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Quando pensamos em hereditariedade e evolução das espécies, o primeiro nome que nos vem à mente é o de Charles Darwin, porém, o cientista tcheco Gregor Mendel (1822-1884), praticamente ao mesmo tempo, já desenvolvia estudos com plantas, camundongos e abelhas que demonstravam a hereditariedade das espécies. Hoje, Mendel é considerado o pai da genética. É interessante perceber que Mendel e Darwin, apesar de contemporâneos, não chegaram a conhecer os estudos um do outro. Isso aponta para como era lenta a velocidade da comunicação no século XIX, ao contrário do que acontece hoje.

Cientistas históricos Gregor Mendel

O estudo essencial de Mendel e que hoje é normalmente dado como conteúdo no Ensino Médio é a experiência com ervilhas, base para o estudo da genética moderna. Mendel escolheu a ervilha por ser uma planta de fácil cultivo e de ciclo reprodutivo curto, produzindo diversas sementes.

Além do mais, existiam naquela época diversas variedades de ervilhas, o que tornava mais simples a aplicabilidade das diferenças genéticas entre as suas espécies. Por exemplo, ele poderia comparar ervilhas que produziam flores roxas com as que produziam flores brancas, assim como aquelas que produziam sementes lisas com as que produziam sementes rugosas, traçando as diferentes características genéticas que determinariam cada uma dessas características.

Os trabalhos de Mendel permaneceram esquecidos por mais de uma década, apesar da sua importância, sendo republicados no início do século XX, anos depois de sua morte. Hoje em dia, esse cientista histórico é conteúdo base para o ensino da genética na escola.

Alguns produtos relacionados que você encontra aqui na Homelab:

 

celula-animal-1

Célula Animal

 

celula-vegetal-1

Célula Vegetal

Conjunto de Meiose com 10 peças

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Conjunto de Mitose com 09 peças

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Biomembrana

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Dupla Hélice de DNA

Dupla Hélice de DNA

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Muitas vezes, os conceitos abstratos dos conteúdos matemáticos são de difícil apreensão para os alunos dos Ensinos Fundamental e Médio. Por isso, nada melhor do que tentar demonstrar a teoria das matérias na prática.

Para desenvolver a aplicabilidade da teoria, a Homelab desenvolveu um conjunto de prático de matemática. Com ele, pode-se aplicar conceitos de geometria plana, trigonometria, equações de 1° grau, propriedades dos triângulos e suas relações métricas, propriedades do grau, geometria espacial, sólidos de evolução e muitos outros.

Composto por 8 kits de diferentes conteúdos que estão entre os mais pedidos no ENEM, o conjunto prático de matemática pode ser trabalhado em grupo ou individualmente em sala de aula. Assim, o professor pode expor de forma prática o que equações e demonstrações presentes nos livros realmente significam no estudo matemático.

Com o conjunto prático de matemática, superar esse abismo entre teoria e prática torna-se algo pedagógico e até mesmo divertido. A matemática é uma das matérias de mais difícil aprendizado entre os estudantes brasileiros e buscar formas que a conectem à realidade faz com que o aluno supere as barreiras de entendimento, além de torná-lo mais capaz de visualizar no dia a dia a aplicabilidade de seus conceitos.

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A Teoria da Relatividade, publicada em 1915 por Albert Einstein, determinou que a energia (E) de determinado corpo corresponde à sua massa (M) multiplicada pela velocidade da luz (cerca de 300 metros/segundo) elevado ao quadrado (C²). Esta é a lógica da famosa equação: E=MC².

Mas o que isso significa? Significa que a atração gravitacional não é consequência de uma ação entre forças, como propusera anteriormente Isaac Newton, mas da deformação do espaço-tempo em função da presença de matéria. Ou seja, para Einstein, a simples presença de uma massa tem o poder de alterar não só o espaço-tempo, como também influenciar no movimento dos corpos próximos.

O espaço-tempo seria assim uma espécie de malha cósmica onde os corpos atuam, movendo-se ou repousando, e interferindo uns nos outros de acordo com as suas massas. No experimento a seguir, tenta-se fazer com que o aluno compreenda como o espaço-tempo se deforma na presença da matéria, sendo que essa deformação depende diretamente da massa presente. Essa deformação é a origem da gravidade, sendo ela mais intensa nas proximidades da massa, tal como foi postulado por Newton, em 1687.

Materiais:

— 1 Lençol ou toalha de mesa

— 1 Bola de gude

— 1 Bola de futebol, vôlei ou basquete

Procedimento: estique o lençol acima do solo fazendo com que quatro alunos segurem suas pontas. O lençol representa o espaço-tempo, a malha cósmica onde os corpos atuam.

Coloque, no centro do lençol, a bola de futebol, vôlei ou basquete, objeto de maior massa que deformará o plano. Essa deformação simula a própria deformação criada pela massa de um objeto na malha do espaço-tempo e a origem da gravidade.

Posicione a bola de gude perto da bola maior, deixe-a parada e observe o que acontece.

Em seguida, lance a bola de gude em direção à bola maior, de modo que passe por perto da bola maior, mas evitando que elas colidam.

Qualquer corpo colocado perto da massa central da bola maior será atraído por ela, uma vez que possui uma força atrativa que muda o estado original de movimento de corpos menores, como a bola de gude. Por isso, a deformação criada pela massa da bola maior é equivalente à força gravitacional existente na malha cósmica do tempo-espaço.

Se a bola de gude estiver inicialmente em repouso no lençol, ela será atraída direta e radialmente pela bola de maior massa. Mas, se a bola de gude possuir uma velocidade inicial, a sua trajetória será modificada pela força atrativa da bola maior, sofrendo um encurvamento da trajetória. Quanto mais perto da bola maior a de gude passar, mais ela sentirá a força atrativa do corpo de maior massa. Assim, a bola maior simula um planeta ou estrela e a bola de gude um objeto de menor massa, como um meteoro, um cometa ou um satélite.

Neste experimento, existe atrito, ao contrário do que acontece no espaço. Por isso, a bola de gude perderá sua velocidade progressivamente. No espaço, ao contrário, seria possível que a bola de gude orbitasse, caso a bola maior possuísse uma velocidade adequada, tal como ocorre entre o Sol e os planetas do nosso Sistema Solar ou entre a Terra e os satélites lançados pelo homem.

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Lançamos hoje a edição 25 da Revista Homelab Pocket, com o tema “Como podemos ajudar nossos alunos no ENEM”.

Também falamos sobre novas formas de utilizar os produtos da Homelab, como o Torso e o Esqueleto e nossos modelos estruturais celulares animal e vegetal.

Baixe agora a Edição 25 da Homelab Pocket!

Homelab Pocket - Ed 25 - Fevereiro/2018

O solo é um grande filtro. Toda vez que é encharcado, a água dissolve os sais minerais nele presentes, fazendo com que as plantas os absorvam. A eficácia de retenção da água depende do tipo de solo. Uma experiência interessante para demonstrar essa capacidade filtradora do solo é utilizá-lo como filtro de água suja. Com o kit de ciências da Homelab, você terá em mãos os materiais necessários para a atividade.

Materiais:

— Coador de café

— 2 Filtros de café

— Carvão

— Areia

— Cascalho

— Frasco de vidro

— Água suja

Procedimento: primeiro, vamos tentar montar as camadas do solo dentro do coador de café, utilizando um dos filtros de café, o carvão, a areia e o cascalho. Comece posicionando o filtro dentro do coador. Esfarele o carvão, cobrindo bem o fundo. Forme uma segunda camada, espalhando a areia sobre o carvão e depois uma terceira camada com o cascalho. Então, posicione o coador dentro do frasco de vidro. O outro filtro de café será disposto por cima do coador.

Comece coando a água suja com cuidado sobre o primeiro filtro de café. As partículas maiores ficarão retidas nele. As partículas menores se depositarão no cascalho e as ainda menores ficarão retidas na areia, no cascalho e no filtro de café. A água filtrada irá aparecer no frasco de vidro.

Mesmo assim, essa água não ficará totalmente transparente e potável, pois uma purificação completa só pode ser obtida em estações de tratamento de águas residuais, que remove também as bactérias presentes. No entanto, a experiência comprova o poder filtrador do solo e como isso influi na nutrição das plantas.

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A melhor forma de explicar as diferenças entre as células animais e vegetais é através da comparação. Apesar de sermos, aparentemente, seres completamente diferentes das plantas, nossas estruturas celulares coincidem bastante com relação às organelas que as constituem, como pode-se ver no quadro abaixo:

Como explicar as diferenças entre a célula animal e vegetal para os alunos?

A partir da comparação, pode-se explicar as diferenças entre organelas presentes ou ausentes nos dois tipos de células, suas funções e quais são as especifidades metabólicas e estruturais de cada tipo. Por exemplo, uma das características mais marcantes da célula vegetal — e que não está presente na célula animal — é a membrana rija que a protege externamente, uma parede celular formada principalmente por celulose, polissacarídeo estrutural das plantas, o termo bioquímico para aquilo que chamamos de fibras. Já a célula animal é protegida pela membrana plasmática, composta por lipídios e proteínas, uma estrutura fina que controla a entrada e saída de substâncias.

Como no exemplo citado, comparar as estruturas comuns e diferentes das células pode ajudar a reforçar não só as funções das organelas, como também, a entender melhor os tipos de funcionamento diferentes dos organismos vivos. E a maneira mais didática de fazer isso é através da demonstração. Para isso, a Homelab possui modelos estruturais de células animal e vegetal com suas organelas mais importantes diferenciadas por cores e relevo, garantindo a melhor compreensão do aluno. Desse modo, posicionar os dois modelos de células e compará-los simultaneamente, especificando suas organelas coincidentes ou não, é um método eficaz de ensinar mais sobre essas estruturas essenciais para a vida.

 

Com um novo design e mais conteúdo, a nova Homelab Pocket está mais focada na área de educação e gestão escolar, para te auxiliar com ideias e dar dicas sobre a área de educação, ciência e pedagogia.

Confira aqui nossa nova Edição!

capa homelab pocket janeiro

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4 Experimentos DNA

O DNA não é apenas um conteúdo complexo, mas também muito interessante! Por isso experimentos são uma excelente opção quando esse é o assunto sendo ensinado, pois eles usam a curiosidade dos alunos a favor do aprendizado e da criação de uma memória de longo prazo. Estes são alguns dos melhores experimentos que trabalham o DNA:

 

1. Como extrair DNA humano!

Este experimento vai ser melhor visualizado com a ajuda de um dos corantes da Homelab!

 

2. Como ver o DNA da cebola!

 

3. Construir um modelo de DNA!

O professor pode promover que seus alunos tragam materiais recicláveis de casa para construírem, em grupos e com auxílio dos professores, modelos de DNA! A Dupla Hélice de DNA da Homelab pode servir como guia visual!

 

4. Extrair o DNA do morango!

Para a atividade vai ser necessário selecionar 3 morangos e retirar os seus respectivos cabinhos verdes, em seguida, colocar os morangos dentro de um saco plástico e pressionar os mesmos até que eles se tornem uma pasta praticamente homogênea e então, transferir essa pasta para um becker. Em outro becker, misture 150 ml de água, uma colher (sopa) de detergente e uma colher (chá) de sal de cozinha. Mexa bem esta mistura com o bastão de vidro, porém devagar, para não fazer espuma alguma! O próximo passo é colocar cerca de 1/3 da mistura de água, sal e detergente sobre a “pasta” morango. Misturar levemente os ingredientes com a ajuda do bastão de vidro e incubar a mistura em temperatura ambiente por 30 minutos. O processo segue ao colocar uma peneira sobre o becker limpo e passar a mistura pela peneira para retirar os pedaços de morango que restaram e enfim, colocar metade do líquido peneirado em um tubo de ensaio. O ideal é colocar apenas cerca de 3 dedos no fundo do tubo e despejar delicadamente a mistura no mesmo (pela parede do mesmo, para escorrer pelo vidro) e sobre a solução, adicionar dois volumes de álcool comum. Não devemos misturar o álcool com a solução. Após aguardar cerca de 3 minutos  o DNA começar a precipitar na interfase.

A Homelab oferece materiais que trabalham em diversas áreas e que podem te auxiliar a melhorar o desempenho acadêmico dos alunos da sua instituição de ensino. Acesso nosso site e confira www.homelab.com.br

 

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Experimentos são uma ferramenta essencial para garantir o maior aprendizado possível sobre qualquer matéria dada! Quando estamos falando sobre acústica, ir da teoria para a prática facilita com que os alunos compreendam os efeitos da mesma no mundo, ajudando até mesmo na memorização da matéria. Por isso a Homelab incentiva o uso de experimentos e materiais como o Conjunto de Acústica e Ondas, os quais promovem atividades práticas em sala de aula e nos laboratórios da sua instituição.

O Conjunto de Acústica e Ondas é a melhor opção, pois como foca especificamente no estudo da área, permite que incontáveis atividades sejam realizadas! Isso por que trabalha com o próprio som, ondas mecânicas longitudinais, velocidade do som, qualidades fisiológicas do som, interferências, batimentos, efeito Dopler, compreensão da recepção por um telefone celular, rádio, televisão, a visão, a audição, ondas em mola, ondas longitudinais, ondas transversais, ondas estacionárias, pulsos, reflexão de pulsos, nós, ventres, elongação, amplitude e velocidade de propagação do pulso. O material de excelente acabamento permite uma apresentação instigante do conteúdo para alunos e professores, isso porque vai da teoria até a prática,  pois isso envolve uma abordagem muito mais próxima da realidade dos alunos.

Alguns experimentos que podem ser realizados para facilitar o ensino sobre a acústica são:

  1. Enxergar a própria voz!

  1. Afinar instrumentos musicais!

O diapasão que faz parte do Conjunto de Acústica e Ondas é frequentemente utilizado para afinar instrumentos musicais. Tal atividade cotidiana pode ser demonstrada em sala de aula e até reconhecida por alunos que tenham um interesse maior pelo mundo da música. Compreender como esse fenômeno físico faz parte do dia a dia ajuda na memorização da matéria!

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3. Disco que toca dentro do crânio!

      4. Como enxergar o som!

A Homelab valoriza o uso de atividades dinâmicas durante o aprendizado pois sabe do grande impacto que elas podem ter quando o assunto é garantir que os alunos realmente tenham compreendido o que foi ensinado. Por esse mesmo motivo ela oferece materiais que trabalham em áreas como Ciências, Química, Biologia, Matemática, Geografia e História, focando sempre em diminuir a dificuldade de aprendizado dos estudantes, proporcionar um ensino cada dia melhor e mais completo graças aos materiais que garantam à instituição de ensino a oportunidade de gerar uma educação da mais alta qualidade.

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IMG_7772Quando trabalhamos experiências para aulas práticas de laboratório de ciências naturais com os alunos do Fundamental I, simultaneamente desenvolvemos neles várias atitudes científicas, que são transversais a outras áreas do saber, e contribuem para o seu desenvolvimento emocional. Estas atitudes facilitam a aquisição de hábitos de estudo, promovendo a autonomia e o senso de responsabilidade.

Através das aulas práticas de laboratório de ciências naturais a escola pode e deve promover oportunidade para que os alunos desenvolvam atitudes e qualidades pessoais, como:

  1. Curiosidade;
  2. Respeito pela evidência;
  3. Espírito de abertura ao novo;
  4. Reflexão crítica;
  5. Perseverança;
  6. Espírito de cooperação.

Como as crianças aprendem:

Antigamente, acreditava-se que as crianças aprendiam apenas recebendo informações de um professor. O professor explicava, ditava regras, mostrava figuras. A criança ouvia, copiava, decorava e devia aprender. Quando não aprendia, culpava-se a criança (desatenta, irresponsável) ou falta de “jeito” do professor.

Atualmente existem outras ideias sobre aprendizagem. Essas não negam completamente as ideias antigas sobre o aprendizado. É possível aprender recebendo informações, treinando e decorando regras. Mas, dessa maneira, a compreensão daquilo que se aprende costuma ser bem pequena. O que hoje se procura é favorecer o aprendizado com compreensão.

 

Os pesquisadores concluíram que:

  1. a) crianças pensam de maneira diferente dos adultos;
  2. b) cada criança pensa diferentemente de outra;
  3. c) o pensamento evolui, passa por estágios; em cada estágio, a criança tem uma maneira especial de compreender e explicar as coisas do mundo.

O que é aprender hoje?

Aprender com compreensão é um processo pessoal, que acontece dentro da cabeça de cada um. Esse processo exige que o aprendiz pense por si próprio. Assim, simplesmente receber informações de um professor não é suficiente para que o aluno aprenda com compreensão, porque, nesse caso, a criança fica passiva, não pensa com a própria cabeça.

O pensamento e o aprendizado da criança desenvolvem-se ligados à observação e investigação do mundo. Quanto mais a criança explora as coisas do mundo, mais ela é capaz de relacionar fatos e ideias, tirar conclusões; ou seja, mais ela é capaz de pensar e compreender.

Por exemplo, as crianças que tiveram oportunidade de praticar relações com a natureza (plantar, pescar, ter animais) costumam ser mais capazes de resolver problemas biológicos e de preservação da natureza do que crianças que não tiveram tais experiências.

É justamente esta última ideia que tem motivado os educadores a buscarem meios de fazer a criança explorar o mundo à sua volta. Os materiais do Projeto de Ciências proporciona para as crianças o contato da ciência de uma forma mais real.

A utilização adequada dos materiais:

O professor precisa ficar alerta sobre alguns elementos importantes na utilização de materiais concretos. As noções científicas se formam na cabeça da criança e não estão no próprio material.

O material favorece o aprendizado, desde que seja bem utilizado.

Vejamos o que significam essas três afirmações, em termos práticos:

  1. Primeiro, o material deve ser oferecido às crianças antes das explicações teóricas e do trabalho com lápis e papel. É preciso que os alunos tenham tempo e liberdade para explorar o material, brincar um pouco com ele, fazer descobertas sobre eles. 
  2. Após algum tempo de trabalho livre, o professor pode intervir, propondo questões, estimulando os alunos a manifestarem sua opinião. São essenciais, neste início, a ação e o raciocínio do aluno, pois é só ele mesmo que pode formar as noções científicas.
  3. A partir da observação e manipulação, da troca de ideias entre alunos e entre estes e o professor é que as relações científicas começam a ser percebidas e enunciadas. O professor deve então, aos poucos, ir organizando esse conhecimento.

 

Para concluir, podemos dizer que a atitude adequada do professor, em relação ao uso do material concreto, decorre de ele conceder o ensino de ciências nas séries iniciais como um convite à exploração, à descoberta e ao raciocínio.

Os materiais do Projeto de Ciências não precisam necessariamente estar dispostos em um laboratório ou sala especial, podem ser levados para a sala de aula, facilitando o trabalho do professor e dinamizando o estudo. Entre as opções, destacamos o Kit de Ciência – Cód 18995,  que atende do 1º ao 9º ano do ensino fundamental. Clique aqui e saiba mais!

 

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A Homelab disponibiliza uma série de materiais com experiências e outros conteúdos que podem ajudar professores, gestores e alunos a tornarem as aulas de ciências ainda mais produtivas e dinâmicas. Também oferecemos uma linha completa de equipamentos científicos para o seu laboratório, como microscópios e outros acessórios. Ficou interessado? Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento.

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