Kit de Ciências para o Ensino Fundamental

Como ensinar ciências de forma prática para os alunos do Ensino Fundamental? Através do kit de ciências Homelab desenvolvido com base nos conteúdos escolares destinados a essa faixa etária. Além de ser completo, pode ser usado tanto no laboratório de ciências quanto em sala de aula.

O kit auxilia na compreensão prática de conteúdos como:

Física

— Leis fundamentais da física

— Iniciação à conceitos de ótica

— Conceitos básicos de astronomia: pontos cardeais e fases da Lua

— Desenvolvimento do processo de obtenção de medidas

Biologia

— Botânica: análise de solos

— Botânica: análise de plantas

Química

— Conceitos básicos de química

— Reações químicas simples

Entre as aplicações práticas, o kit acompanha também um roteiro que explica passo a passo mais de 80 experimentos que ajudam os alunos a compreender esses conceitos físicos, biológicos e químicos. Esses experimentos podem ser feitos tanto por professores especializados quanto por professores de formação mais generalista, atendendo às demandas de conteúdo aplicadas ao Ensino Fundamental.

O kit também foi desenvolvido para estimular o interesse investigativo de cada aluno, relacionando os conteúdos científicos a práticas de seu dia a dia. Também, fomenta o trabalho em equipe e a liderança, pois os experimentos podem ser todos realizados em grupos pequenos, aumentando a cooperação entre alunos.

É uma ferramenta científica que ajuda a tornar as aulas mais dinâmicas, sem perder a ludicidade necessária para os alunos do Ensino Fundamental. Por fim, é uma forma eficiente de investir na formação científica básica dos alunos, fazendo com que estejam mais preparados para os conteúdos refinados do Ensino Médio.

Clique aqui e faça o download do experimento “Determinação experimental da vantagem mecânica da roldana móvel”.

Quer saber mais sobre o kit de Ciência da Homelab? Acesse nosso site.

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A base do nosso corpo são nossos ossos. Eles sustentam o nosso peso e oferecem proteção aos órgãos internos. Você sabia que um indivíduo adulto possui 206 ossos, porém, quando nascemos, contamos com 300 ossos? Muitos desses ossos “extras” se fundem formando um só. O desenvolvimento do esqueleto dura, em média, até os 22 anos de idade, sendo que o único osso humano com que já nascemos plenamente desenvolvido é um ossículo do ouvido.

Nossa estrutura óssea representa 15% do peso de nosso corpo. É de conhecimento geral que o maior osso que possuímos é o fêmur que, apesar de oco, é mais resistente ao peso do que o concreto. Um pedaço de osso humano com o tamanho de uma caixa de fósforos pode suportar até 9 toneladas de peso. Já o menor osso humano é estribo, presente no ouvido. Apesar do exterior dos ossos serem duros, seu exterior é mole, formado por um tecido cuja composição é de 75% água.

São muitas as curiosidades sobre os nossos ossos, assim como os conteúdos de biologia sobre eles a serem ensinados no Ensino Médio. Por isso, nada melhor do que possuir um modelo de esqueleto disponível em sala de aula para demonstrar aos alunos como é importante conhecermos mais sobre nosso corpo.

Curiosidades sobre os ossos humanos

Conheça os esqueletos articulados da Homelab, confeccionados em material plástico de alta resistência e com opções diferenciadas para cada tipo de conteúdo a ser ensinado em sala de aula.

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Quando pensamos em hereditariedade e evolução das espécies, o primeiro nome que nos vem à mente é o de Charles Darwin, porém, o cientista tcheco Gregor Mendel (1822-1884), praticamente ao mesmo tempo, já desenvolvia estudos com plantas, camundongos e abelhas que demonstravam a hereditariedade das espécies. Hoje, Mendel é considerado o pai da genética. É interessante perceber que Mendel e Darwin, apesar de contemporâneos, não chegaram a conhecer os estudos um do outro. Isso aponta para como era lenta a velocidade da comunicação no século XIX, ao contrário do que acontece hoje.

Cientistas históricos Gregor Mendel

Cientistas históricos Gregor Mendel

O estudo essencial de Mendel e que hoje é normalmente dado como conteúdo no Ensino Médio é a experiência com ervilhas, base para o estudo da genética moderna. Mendel escolheu a ervilha por ser uma planta de fácil cultivo e de ciclo reprodutivo curto, produzindo diversas sementes.

