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O principal alicerce para o desenvolvimento de um país é a educação, pois, através dela, é possível formar e transformar as pessoas, gerando resultados positivos para a sociedade. A iniciativa Educar para Transformar, do Instituto MRV, busca propostas com foco no desenvolvimento sustentável, com o intuito de resolver alguma problemática da comunidade por meio da educação. A proposta pretende selecionar projetos, que receberão aporte financeiro e suporte de equipe, por meio de encontros presenciais e virtuais, auxiliando no desenvolvimento, capacitando novos conteúdos e acompanhando a aplicação dos recursos. A fase de votação dos projetos está acontecendo desde o dia 19 de julho de 2018 e serão selecionados pelo público até as 18h do dia 27 de julho de 2018. São projetos pré-selecionados em oito cidades: Canoas-RS, Cuiabá-MT, Eusébio-CE, Fortaleza-CE, Londrina-PR, Manaus-AM, Ribeirão Preto-SP, São Paulo-SP. A divulgação dos projetos vencedores acontecerá no dia 31 de julho. Saiba mais sobre o Programa Educar para Transformar no site.

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Como aplicar a química ao dia a dia dos alunos

Um dos problemas na hora de ensinar conceitos químicos em sala de aula é que o professor adapte o conhecimento para a realidade. O quadro negro é um espaço infinito para demonstrar na linguagem equacional os fenômenos químicos, mas como transferi-los para o dia a dia do aluno deixando-os mais claros e aplicáveis? A química como vemos hoje é um corpo de conhecimento construído ao longo do processo civilizatório capaz de nos ajudar a compreender processos que afetam diretamente a vida cotidiana. Da água que bebemos ao ar que respiramos, passando pelo tratamento do lixo que produzimos e pelo combustível que usamos em nossos automóveis, tudo envolve a química, porém, nem sempre isso é visível, deixando-a distante da realidade e das ações do dia a dia.

De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) colocada em consulta pública pelo MEC, a química deve ser trabalhada através de fenômenos presentes no dia a dia, tendo como objetivo a participação crítica dos jovens estudantes dentro do aprendizado da matéria. Por exemplo, em questões que envolvem as mudanças climáticas e o uso de agrotóxicos. Esse modelo está presente em grande parte das escolas, contrariando as nossas perspectivas para o ensino da matéria. Mas o mesmo não está estabelecido no Brasil. O que é proposto nele é a participação ativa dos alunos na construção do conhecimento. Para isso, é necessário envolver os estudantes em atividades experimentais simples, nas quais eles possam expressar suas visões e opiniões, colocando-as em diálogo com os pontos de vista e a visão da ciência.

A prática em laboratório é um dos pilares do ensino crítico por investigação. O laboratório deve ser usado a partir de situações-problema para motivar os alunos a descobrirem suas soluções e não como um espaço em que o estudante vai comprovar na prática a teoria que já conhece. Quer dizer, a prática não deve se resumir à demonstração de uma teoria, mas como uma oportunidade de elaboração de hipóteses, colocadas em diálogo com os resultados dos experimentos, trazendo aos alunos conclusões. Com a didática correta dentro do laboratório, a química passa a ser vinculada à fenômenos reais do dia a dia dos estudantes, para a melhor fixação do conhecimento.

A Homelab acredita que a química pode ser instigada nos alunos e por isso trabalha com produtos de laboratório ideais para essa metodologia de ensino. Com o Conjunto para Múltiplas Ciências, a prática de hipóteses e resoluções pode ser trabalhada no laboratório, formando jovens críticos e agentes da sua própria aquisição de conhecimento.

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Facilitando o ensino de células em sala de aula

Facilitando o ensino de células em sala de aula

A comparação é uma das formas de facilitar o ensino das diferenças entre células animais e vegetais em sala de aula. Apesar de sermos aparentemente diferentes das plantas, nossas estruturas celulares coincidem bastante com relação às organelas que as constituem. A principal característica que diferencia esses dois tipos de célula é a presença de uma membrana celular rija formada por celulose nas células vegetais e de membrana celular plasmática composta por lipídios e proteínas nas células animais. Para facilitar o ensino das células em sala de aula, a Homelab possui dois modelos estruturais: a Célula Vegetal e a Célula Animal. Posicionando os dois modelos e demonstrando na prática as diferenças e semelhanças existentes entre as células animais e vegetais, torna-se mais eficaz para os alunos o ensino sobre essas estruturas essenciais para a vida.

 

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Boas práticas de laboratório exigem a segurança de professores e alunos ao lidarem com componentes químicos durante um processo de experimentação, quando podem ocorrer inalações de substâncias tóxicas. Por isso, é importante o uso de EPI´s — Equipamentos de Proteção Individual — como luvas, óculos de proteção, lava-olhos, aventais e, principalmente, um equipamento de laboratório como a Capela de Exaustão da Homelab. Ela é composta por fibra de vidro, possui isolante elétrico e térmico, resistência à fogo, força mecânica e oxidação. Elimina vapores tóxicos e odores durante a manipulação de reagentes de laboratório, garantindo um ambiente saudável de estudo e assegurando a proteção em qualquer procedimento laboratorial que envolva algum risco de contaminação. Conheça mais sobre a Capela de Exaustão da Homelab e a segurança que ela proporciona ao ambiente do seu laboratório escolar.

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Microscópio Trinocular e Kit Câmera, um grande diferencial para aulas práticas

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O microscópio trinocular é um instrumento de particular importância nas aulas experimentais de química, biologia e física, proporcionando aos alunos a visão de estruturas e seres que até então são invisíveis a olho nu. O ideal, recomendado por educadores, seria que um microscópio fosse compartilhado em sala de aula por no máximo quatro alunos. Sabendo que nem sempre isso é possível na realidade escolar brasileira, a Homelab possui um instrumento que é ideal para atender a essa necessidade dos laboratórios científicos: o Microscópio Trinocular 1600X com o Kit Câmera para TV. Ele se chama Trinocular porque permite três tipos de observação: uma para cada olho e mais uma saída para conectá-lo à câmera. Com esse instrumento, é possível acoplar o Kit Câmera para TV ao microscópio, sendo que a câmera possui alta resolução (480 linhas), com saída RCA e filtro para a correção de luz, garantindo uma transmissão da imagem do microscópio em data show ou televisão. Para isso, basta acoplar a câmera na porta trinocular do tubo e ligá-la à rede elétrica, transmitindo as imagens reproduzidas em uma tela, para que toda a turma possa assistir o que está sendo observado na lâmina.

18996 - conjunto termodinâmica - homelab

Para exemplificar a primeira lei da termodinâmica ou princípio de Joule, propomos um experimento simples que utiliza apenas dois balões de plástico, fósforos e água. Primeiro, é preciso explicar no que consistiria a primeira lei da termodinâmica ou lei de conservação da energia. Ela postula que diversas formas de trabalho energético podem ser convertidas umas nas outras, explicando que a energia total transferida para um sistema é igual à variação de sua energia interna, ou seja, em todo processo natural, a energia do universo se conserva sendo que a energia de um sistema isolado é constante.

Quando fazemos o experimento do balão à prova de fogo, temos dois sistemas: um que conta com o balão, o ar e o fósforo e outro com o balão, o ar, a água e o fósforo. Vamos ver como se monta esse experimento e quais são os princípios de conservação de energia que ele postula.

Materiais:

— 2 Balões de plástico

— Dois fósforos

— 50 ml de água

Como fazer:

Encha o primeiro balão apenas com ar. Acenda o fósforo na sua parte inferior e veja quanto tempo ele demora para estourar. Depois, encha o segundo balão com ar e água e posicione o fósforo também embaixo do balão. Você perceberá que esse balão com água demora mais tempo para estourar. Por que?

O sistema de energia criado pelo balão, o ar e o fósforo é diferente daquele criado pelo balão, o ar, a água e o fósforo. A água é uma boa armazenadora de calor porque tem elevada capacidade calorífica, por exemplo, sabemos que para a água ferver ela precisa ser aquecida até 100°C. Isso significa que ela absorve muito calor e, por isso, retarda que o balão aqueça demais e estoure quando em contato com o fósforo. Esse é um exemplo simples de diferentes sistemas de trabalho que enuncia a primeira lei da termodinâmica. A mesma quantidade de energia foi depositada tanto no balão com ar quanto no balão com ar e água, porém, as suas variações foram diferentes. São sistemas isolados e diferentes que demonstram diferentes resultados de acordo com as variações energéticas internas de seus constituintes.

Para ensinar mais sobre as leis da termodinâmica em sala de aula, fazendo esse e outros experimentos, utilize o Conjunto Termodinâmica da Homelab, deixando suas explicações mais didáticas e interativas.

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O Planetário Iluminado Homelab é composto por uma base circular onde estão impressos os principais planetas do Sistema Solar. Em seu centro, há uma luminária que representa o Sol, um mini globo terrestre, representando o planeta Terra, e uma pequena esfera que gira ao seu redor, representando a Lua. A lâmpada que alimenta a luminária é de 40W e bivolt e, quando acesa, ela pode representar os fenômenos que acontecem entre a Lua, a Terra e o Sol.

Para facilitar seu manuseio e funcionamento, o planetário deve ser depositado sobre uma superfície plana. Manualmente, deve-se segurar a haste e girá-la no sentido anti-horário em torno do Sol. Automaticamente, a Lua também girará em torno da Terra. Quanto menor a luminosidade do ambiente em que se encontra o planetário, melhor será a visibilidade dos fenômenos relacionados à luz solar: dia, noite, fases da Lua, eclipses e estações do ano, devido à inclinação da Terra.

Assim, o Planetário Iluminado Homelab é destinado para uma forma diferente de aprendizagem, em que o aluno é agente na aquisição de conhecimento, através da observação direta do fenômeno ou fato científico. Muito além de ilustrações presentes em livros ou de explicações teóricas, o planetário Homelab demonstra na prática os fenômenos acontecendo em tempo real no modelo. Desse modo, conteúdos como aspectos do dia e da noite, os movimentos da Lua e da Terra e a disposição dos planetas no Sistema Solar podem ser observados pelos alunos que, com as explicações do professor, podem perceber na prática a teoria explicada.

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O complexo de Golgi, complexo Golgiense ou aparelho de Golgi, é uma organela citoplasmática é uma estrutura que intermedeia várias reações dentro das células eucariontes. É composta por discos achatados membranosos e empilhados.

O complexo de Golgi é formado por estruturas denominadas dictiossomas. Cada uma dessas estruturas é constituída por dobras de membrana que se agrupam em pequenos sacos achatados e empilhados, chamados de cisternas. As cisternas se dividem em duas faces: a “cis” e a “trans”. A face “cis” é convexa e está associada ao RER (retículo endoplasmático rugoso), recebendo vesículas de transição ou transferência contendo proteínas. A face “trans” é côncava e direcionada para a membrana plasmática. Está ligada ao REL (retículo endoplasmático liso), recebendo membranas para a formação de vesículas de secreção que contém as substâncias armazenadas. Essas vesículas de secreção da célula atuam em diversas partes do organismo, por exemplo, enzimas utilizadas na digestão, hormônios e muco são todos secretados pelo complexo de Golgi.

As funções do complexo de Golgi se estabelecem dentro de sua estrutura. Há a recepção de produtos de natureza proteica e lipídica sintetizadas no RER e transportadas através do citoesqueleto até a face “cis”. Também ocorre o processamento por acréscimo de grupamentos nas extremidades dos produtos sintetizados, pela adição de elementos fosfóricos ou pela adição de aminoácidos. Além disso, o complexo de Golgi armazena substâncias com ação extracelular (grânulos de secreção) e intracelular (enzimas digestivas dos lisossomos). Na face “trans” ocorre a excreção por exocitose dos conteúdos armazenados no complexo de Golgi.

Para ensinar sobre o complexo de Golgi e outras organelas das células eucariontes, utilize o modelo de célula animal da Homelab, deixando sua aula mais didática e ilustrativa!

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invertebrados

Os invertebrados correspondem àqueles animais que não possuem crânio, nem coluna dorsal. Em vários casos, possuem o corpo mole ou são compostos por um exoesqueleto calcário, ou seja, um esqueleto externo. Os invertebrados somam 97% das espécies animais existentes no mundo, totalizando cerca de 1,5 milhões de espécies. Alguns cientistas acreditam que os invertebrados se originaram a partir de um ancestral unicelular primitivo, enquanto outros creem que sua evolução provém de diferentes origens.

 

Os filos que compõem os invertebrados são:

Poríferos: esponjas-do-mar;

Cnidários: corais, águas vivas e anêmonas-do-mar;

Platelmintos: tênias e esquistossomos;

Nematelmintos: lombriga;

Anelídeos: minhocas e sanguessugas;

Moluscos: polvos, lulas, lesmas, caramujos, ostras, mariscos e mexilhões;

Equinodermos: pepinos-do-mar, ouriços-do-mar e estrelas-do-mar;

Artrópodes: filo muito diverso que se divide entre as classes de insetos, aracnídeos, miriápodes e crustáceos.

 

As principais características dos invertebrados são:

— Aeróbicos, com diversos tipos de sistema respiratório, retirando o oxigênio da água ou do ar, conforme o meio em que vivem;

— Pluricelulares, ou seja, possuem seu organismo formado por muitas células;

— Eucariontes, pois possuem suas células envolvidas por membrana;

— Heterótrofos, necessitando ingerir outros seres vivos para a manutenção de sua própria vida, pois não possuem clorofila e são incapazes de produzir o próprio alimento;

— A maioria possui reprodução sexuada, isto é, através de gametas, embora existam exemplos de reprodução assexuada, como as minhocas e platelmintos;

— A maioria dos invertebrados possuem tecidos e órgãos, mas há exceções, como ocorre com o filo Porífera.

— A maioria também apresenta simetria bilateral, ou seja, duas metades do corpo simétricas. Porém, os equinodermos (estrelas-do-mar) possuem simetria radial e as poríferas (esponjas do mar) não possuem simetria.

Os invertebrados são animais muito diversos e complexos, e nem sempre é fácil memorizar todos os tipos e características deles. Por isso, a Homelab possui um conjunto de cartões com figuras de animais invertebrados que podem ser utilizados em sala de aula para aprimorar a compreensão e memorização dos alunos. Cada cartão contém um tipo de animal, seu nome comum e o filo ao qual pertence, deixando mais fácil o aprendizado.

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Observando as estrelas

Observar o céu à noite pode se tornar uma atividade muito recompensadora, pois traz inúmeros conhecimentos e curiosidades sobre as estrelas. Mas nem todos os astros que vemos no céu durante à noite são estrelas. Além da Lua, que é um satélite, os pontos luminosos que visualizamos à noite e são parecidos com estrelas, na verdade podem ser planetas, cometas, asteroides, galáxias ou nebulosas.

Com a observação feita a olho nu fica difícil diferenciarmos as estrelas dos demais astros, portanto é necessária a utilização de uma luneta ou telescópio para que possamos perceber as suas diferenças. Os planetas Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno são os únicos astros que podem ser diferenciados a olho nu. Mas, para conseguir enxergá-los, é preciso que o céu esteja sem nuvens, e o local de observação, livre da poluição luminosa.

Existe uma imensa variedade de estrelas que, quando observadas através de uma luneta ou telescópio, podemos diferenciar sua cor, brilho e tamanho. Por meio das diferentes colorações das estrelas, os astrônomos são capazes de determinar sua idade – as azuladas (as mais quentes) são estrelas mais jovens, já as mais avermelhadas (as mais frias), são estrelas mais velhas – o tempo que ainda viverão e o material que as compõem.

Observe o céu por alguns minutos num local, de preferência, afastado das luzes da cidade. Perceba a variedade de estrelas que existem, algumas mais brilhantes, outras quase apagadas. Note que as estrelas também possuem cores diferentes, as tonalidades mais fáceis de perceber são o azul e o laranja. Olhando com atenção, você encontrará algumas que parecem um floquinho de algodão quase se apagando. Procure olhar o céu como um todo. Você perceberá que há uma faixa mais clara com mais estrelas que no restante do céu: esta faixa é uma parte da galáxia onde estamos, chamada “Via Láctea” por causa do seu aspecto leitoso.

Com a luneta e os telescópios da Homelab fica muito mais interessante observar as estrelas. Conheça nossos produtos e torne as suas noites estreladas mais científicas.

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