Homelab Pocket – Edição 26 - Março 2018

Lançamos hoje a Homelab Pocket – Edição 26 – Março 2018!

Você participa de feiras e eventos na área da educação? Saiba que essa é uma ótima oportunidade para ter acesso direto aos fornecedores e possíveis parceiros, para conhecer produtos e serviços que podem fazer a diferença para a sua instituição de ensino. Quer saber mais? Faça o download e confira nosso artigo completo sobre o assunto.

Além disso, conheça as características e diferenciais do Microscópio Estereoscópio Binocular, Conjunto Prático de Matemática e Conjunto de Termologia, produtos que prometem deixar as aulas ainda mais empolgantes.

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Sobre a Homelab Pocket
A Homelab Pocket é uma publicação mensal da Homelab – A Casa do Laboratório para professores, gestores e diretores, falando sobre as novidades sobre ciências, tecnologias e equipamentos laboratoriais para as mais diversas áreas do ensino.

Gostou da Homelab Pocket – Edição 26 – Março 2018?

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Lançamos hoje a Homelab Pocket – Edição 25 – Fevereiro 2018, com o tema “Como podemos ajudar nossos alunos no ENEM”.

Também falamos sobre novas formas de utilizar os produtos da Homelab, como o Torso e o Esqueleto e nossos modelos estruturais celulares animal e vegetal.

Nessa edição, mostramos o Raio-X do Conjunto Produtos Notáveis, destinado ao estudo do produto notável quadrado da soma de dois termos, produto notável quadrado da diferença de dois termos, teorema de Pitágoras.

Baixe agora a Homelab Pocket – Edição 25 – Fevereiro 2018!

Homelab Pocket - Edição 25 - Fevereiro 2018

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Lançamos hoje a Homelab Pocket – Edição 24 – Janeiro 2018!

Com um novo design e mais conteúdo, a Homelab Pocket – Edição 24 – Janeiro 2018 está mais focada na área de educação e gestão escolar, para te auxiliar com ideias e dar dicas sobre a área de educação, ciência e pedagogia.

Confira aqui a Homelab Pocket – Edição 24 – Janeiro 2018!

Um dos assuntos abordardados nesta edição é “Como comprar um bom microscópio Binocular?”. O microscópio binocular é muito usado em laboratórios de escolas, de análises clínicas, de controle de qualidade, indústrias, de universidades e também de patologia.

Homelab Pocket - Edição 24 - Janeiro 2018

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A Feira de Ciências da escola é a grande oportunidade de mostrar a pais, colegas e à comunidade os trabalhos científicos elaborados pelos alunos. Mais do que um bom exercício pedagógico, as feiras ajudam a despertar o interesse pelas ciências, em especial Química, Física e Biologia, além de promover a cooperação entre os alunos, aguçar o senso crítico e proporcionar interação entre a comunidade e a escola.

Com certeza o ensino teórico e expositivo é importante para se entender as ciências, porém é com a experimentação que os estudantes percebem como as coisas funcionam e a aplicabilidade de todo o conteúdo que foi estudado. Desse modo, percebemos que experimentar e aprender estão intimamente ligados.

Sendo assim, a realização de uma feira de ciências na escola é uma grande oportunidade para que os alunos trabalhem os conceitos vistos em sala de aula na prática, se engajando e se dedicando em prol da ciência.

Tal evento é uma ferramenta extremamente importante para o desenvolvimento de habilidades e capacidades sociais e cognitivas essenciais para a vida, como senso de equipe, organização, liderança, autonomia e concentração.

Vale ressaltar ainda que as feiras de ciências evoluíram muito nos últimos anos. A reflexão sobre os moldes do ensino atual impactaram o modo como o evento é realizado. Se a imagem de feira de ciências que você tem na cabeça ainda envolve estandes, maquetes e alunos repetindo textos decorados, saiba que isso mudou.

Hoje, as feiras são mais complexas e focam em despertar o interesse dos estudantes pelas ciências, criando uma dinâmica moderna em que os alunos aprendem e transmitem conhecimento aos seus colegas.

A organização de uma feira de ciências demanda tempo dos professores e da coordenação da escola. São eles os responsáveis por definir cronogramas, criar normas, cuidar da segurança e orientar alunos e turmas no desenvolvimento dos projetos.

Pensando nisso, confira a seguir alguns pontos essenciais na hora de organizar uma feira de ciências na sua escola.

Planejamento

O primeiro passo na organização do evento é despertar o interesse das turmas pela ciências. Para isso, uma boa sugestão é agendar a feira para o final do ano. Com isso, desde o início do período letivo é possível planejar atividades e metodologias que envolvam aulas em laboratório, visitas técnicas e outros exercícios práticos que ajudem os alunos a visualizar tudo aquilo que viram em sala de aula, despertando a vontade no fazer científico.

Além disso, o evento em si demanda tempo e antecipação. Para organizar uma boa feira de ciências, trabalhe com, ao menos, quatro meses de antecedência para organizar todos os detalhes e dar tempo para o desenvolvimento dos projetos, aquisição de materiais etc.

Esse tempo será importante também para decidir que tipo de feira a instituição deseja realizar: fechada aos alunos, pais e professores, entre colégios ou até mesmo municipal.

Temas

Estamos acostumados ao padrão de feiras bem amplas e com uma variedade imensa de temas abordados. Isso é ótimo, uma vez que proporciona uma troca de novos conhecimentos muito importante.

Porém, a feira de ciências pode ganhar muito se forem definidos temas específicos para cada edição. Para isso, uma boa sugestão é a abordagem de assuntos locais, mesmo ligando-os a contextos globais.

Se o assunto definido for fotossíntese, por exemplo, os alunos podem abordar temas como poluição do ar ao mesmo tempo que discutem a quantidade de árvores na cidade em que vivem.

A proximidade dos assuntos tratados ajuda a gerar mais interesse dos estudantes e também da comunidade, que passam a ver como determinado tema impacta diretamente suas vidas.

Objetivos

Uma feira de ciências vai muito além de temas interessantes e apresentações cativantes. Todo evento deve ser planejado com um objetivo a ser alcançado.

Seja para divulgar os resultados das atividades escolares, integrar a comunidade à escola, estimular a criatividade e o interesse pela ciência, a feira deve ter metas a serem alcançadas como resultado de todo o trabalho realizado.

Apresentações

Definidos os temas com antecedência e realizado o trabalho de despertar o interesse científico nos alunos, é hora de planejar as falas de cada turma. Como dissemos, os moldes de textos decorados ficaram para trás. O que vale é a discussão e a compreensão dos temas tratados.

Sendo assim, durante o desenvolvimento dos projetos, auxilie os estudantes a entender sobre aquilo que estão falando. Quanto mais eles estiverem familiarizados com os conceitos que trabalharão, mais fluidas serão as falas, tornando a apresentação mais interesse e compreensível a todos os presentes. O aluno que domina o conteúdo tem a capacidade de tirar possíveis dúvidas que surgirem, ajudando ainda mais a engajar e interessar a comunidade.

Como dissemos, prática e aprendizado andam de mãos dadas. Sendo assim, o laboratório de Ciências é o ambiente ideal para a realização de atividades que despertem o interesse dos alunos pelas ciências, estimulando-os na hora do desenvolvimento de projetos para a feira da escola. Afinal, trata-se de um espaço educativo, que serve como ligação entre teoria e prática dos conteúdos escolares.

A Homelab fornece uma completa linha de produtos e acessórios científicos que podem auxiliar a sua escola, seja na montagem do laboratório ou nos projetos da feira de ciências.

Também oferecemos gratuitamente uma série de conteúdos com experimentos e práticas que podem ser utilizadas no evento ou no dia a dia da escola. Ficou interessado? Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento!

BLOG

A Biologia nada mais é que o estudo científico dos seres vivos, abrangendo sua estrutura, função, evolução e interações com o ambiente. Assim como outras ciências, como Química e Física, os experimentos são parte essencial para a comprovação de teorias e verificação de conceitos e fenômenos.

Muito já falamos no blog sobre a importância das aulas práticas e experimentais no processo de ensino-aprendizagem dessas disciplinas e como a experimentação serve como complemento ideal para toda a teoria ministrada em sala de aula. Além disso, os experimentos também são importante ferramenta para ajudar a despertar o interesse dos alunos e facilitar a aprendizagem.

Sendo assim, hoje vamos mostrar exemplos de experiências de Biologia, mais especificamente na área da Botânica. Vista com desconfiança pelos alunos, essa disciplina é foco de resistência por sua complexidade e extensão. Porém, é possível mudar esse cenário.

Permitir que os estudantes façam experiências com plantas acrescenta um elemento prático importante ao ensino, apresentando princípios científicos e mostrando aos alunos como cada um desses conceitos pode ser aplicado no mundo real. A realização de atividades práticas ajuda a manter os alunos engajados e motivados a aprender, além de proporcionar uma maior interação entre colegas e também com os professores.

Isto posto, confira a seguir 4 experiência simples com plantas para fazer na aula de Biologia.

Colorindo Flores

Esse é uma experiência simples de fazer e que faz sucesso entre os alunos. A ideia é demonstrar a condução de água nos vasos das plantas. Esse processo vai desde a absorção de água pelas raízes até sua distribuição por toda a planta, chegando até flores e folhas.

Você vai precisar de:

  • Flores brancas
  • Água
  • 2 Copos
  • Tesoura
  • Estilete
  • 2 Colheres
  • Corante de alimentos de duas diferentes cores; azul e vermelho.

Para começar, coloque água até a metade dos copos. Adicione cerca de 30 gotas do corante azul em um copo e do vermelho em outro. Misture. Em seguida, escolha uma flor e corte o caule em um ponto que permita que ela seja colocada no copo sem que derrube a água. Depois, com o estilete, divida a parte final do caule em duas partes iguais. Coloque a flor na água com corante, de modo que metade do caule fique dentro do copo vermelho e a outra metade fique fora dele. É só aguardar. Para resultados ainda mais impressionantes, coloque cada parte do caule em copos com corantes diferentes.

Dependendo do dia, os resultados começam a aparecer em cerca de 10 minutos. Você vai perceber que as pétalas da flor branca vão começar a se colorir de acordo com a cor da água pela qual são irrigadas. O resultado é muito bonito e, depois de algumas horas, as folhas também ficam coloridas.

Vale lembrar que nem todas as plantas possuem sistema condutor. As que são dotadas de vasos pertencem ao grupo das traqueófitas. Ao longo da sua evolução, essas plantas desenvolveram tecidos especializados na condução de água e seiva, que transportam os nutrientes necessários para todas as partes da planta.

Nesse experimento, folhas e flores ficam coloridos por conta de dois fenômenos relacionados a esses vasos: a capilaridade e transpiração. O primeiro permite que os líquidos subam naturalmente através dos vasos das plantas. Porém, isso não é o suficiente para que água chegue até as partes mais altas das árvores, por exemplo. É aí que entra a transpiração, que cria uma espécie de sucção, que leva os nutrientes até as folhas e flores.

A Transpiração das Plantas

Esse é um experimento que pode ser feito a qualquer momento. O objetivo é demonstrar o processo de transpiração em uma planta.

Para realizá-lo, você vai precisar de:

  • Vaso
  • Uma planta viva, cheia de galhos e folhas
  • Saco plástico grande, incolor e sem furos
  • Barbante
  • Fita adesiva

Para começar, coloque alguns galhos da planta dentro do saco plástico e amarre com um barbante. Em seguida, coloque o vaso em um local onde possa receber luz do sol, como próximo a uma janela. Após alguns minutos, observe o interior do saco.

Depois de cerca de 15 minutos, será possível notar a presença de gotículas de água na superfície interna do saco plástico. Isso ocorre por conta do fenômeno da transpiração foliar, em que a planta elimina vapor d’água através de estruturas chamadas estômatos, responsáveis pelas trocas gasosas.

Nas plantas, a quantidade de folha e a dimensão da superfície foliar é que vão determinar uma maior ou menor taxa de transpiração. Isso é essencial para a sobrevivência e nutrição das plantas, uma vez que é pela transpiração que substâncias importantes, como sais minerais e aminoácidos, serão transportados da raiz até a folha, em uma espécie de força de sucção.

Construindo um Micro-Ecossistema

Essa experiência também é bem simples, mas, por outro lado, permite trabalhar temas bastante complexos da Biologia. Ela consiste no cultivo de plantas dentro de um terrário fechado.

Serão necessários os seguintes itens:

  • Recipiente transparente com tampa
  • Planta pequena
  • Pedras
  • Terra
  • Água

No fundo do recipiente, coloque uma fina cama de pedras. Em seguida, acomode a planta no centro do pote e preencha com terra, cuidando para não sujar as paredes do terrário. Essa camada de pedras e terra não deve ultrapassar 1/4 da altura do recipiente. Depois, regue a planta, deixando a terra úmida. Por fim, feche o terrário e deixe-o em local fresco e iluminado. Para aumentar as chances de sucesso do experimento, opte por plantas que gostem de sombra e umidade.

O recipiente fechado, ao que chamamos de terrário, funcionaria como um ecossistema em miniatura. Ali, não há saída nem entrada de matéria. O sistema se movimenta basicamente em função da luz.

Mas então como as plantas sobrevivem sem ar? Isso é possível porque, durante a fotossíntese, ela liberam oxigênio e consomem o gás carbônico presente na atmosfera. Se houver um equilíbrio entre fotossíntese e respiração e o solo também apresentar um bom balanço de água e nutriente, o terrário conseguirá manter as plantas vivas por meses a fio.

Você vai observar que, após algumas horas, um pouco de água vai começar a condensar nas laterais do recipiente. Esta é uma excelente demonstração do ciclo da água: a planta transpira vapor d’água, que se condensa e cai na terra, onde vai ser absorvida novamente pelas raízes da planta.

Dissecando um Hibisco

Essa é uma ótima atividade para ajudar nos estudos relacionados à morfologia das plantas. A escolha do hibisco se dá por conta da facilidade em encontrá-lo e por seu tamanho avantajado, que permite uma boa visualização de cada estrutura.

Para isso, você vai precisar de:

  • Flores de hibisco
  • Pinça
  • Bisturi

Com a flor em mãos, comece com a identificação das partes externas da planta, como sépalas, pétalas, estames etc. Em seguida, retire delicadamente e conte cada uma das sépalas e das pétalas. Se estiverem em números múltiplos de cinco, quer dizer que se trata de uma flor dicotiledônea. Depois, com a ajuda do bisturi, faça um corte transversal na região do ovário e observe os óvulos. Por fim, faça um corte longitudinal e observe as demais estruturas, como estigma e estilete, e como são conectadas entre si.

Essa experiência também pode ser realizada com flores monocotiledôneas, como lírios, por exemplo. Isso vai ajudar a observar as diferenças entre as duas espécies. Se possível, aproveite para observar o pólen no microscópio e expandir anda mais os conceitos trabalhados na aula.

São muitas as experiências que podem ser realizadas com plantas. Aulas práticas ajudam a dinamizar o estudo da Botânica e aproximar os alunos dessa disciplina tão importante, engajando-os e facilitando a aprendizagem.

Para ajudar você nessa tarefa, a Homelab fornece uma completa linha de produtos e acessórios para laboratório. Oferecemos também uma série de materiais de apoio, com experiências e outros conteúdos interessantes. Ficou interessado? Acesse o nosso site e conheça mais!

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A maioria das pessoas ainda não tem consciência plena da importância da biodiversidade para a vida no nosso planeta, nem sempre percebendo o papel essencial que as plantas desempenham. Seja como fonte de matérias-primas, alimentos ou medicamentos, esses seres exercem funções fundamentais, auxiliando na manutenção do clima, na geração de oxigênio, na proteção de rios e lagos e servindo como base de toda cadeia alimentar.

Reino Plantae

Composto por seres eucariontes, multicelulares, autótrofos e fotossintetizantes, esse reino é de fundamental importância para a manutenção da vida na Terra, sendo responsáveis pela nutrição de todos os seres vivos, além de fornecer abrigo a diversas espécies de animais e trazerem tantos outros benefícios ambientais ao planeta.

Por sua complexidade e variedade, o reino das plantas possui diversas divisões e subdivisões, levando em conta aspectos como a presença ou não de vasos condutores de seiva e de suas estruturas reprodutoras – semente, fruto e flor.

Em relação à presença ou ausência de casos condutores, as plantas podem ser classificadas como avasculares ou vasculares. Dentre essas últimas, elas ainda sofrem uma outra divisão, em que são separadas de acordo com a presença ou não de sementes.

Já no que diz respeito às estruturas reprodutoras, as plantas podem ser divididas em criptógamas, que não possuem flor e em que essas estruturas são pouco visíveis, e fanerógamas, que possuem flores e estruturas reprodutoras bem evidentes.

Botânica

Assim como muitas outras ciências, a origem da Botânica remete aos tempos da Grécia Antiga, tendo alcançado grande desenvolvimento já na época do Império Romano. Cabe ao discípulo de Aristóteles, o grego Teofrasto, o título de pai da botânica. São deles as duas obras consideradas marcos iniciais dessa ciência: ‘História das Plantas’ e ‘Sobre As Causas das Plantas’. Nas duas obras, que datam, aproximadamente, do século IV a.C, Teofrasto já dividia as plantas em dois grupos distintos, separando-as de acordo com a presença ou não de flores.

Ramo da Biologia, a Botânica é essencial para a compreensão da natureza das plantas. É ela a ciência responsável por estudar todas as espécies pertencentes ao Reino Plantae, abrangendo estudos relacionados à evolução, anatomia e classificação de todos esses seres.

É também por meio da Botânica que, hoje, é possível conhecer a aplicação de cada planta e a melhor forma de preservá-las, o que a torna uma ciência de extrema importância para a conservação do meio ambiente. Além disso, a Botânica busca contribuir para uma melhor relação entre ser humano e natureza, ajudando na recuperação de ecossistemas, proporcionando o melhor aproveitamento dos recursos vegetais e investigando propriedades medicinais e terapêuticas das plantas.

Botânica na Escola

No contexto em que estamos e considerando a importância das plantas para nosso planeta, é essencial o estudo da Botânica na escola. Foco de resistência de muito alunos, cabe à instituição de ensino criar metodologias que dinamizem o processo de ensino-aprendizagem dessa disciplina, proporcionando aos estudantes enxergá-la como essencial para a manutenção da vida na Terra.

Sendo assim, uma forma de gerar maior engajamento dos alunos e despertar o interesses dos jovens pelo estudo da Botânica é a realização de aulas práticas e experimentais. Essas aulas funcionam como complemento ao conteúdo ministrado em sala de aula, oferece aos estudantes a possibilidade de comprovação desses conceitos e da aplicabilidade prática do que estudaram. Além disso, as aulas práticas servem como estímulo ao fazer científico.

Pensando nisso, o Homelab oferece o exclusivo Berçário de Mudas. Ideal para o estudo de Botânica, o equipamento permite a realização de diferentes experimentos com plantas, proporcionando a análise e a comparação lado a lado.

Com o Berçário, os alunos podem, por exemplo, analisar o brotamento de sementes semelhantes ou comparar o crescimento de sementes diferentes. Além disso, o equipamento proporciona estudos relacionados à morfologia externa, à vascularização e a diferentes características dos representantes do Reino Plantae.

Ficou interessado? A Homelab oferece uma completa gama de produtos e acessórios científicos para deixar o laboratório da sua instituição de ensino ainda mais completo. Acesse nosso site, conheça nossa exclusiva Linha Homelab e faça um orçamento!

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Aulas em laboratório são uma importante ferramenta pedagógica no ensino de ciências. Seja nas aulas de Química, Física ou Biologia, os experimentos e atividades práticas servem como complemento ideal à teoria trabalhada em sala de aula, ajudando os alunos na fixação dos conceitos e na compreensão da aplicabilidade e importância do estudo dessas disciplinas.

Sendo assim, o laboratório de ciências apresenta-se como ambiente de extrema importância no processo de ensino e aprendizagem das mais diversas ciências. É ali que o professor vai poder desenvolver atividades que funcionem como elo entre os conhecimentos práticos e teóricos, fazendo a ligação entre o abstrato e o concreto, entre o mundo das ideias e a realidade das experimentações.

As aulas laboratoriais ainda auxiliam o educador na missão de gerar mais engajamento e despertar o interesse dos alunos pelo fazer científico. Além disso, por meio dessas práticas, o professor vai conseguir avaliar o domínio da turma em relação aos conteúdos estudados e saber identificar os pontos que necessitam de reforço.

Para isso, existem equipamentos essenciais que não podem faltar no laboratório de ciências de qualquer escola. Dentro todos eles, os utensílios de vidro são, certamente, os mais utilizados. Seja para a dissolver soluções, aquecer, armazenar ou misturar substâncias ou ainda realizar medições de líquidos com precisão, cada um desses itens possui uma finalidade diferente, sendo indispensáveis para a realização de análises e experimentos.

As principais vidrarias que o laboratório da sua escola deve ter são:

  • Bastão de Vidro: serve para misturar ou agitar soluções e também na transferência de líquidos sem precisão.
  • Becker: copo utilizado para fazer misturas, realizar reações químicas e na mistura e dissolução de substâncias. Apesar de ser graduado, não é recomendado que seja utilizado para medições, já que, por ser um recipiente mais largo, tende a ser mais impreciso.
  • Erlenmeyer: frasco usado para aquecer líquidos e preparar e guardar soluções, além de ser utilizado em titulações. O seu formato afunilado permite a agitação manual das amostras sem que haja o risco de perdas ou derramamento.
  • Pipeta Graduada: utilizada na medição, coleta e transferência de pequenas quantidades de líquidos com grande precisão.
  • Proveta: frasco cilíndrico e graduado, serve para medir líquidos com precisão e transferi-los para outros recipientes.
  • Placa de Petri: serve para desenvolver culturas de microorganismos, para secar compostos e para reações em escala reduzida.
  • Tubo de Ensaio: frasco fino e sem graduação, é utilizado para testar reações em pequena escala, para coletar amostras e dissolver substâncias.

Agora que você conhece as principais vidrarias, fique atento. Na hora de escolher os materiais de vidro para o seu laboratório é importante prestar atenção a alguns aspectos fundamentais para que os experimentos ocorram com segurança e sem interferências.

Qualidade e Acabamento

A primeira característica que deve ser levada em consideração é a qualidade de fabricação dos utensílios. Apesar de serem resistentes aos procedimentos realizados em laboratório, as vidrarias são, em sua grande maioria, produzidas com um material composto por um vidro muito fino e sensível a impactos.

Esses materiais devem ser produzidos de vidro cristal ou temperado, garantindo que não reajam com a maioria das substâncias utilizadas e que suportem o aquecimento direto ou indireto que possa a vir a ser empregado durante os procedimentos laboratoriais.

Além disso, uma vidraria que apresente má formação pode afetar o resultado final do experimento, podendo trazer alterações no seu tamanho ou na sua capacidade, por exemplo.

Transparência e Coloração

Outro aspecto importante a ser considerado no momento da escolha e que exige cuidados redobrados são as manchas que as peças podem apresentar. Para evitar qualquer tipo de interferência durante a experimentação, os produtos de vidro utilizados no laboratório devem ser totalmente transparentes e não podem manchar ou sofrer alterações na sua coloração.

Vale ressaltar que esse cuidados se referem aos utensílios incolores, uma vez que existem vidrarias específicas que são produzidas em vidro âmbar ou escurecido. Esses materiais são utilizados em experimentos que contêm amostras e substâncias que possam reagir à luz, e quando esse efeito não é desejado.

Precisão e Calibração

Como sabemos, experiências científicas demandam medidas precisas, seja em relação ao tempo, à temperatura ou à quantidade de cada substância. Por isso, outra característica a ser levada em consideração na hora da compra das vidrarias para laboratório é sua calibração. Isso visa garantir a precisão dos volumes que serão contidos ou transferidos em cada utensílio, assegurando que os procedimentos ocorram sem alterações e com números conhecidos.

Pensando em tudo isso, a Homelab oferece um exclusivo Conjunto de Vidraria. São 156 peças em um kit que permite atender até 40 alunos, proporcionando a comprovação de teorias e a realização de atividades práticas e destinadas ao estudo da Química. Produzido com vidro temperado, o conjunto conta com as vidrarias mais essenciais para o laboratório da sua escola.

Ficou interessado? Então conheça a nossa exclusiva Linha Homelab e confira os melhores produtos e acessórios científicos para laboratório. Acesse nosso site, conheça nossas soluções e tenha acesso a materiais exclusivos com experiências de ciências para sua escola e outros conteúdos interessantes.

IMG_7795Aulas experimentais em laboratório são uma excelente ferramenta para aprofundar o conteúdo estudado em sala de aula, permitindo aos alunos um conhecimento mais aprofundado e embasado. As aulas práticas auxiliam o professor a ministrar a disciplina e seus conceitos, despertando o interesse e a curiosidade dos estudantes ao promover a aplicação e observação de toda a teoria estudada.

Dentre as diversas áreas que podem se beneficiar das aulas experimentais, encontram-se ciências, como Biologia, Química e Física. Nesse contexto, um instrumento em particular é de extrema importância para os temas propostos por essas disciplinas: o microscópio. O uso desse instrumento no ensino dessas disciplinas proporciona a criação de aulas mais dinâmicas, aproximando teoria e prática e possibilitando aos alunos a percepção de estruturas e seres invisíveis a olho nu e até então só vistos nos livros didáticos.

A aulas práticas que utilizam o microscópio como recurso pedagógico permite uma melhor abrangência do conteúdo e, ao demonstrar que a ciência é muito mais do que teoria acaba por aproximá-la à realidade do estudante. Com isso, o uso do microscópio na experimentação facilita a compreensão do conteúdo por parte dos alunos e a ministração do conteúdo pelo professor.

O ideal preconizado por educadores é que haja, no mínimo, um microscópio para cada quatro alunos, garantindo que todos tenham oportunidades iguais e a aula transcorra com qualidade. Infelizmente, conhecendo a realidade de grande parte das instituições de ensino do Brasil, isso nem sempre é possível. Porém, há saídas que podem contribuir para amenizar esse panorama.

Com o avanço da tecnologia, novas soluções surgem a todo instante. Hoje, é comum encontrarmos diferentes tipos de microscópios, com variadas utilidades e valores. E um desses modelos é o microscópio trinocular.

O que é o Microscópio Trinocular e Quais São Suas Vantagens?

O grande diferencial desse tipo de instrumento é o fato de funcionar com três tipos de observação: uma para cada olho e mais um para conectar uma câmera. Com isso, é possível realizar diferentes tarefas, como a captura, a edição e a transmissão da imagem da amostra em observação no aparelho.

Hoje, é comum encontrarmos câmeras para microscópios, tornando-se muito indicadas para educadores e instituições de ensino, uma vez que permitem a projeção das imagens capturadas para os alunos em computadores, TVs ou projetores. Isso faz com que, com um único aparelho, toda a classe possa vivenciar e observar os conceitos científicos que foram vistos em sala de aula, proporcionando intervenções do professor e a geração de debates. Além disso, as câmeras para microscópio invertem a lógica, transformando o caráter individual típico desses aparelhos em construção coletiva de conhecimento, com a participação de todos ao mesmo tempo.

Geralmente, as câmeras são acopladas ao microscópio por meio de adaptadores ou conexão USB. Esses equipamentos possuem diferentes resoluções em megapixels, variando a qualidade da imagem e o poder de ampliação. Não há necessidade da aquisição de equipamentos muito caros ou refinados. Com soluções simples e baratas, já é possível transmitir as imagens com qualidade e sem complicações.

As câmeras de vídeo CCD são muito utilizadas em microscópios que vão somente projetar as imagens em alguma tela, como TV ou datashow. Elas são conectadas por entradas de vídeo RCA, exibindo a imagem com bastante qualidade. Essas versões possuem excelente custo-benefício, sendo ótimas opções para colégios e universidades.

Pensando nisso, o Kit Câmera Para TV Bivolt da Homelab é ideal. Com uma câmera de vídeo de alta resolução (480 linhas) com saída RCA e filtro para correção de luz, esse conjunto permite transmitir para TV ou DataShow a imagem que está sendo focalizada no microscópio. É só acoplar a câmera na porta trinocular do tubo, ligá-la à rede elétrica e pronto! Todos os alunos poderão ver, ao mesmo tempo, o que está em observação na lâmina do microscópio.

Gostou? A Homelab possui uma completa gama de produtos e acessórios científicos para ajudar você nas experiências em laboratório. Acesse o nosso site, conheça nossa exclusiva Linha Homelab e faça um orçamento!

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A vida como conhecemos nos planeta Terra depende, em sua maioria, dos seres vivos que realizam fotossíntese. Quase todo o oxigênio presente na atmosfera é utilizado por grande parte das espécies na respiração celular provém dessa reação, feita organismos como plantas, algas e alguns tipos de bactérias.

A fotossíntese é o meio pelo qual esses seres clorofilados produzem compostos orgânicos a partir do gás carbônico, da água e da luz. Essa reação é considerada um dos mais importantes fenômenos da natureza, uma vez que esses compostos produzidos se transformam em energia não apenas para as plantas como também para diversas espécies de animais.

Sendo assim, os seres fotossintetizantes são essenciais para a vida em todo o planeta, sendo a base de grande parte das cadeias alimentares. Além disso, a fotossíntese é o fenômeno responsável por manter as taxas de gás carbônico e oxigênio na atmosfera em concentrações adequadas.

Nesse contexto, hoje trazemos mais um experimento para ser realizado com os alunos de Biologia. O objetivo dessa atividade é identificar a liberação de oxigênio durante o processo de fotossíntese. Porém, antes de começar, vamos entender um pouco mais sobre o assunto.

Reações da Fotossíntese

A reação geral da fotossíntese pode ser resumida da seguinte maneira:

gás carbônico + água + luz = glicose + oxigênio + água

A água é absorvida do solo pela raiz da planta e distribuída como seiva através do caule. O gás carbônico é retirado da atmosfera pelos estômatos das folhas, enquanto a energia luminosas vem da luz do sol e é transformada em energia química com o auxílio da clorofila. O gás carbônico fornece o carbono e o oxigênio necessários para a formação das moléculas de glicose, enquanto outra porção do oxigênio é utilizada na formação de moléculas de água.

A fotossíntese ocorre no interior dos cloroplastos, organelas presentes nas células vegetais, e acontece em duas etapas: a fase clara ou fotoquímica, em que é indispensável a presença de luz para que aconteçam as reações, e a fase escura ou química, em que as reações independem da ação luminosa.

Na fase fotoquímica, as moléculas de clorofila são excitadas pela energia luminosa e seus elétrons são energizados e transferidos a um receptor. Nesse processo, a luz promove a síntese de ATP (moléculas de energia) e a quebra das moléculas da água, liberando oxigênio. Essa quebra é chamada de fotólise da água. A energia resultante dessas reações é guardada em moléculas de ATP e de uma coenzima chamada NADPH.

Já na etapa química, ocorre a formação da glicose, pela reação entre o gás carbônico presente na atmosfera e o NADPH e o ATP produzidos na fase clara. O CO2 absorvido da atmosfera se transforma em glicose através da incorporação das moléculas de hidrogênio cedidas pelo NADPH. Aqui, as reações ocorrem sem precisar da energia luminosa, utilizando apenas a energia acumulada no ATP produzido na etapa anterior. Essa série de reações de quebra do dióxido de carbono é denominada de Ciclo de Calvin.

Desprendimento de Oxigênio na Fotossíntese

Um erro comum e muito difundido, inclusive em materiais didáticos, é de que as plantas transformam o gás carbônico em oxigênio. Porém, é na fase fotoquímica, durante a fotólise da água, que se formam as moléculas de gás oxigênio que são liberadas na atmosfera. Nessa etapa, ocorre a desconstrução das moléculas orgânicas por meio da energia luminosa.

A fotólise se inicia com a absorção dessa energia pelas moléculas de clorofila. Como dissemos, a energia proveniente da luz estimula os elétrons da clorofila, que são transmitidos para uma substância receptora desses elétrons. A clorofila energizada remove elétrons das moléculas de água, resultando na dissociação do H2O em íons de hidrogênio e átomos livres de oxigênio. Esses átomos se ligam de dois em dois, gerando moléculas de O2. A molécula de água é extremamente estável. A sua quebra e posterior liberação de gás oxigênio é a fonte de quase todo O2 presente na atmosfera da Terra.

Sendo assim, o gás o oxigênio liberado durante a fotossíntese provém das moléculas de água presente nas reações, e não gás carbônico. Essa reação foi descrita pela primeira vez pelo pesquisador britânica Robert Hill, em 1937 e, por isso, também é conhecida como reação de Hill.

A Atividade

Para esse experimento, você vai precisar de:

  • Copo de Béquer 250 ml
  • Tubo de ensaio
  • Funil de plástico
  • Bandeja de plástico
  • Planta verde pequena, nova e com bastantes folhas
  • Caixa de fósforos
  • Suporte com lâmpadas ou luz solar natural

Comece colocando a planta no interior da bandeja com água. Coloque o funil sobre a planta com a boca virada para baixo. Aqui, a haste do funil deve ficar totalmente submersa. Depois, encha o tubo de ensaio com água, tapando-o com o dedo e coloque-o sobre a haste do funil, deixando a haste dentro do tubo. Por fim, exponha todo o conjunto à luz por aproximadamente uma hora.

Passado esse tempo, questione os alunos: o que você observa sobre as folhas do vegetal? Que tipo de gás está contando nas bolhas que se formaram e sobem pelo tudo? Explique sobre a clorofila, o seu papel no processo de fotossíntese e como ocorre a liberação de oxigênio.

Para te ajudar na realização desse experimento, indicamos o Kit de Ciência, da nossa exclusiva Linha Homelab. Além dessa atividade, o kit conta com materiais destinados a experimentos de Física, Botânica, Química e outros exercícios.

A Homelab conta com uma completa linha de produtos científicos para o seu laboratório. Além disso, fornecemos uma série de materiais com experiências e outros conteúdos que podem auxiliar professores, gestores e alunos a tornarem as aulas de ciências ainda mais produtivas e dinâmicas. Ficou interessado? Acesso nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento.

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A Biologia é uma ciência essencial para o estudo e compreensão das diferentes formas de vida e os fenômenos que se relacionam a ela. Bem como outras ciências, como Química e Física, a possibilidade de comprovação e aplicação prática dos conceitos biológicos é essencial para o desenvolvimento de novas hipóteses e teorias que levem a avanços em cada área.

Sendo assim, no ambiente educacional, é essencial a realização de aulas práticas e experimentais que complementem o conteúdo ministrado em sala e deem aos alunos o poder de comprovar esses conceitos e verificar, na prática, sua aplicação. Além de servir como estímulo ao fazer científico, experimentos práticos ajudam a engajar os alunos, mostrando a importância dos estudos em ciências e fazendo com que percebam esses conhecimentos de forma mais concreta e instigante.

Pensando nisso, trazemos hoje mais um exemplo de atividade simples para ser realizada em sala de aula com os alunos de Biologia. O objetivo é demonstrar a existência de microorganismos no ambiente e como eles contaminam os meios de cultura.

Antes de começar, vamos contextualizar um pouco mais os nossos estudos.

As Bactérias

Bactérias são as menores e mais abundantes formas de vida do planeta. Representantes do Reino Monera, foram observadas pela primeira vez no final do século XVII pelo holandês Anton Van Leeuwnhoek, inventor do microscópio. Mais comumente lembradas por serem causadoras de doenças, como pneumonia, tétano e tuberculose, a importância desses seres na natureza, porém, é muito mais significativa, uma vez que exercem uma importante função ecológica, sendo essenciais nos processos de decomposição.

As bactérias são organismos unicelulares e procariontes, o que significa que não têm núcleo e seu material genético se encontra disperso no citoplasma. Nele, também é possível encontrar apenas um tipo de organela: os ribossomos, responsáveis pela síntese de proteínas. As bactérias reproduzem-se basicamente por divisão celular binária, um processo assexuado em que uma célula se divide e dá origem a outra, multiplicando-se exponencialmente.

Como todo ser vivo, as bactérias necessitam de alimento, água e temperaturas ideais para que possam viver e se desenvolver. Apesar de muitas bactérias seres causadoras de patologias, existem muitas que são benéficas ao meio ambiente e ao ser humano, participando, por exemplo, da decomposição de restos animais e vegetais e até mesmo na produção alimentos e bebidas.

As bactérias são classificadas em quatro tipos principais, divididos de acordo com sua morfologia: coco, bacilos, vibriões e espirilos.

O Cultivo de Bactérias

Algumas áreas da Biologia, quando necessitam estudos mais aprofundados com bactérias, realizam uma técnica conhecida como cultura bacteriana. Este trabalho consiste em estimular e promover a multiplicação desses microrganismos em um ambiente controlado, o que permite determinar, identificar e estudar características específicas dos diferentes organismos ali presentes.

Ramos como Microbiologia e Imunologia utilizam com frequência a cultura bacteriana, ajudando no diagnósticos de doenças, por exemplo. Em muitos casos, a simples identificação de características morfológicas das bactérias não permite a identificação do agente causador desta patologia. Sendo assim, realiza-se o cultivo de amostras com o intuito de otimizar processos e permitir a análise das características culturais desse microorganismo e, assim, uma maior precisão na sua identificação.

A cultura de bactérias pode ser realizada com substâncias líquidas ou gelificadas que proporcionem a nutrição, o crescimento e a multiplicação desses seres.

O Experimento

Para realizar a atividade, você vai precisar de alguns materiais para o meio de cultura. São eles:

  • 1 pacote de gelatina incolor;
  • 1 xícara de caldo de carne;
  • 1 copo de água.

Dissolva a gelatina na água, conforme as instruções do pacote. Em seguida misture ao caldo de carne.

Já para a experiência, serão necessários os seguintes materiais:

  • Placas de Petri;
  • cotonetes;
  • filme plástico;
  • etiquetas adesivas;
  • caneta.

Peça para que os alunos passem o cotonete no chão, entre os dentes ou entre os dedos do pés, por exemplo. Isso deve ser feito para contaminar o cotonete. Em seguida, tampe as Placas de Petri e marque nas etiquetas que tipo de contaminação foi feita. Depois de três dias, observe as alterações.

Ao encontrar um ambiente que forneça nutrientes e as condições ideias para o seu desenvolvimento, os microorganismos se instalam e aparecem. Esse ambiente pode ser um alimento mal embalado ou guardado em condições inadequadas, por exemplo. O mesmo acontece com o nosso organismo: sem as medidas básicas de higiene, ele se torna um excelente anfitrião para bactérias e fungos.

Ficou interessado? Então confira nosso Conjunto de Vidraria, ideal para a realização desse experimento. São mais de 156 peças de vidro temperado, entre eles a Placa de Petri, que permite que até 40 alunos realizem atividades práticas para coletas de dados e comprovação de teorias.

Esse kit faz parte da exclusiva Linha Homelab. Além desses instrumentos, oferecemos uma série de materiais com experiências e outros conteúdos que podem ajudar professores, gestores e alunos a tornarem as aulas de ciências ainda mais produtivas e dinâmicas. Também fornecemos uma linha completa de equipamentos científicos para o seu laboratório, como microscópios e outros acessórios. Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento.