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No final de 2015 representantes de 195 países aprovaram o primeiro acordo mundial para impedir a emissão de gases estufas e lidar com o impacto das mudanças climáticas. Isto ocorreu durante a 21ª Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 21, que aconteceu em Paris. Esse acordo, inédito na história, determina que todas as nações signatárias – dentre elas o Brasil – ajam para que a temperatura média do planeta sofra uma elevação abaixo de 2ºC.

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“Foi um marco muito importante. Pela primeira vez, temos um acordo climático global, com um objetivo claro a ser seguido por todos os países: manter o aquecimento global muito abaixo dos 2ºC em comparação com os níveis pré-industriais. Agora, é preciso que cada país o ratifique, ou seja, faça com que ele tenha força legal, passando pelos Congressos Nacionais”, explica o biólogo e coordenador de Estratégias de Conservação da Fundação Grupo Boticário, Guilherme Zaniolo Karam, que esteve na COP 21.

Por que o aquecimento global é um risco ao planeta?

Segundo Karam, o aquecimento global está fazendo com que a intensidade e a frequência de eventos climáticos extremos sejam ampliadas. “Chuvas torrenciais, alagamentos e secas prolongadas são alguns exemplos destes eventos que já estão trazendo perdas econômicas importantes, uma vez que impactam diretamente a agricultura, o transporte e a vida daqueles que vivem em regiões mais vulneráveis”, complementa.

Durante a COP 21falou-se muito sobre o aumento de 1ºC na temperatura mundial. Número que, para a sociedade, pode não representar algo significativo. Mas para os especialistas, é preocupante, pois se trata de um sistema climático altamente complexo e interdependente. “Além disso, estamos falando de valores médios, ou seja, há regiões onde este aumento já é bem maior do que um grau”, diz Karam.

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A mais prejudicada: a natureza

A alteração climática é considerada a terceira principal causa da perda da biodiversidade global. Com o seu trabalho focado em conservação da natureza, Karam explica que os ciclos reprodutivos das mais diversas espécies sempre estiveram relacionados com aspectos climáticos e a mudança de temperatura traz impactos negativos intensos. “Por exemplo, uma espécie de ave migratória, que há séculos depende da frutificação de determinada espécie vegetal para se alimentar em um período específico do ano, estará com grandes problemas caso, devido a alterações climáticas, esta frutificação não mais ocorrer ou ocorrer em outro período do ano”, diz.

Nas cidades a natureza tem papel fundamental para proteger e trazer resiliência às regiões urbanas. Por isso, cidades com maior integridade ambiental sofrem menos os impactos das mudanças climáticas. Assim, uma seca severa ou mesmo uma forte chuva ocasionarão menos danos às regiões com áreas naturais conservadas, pois a vegetação tem a capacidade de reter água em seu sistema e disponibilizá-la gradativamente.

O papel da sociedade

As pessoas precisam se conscientizar a respeito da gravidade do tema. Por mais que pareça algo distante da sua realidade, a mudança climática afeta, sim, o seu dia a dia. De acordo com Karam, há duas razões da falta de aderência da sociedade ao tema: a ciência climática é complexa e exige visão de longo prazo. Isto a distancia das discussões políticas prioritárias. “Visão de longo prazo nunca foi característica de governos que duram apenas quatro anos, portanto é preciso pressão popular para que este importante tema entre na agenda estratégica de nossos governantes”, finaliza.

Você também pode fazer a sua parte. Quer saber como? O site Hot Alert dá dicas de como contribuir para evitar o aquecimento global no dia a dia, na sua casa e no seu trabalho.

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Um modo diferente de se tirar a casca de um ovo sem ter que cozinhá-lo.

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Cerca de 90% da casca de um ovo é composta por carbonato de cálcio e quando ele é mergulhado no vinagre que contém ácido acético, a casca é dissolvida.

Vamos ao passo-a-passo:

1 – Coloque o ovo em um recipiente com vinagre.

2 – Assim que colocá-lo em contato com o vinagre, a casca do ovo já começa a se dissolver e liberar CO2, que é o dióxido de carbono, formando bolhas em torno do ovo.

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3 – Depois de cerca de 12 horas, é possível ver o carbonato na superfície da solução.

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4 – Somente uma película permanece entre o ovo e a casca, que vai se desintegrando.

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Fonte: BioRetro

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No mês de julho a Homelab comemora 11 anos de vida! Esta empresa, que nasceu vinculada à Pimpão, hoje possui uma trajetória própria e é referência no mercado de materiais para laboratórios.

Dos clientes para o mercado

Ouvir o cliente. Foi através desta lição ensinada desde cedo pelo sr. José Ribeiro que muitos produtos, conceitos e propostas foram implementados. Assim surgiu a ideia da Homelab. De conversas com clientes que questionavam sobre locais para se comprar materiais de Laboratórios de qualidade e confiança.

Para atender a demanda, o sr. José passou a oferecer esses produtos aos clientes, que os aceitaram e passaram a solicitá-los com mais frequência. O aumento dos pedidos e a ética familiar no trabalho determinaram a criação desta nova empresa. E foi debaixo de névoa, frio e muita geada de um rigoroso inverno curitibano que foi fundada a Homelab.

Desde o início a empresa foi administrada por um gestor de negócios externos, que já conhecia os procedimentos, os valores e a forma de trabalho da família. O nome foi selecionado a partir de uma eleição interna. E o seu significado é muito reconfortante e amigável: Casa do Laboratório (Homelab).

Cronologia de sucesso

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Aprendizagem mais dinâmica e investigativa que estimula competências e habilidades cognitivas e motoras dos estudantes. É assim que um laboratório de Ciências deve atuar na melhoria da prática do ensino. Muito mais que recurso pedagógico esse ambiente educacional se configura como um dos melhores investimentos que uma instituição de ensino pode realizar.

A partir do manuseio de seus equipamentos e instrumentos, sempre com orientação e supervisão do professor, os alunos colocam em prática as informações vistas nas salas de aula, o que facilita e estimula o aprendizado. O resultado é a fácil compreensão e assimilação da disciplina.

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As atividades realizadas num laboratório são suporte para o desenvolvimento de habilidades investigativas e ainda ampliam a integração dos alunos entre eles e com o professor.

O professor de Biologia José Augusto real Limeira, assessor pedagógico e mestre em Ensino de Ciências da UTFPR, concorda que o laboratório de Ciências propicia tempo e espaço para ações investigativas dos estudantes. Nessa perspectiva, é fundamental o papel mediador do professor, a fim de orientar os alunos em suas observações, análises e conclusões.

Para favorecer a participação dos alunos nas atividades realizadas no laboratório, as mediações do professor devem instigá-los a pensarem sobre os fenômenos observados, orientá-los nas observações, análises e conclusões.

O laboratório de Ciências deve ter microscópio óptico com lâminas de vidro, lamínulas, determinados tipos de corantes, lâminas permanentes, pinças, conta-gotas, recipientes de vidro ou plástico, placas de Petri, lâminas cortantes, entre outros. A manipulação de instrumentos cortantes e perfurantes deve ser restrita ao professor. Além dos materiais usados em práticas de microscopia, existem ainda os modelos que representam estruturas anatômicas do corpo humano, animais, plantas, bactérias e vírus.

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Os produtos educacionais de qualidade oferecem melhores condições para a realização do processo de ensino e aprendizagem. Os modelos anatômicos, por exemplo, devem representar de modo mais próximo possível estruturas anatômicas ou fenômenos da natureza para assegurar a construção de conceitos inerentes à área de conhecimento. A qualidade do microscópio óptico interfere diretamente em processos que envolvem a mediação do professor e na aprendizagem dos estudantes. Segundo Limeira, um bom microscópio deve proporcionar boa capacidade de ampliação e nitidez da imagem, a fim de garantir ações investigativas dos estudantes, como a observação, análise dos materiais biológicos, registros e conclusões.

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A Homelab tem compromisso com a inovação na hora de aprimorar os laboratórios e salas de aula. Pensando nisso, estão chegando mais lançamentos!

Conjunto para Múltiplas Ciências

Material destinado ao estudo de química, física, matemática e biologia do Ensino Médio. Em um só conjunto estão todos os materiais necessários para o desenvolvimento das aulas em laboratório, facilitando o desenvolvimento de atividades.

Além disso, permite que os professores especialistas trabalhem de forma INTERDISCIPLINAR, fazendo com que os alunos percebam a interatividade entre as ciências.

Pode ser trabalhado com os alunos divididos em grupos, realizando diferentes atividades, promovendo discussão e o debate, ou ainda envolvendo todos os alunos em um único projeto.

Acompanha Roteiro de Experimentos Ilustrado.

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Conjunto Prático de Matemática

É composto de 07 kits matemáticos que abordam os conteúdos mais significativos apresentados no ENEM. O material destinado ao estudo da álgebra, geometria e trigonometria, podendo atender ao ensino Fundamental II, Ensino Médio, Cursos Técnicos e Superior.

Possibilita a aquisição de dados e realização de cálculos, transformando a teoria em prática. Também permite que os alunos trabalhem divididos em grupos, realizando diferentes atividades, promovendo discussão e debate sobre os resultados alcançados.

Acompanha Roteiro de Atividade Ilustrado Ensino Médio, Cursos Técnicos e Superior.

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E será que a criançada gosta das práticas no laboratório? 😉

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Os físicos quânticos parecem ter um grande interesse em gatos. Você deve conhecer o paradoxo do gato de Schrödinger; e temos um estado quântico que torna esse paradoxo ainda mais intrigante.

No experimento mental de Erwin Schrödinger, um gato é preso no compartimento de uma caixa; no outro compartimento, há uma pequena quantidade de substância radioativa. Se essa substância decair – isto é, se houver atividade radioativa – um veneno mata o gato. No entanto, você só saberá se o gato está vivo ou morto quando abrir a caixa. Até lá, ele estará em um estado “vivomorto”.

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Isso ilustra um dos conceitos contra-intuitivos da física quântica: a sobreposição. Até ser observado, um sistema físico (como um elétron) existe parcialmente em todos os estados teoricamente possíveis ao mesmo tempo; quando é observado, ele se mostra em um único estado.

Agora, físicos da Universidade Yale descobriram como fazer um mesmo “gato” que “vive” e “morre” em duas caixas ao mesmo tempo. Tecnicamente, este não é um gato real, e sim um estado em que duas (ou mais) partículas estão interligadas em dois estados diferentes ao mesmo tempo.

Dividindo o gato de Schrödinger

Em 2005, físicos do NIST conseguiram reproduzir a ideia do experimento de Schrödinger em laboratório, com seis átomos em estados “spin up” e “spin down” simultâneos – é como se eles estivessem girando no sentido horário e anti-horário ao mesmo tempo. Desde então, outros físicos fizeram algo semelhante com fótons.

Os físicos de Yale adicionaram uma complicação adicional: não só os fótons exibem mais de um comportamento ao mesmo tempo (superposição), como também estão entrelaçados – isto é, se um mudar de estado, o outro também vai, mesmo que eles estejam separados. É um dos aspectos mais estranhos da mecânica quântica – Albert Einstein a apelidou de “ação fantasmagórica à distância”.

Para tanto, os físicos criaram uma pequena câmara com duas cavidades separadas feitas de alumínio. Os fótons de micro-ondas ricocheteavam ao redor no interior das cavidades, e a equipe conseguiu conectá-los com um átomo artificial supercondutor de safira.

Assim, eles se tornaram uma única entidade (um “gato”) que assumiam mais de um estado (“vivo” e “morto”) ao mesmo tempo. O gato “não fica apenas em uma caixa, porque o estado quântico é compartilhado entre as duas cavidades e não pode ser descrito separadamente”, diz o autor principal, Chen Wang, em comunicado. O trabalho foi publicado na revista Science.

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Computação quântica

Esta pesquisa tem implicações para a computação quântica. Ao contrário de um computador clássico, com bits representando 0 e 1, um computador quântico armazena informações em “qubits”. Um qubit pode estar em dois estados ao mesmo tempo, tanto 0 e 1, assim como o gato de Schrödinger está simultaneamente vivo e morto até que uma medição ou observação seja feita.

Isto cria uma situação muito delicada: a informação quântica deve ser blindada de todo o ruído externo no ambiente ao redor. A menor interferência – um único fóton esbarrando no átomo que você usou para codificar e armazenar suas informações, por exemplo – fará com que o sistema inteiro perca a coesão, de tal forma que a superposição é perdida.

Criar “cat states” – isto é, entrelaçar partículas com comportamento diferente – é interessante porque poderia ser muito útil para armazenar informação quântica. De acordo com o coautor Robert Schoelkopf, este é “o primeiro passo para operações lógicas entre dois bits quânticos”, que também permite correção de erros.

Via Gizmodo

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Quem esquece a dificuldade de memorizar aquelas letras e números dos elementos químicos da tabela periódica! E as aulas práticas nos laboratórios de ciências! Estudar química sempre foi um desafio e muitos acreditam ainda que só mentes brilhantes são capazes de entender todas as suas fórmulas, substâncias e composições.

A química é uma ciência que está presente no nosso cotidiano e das mais variadas formas. Explica diversos fenômenos da natureza. Contribui para o avanço da tecnologia. No desenvolvimento da medicina, da indústria, da engenharia, da agricultura, da área forense e da energia e fontes renováveis. A química ajuda e muito na melhoria da qualidade de vida das pessoas.

A disciplina sempre foi o “terror” dos estudantes. O ensino de química, há alguns anos, era em geral tradicional, baseado na simples memorização de nomes, fórmulas e cálculos. Era um conteúdo maçante e que não despertava interesse nos alunos. O assunto extenso e difícil ganhou novos ares nas salas de aulas e se tornou mais atrativo e dinâmico. Os professores passaram a estimular a pesquisa e a curiosidade dos alunos do Ensino Médio e também dos cursinhos pré-vestibular. E a química deixou de ser uma dor de cabeça.

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Hoje os professores estão preparados para ensinar com maestria o conteúdo de química. São criativos e transformam a disciplina em algo divertido e fácil de aprender. As famosas fórmulas, vilão dos estudantes, ganham contornos animados, coloridos e até teatrais e servem para quebrar a resistência dos alunos. Os professores são verdadeiros malabaristas na hora de repassar os ensinamentos. Utilizam recursos tecnológicos e lousa digital, lançam mão da música para ajudar na memorização, jogos lúdicos e brincadeiras. Vale tudo para cativar os estudantes e alcançar o objetivo de ensinar. As escolas também investem em laboratórios modernos e equipados com instrumentos que facilitam, incentivam e incrementam o aprendizado por meio das aulas práticas.

Mas o que seria da química sem os químicos? Em 18 de junho, esses profissionais comemoram seu dia, a data foi escolhida em 1956. Nesse ano, o então presidente Juscelino Kubitschek promulgou a “Lei Mater dos Químicos – Lei nº 2800/56”, que dispôs sobre o exercício profissional e também criou os conselhos de química.

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Dia do Químico

Neste dia os químicos comemoram suas conquistas. A química é feita de investigações e descobertas, e não foram poucas. Ela dissemina o bem-estar da sociedade e quando aplicada de maneira correta, traz benefícios para o meio ambiente e à saúde das pessoas. A importância da ciência é reconhecida também pelo Prêmio Nobel, concedido aos estudiosos por suas pesquisas na área.

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A profissão de químico tem um vasto campo de trabalho e não está apenas restrita a laboratórios. As atividades podem ser desenvolvidas nos setores de abrasivos, aerossóis, alimentos, bebidas, biocombustíveis, borrachas, catalisadores, celulose e papel, cerâmicas, colas e adesivos, cosméticos, defensivos e fertilizantes agrícolas, essências, explosivos, farmoquímicos, metais, meio ambiente, perícias judiciais, petroquímica, pilhas e baterias, polímeros, consultoria técnica e ambiental, análises laboratoriais, limpeza e controle de pragas, armazenagem e transporte de produtos químicos, ensino e pesquisa, produtos químicos industriais, química forense, produtos de limpeza, têxtil, tintas, transporte de produtos perigosos, tratamento de madeiras, vidros.

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Algumas provas matemáticas ocupam algumas linhas; outras exigem algumas páginas; e uma delas – a maior do mundo – ocupa impressionantes 200 TB de armazenamento. O antigo recordista tinha apenas 13 GB.

Segundo a Nature News, três matemáticos – das Universidades do Texas em Austin, Kentucky e Swansea – usaram diversos recursos de computação para resolver o problema booleano dos ternos pitagóricos.

Ternos pitagóricos são grupos de três números (a, b, c) que satisfazem a condição a²+b²=c². É o caso de (3, 4, 5) e (5, 12, 13), por exemplo

A pergunta é: existe uma forma de separar todos os números naturais (1, 2, 3, 4, …) em dois conjuntos, de forma que nenhum dos dois possua ternos pitagóricos?

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A resposta é não. Na matemática, geralmente é mais difícil provar que algo não é possível – afinal, infinitos números permitem infinitas combinações. Por isso, a equipe teve bastante trabalho para chegar a essa conclusão simples.

Até o número 7.824, era possível criar dois conjuntos sem ternos pitagóricos. No entanto, quando os matemáticos chegaram a 7.825, eles descobriram que não havia mais como fazer isso: cada conjunto sempre teria pelo menos um terno pitagórico.

Existem 10^2.300 formas possíveis de se organizar esses números em dois conjuntos. A equipe usou alguns truques para simplificar a situação, deixando cerca de 1 trilhão de combinações para serem verificadas pelo supercomputador Stampede, da Universidade do Texas. 800 processadores passaram dois dias analisando os dados e geraram 200 TB de dados.

Este problema foi proposto pelo matemático Ronald Graham na década de 80, e ele ofereceu US$ 100 para quem conseguisse encontrar a resposta. O trio de pesquisadores já recebeu a recompensa. Claro, a motivação deles não era o dinheiro, e sim “o interesse geral neste problema matemático”.

Esse tipo de prova auxiliada por computador é cada vez mais comum na matemática, embora haja algum debate sobre o assunto. Da Nature News:

“… isto não fornece um motivo para explicar porque a divisão em dois conjuntos é impossível, nem explora se o número 7.825 é significativo, diz o matemático Oliver Kullmann, que participou do estudo… se o trabalho dos matemáticos é uma busca para aumentar a compreensão humana da matemática, em vez de acumular uma coleção cada vez maior de fatos, uma solução baseada na teoria parece superior a um computador checando possibilidades.”

Ainda assim, a maioria dos estudiosos provavelmente concorda que a quantidade de dados necessária para chegar a esta solução em particular era simplesmente grande para um humano analisar sozinho.

Fonte: http://gizmodo.uol.com.br/prova-matematica-200-tb/

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A Bett Brasil Educar é a maior feira de educação da América Latina. E a Homelab não podia deixar de estar presente em um evento tão importante como esse. É na Educar que fazemos os lançamentos dos nossos produtos, recebemos os amigos e parceiros, trocamos novidades e compartilhamos projetos.

Durante os dias 18 e 21 de maio, milhares de pessoas visitaram nosso stand e puderam realizar experiências incríveis, conhecer as nossas novidades e os últimos lançamentos da Homelab em primeiríssima mão.

Durante a feira tivemos o privilégio de contribuir para que inúmeras instituições de ensino do Brasil tenham suas salas e laboratórios atualizados com a últimas tendências da área.

Confira como foi a Educar 2016 com a Homelab:

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Existem, basicamente, dois tipos de microscópios ópticos: o estereoscópio e o

biológico. O microscópio estereoscópio, também conhecido como lupa, pode apresentar

capacidade de aumento de 200 vezes e é utilizado para estudar estruturas e organismos

maiores. “Também permite observar materiais biológicos opacos, pois a fonte de luz

incide feixes luminosos sobre o objeto de estudo, sem a necessidade de atravessá-lo”,

diz José Augusto Real Limeira, professor de Biologia, assessor pedagógico e mestre em

Ensino de Ciências pela UTFPR. É o caso da superfície de folhas de vegetais

(destacando suas nervuras), detalhes do corpo de pequenos insetos (evidenciando cerdas

das antenas e patas), segmentação do corpo, distribuição de cores, entre outros.

Já o microscópio biológico apresenta capacidade de aumento da imagem muito superior,

quando comparada ao microscópio estereoscópico. Suas lentes ampliam cerca de 1,6

mil vezes a imagem real do objeto de estudo, o que permite a observação de estruturas

microscópicas, como células constituintes de organismos uni ou multicelulares.

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MICROSCÓPIO ESTEREOSCÓPIO BINOCULAR 160X ILUMINAÇÃO DE LED – HOMELAB

Benefícios –

O uso do microscópio nas aulas de Ciências e Biologia enriquece a relação professor e

aluno. A sua utilização vai além da simples complementação das aulas teóricas.

Sugerem a participação ativa dos estudantes em processo de investigação, pois

mobilizam conhecimentos específicos, habilidades cognitivas e socialização de saberes.

“Para o estudante, o uso do microscópio óptico potencializa a aprendizagem, pois

instiga a curiosidade acerca do objeto de estudo e favorece a participação na construção

do próprio conhecimento. No entanto, para que ele se torne sujeito ativo neste processo,

é importante que o professor problematize o tema da aula, a fim de tornar esse

instrumento um meio de investigação que estimula a mobilização para a busca de

respostas e soluções”, explica Limeira.

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