça a linha da Homelab sobre as diversas partes da coluna vertebral deixando sua aula mais didática e prática.

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Um experimento que demonstra de forma lúdica e bela a condução da água nas plantas é a rosa colorida. Muito simples de ser executado, deixa visível o processo que permite que a água seja absorvida pelas raízes e distribuída por todo corpo da planta, chegando até suas folhas e flores. Nem todas as plantas possuem sistema condutor, mas aquelas chamadas de vasculares desenvolveram ao longo de sua evolução tecidos especializados na condução de água (xilema) e seiva (floema).

Para o experimento, é preciso os seguintes materiais:

— Rosa ou outra flor branca

— Água

— 2 Copos

— Tesoura

— Estilete

— 2 Colheres

— 2 Cores de corante alimentício (recomendamos azul e vermelho)

Modo de fazer:

Coloque água nos copos até mais ou menos a metade. Acrescente entre 30 e 40 gotas de corante alimentício azul em um copo e vermelho em outro copo (as cores do corante podem mudar dependendo do seu gosto, azul e vermelho são as cores sugeridas). Misture bem.

Com o estilete, corte o caule da flor escolhida até uma altura do caule em que ela possa ser posta no copo sem tombar. Ainda com o estilete, divida o caule ao meio, colocando uma metade do caule no copo com corante azul e a outra metade no copo com corante vermelho.

Então, é só aguardar. Em dias quentes, os resultados começam a aparecer em cerca de 10 minutos. As pétalas começam a ser tingidas pela cor do corante de acordo com o lado do caule pela qual é irrigada — azul ou vermelho.

O resultado é mais bonito e visível nas pétalas, mas também podem ser observados nas folhas.

Dicas:

Além de rosas, é possível utilizar outras flores brancas, como crisântemo, margarida ou copo-de-leite.

Quanto mais concentrado o corante, mais rápido o resultado do experimento. A temperatura ambiente também interfere bastante nos resultados. Em dias mais quentes, o processo de condução da água nas plantas é mais rápido e, portanto, suas pétalas ficam coloridas em menos tempo.

É possível tingir as flores com mais cores, nesse caso o experimento chama-se Rosa Arco-Íris. Basta dividir o caule em mais partes e utilizar outras cores de corantes em mais copos. Porém, a dificuldade aumenta ao dividir o caule em mais partes sem quebrá-lo.

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Apesar de parecerem sinônimos, exatidão e precisão são conceitos muito diferentes. Nos experimentos químicos, essa diferença é essencial para obter os resultados desejados.

A precisão refere-se a quão próximos estão os resultados uns dos outros. Ao realizar um experimento químico, repete-se várias vezes determinadas medidas para se ter certeza do resultado. Quando os resultados estão bem próximos uns dos outros, pode-se dizer que os mesmos estão precisos. Por exemplo, digamos que foram feitas diversas pesagens de uma amostra de massa em uma balança, sendo que os resultados obtidos foram de 100g, 102g e 99g. Isso quer dizer que a balança está precisa, mas não significa que ela esteja exata.

A exatidão se refere a quão próximo do valor real estão as medidas realizadas. Utilizando o exemplo de precisão anterior, supõe-se que tenha caído um resíduo sólido no prato da balança, fazendo com que os resultados fossem inexatos, isso porque não correspondem corretamente ao valor real. Assim, apesar de precisa, a balança não está exata.

As Balanças Digitais Analíticas da Homelab dão resultados precisos e exatos, pois possuem uma portinhola de vidro corrediça que impede que até mesmo correntes de ar interfiram nas medidas.

Outra forma de buscar a exatidão dos resultados é através de uma Vidraria de Laboratório como a pipeta, usada para transferência de líquidos e soluções. As pipetas são bem mais precisas e exatas do que, por exemplo, as provetas.

Para buscar maior precisão e exatidão nos experimentos de laboratório, utilize as Balanças Digitais Analíticas da Homelab e a pipeta do Conjunto de Vidraria de 156 peças da Homelab, elas proporcionarão os melhores resultados para os seus estudos químicos.

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