Além do mais, existiam naquela época diversas variedades de ervilhas, o que tornava mais simples a aplicabilidade das diferenças genéticas entre as suas espécies. Por exemplo, ele poderia comparar ervilhas que produziam flores roxas com as que produziam flores brancas, assim como aquelas que produziam sementes lisas com as que produziam sementes rugosas, traçando as diferentes características genéticas que determinariam cada uma dessas características.

Os trabalhos de Mendel permaneceram esquecidos por mais de uma década, apesar da sua importância, sendo republicados no início do século XX, anos depois de sua morte. Hoje em dia, esse cientista histórico é conteúdo base para o ensino da genética na escola.

Alguns produtos relacionados que você encontra aqui na Homelab:

 

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Célula Animal

 

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Célula Vegetal

Conjunto de Meiose com 10 peças

Conjunto de Meiose com 10 peças

Conjunto de Mitose com 09 peças

Conjunto de Mitose com 09 peças

Biomembrana

Biomembrana

Dupla Hélice de DNA

Dupla Hélice de DNA

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A melhor forma de explicar as diferenças entre as células animais e vegetais para seus alunos  é através da comparação. Apesar de sermos, aparentemente, seres completamente diferentes das plantas, nossas estruturas celulares coincidem bastante com relação às organelas que as constituem, como pode-se ver no quadro abaixo:

Como explicar as diferenças entre a célula animal e vegetal para os alunos?

A partir da comparação, pode-se explicar as diferenças entre organelas presentes ou ausentes nos dois tipos de células, suas funções e quais são as especifidades metabólicas e estruturais de cada tipo. Por exemplo, uma das características mais marcantes da célula vegetal — e que não está presente na célula animal — é a membrana rija que a protege externamente, uma parede celular formada principalmente por celulose, polissacarídeo estrutural das plantas, o termo bioquímico para aquilo que chamamos de fibras. Já a célula animal é protegida pela membrana plasmática, composta por lipídios e proteínas, uma estrutura fina que controla a entrada e saída de substâncias.

Como no exemplo citado, comparar as estruturas comuns e diferentes das células pode ajudar a reforçar não só as funções das organelas, como também, a entender melhor os tipos de funcionamento diferentes dos organismos vivos. E a maneira mais didática de fazer isso é através da demonstração. Para isso, a Homelab possui modelos estruturais de células animal e vegetal com suas organelas mais importantes diferenciadas por cores e relevo, garantindo a melhor compreensão do aluno. Desse modo, posicionar os dois modelos de células e compará-los simultaneamente, especificando suas organelas coincidentes ou não, é um método eficaz de ensinar mais sobre essas estruturas essenciais para a vida.

4 Experimentos DNA

O DNA não é apenas um conteúdo complexo, mas também muito interessante! Por isso experimentos são uma excelente opção quando esse é o assunto sendo ensinado, pois eles usam a curiosidade dos alunos a favor do aprendizado e da criação de uma memória de longo prazo. Estes são alguns dos melhores experimentos que trabalham o DNA:

 

1. Como extrair DNA humano!

Este experimento vai ser melhor visualizado com a ajuda de um dos corantes da Homelab!

 

2. Como ver o DNA da cebola!

 

3. Construir um modelo de DNA!

O professor pode promover que seus alunos tragam materiais recicláveis de casa para construírem, em grupos e com auxílio dos professores, modelos de DNA! A Dupla Hélice de DNA da Homelab pode servir como guia visual!

 

4. Extrair o DNA do morango!

Para a atividade vai ser necessário selecionar 3 morangos e retirar os seus respectivos cabinhos verdes, em seguida, colocar os morangos dentro de um saco plástico e pressionar os mesmos até que eles se tornem uma pasta praticamente homogênea e então, transferir essa pasta para um becker. Em outro becker, misture 150 ml de água, uma colher (sopa) de detergente e uma colher (chá) de sal de cozinha. Mexa bem esta mistura com o bastão de vidro, porém devagar, para não fazer espuma alguma! O próximo passo é colocar cerca de 1/3 da mistura de água, sal e detergente sobre a “pasta” morango. Misturar levemente os ingredientes com a ajuda do bastão de vidro e incubar a mistura em temperatura ambiente por 30 minutos. O processo segue ao colocar uma peneira sobre o becker limpo e passar a mistura pela peneira para retirar os pedaços de morango que restaram e enfim, colocar metade do líquido peneirado em um tubo de ensaio. O ideal é colocar apenas cerca de 3 dedos no fundo do tubo e despejar delicadamente a mistura no mesmo (pela parede do mesmo, para escorrer pelo vidro) e sobre a solução, adicionar dois volumes de álcool comum. Não devemos misturar o álcool com a solução. Após aguardar cerca de 3 minutos  o DNA começar a precipitar na interfase.

A Homelab oferece materiais que trabalham em diversas áreas e que podem te auxiliar a melhorar o desempenho acadêmico dos alunos da sua instituição de ensino. Acesso nosso site e confira www.homelab.com.br

 

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cjBiologia é a ciência que estuda os seres vivos e os fenômenos ligados à vida, à sua origem e à sua evolução. Essa disciplina é essencial para a compreensão do funcionamento do nosso ecossistema e de toda a biodiversidade que o compõe.

A grande diversidade de seres vivos e as diferentes áreas de estudo em que a Biologia se divide a tornam uma ciência de grande capacidade interdisciplinar. Ela é capaz de integrar conhecimentos com outras disciplinas como Física, Química, Geografia e até mesmo a Matemática.

A Biologia está presente em praticamente todos os acontecimentos do nosso cotidiano, e influencia diretamente em tudo que está relacionado aos seres vivos. Dos mecanismos que regulam as atividades vitais às relações que as diferentes espécies estabelecem entre si e o ambiente em que estão inseridas, essa é a ciência que permite a compreensão de todos esses fenômenos.

Nesse contexto, o estudo da Biologia consiste em conhecer o modo como o mundo se organiza. Para isso, requer uma visão crítica, que nos permita entender todos os processos biológicos e, assim, conhecer os conceitos científicos essenciais para o entendimento da vida.

Sendo assim, hoje vamos mostrar mais um exemplo de atividade para ser realizada em sala de aula com os alunos do Ensino Fundamental e Médio. O objetivo é utilizar os conhecimentos em Biologia, mais precisamente em taxonomia, e criar uma chave dicotômica para identificar diferentes amostras de organismos.

Antes de começar, porém, vamos entender um pouco mais sobre o que vamos estudar.

A Taxonomia

A taxonomia é um ramo da Biologia que ordena e classifica os seres vivos. De acordo com alguns cientistas, essa é considerada a ciência mais antiga que existe, uma vez que é inerente ao homem a necessidade de classificar o universo que o cerca.

A taxonomia estuda as relações entre os diferentes organismos, seguindo uma lógica evolutiva. Essa ciência agrupa os seres vivos conforme as características em comum que eles apresentam, dividindo-os em grupos e subgrupos. A cada uma dessas divisões, as semelhanças ficam mais acentuadas. Em suma, esse sistema permite compreender o grau de parentesco entre os seres e entender melhor a evolução na Terra.

O principal nome da taxonomia é o naturalista sueco Carl von Linné, criador do sistema de classificação de seres dos seres vivos que é referência até os dias de hoje. Essa classificação acontece na seguinte ordem decrescente: reino, filo, classe, ordem, família, gênero e espécie. Cada um dos grupos de classificação é chamado de táxon.

A divisão e identificação dos seres vivos é essencial para a ciência, auxiliando na elaboração de  inventários e descrições sobre a biodiversidade do nosso planeta e ajudando na sua conservação. Sem a classificação dos organismos de uma determinada área, por exemplo, seria impossível estimar a diversidade e estudar esses seres.

A Chave Dicotômica

A chave dicotômica é um método muito utilizado por cientistas e pesquisadores na classificação de seres vivos ou na identificação de organismos desconhecidos na taxonomia, facilitando a organização de informações. Por meio de descrições sistemáticas, esse sistema oferece uma série de questões com duas alternativas opostas, possíveis de serem respondidas somente a partir da observação. Cada resposta leva a novas questões, até que se chegue a um resultado que possibilite a classificação.

A Atividade

Para esse experimento você vai precisar de:

Para começar, divida a classe em 10 grupos de alunos. Distribua entre os eles diferentes amostras do Conjunto Simulador. Oriente cada grupo a criar uma chave dicotômica a partir de suas amostras. Troque os materiais entre os grupos e peça que cada um determine as amostras a partir da chave dicotômica recebida. Ao término da atividade, todos devem apresentar o resultado final de sua análise.

O Conjunto Simulador para chaves dicotômicas faz parte do Conjunto para Múltiplas Ciências da Homelab. O kit é destinado ao estudo de Biologia, Química, Física e Matemática para alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e também do Ensino Médio. Nele, são encontrados os materiais necessários para o desenvolvimento de exercícios relacionados a essas disciplinas, facilitando a realização de atividades em sala de aula ou no laboratório e estimulando a interdisciplinaridade e a interação dos alunos com as ciências.

A Homelab disponibiliza uma série de materiais com experiências e outros conteúdos que podem ajudar professores, gestores e alunos a tornarem as aulas de ciências ainda mais produtivas e dinâmicas. Também oferecemos uma linha completa de equipamentos científicos para o seu laboratório, como microscópios e outros acessórios. Ficou interessado? Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento.

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Uma chave dicotômica é um sistema que serve para classificar ou separar algo em diferentes grupos. Isso é feito respondendo questões sobre duas opções, uma das respostas se abre para mais duas opções e sem sequência o processo é repetido até que a classificação final seja alcançada. Este sistema é utilizado principalmente na classificação dos seres vivos, facilitando a organização da informação!

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A Chave Dicotômica fornecida pela Homelab cumpre a função de estudar a construção simulada de diferentes chaves dicotômicas o que é essencial, auxilia no trabalho de diferenciar e comparar um item do outro e assim classificá-lo, tudo isso dentro da importante biologia clássica, com temas como a sistemática, classificação das espécies e taxonomia. Além disso, o material pode ser utilizado nos anos finais do ensino fundamental, no ensino médio, escola técnica, graduação e pós-graduação na área de biologia.

Um exemplo de chave dicotômica seria:

1a. Planta sem vasos condutores……………….Musgo

1b.Planta com vasos condutores…………(Siga para o 2 e continue a classificação)

2a. Planta sem sementes……………………….Samambaia

2b. Planta com sementes………….(Siga para o 3 e continue a classificação)

3a. Planta sem frutos……………………………Pinheiro.

3b. Planta com frutos……………………………Mangueira.

O professor pode promover que os estudantes criem individualmente chaves dicotômicas sobre diferentes temas, até mesmo que estejam fora da área da biologia, tudo para que os estudantes compreendam melhor a função dessa ferramenta.

Que tal uma chave dicotômica sobre comida, meios de transporte, livros ou até mesmo sobre os aplicativos que os estudantes usam em seus celulares. Simplificar o conteúdo que vai ser inicialmente utilizado dentro de uma chave dicotômica pode ajudar os alunos a compreender como ela funciona e então, por consequência, melhorar a habilidade deles de utilizar este método com temas mais complexos da área biológica.

Este é um material que pode ser usado de maneira ampla e muito diversificada por um longo período de tempo em diversas fases da vida acadêmica de um estudante, por isso é um ótimo investimento para qualquer instituição de ensino.

A Homelab oferece materiais que trabalham em áreas como Ciências, Química, Biologia, Matemática, Geografia e História, focando sempre em diminuir a dificuldade de aprendizado dos estudantes e proporcionar um ensino cada dia melhor.

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Os materiais utilizados durante as aulas podem impactar muito o aprendizado dos estudantes e por consequência, o desempenho escolar deles. A biologia é uma área que pode exigir muito dos alunos, pois pede a memorização de diversos dados para gerar uma compreensão completa da temática. Graças a esse fato, apetrechos mais dinâmicos se tornam uma ótima ferramenta durante o processo de educação.

A intenção final ao utilizar um material diferenciado em aula é promover um resultado positivo em relação à absorção do conteúdo pelos estudantes e assim como em outras áreas, na biologia existem produtos específicos que cumprem esse papel de acrescentar algo ao aprendizado dos alunos e facilitar esse processo. Alguns deles são:

O Microscópio

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Com a ajuda de um microscópio, a matéria pode se tornar muito mais interessante, memorável e até mesmo, mais pessoal. Afinal, existe uma grande variedade de atividades que podem ser promovidas com este material e que abordam tópicos que normalmente geram dúvidas nos alunos. Com lâminas para o preparo de experimentos em sala de aula e outras já prontas, o professor pode explorar o conteúdo com a ajuda de um microscópio.

Os modelos 3D do corpo humano

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Dentro da biologia, a anatomia humana é um tema estudado durante um período bem abrangente de tempo e sempre se mantém relevante. Por isso, investir nessa área é uma boa decisão tanto financeira quanto educacional. Materiais como o torso bisexual permitem que os alunos visualizem a estrutura do corpo humano em tamanho real, permitindo assim que os alunos compreendam mais profundamente a ligação que existe entre os órgãos de um mesmo sistema.

Esqueleto

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Assim como já foi apontado anteriormente, a visualização ajuda muito no processo do aprendizado e isso não muda quando o assunto são os osso, músculos e articulações do corpo humano. Além disso, assim como no ítem anterior, o esqueleto articulado e musculado trata da anatomia, uma questão que se mantém importante em qualquer momento do aprendizado. Um modelo como o exemplificado, o qual é completo e em tamanho real, permite que o estudante também averigue a posição de cada item em seu próprio corpo. Tal ação promove, novamente, a memorização de forma mais natural, rápida e simples.

Modelos 3D de células

A importância dos modelos em 3D já foi trabalhada por aqui, isso porque, além de permitir que os alunos visualizem o conteúdo, cria a oportunidade de interação de uma forma que, sem os modelos, não seria possível. Por exemplo, o modelo das células garante que o estudante consiga diferenciar a célula animal da vegetal com muito mais facilidade. Outra característica que deve ser destacada, é que por ser um material lúdico, ele ajuda na memorização.

A visualização real da matéria, a qual extrapola os limites de simples ilustrações em páginas de livros didáticos, é algo que trás um impacto realmente positivo quanto a fixação e compreensão plena do assunto que está sendo tratado e por isso, deve ser sempre motivada e utilizada de forma benéfica, garantindo assim que os estudantes de biologia realmente aprendam o assunto em questão.

Focando sempre em um futuro melhor para educação, a Homelab acredita na relevância do uso de atividades dinâmicas e práticas no ensino de boa qualidade e é por isso que oferece os materiais necessários para que isso se torne realidade.

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Quem se lembra das primeiras aulas de Geografia na escola e os movimentos de translação e rotação da Terra? Pois é, esses são conceitos muito utilizados nos estudos relacionados à chamada Geometria Solar, que busca entender como a luz do sol irradia em nosso planeta.

No movimento de translação, a Terra percorre uma trajetória elíptica em um plano inclinado. É justamente esse ângulo que define a posição dos trópicos e faz com que os hemisférios do planeta recebam quantidades diferentes de radiação solar ao longo do ano, caracterizando as estações do ano.

Tais conhecimentos são importantes para o desenvolvimento de diferentes áreas. Seja na Geografia, na Física, na Biologia, na Astronomia, na Agronomia ou na navegação, a compreensão do movimento do sol e da incidência da luz solar no nosso planeta é fundamental. Sua versatilidade é tamanha, que esses conhecimentos podem ser utilizados até mesmo por fotógrafos, para definir a melhor hora do dia para fazer a foto desejada.

Isso posto, vale ressaltar que, atualmente, talvez a área que mais utiliza e se beneficia dessa ciência, porém, é a Arquitetura. O entendimento do fenômeno físico da trajetória aparente do sol é essencial na concepção e realização de projetos com qualidade ambiental, que façam bom uso da iluminação natural e proporcionem conforto térmico ao ambiente.

Esse sistema proporciona que alunos, professores e profissionais simulem a incidência da luz para projetos localizados em qualquer posição geográfica do planeta. Isso permite uma visualização rápida e prática da luminosidade solar sobre elementos arquitetônicos, edificações e meios urbanos.

O Heliodon

Para realizar esses trabalhos e cálculos com precisão, os profissionais das áreas que citamos utilizam um equipamento chamado Heliodon. Esse é um instrumento utilizado para simular as variações da incidência da luz solar direta gerada pelo movimento aparente do sol. Assim, é possível ajustar o ângulo entre uma superfície plana e um feixe de luz, combinando o ângulo entre um plano horizontal, uma latitude específica e o feixe solar.

As vantagens dos estudos realizados com Heliodon em relação a outras ferramentas disponíveis, como cartas solares ou programas de computador, são a possibilidade de visualização imediata das áreas iluminadas e sombreadas, simulando diferentes horas do dia e épocas do ano, além da oportunidade de manipulação rápida do objeto em análise.

Como Funciona?

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Atualmente, existem diversos modelos de Heliodon, com diferentes tecnologias e possibilidades. Porém, o mais comum de se encontrar ainda são os modelos analógicos e manuais. Seu funcionamento ocorre de maneira relativamente simples. As posições do sol nas diferentes horas e estações são simuladas por meio do uso de lâmpadas distribuídas em arcos representativos das trajetórias aparentes do sol. No centro do equipamento, é posicionado o objeto foco dos estudos. Normalmente, usa-se uma maquete ou representação.

São basicamente quatro passos: escolher a latitude do local de simulação no transferidor do equipamento, inclinando-o até a latitude escolhida. Em seguida, posiciona-se uma lâmpada em um dos arcos do heliodon conforme a hora e a época do ano desejadas para a simulação. Depois, é necessário escolher a orientação geográfica do objeto em estudo, sempre adotando o norte como referência. Por fim, liga-se a lâmpada – que fará o papel de sol – e observa-se a incidência da luz e o sombreamento resultante.

Os resultados das simulações permitem diversas observações importantes para o desenvolvimento de análises e avaliações. Na Arquitetura, alunos, professores e profissionais podem visualizar, por exemplo, a incidência da luz solar através das aberturas dos ambientes e as sombras em edificações ou espaços urbanos.

Além disso, os resultados obtidos com o Heliodon proporcionam a avaliação do desempenho térmico e do aproveitamento da luz dos projetos, possibilitando otimizá-lo para melhor aproveitamento dos recursos naturais, seja impedindo a entrada excessiva de calor ou verificando o melhor ponto para a instalação de placas fotovoltaicas, por exemplo. Já para áreas como Astronomia e Geociências, os resultados obtidos com o Heliodon permitem visualizar referências importantes, como pontos cardeais, trópicos, solstícios, equinócios, duração do dia e pólos celestes.

Por sua facilidade de manuseio e compreensão dos conceitos envolvidos, o Heliodon é uma excelente ferramenta pedagógica para ser utilizada em sala de aula. Dos anos iniciais do ensino fundamental à graduação em áreas como Física e Arquitetura, esse equipamento é ideal para a compreensão dos fenômenos relacionados à Geometria Solar.

Como não podia ser diferente, no site da Homelab você encontra o Heliodon à sua disposição. Acesse o nosso site e conheça também nossa completa linha de produtos científicos ideais para o seu laboratório ou instituição de ensino. Confira também nossos materiais complementares, com dicas de experimentos e outros conteúdos interessantes para você.

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A Feira de Ciências da escola é a grande oportunidade de mostrar a pais, colegas e à comunidade os trabalhos científicos elaborados pelos alunos. Mais do que um bom exercício pedagógico, as feiras ajudam a despertar o interesse pelas ciências, em especial Química, Física e Biologia, além de promover a cooperação entre os alunos, aguçar o senso crítico e proporcionar interação entre a comunidade e a escola.

Com certeza o ensino teórico e expositivo é importante para se entender as ciências, porém é com a experimentação que os estudantes percebem como as coisas funcionam e a aplicabilidade de todo o conteúdo que foi estudado. Desse modo, percebemos que experimentar e aprender estão intimamente ligados.

Sendo assim, a realização de uma feira de ciências na escola é uma grande oportunidade para que os alunos trabalhem os conceitos vistos em sala de aula na prática, se engajando e se dedicando em prol da ciência.

Tal evento é uma ferramenta extremamente importante para o desenvolvimento de habilidades e capacidades sociais e cognitivas essenciais para a vida, como senso de equipe, organização, liderança, autonomia e concentração.

Vale ressaltar ainda que as feiras de ciências evoluíram muito nos últimos anos. A reflexão sobre os moldes do ensino atual impactaram o modo como o evento é realizado. Se a imagem de feira de ciências que você tem na cabeça ainda envolve estandes, maquetes e alunos repetindo textos decorados, saiba que isso mudou.

Hoje, as feiras são mais complexas e focam em despertar o interesse dos estudantes pelas ciências, criando uma dinâmica moderna em que os alunos aprendem e transmitem conhecimento aos seus colegas.

A organização de uma feira de ciências demanda tempo dos professores e da coordenação da escola. São eles os responsáveis por definir cronogramas, criar normas, cuidar da segurança e orientar alunos e turmas no desenvolvimento dos projetos.

Pensando nisso, confira a seguir alguns pontos essenciais na hora de organizar uma feira de ciências na sua escola.

Planejamento

O primeiro passo na organização do evento é despertar o interesse das turmas pela ciências. Para isso, uma boa sugestão é agendar a feira para o final do ano. Com isso, desde o início do período letivo é possível planejar atividades e metodologias que envolvam aulas em laboratório, visitas técnicas e outros exercícios práticos que ajudem os alunos a visualizar tudo aquilo que viram em sala de aula, despertando a vontade no fazer científico.

Além disso, o evento em si demanda tempo e antecipação. Para organizar uma boa feira de ciências, trabalhe com, ao menos, quatro meses de antecedência para organizar todos os detalhes e dar tempo para o desenvolvimento dos projetos, aquisição de materiais etc.

Esse tempo será importante também para decidir que tipo de feira a instituição deseja realizar: fechada aos alunos, pais e professores, entre colégios ou até mesmo municipal.

Temas

Estamos acostumados ao padrão de feiras bem amplas e com uma variedade imensa de temas abordados. Isso é ótimo, uma vez que proporciona uma troca de novos conhecimentos muito importante.

Porém, a feira de ciências pode ganhar muito se forem definidos temas específicos para cada edição. Para isso, uma boa sugestão é a abordagem de assuntos locais, mesmo ligando-os a contextos globais.

Se o assunto definido for fotossíntese, por exemplo, os alunos podem abordar temas como poluição do ar ao mesmo tempo que discutem a quantidade de árvores na cidade em que vivem.

A proximidade dos assuntos tratados ajuda a gerar mais interesse dos estudantes e também da comunidade, que passam a ver como determinado tema impacta diretamente suas vidas.

Objetivos

Uma feira de ciências vai muito além de temas interessantes e apresentações cativantes. Todo evento deve ser planejado com um objetivo a ser alcançado.

Seja para divulgar os resultados das atividades escolares, integrar a comunidade à escola, estimular a criatividade e o interesse pela ciência, a feira deve ter metas a serem alcançadas como resultado de todo o trabalho realizado.

Apresentações

Definidos os temas com antecedência e realizado o trabalho de despertar o interesse científico nos alunos, é hora de planejar as falas de cada turma. Como dissemos, os moldes de textos decorados ficaram para trás. O que vale é a discussão e a compreensão dos temas tratados.

Sendo assim, durante o desenvolvimento dos projetos, auxilie os estudantes a entender sobre aquilo que estão falando. Quanto mais eles estiverem familiarizados com os conceitos que trabalharão, mais fluidas serão as falas, tornando a apresentação mais interesse e compreensível a todos os presentes. O aluno que domina o conteúdo tem a capacidade de tirar possíveis dúvidas que surgirem, ajudando ainda mais a engajar e interessar a comunidade.

Como dissemos, prática e aprendizado andam de mãos dadas. Sendo assim, o laboratório de Ciências é o ambiente ideal para a realização de atividades que despertem o interesse dos alunos pelas ciências, estimulando-os na hora do desenvolvimento de projetos para a feira da escola. Afinal, trata-se de um espaço educativo, que serve como ligação entre teoria e prática dos conteúdos escolares.

A Homelab fornece uma completa linha de produtos e acessórios científicos que podem auxiliar a sua escola, seja na montagem do laboratório ou nos projetos da feira de ciências.

Também oferecemos gratuitamente uma série de conteúdos com experimentos e práticas que podem ser utilizadas no evento ou no dia a dia da escola. Ficou interessado? Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento!