Homelab Pocket – Edição 27 – Abril 2018

Homelab Pocket – Edição 27 - Abril 2018
A Homelab Pocket – Edição 27 – Abril 2018 traz aos leitores matérias sobre a qualidade na educação e descobertas sobre a prevenção do câncer. Assuntos que despertam o interesse de educadores, pais e futuros profissionais das diversas áreas da educação, ciências e biologia. Também contamos com detalhes todas as características e diferenciais do Conjunto para Múltiplas Ciências usado em sala de aula.
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Sobre a Homelab Pocket

A Homelab Pocket é uma publicação mensal da Homelab – A Casa do Laboratório para professores, gestores e diretores, falando sobre as novidades sobre ciências, tecnologias e equipamentos laboratoriais para as mais diversas áreas do ensino.

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Lançamos hoje a Homelab Pocket – Edição 25 – Fevereiro 2018, com o tema “Como podemos ajudar nossos alunos no ENEM”.

Também falamos sobre novas formas de utilizar os produtos da Homelab, como o Torso e o Esqueleto e nossos modelos estruturais celulares animal e vegetal.

Nessa edição, mostramos o Raio-X do Conjunto Produtos Notáveis, destinado ao estudo do produto notável quadrado da soma de dois termos, produto notável quadrado da diferença de dois termos, teorema de Pitágoras.

Baixe agora a Homelab Pocket – Edição 25 – Fevereiro 2018!

Homelab Pocket - Edição 25 - Fevereiro 2018

Sobre a Homelab Pocket
A Homelab Pocket é uma publicação mensal da Homelab – A Casa do Laboratório para professores, gestores e diretores, falando sobre as novidades sobre ciências, tecnologias e equipamentos laboratoriais para as mais diversas áreas do ensino.

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4 Experimentos DNA

O DNA não é apenas um conteúdo complexo, mas também muito interessante! Por isso experimentos são uma excelente opção quando esse é o assunto sendo ensinado, pois eles usam a curiosidade dos alunos a favor do aprendizado e da criação de uma memória de longo prazo. Estes são alguns dos melhores experimentos que trabalham o DNA:

 

1. Como extrair DNA humano!

Este experimento vai ser melhor visualizado com a ajuda de um dos corantes da Homelab!

 

2. Como ver o DNA da cebola!

 

3. Construir um modelo de DNA!

O professor pode promover que seus alunos tragam materiais recicláveis de casa para construírem, em grupos e com auxílio dos professores, modelos de DNA! A Dupla Hélice de DNA da Homelab pode servir como guia visual!

 

4. Extrair o DNA do morango!

Para a atividade vai ser necessário selecionar 3 morangos e retirar os seus respectivos cabinhos verdes, em seguida, colocar os morangos dentro de um saco plástico e pressionar os mesmos até que eles se tornem uma pasta praticamente homogênea e então, transferir essa pasta para um becker. Em outro becker, misture 150 ml de água, uma colher (sopa) de detergente e uma colher (chá) de sal de cozinha. Mexa bem esta mistura com o bastão de vidro, porém devagar, para não fazer espuma alguma! O próximo passo é colocar cerca de 1/3 da mistura de água, sal e detergente sobre a “pasta” morango. Misturar levemente os ingredientes com a ajuda do bastão de vidro e incubar a mistura em temperatura ambiente por 30 minutos. O processo segue ao colocar uma peneira sobre o becker limpo e passar a mistura pela peneira para retirar os pedaços de morango que restaram e enfim, colocar metade do líquido peneirado em um tubo de ensaio. O ideal é colocar apenas cerca de 3 dedos no fundo do tubo e despejar delicadamente a mistura no mesmo (pela parede do mesmo, para escorrer pelo vidro) e sobre a solução, adicionar dois volumes de álcool comum. Não devemos misturar o álcool com a solução. Após aguardar cerca de 3 minutos  o DNA começar a precipitar na interfase.

A Homelab oferece materiais que trabalham em diversas áreas e que podem te auxiliar a melhorar o desempenho acadêmico dos alunos da sua instituição de ensino. Acesso nosso site e confira www.homelab.com.br

 

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Uma das maiores vantagens das aulas práticas é desenvolver nos alunos a capacidade deles tirarem suas próprias conclusões e melhorarem a habilidade de análise de dados, além de deixar a aula mais divertida, instrutiva e facilitar a compreensão do conteúdo. Desde experimentos simples até os mais complicados, são várias as opções que podem ser realizados com a ajuda da Balança de Precisão, afinal, ela é um equipamento básico e totalmente essencial em qualquer laboratório. Estes são apenas 3 dos experimentos que podem ser desenvolvidos com este material:

1. O mais leve e o mais pesado!

Que tal transformar a aula em uma competição saudável? O professor pode disponibilizar uma balança para cada grupo de alunos, com a ajuda de objetos que os próprios estudantes possuem, como lápis, canetas, borrachas, o próprio estojo deles e até mesmo os celulares a atividade pode ser realizada. Todos devem pesar o seu material, por exemplo, cada aluno pesa seu estojo, o mais leve e o mais pesado da classe ganham um ponto. O aluno que tiver o maior número de pontos ganha um prêmio de escolha no professor!

2. Qual é mais pesado?

Outra atividade que o professor pode promover ainda incentivando a competitividade é dar 2 opções aos alunos, como uma certa quantidade de água e pouca quantidade de outro material extremamente mais denso. De longe o professor pode promover que os estudantes adivinhem qual é mais pesado e então abordar a questão da densidade de forma dinâmica e surpreendente após apresentar os resultados finais.

3. A água furiosa!

Materiais:

Além de ser um equipamento necessário em diversas experiências que o professor pode realizar ou pedir para que os estudantes realize em sala de aula, a Balança de Precisão pode ser utilizadas no preparo prévio de materiais para as aulas.

A Balança de Precisão vendida pela Homelab é eletrônica, tem uma capacidade de 5010g, precisão de 1g, com microprocessador, tara subtrativa em toda a escala. Display digital de cristal líquido (LCD) com 8 dígitos de 7 segmentos (o que facilita a leitura pelo usuário), unidades de pesagem disponíveis em g, kg e ct, o que consequentemente facilita a interpretação dos dados obtidos em sala de aula. O equipamento possui 8 funções: pesagem simples, contagem de peças, porcentagem absoluta, porcentagem relativa, verificação de peso, cálculo estatístico, pesagem de animais vivos e função básica (incorpora contagem de peças e porcentagens absoluta e relativa). Além de ser ajustável ao ambiente de trabalho com dois níveis de velocidade de leitura, ela possui comunicação com Excel, Hiperterminal e Bloco de Notas através da saída serial RS232! O modelo é aprovado pelo Inmetro conforme portaria Inmetro/dimel nº 0008, de 05 de janeiro de 2012.

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A Homelab valoriza atividades que mudem a rotina, assim como as citadas anteriormente, por isso trabalha com materiais para áreas como Ciências, Química, Biologia, Matemática, Física, Geografia e História, esperando que com o auxílio de seus materiais a educação se torne cada dia mais prática e efetiva.

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O agitador magnético pode ser usado para muitos fins. Ele facilita e acelera diversas experiências que podem ser usadas como ferramenta de ensino durante o processo de educação, aqui vamos citar 2 exemplos que se tornam muito mais divertidos com o uso desse material.

1. Tornado magnético!

2. Vai e vem das cores!

Para esta experiência, vão ser necessários:

O primeiro passo é adicionar alguns mililitros da solução de indicador universal a cerca de 800 mL de água, até que a coloração esteja intensa, tudo isso dentro de um béquer. Em seguida, coloque o béquer sobre o agitador magnético, acrescente a barra de ímã e ligue a agitação. Então, coloque uma colher de chá de leite de magnésia. Adicione 2 a 3 mL da solução de ácido clorídrico no béquer sob agitação. Observe o que acontece. Continue adicionando alíquotas de 2-3 mL de ácido.  

O experimento leva mais ou menos 30 minutos e pode ser usado para abordar a questão do pH em sala de aula!

A Homelab sabe da importância da visualização da matéria, de aulas dinâmicas, práticas e dos experimentos durante o complicado processo de aprendizado e trabalha sempre sob os ideais de uma educação em constante evolução. É por esse motivo que a Homelab oferece materiais que trabalham com essa questão em diferentes áreas, tais como Ciências, Química, Biologia, Matemática, Geografia e História, focando sempre em diminuir a dificuldade de aprendizado dos estudantes.

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O pH, apesar de muitos alunos não saberem, está a nossa volta o tempo todo, no que comemos, bebemos e no nosso próprio corpo! Com a ajuda dessas atividades, os estudantes vão ser capazes de reconhecer a presença do pH no seu dia a dia, levando o aprendizado para outro nível e assim garantindo a total compreensão da matéria!

Teste de sabor do pH!

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Um fato curioso é que substâncias ácidas tendem a ter o gosto azedo e as básicas, sabor amargo. O professor pode propor que os estudantes provem substâncias como suco de laranja ou limão e água com bicarbonato de sódio sem saber o que são cada uma delas. Os alunos vão notar a diferença e o professor pode usar esta curiosidade como um método para facilitar a memorização do que é ácido e o que é básico, além de deixar a aula muito mais divertida.

No final, o professor ainda pode utilizar um pHmetro portátil para medir o pH de cada substância antes de revelá-las aos estudantes, assim fazendo com que eles próprios cheguem a conclusão da relação existente entre o sabor e o pH.

A chuva ácida!

Diferenças no pH de diferentes marcas de água mineral!

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Esta atividade é extremamente fácil e se os estudantes já tiverem o costume de levar garrafas de água para a sala de aula, ela pode até mesmo ser realizada sem muito planejamento prévio. No rótulo de qualquer água mineral é apresentado o pH daquela água específica, o que acaba se tornando muito interessante, afinal, algumas marcas vendem uma água extremamente alcalina, com um pH que chega a 10 e outras águas minerais já são altamente ácidas, com o pH menor do que 4! Inclusive, o pH varia muito dentro de uma mesma marca, isso graças às suas diferentes fontes.

Experiências com ácidos!

Todos os materiais químicos e de laboratório necessários para essas experiências podem ser encontrados aqui e aqui.

A Homelab sabe da importância de aulas dinâmicas e práticas quanto ao quesito da compreensão da matéria, por isso sempre incentiva o uso de experimentos como parte da didática e por meio de sua linha completa de materiais, auxilia a instituição de ensino e os professores no ensino de química, além de diversas outras áreas!

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IMG_7610Os solventes são muito mais interessantes do que a descrição “aquela substância que permite a dispersão de outra substância em seu meio” pode fazer parecer para os estudantes. Seus efeitos trazem experimentos interessante, tanto a nível educacional, quanto a sua simples observação, afinal, os resultados dessas experiências fogem do esperado e por isso, ficam marcados na memória dos estudantes.

    1. Acetona e isopor!

   2. Violeta que Desaparece

  3. “Frite” o ovo com álcool etílico

Para essa interessante e fácil experiência, quebre o ovo e coloque-o na frigideira, deposite o álcool etílico dentro de local até cobrir o ovo completamente e então, observar a clara de ovo a ficar branca, como se ele estivesse fritando.

O que acontece é que a albumina que se encontra na clara do ovo reage com o álcool etílico e sofre desnaturação! As proteínas podem possuir estruturas primárias, secundárias, terciárias e quaternárias e muitas das funções dessas proteínas estão ligadas diretamente a essas suas estruturas. No entanto, elas podem perder as suas estruturas secundárias, terciárias e até quaternárias, e, consequentemente, deixarem de ser ativas. Quando essas conformações são alteradas ou destruídas, dizemos que a proteína foi desnaturada ou ocorreu uma desnaturação proteica, mantendo somente a estrutura primária. O resultado final de toda essa reação é que após a adição de álcool etílico, a mistura ficou esbranquiçada, aparentando que o olho está frito!

  4. “Congele” água em 1 segundo

Solventes prontos para qualquer experimento podem ser encontrados aqui. Afinal, a Homelab oferece os melhores produtos e equipamentos focados no ensino prático de diversas áreas como Ciências, Química, Biologia, Matemática, Geografia e História. Por meio desses materiais, a Homelab tenta garantir que a qualidade de ensino continue evoluindo cada dia mais, tornando as aulas ainda mais dinâmicas e de mais fácil compreensão aos alunos e por consequência, permitindo que eles aprendam cada dia mais!

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A densidade de líquidos pode parecer muito confusa, afinal, como pode algum líquido ser mais pesado do que outro? Realmente não é um tópico que é trazido à tona em outros momentos da vida, o que, como sabemos, pode causar dificuldade graças ao fato de que a matéria não é realmente observado durante o dia-a-dia e se é observada, é vista como algo rotineiro e não como ciência. Porém, a realidade é que a densidade está a nossa volta o tempo todo. Em um copo de água com o gelo boiando e um de bebida alcoólica com o gelo no fundo do copo e até mesmo nos icebergs flutuando no oceano.

A necessidade de uma atividade prática vem da ideia de que se um aluno conseguir observar o fator acontecendo com os próprios olhos, ele vai ser capaz de compreender o assunto melhor. Já a proposta de algo dinâmico e lúdico para se conectar com o emocional do estudante consegue garantir que ele vai memorizar a matéria pois, ao se conectar com esta parte do cérebro, a memória tende a se tornar de longo prazo.

Esta experiência brinca com os dois fatores: visualização e a ludicidade.

Este experimento pode ser feito em grande escala dentro de uma proveta graduada de 100ml do conjunto de vidrarias. A brincadeira exige uma pipeta que está disponível no nosso conjunto básico para laboratório de 57 peças. Este conjunto, além de proporcionar o material para esta atividade, também permite que a imaginação do professor crie muitos outros experimentos além de garantir equipamentos de qualidade para um laboratório de química.

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A Homelab oferece uma linha completa para que o estudo de matérias como Química, Física, Matemática, Geografia, Ciências e Biologia se torne cada dia mais interessante, cativante, e como consequência, os alunos consigam aprendem a matéria cada dia com mais facilidade e os resultados acadêmicos se tornem ainda mais altos dentro da instituição de ensino.

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Quem se lembra das primeiras aulas de Geografia na escola e os movimentos de translação e rotação da Terra? Pois é, esses são conceitos muito utilizados nos estudos relacionados à chamada Geometria Solar, que busca entender como a luz do sol irradia em nosso planeta.

No movimento de translação, a Terra percorre uma trajetória elíptica em um plano inclinado. É justamente esse ângulo que define a posição dos trópicos e faz com que os hemisférios do planeta recebam quantidades diferentes de radiação solar ao longo do ano, caracterizando as estações do ano.

Tais conhecimentos são importantes para o desenvolvimento de diferentes áreas. Seja na Geografia, na Física, na Biologia, na Astronomia, na Agronomia ou na navegação, a compreensão do movimento do sol e da incidência da luz solar no nosso planeta é fundamental. Sua versatilidade é tamanha, que esses conhecimentos podem ser utilizados até mesmo por fotógrafos, para definir a melhor hora do dia para fazer a foto desejada.

Isso posto, vale ressaltar que, atualmente, talvez a área que mais utiliza e se beneficia dessa ciência, porém, é a Arquitetura. O entendimento do fenômeno físico da trajetória aparente do sol é essencial na concepção e realização de projetos com qualidade ambiental, que façam bom uso da iluminação natural e proporcionem conforto térmico ao ambiente.

Esse sistema proporciona que alunos, professores e profissionais simulem a incidência da luz para projetos localizados em qualquer posição geográfica do planeta. Isso permite uma visualização rápida e prática da luminosidade solar sobre elementos arquitetônicos, edificações e meios urbanos.

O Heliodon

Para realizar esses trabalhos e cálculos com precisão, os profissionais das áreas que citamos utilizam um equipamento chamado Heliodon. Esse é um instrumento utilizado para simular as variações da incidência da luz solar direta gerada pelo movimento aparente do sol. Assim, é possível ajustar o ângulo entre uma superfície plana e um feixe de luz, combinando o ângulo entre um plano horizontal, uma latitude específica e o feixe solar.

As vantagens dos estudos realizados com Heliodon em relação a outras ferramentas disponíveis, como cartas solares ou programas de computador, são a possibilidade de visualização imediata das áreas iluminadas e sombreadas, simulando diferentes horas do dia e épocas do ano, além da oportunidade de manipulação rápida do objeto em análise.

Como Funciona?

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Atualmente, existem diversos modelos de Heliodon, com diferentes tecnologias e possibilidades. Porém, o mais comum de se encontrar ainda são os modelos analógicos e manuais. Seu funcionamento ocorre de maneira relativamente simples. As posições do sol nas diferentes horas e estações são simuladas por meio do uso de lâmpadas distribuídas em arcos representativos das trajetórias aparentes do sol. No centro do equipamento, é posicionado o objeto foco dos estudos. Normalmente, usa-se uma maquete ou representação.

São basicamente quatro passos: escolher a latitude do local de simulação no transferidor do equipamento, inclinando-o até a latitude escolhida. Em seguida, posiciona-se uma lâmpada em um dos arcos do heliodon conforme a hora e a época do ano desejadas para a simulação. Depois, é necessário escolher a orientação geográfica do objeto em estudo, sempre adotando o norte como referência. Por fim, liga-se a lâmpada – que fará o papel de sol – e observa-se a incidência da luz e o sombreamento resultante.

Os resultados das simulações permitem diversas observações importantes para o desenvolvimento de análises e avaliações. Na Arquitetura, alunos, professores e profissionais podem visualizar, por exemplo, a incidência da luz solar através das aberturas dos ambientes e as sombras em edificações ou espaços urbanos.

Além disso, os resultados obtidos com o Heliodon proporcionam a avaliação do desempenho térmico e do aproveitamento da luz dos projetos, possibilitando otimizá-lo para melhor aproveitamento dos recursos naturais, seja impedindo a entrada excessiva de calor ou verificando o melhor ponto para a instalação de placas fotovoltaicas, por exemplo. Já para áreas como Astronomia e Geociências, os resultados obtidos com o Heliodon permitem visualizar referências importantes, como pontos cardeais, trópicos, solstícios, equinócios, duração do dia e pólos celestes.

Por sua facilidade de manuseio e compreensão dos conceitos envolvidos, o Heliodon é uma excelente ferramenta pedagógica para ser utilizada em sala de aula. Dos anos iniciais do ensino fundamental à graduação em áreas como Física e Arquitetura, esse equipamento é ideal para a compreensão dos fenômenos relacionados à Geometria Solar.

Como não podia ser diferente, no site da Homelab você encontra o Heliodon à sua disposição. Acesse o nosso site e conheça também nossa completa linha de produtos científicos ideais para o seu laboratório ou instituição de ensino. Confira também nossos materiais complementares, com dicas de experimentos e outros conteúdos interessantes para você.

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A Feira de Ciências da escola é a grande oportunidade de mostrar a pais, colegas e à comunidade os trabalhos científicos elaborados pelos alunos. Mais do que um bom exercício pedagógico, as feiras ajudam a despertar o interesse pelas ciências, em especial Química, Física e Biologia, além de promover a cooperação entre os alunos, aguçar o senso crítico e proporcionar interação entre a comunidade e a escola.

Com certeza o ensino teórico e expositivo é importante para se entender as ciências, porém é com a experimentação que os estudantes percebem como as coisas funcionam e a aplicabilidade de todo o conteúdo que foi estudado. Desse modo, percebemos que experimentar e aprender estão intimamente ligados.

Sendo assim, a realização de uma feira de ciências na escola é uma grande oportunidade para que os alunos trabalhem os conceitos vistos em sala de aula na prática, se engajando e se dedicando em prol da ciência.

Tal evento é uma ferramenta extremamente importante para o desenvolvimento de habilidades e capacidades sociais e cognitivas essenciais para a vida, como senso de equipe, organização, liderança, autonomia e concentração.

Vale ressaltar ainda que as feiras de ciências evoluíram muito nos últimos anos. A reflexão sobre os moldes do ensino atual impactaram o modo como o evento é realizado. Se a imagem de feira de ciências que você tem na cabeça ainda envolve estandes, maquetes e alunos repetindo textos decorados, saiba que isso mudou.

Hoje, as feiras são mais complexas e focam em despertar o interesse dos estudantes pelas ciências, criando uma dinâmica moderna em que os alunos aprendem e transmitem conhecimento aos seus colegas.

A organização de uma feira de ciências demanda tempo dos professores e da coordenação da escola. São eles os responsáveis por definir cronogramas, criar normas, cuidar da segurança e orientar alunos e turmas no desenvolvimento dos projetos.

Pensando nisso, confira a seguir alguns pontos essenciais na hora de organizar uma feira de ciências na sua escola.

Planejamento

O primeiro passo na organização do evento é despertar o interesse das turmas pela ciências. Para isso, uma boa sugestão é agendar a feira para o final do ano. Com isso, desde o início do período letivo é possível planejar atividades e metodologias que envolvam aulas em laboratório, visitas técnicas e outros exercícios práticos que ajudem os alunos a visualizar tudo aquilo que viram em sala de aula, despertando a vontade no fazer científico.

Além disso, o evento em si demanda tempo e antecipação. Para organizar uma boa feira de ciências, trabalhe com, ao menos, quatro meses de antecedência para organizar todos os detalhes e dar tempo para o desenvolvimento dos projetos, aquisição de materiais etc.

Esse tempo será importante também para decidir que tipo de feira a instituição deseja realizar: fechada aos alunos, pais e professores, entre colégios ou até mesmo municipal.

Temas

Estamos acostumados ao padrão de feiras bem amplas e com uma variedade imensa de temas abordados. Isso é ótimo, uma vez que proporciona uma troca de novos conhecimentos muito importante.

Porém, a feira de ciências pode ganhar muito se forem definidos temas específicos para cada edição. Para isso, uma boa sugestão é a abordagem de assuntos locais, mesmo ligando-os a contextos globais.

Se o assunto definido for fotossíntese, por exemplo, os alunos podem abordar temas como poluição do ar ao mesmo tempo que discutem a quantidade de árvores na cidade em que vivem.

A proximidade dos assuntos tratados ajuda a gerar mais interesse dos estudantes e também da comunidade, que passam a ver como determinado tema impacta diretamente suas vidas.

Objetivos

Uma feira de ciências vai muito além de temas interessantes e apresentações cativantes. Todo evento deve ser planejado com um objetivo a ser alcançado.

Seja para divulgar os resultados das atividades escolares, integrar a comunidade à escola, estimular a criatividade e o interesse pela ciência, a feira deve ter metas a serem alcançadas como resultado de todo o trabalho realizado.

Apresentações

Definidos os temas com antecedência e realizado o trabalho de despertar o interesse científico nos alunos, é hora de planejar as falas de cada turma. Como dissemos, os moldes de textos decorados ficaram para trás. O que vale é a discussão e a compreensão dos temas tratados.

Sendo assim, durante o desenvolvimento dos projetos, auxilie os estudantes a entender sobre aquilo que estão falando. Quanto mais eles estiverem familiarizados com os conceitos que trabalharão, mais fluidas serão as falas, tornando a apresentação mais interesse e compreensível a todos os presentes. O aluno que domina o conteúdo tem a capacidade de tirar possíveis dúvidas que surgirem, ajudando ainda mais a engajar e interessar a comunidade.

Como dissemos, prática e aprendizado andam de mãos dadas. Sendo assim, o laboratório de Ciências é o ambiente ideal para a realização de atividades que despertem o interesse dos alunos pelas ciências, estimulando-os na hora do desenvolvimento de projetos para a feira da escola. Afinal, trata-se de um espaço educativo, que serve como ligação entre teoria e prática dos conteúdos escolares.

A Homelab fornece uma completa linha de produtos e acessórios científicos que podem auxiliar a sua escola, seja na montagem do laboratório ou nos projetos da feira de ciências.

Também oferecemos gratuitamente uma série de conteúdos com experimentos e práticas que podem ser utilizadas no evento ou no dia a dia da escola. Ficou interessado? Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento!