Facilitando o ensino de células em sala de aula

Facilitando o ensino de células em sala de aula

A comparação é uma das formas de facilitar o ensino das diferenças entre células animais e vegetais em sala de aula. Apesar de sermos aparentemente diferentes das plantas, nossas estruturas celulares coincidem bastante com relação às organelas que as constituem. A principal característica que diferencia esses dois tipos de célula é a presença de uma membrana celular rija formada por celulose nas células vegetais e de membrana celular plasmática composta por lipídios e proteínas nas células animais. Para facilitar o ensino das células em sala de aula, a Homelab possui dois modelos estruturais: a Célula Vegetal e a Célula Animal. Posicionando os dois modelos e demonstrando na prática as diferenças e semelhanças existentes entre as células animais e vegetais, torna-se mais eficaz para os alunos o ensino sobre essas estruturas essenciais para a vida.

 

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Boas práticas de laboratório exigem a segurança de professores e alunos ao lidarem com componentes químicos durante um processo de experimentação, quando podem ocorrer inalações de substâncias tóxicas. Por isso, é importante o uso de EPI´s — Equipamentos de Proteção Individual — como luvas, óculos de proteção, lava-olhos, aventais e, principalmente, um equipamento de laboratório como a Capela de Exaustão da Homelab. Ela é composta por fibra de vidro, possui isolante elétrico e térmico, resistência à fogo, força mecânica e oxidação. Elimina vapores tóxicos e odores durante a manipulação de reagentes de laboratório, garantindo um ambiente saudável de estudo e assegurando a proteção em qualquer procedimento laboratorial que envolva algum risco de contaminação. Conheça mais sobre a Capela de Exaustão da Homelab e a segurança que ela proporciona ao ambiente do seu laboratório escolar.

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Microscópio Trinocular e Kit Câmera, um grande diferencial para aulas práticas

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O microscópio trinocular é um instrumento de particular importância nas aulas experimentais de química, biologia e física, proporcionando aos alunos a visão de estruturas e seres que até então são invisíveis a olho nu. O ideal, recomendado por educadores, seria que um microscópio fosse compartilhado em sala de aula por no máximo quatro alunos. Sabendo que nem sempre isso é possível na realidade escolar brasileira, a Homelab possui um instrumento que é ideal para atender a essa necessidade dos laboratórios científicos: o Microscópio Trinocular 1600X com o Kit Câmera para TV. Ele se chama Trinocular porque permite três tipos de observação: uma para cada olho e mais uma saída para conectá-lo à câmera. Com esse instrumento, é possível acoplar o Kit Câmera para TV ao microscópio, sendo que a câmera possui alta resolução (480 linhas), com saída RCA e filtro para a correção de luz, garantindo uma transmissão da imagem do microscópio em data show ou televisão. Para isso, basta acoplar a câmera na porta trinocular do tubo e ligá-la à rede elétrica, transmitindo as imagens reproduzidas em uma tela, para que toda a turma possa assistir o que está sendo observado na lâmina.

18996 - conjunto termodinâmica - homelab

Para exemplificar a primeira lei da termodinâmica ou princípio de Joule, propomos um experimento simples que utiliza apenas dois balões de plástico, fósforos e água. Primeiro, é preciso explicar no que consistiria a primeira lei da termodinâmica ou lei de conservação da energia. Ela postula que diversas formas de trabalho energético podem ser convertidas umas nas outras, explicando que a energia total transferida para um sistema é igual à variação de sua energia interna, ou seja, em todo processo natural, a energia do universo se conserva sendo que a energia de um sistema isolado é constante.

Quando fazemos o experimento do balão à prova de fogo, temos dois sistemas: um que conta com o balão, o ar e o fósforo e outro com o balão, o ar, a água e o fósforo. Vamos ver como se monta esse experimento e quais são os princípios de conservação de energia que ele postula.

Materiais:

— 2 Balões de plástico

— Dois fósforos

— 50 ml de água

Como fazer:

Encha o primeiro balão apenas com ar. Acenda o fósforo na sua parte inferior e veja quanto tempo ele demora para estourar. Depois, encha o segundo balão com ar e água e posicione o fósforo também embaixo do balão. Você perceberá que esse balão com água demora mais tempo para estourar. Por que?

O sistema de energia criado pelo balão, o ar e o fósforo é diferente daquele criado pelo balão, o ar, a água e o fósforo. A água é uma boa armazenadora de calor porque tem elevada capacidade calorífica, por exemplo, sabemos que para a água ferver ela precisa ser aquecida até 100°C. Isso significa que ela absorve muito calor e, por isso, retarda que o balão aqueça demais e estoure quando em contato com o fósforo. Esse é um exemplo simples de diferentes sistemas de trabalho que enuncia a primeira lei da termodinâmica. A mesma quantidade de energia foi depositada tanto no balão com ar quanto no balão com ar e água, porém, as suas variações foram diferentes. São sistemas isolados e diferentes que demonstram diferentes resultados de acordo com as variações energéticas internas de seus constituintes.

Para ensinar mais sobre as leis da termodinâmica em sala de aula, fazendo esse e outros experimentos, utilize o Conjunto Termodinâmica da Homelab, deixando suas explicações mais didáticas e interativas.

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O Planetário Iluminado Homelab é composto por uma base circular onde estão impressos os principais planetas do Sistema Solar. Em seu centro, há uma luminária que representa o Sol, um mini globo terrestre, representando o planeta Terra, e uma pequena esfera que gira ao seu redor, representando a Lua. A lâmpada que alimenta a luminária é de 40W e bivolt e, quando acesa, ela pode representar os fenômenos que acontecem entre a Lua, a Terra e o Sol.

Para facilitar seu manuseio e funcionamento, o planetário deve ser depositado sobre uma superfície plana. Manualmente, deve-se segurar a haste e girá-la no sentido anti-horário em torno do Sol. Automaticamente, a Lua também girará em torno da Terra. Quanto menor a luminosidade do ambiente em que se encontra o planetário, melhor será a visibilidade dos fenômenos relacionados à luz solar: dia, noite, fases da Lua, eclipses e estações do ano, devido à inclinação da Terra.

Assim, o Planetário Iluminado Homelab é destinado para uma forma diferente de aprendizagem, em que o aluno é agente na aquisição de conhecimento, através da observação direta do fenômeno ou fato científico. Muito além de ilustrações presentes em livros ou de explicações teóricas, o planetário Homelab demonstra na prática os fenômenos acontecendo em tempo real no modelo. Desse modo, conteúdos como aspectos do dia e da noite, os movimentos da Lua e da Terra e a disposição dos planetas no Sistema Solar podem ser observados pelos alunos que, com as explicações do professor, podem perceber na prática a teoria explicada.

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O complexo de Golgi, complexo Golgiense ou aparelho de Golgi, é uma organela citoplasmática é uma estrutura que intermedeia várias reações dentro das células eucariontes. É composta por discos achatados membranosos e empilhados.

O complexo de Golgi é formado por estruturas denominadas dictiossomas. Cada uma dessas estruturas é constituída por dobras de membrana que se agrupam em pequenos sacos achatados e empilhados, chamados de cisternas. As cisternas se dividem em duas faces: a “cis” e a “trans”. A face “cis” é convexa e está associada ao RER (retículo endoplasmático rugoso), recebendo vesículas de transição ou transferência contendo proteínas. A face “trans” é côncava e direcionada para a membrana plasmática. Está ligada ao REL (retículo endoplasmático liso), recebendo membranas para a formação de vesículas de secreção que contém as substâncias armazenadas. Essas vesículas de secreção da célula atuam em diversas partes do organismo, por exemplo, enzimas utilizadas na digestão, hormônios e muco são todos secretados pelo complexo de Golgi.

As funções do complexo de Golgi se estabelecem dentro de sua estrutura. Há a recepção de produtos de natureza proteica e lipídica sintetizadas no RER e transportadas através do citoesqueleto até a face “cis”. Também ocorre o processamento por acréscimo de grupamentos nas extremidades dos produtos sintetizados, pela adição de elementos fosfóricos ou pela adição de aminoácidos. Além disso, o complexo de Golgi armazena substâncias com ação extracelular (grânulos de secreção) e intracelular (enzimas digestivas dos lisossomos). Na face “trans” ocorre a excreção por exocitose dos conteúdos armazenados no complexo de Golgi.

Para ensinar sobre o complexo de Golgi e outras organelas das células eucariontes, utilize o modelo de célula animal da Homelab, deixando sua aula mais didática e ilustrativa!

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invertebrados

Os invertebrados correspondem àqueles animais que não possuem crânio, nem coluna dorsal. Em vários casos, possuem o corpo mole ou são compostos por um exoesqueleto calcário, ou seja, um esqueleto externo. Os invertebrados somam 97% das espécies animais existentes no mundo, totalizando cerca de 1,5 milhões de espécies. Alguns cientistas acreditam que os invertebrados se originaram a partir de um ancestral unicelular primitivo, enquanto outros creem que sua evolução provém de diferentes origens.

 

Os filos que compõem os invertebrados são:

Poríferos: esponjas-do-mar;

Cnidários: corais, águas vivas e anêmonas-do-mar;

Platelmintos: tênias e esquistossomos;

Nematelmintos: lombriga;

Anelídeos: minhocas e sanguessugas;

Moluscos: polvos, lulas, lesmas, caramujos, ostras, mariscos e mexilhões;

Equinodermos: pepinos-do-mar, ouriços-do-mar e estrelas-do-mar;

Artrópodes: filo muito diverso que se divide entre as classes de insetos, aracnídeos, miriápodes e crustáceos.

 

As principais características dos invertebrados são:

— Aeróbicos, com diversos tipos de sistema respiratório, retirando o oxigênio da água ou do ar, conforme o meio em que vivem;

— Pluricelulares, ou seja, possuem seu organismo formado por muitas células;

— Eucariontes, pois possuem suas células envolvidas por membrana;

— Heterótrofos, necessitando ingerir outros seres vivos para a manutenção de sua própria vida, pois não possuem clorofila e são incapazes de produzir o próprio alimento;

— A maioria possui reprodução sexuada, isto é, através de gametas, embora existam exemplos de reprodução assexuada, como as minhocas e platelmintos;

— A maioria dos invertebrados possuem tecidos e órgãos, mas há exceções, como ocorre com o filo Porífera.

— A maioria também apresenta simetria bilateral, ou seja, duas metades do corpo simétricas. Porém, os equinodermos (estrelas-do-mar) possuem simetria radial e as poríferas (esponjas do mar) não possuem simetria.

Os invertebrados são animais muito diversos e complexos, e nem sempre é fácil memorizar todos os tipos e características deles. Por isso, a Homelab possui um conjunto de cartões com figuras de animais invertebrados que podem ser utilizados em sala de aula para aprimorar a compreensão e memorização dos alunos. Cada cartão contém um tipo de animal, seu nome comum e o filo ao qual pertence, deixando mais fácil o aprendizado.

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Observando as estrelas

Observar o céu à noite pode se tornar uma atividade muito recompensadora, pois traz inúmeros conhecimentos e curiosidades sobre as estrelas. Mas nem todos os astros que vemos no céu durante à noite são estrelas. Além da Lua, que é um satélite, os pontos luminosos que visualizamos à noite e são parecidos com estrelas, na verdade podem ser planetas, cometas, asteroides, galáxias ou nebulosas.

Com a observação feita a olho nu fica difícil diferenciarmos as estrelas dos demais astros, portanto é necessária a utilização de uma luneta ou telescópio para que possamos perceber as suas diferenças. Os planetas Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno são os únicos astros que podem ser diferenciados a olho nu. Mas, para conseguir enxergá-los, é preciso que o céu esteja sem nuvens, e o local de observação, livre da poluição luminosa.

Existe uma imensa variedade de estrelas que, quando observadas através de uma luneta ou telescópio, podemos diferenciar sua cor, brilho e tamanho. Por meio das diferentes colorações das estrelas, os astrônomos são capazes de determinar sua idade – as azuladas (as mais quentes) são estrelas mais jovens, já as mais avermelhadas (as mais frias), são estrelas mais velhas – o tempo que ainda viverão e o material que as compõem.

Observe o céu por alguns minutos num local, de preferência, afastado das luzes da cidade. Perceba a variedade de estrelas que existem, algumas mais brilhantes, outras quase apagadas. Note que as estrelas também possuem cores diferentes, as tonalidades mais fáceis de perceber são o azul e o laranja. Olhando com atenção, você encontrará algumas que parecem um floquinho de algodão quase se apagando. Procure olhar o céu como um todo. Você perceberá que há uma faixa mais clara com mais estrelas que no restante do céu: esta faixa é uma parte da galáxia onde estamos, chamada “Via Láctea” por causa do seu aspecto leitoso.

Com a luneta e os telescópios da Homelab fica muito mais interessante observar as estrelas. Conheça nossos produtos e torne as suas noites estreladas mais científicas.

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história do microscópio

A palavra microscópio tem sua origem nos termos mikrós (do grego, pequeno) e scoppéoo (do grego observar, ver através). A origem do microscópio não é certa, porém, acredita-se que ele foi inventado por Hans Janssen e seu filho, Zacharias, dois holandeses fabricantes de óculos, no ano de 1591. Na associação de lentes, os Janssen teriam conseguido criar um aparelho que ampliava a visão. Contudo, tudo indica que o primeiro a utilizar um microscópio para fazer observações científicas foi o neerlandês Antonie van Leeuwenhoek (1632-1723). Leeuwenhoek produziu suas próprias lentes, com um poder de ampliação muito maior que os microscópios da época. Suas observações consistiam em investigar sobre glóbulos vermelhos do sangue, bactérias e a vida em uma gota de água

Em 1665, o cientista inglês Robert Hooke escreveu um livro detalhando suas descobertas microscópicas, o qual foi chamado de Micrographia. Suas observações mais importantes foram feitas com pulgas e cortiça, vendo pelos no corpo da primeira e poros no corpo da segunda. Hooke foi o primeiro a utilizar o termo célula ao descrever uma estrutura repleta de alvéolos vazios, tal como favos de uma colmeia. Assim, nomeou cada alvéolo de cell (ou cela, células em inglês), comparando os poros da cortiça às celas dos monges.

Ao longo dos séculos, com as novas descobertas científicas e a evolução da tecnologia, a qualidade e eficácia dos microscópios cresceu exponencialmente, principalmente durante o século XX. Em 1933, o cientista alemão Ernst Ruska inventou o primeiro microscópio eletrônico. Ao contrário do microscópio óptico que usa a luz para ampliar a imagem, o microscópio eletrônico utiliza feixes de elétrons e lentes eletromagnéticas para observar o objeto, conseguindo a ampliação da imagem de até um milhão de vezes. A importância do microscópio eletrônico foi tão grande que rendeu a à Ruska o Prêmio Nobel de Física, em 1986.

A Homelab possui uma linha de microscópios ópticos de última geração, essenciais para o ensino da ciência em sala de aula. Conheça mais sobre nossos produtos e construa a melhor infraestrutura que uma aula de ciências pode oferecer para a sua escola.

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Termologia

A termologia é uma área da física que estuda as leis que regem as relações entre calor, trabalho e outras formas de energia, com a especificação na transformação de um tipo de energia em outra. O estudo da termologia foi primeiramente desenvolvido no século XVIII, com pesquisadores que buscavam formas de aprimorar as máquinas durante a Revolução Industrial, na ânsia de melhorar a sua eficiência.

Esses conhecimentos que garantem a eficiência de máquinas são atualmente empregados nas mais diversas situações do cotidiano, desde máquinas térmicas e refrigeradores, motores de carros, processos de transformação de minérios e derivados de petróleo. Portanto, as leis termodinâmicas regem a forma como o calor se transforma em trabalho e como o trabalho se transforma em calor.

Com o conjunto de termologia da Homelab, fica mais fácil demonstrar para os alunos as leis e conceitos desse campo da física. Sua principal atividade é a comprovação das Leis da Termologia, entre elas a Termometria, Propagação de Calor e Troca de Calor. Pode ser usado em grupo pelos alunos, estimulando sua criatividade e compreensão das leis físicas, além de possuir fácil montagem, definindo-se, assim, como uma solução para o ensino da termologia, pois leva a teoria à prática e vice-versa, envolvendo uma abordagem muito mais próxima da realidade dos alunos.

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