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A melhor forma de tentar explicar as diferenças e intersecções entre geografia e geopolítica é estabelecer como alegoria de pensamento um limiar: não existe uma fronteira ou uma linha que delimite exatamente essas disciplinas, mas um limiar, um espaço de intersecção entre elas que fazem com que dialoguem constantemente.

Enquanto a geografia se volta mais para a natureza e os aspectos populacionais, geológicos e físicos de determinado território; a geopolítica investiga de que maneira esses territórios são delimitados e se afirmam política e culturalmente de acordo com a sociedade que os habita.

Além disso, a geopolítica também investiga os processos históricos que permeiam tais territórios, como aquela sociedade e sua cultura se formou ali e como seus aspectos políticos se estabeleceram e decorrem progressivamente diante da realidade contemporânea.

Para simplificar, podemos dizer que a geopolítica trata das relações de poder dos Estados Nacionais de determinados territórios, enquanto a geografia trata de seus aspectos naturais e populacionais. Assim, a geopolítica é uma área que conversa o tempo inteiro com a geografia, podendo ser considerada sua subárea.

Para compreender melhor aspectos geopolíticos do mundo, a Homelab possui um globo iluminado 3 em 1: físico, político e histórico. Quando apagado, o globo mostra a configuração física e política dos territórios. Quando aceso, ele mostra as dinâmicas históricas que deram origem aos territórios nacionais modernos. É um excelente produto para demonstrar as diferenças e intersecções entre geografia e geopolítica em sala de aula.

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Como ensinar os movimentos da Terra?

Nas aulas de geografia, um dos conteúdos básicos de aprendizado são os movimentos translativo e rotativo da Terra, ou seja, respectivamente, seus movimentos ao redor do Sol e em torno do próprio eixo terrestre. Para ensinar e explicar didaticamente esses conceitos, a Homelab possui dois materiais que podem auxiliar nesse processo: o planetário iluminado e o heliodon.

O planetário iluminado Homelab ajuda o aluno a entender os posicionamentos da Terra em relação ao Sol, ou seja, o movimento translativo de nosso planeta. É alimentado por uma fonte energética de 110 ou 220V, que simula a energia solar. Ajuda o aluno a entender aspectos do dia e da noite como o nascente e o poente, pontos cardeais, estações do ano, afélio e perifélio.

O heliodon é um equipamento utilizado para simular o movimento aparente do Sol tal como visto da Terra em pequena escala. A partir dessa simulação, pode-se saber como o Sol incidiria sobre determinado objeto de acordo com várias datas do ano e horas do dia, variando seus ângulos solares. Por isso, o heliodon é bastante útil para arquitetos, pois simula em maquetes a incidência do Sol em determinado edifício a ser construído.

Mas o heliodon pode ser muito pedagógico em sala de aula, explicando para os alunos, especialmente nos anos finais do Ensino Fundamental, conceitos de geografia básica como coordenadas de latitude e longitude e como elas podem indicar uma posição no globo terrestre, fuso horário, datas e estações do ano. No entanto, ele também é uma ferramenta muito útil em determinados cursos do Ensino Superior como arquitetura, geografia, geologia, física, biologia e agronomia.

Associando o planetário iluminado com o heliodon, fica muito mais fácil e didático ensinar aos alunos sobre os diferentes movimentos do planeta Terra dentro das aulas de geografia. Conheça melhor nossos produtos e deixe suas aulas cada vez mais dinâmicas!

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Lançamos hoje a Homelab Pocket – Edição 25 – Fevereiro 2018, com o tema “Como podemos ajudar nossos alunos no ENEM”.

Também falamos sobre novas formas de utilizar os produtos da Homelab, como o Torso e o Esqueleto e nossos modelos estruturais celulares animal e vegetal.

Nessa edição, mostramos o Raio-X do Conjunto Produtos Notáveis, destinado ao estudo do produto notável quadrado da soma de dois termos, produto notável quadrado da diferença de dois termos, teorema de Pitágoras.

Baixe agora a Homelab Pocket – Edição 25 – Fevereiro 2018!

Homelab Pocket - Edição 25 - Fevereiro 2018

Sobre a Homelab Pocket
A Homelab Pocket é uma publicação mensal da Homelab – A Casa do Laboratório para professores, gestores e diretores, falando sobre as novidades sobre ciências, tecnologias e equipamentos laboratoriais para as mais diversas áreas do ensino.

Gostou da Homelab Pocket – Edição 25 – Fevereiro 2018?

Veja as outras edições já publicadas clicando aqui.

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A geografia nos rodeia, a matéria abrange um tema que deve ser desenvolvido bem em qualquer aluno. Porém, a matéria é muito ampla, a geografia trabalha tanto a capacidade de se localizar bem no globo terrestre, quanto com o resto do universo, além de questões políticas e como o mundo se tornou o que conhecemos hoje, tanto no sentido físico quanto social.

Toda essa amplitude dentro de uma única matéria pode acabar confundindo os alunos, por isso, um laboratório de geografia pode ser um bom investimento quanto a aumentar a qualidade de ensino e nível de aprendizado dos alunos.

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A realidade é que a geografia é uma matéria totalmente vinda da atividade prática, da observação em si, materiais como este globo terrestre que trabalha com o relevo no planeta Terra permite que os estudantes observam e entendam por si só a questão de cordilheiras ou cadeias de montanhas e como consequência, até o impacto disso na vida de quem vive na região. Os alunos podem ir ainda mais longe, usar materiais como o Planetário Iluminado para compreender a relação entre a Terra, a Lua e o Sol, assim, trabalhando as direções norte, sul, leste, oeste e como reconhecê-las pelo Sol.

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Todas as disciplinas possuem conteúdos específicos que são trabalhados de forma simplesmente teórica, mas elas também apresentam outros temas que permitem e até promovem a aplicação prática. Porém, nada seria mais natural do que trazer essa questão da dinâmica e prática para dentro do ensino da matéria, pois como já foi apontado, a geografia vem dessas origens. Ambos os materiais apresentados permitem essa questão da prática promovida pela geografia, porém, nesse caso, dentro de um ambiente controlado e escolar.  

A observação da matéria é importante quanto a compreensão do lado sócio-econômico-ambiental e suas relações dentro da geografia, pois, como sabemos, as condições geográficas impactam diretamente a questão social. No final das contas, um dos objetivos da geografia é contribuir para a formação de cidadãos críticos, participativos (o que em si é basicamente colocar em prática o que foi aprendido) que possam atuar ativamente na sociedade por conhecê-la bem em todos os seus aspectos.

A Homelab acredita que a geografia deve ser ensinada de forma mais prática e por isso disponibiliza uma linha completa focada no ensino da matéria.

 

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Mapas são as ferramentas básicas da geografia. Eles nos permitem descrever fenômenos espaciais no papel! A leitura de um mapa requer a capacidade de pensar abstratamente, visualizar algo, esta habilidade é desenvolvida entre as idades de 7 a 9 e por isso o ensino antes dessa idade não é o indicado.

Uma boa ideia para iniciar o aprendizado e a compreensão da questão, seria confeccionar um mapa simples com os alunos, a partir de uma área comum e bem conhecida. No qual deve-se usar símbolos simples para fazer uma legenda e então, ser possível realmente entender e se localizar no mapa em questão. Como por exemplo, um mapa da própria instituição de ensino.

Algo que ajuda no processo de aprendizado é a utilização de mapas como o Mapa do Brasil 508 Anos de História que, além de exibir os estados, capitais e principais municípios, ainda apresenta o resumo histórico dos presidentes da República e por isso, se torna algo multidisciplinar e logo, muito mais cotidiano e memorável.

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O mesmo acontece com o mapa mundi político que apresenta a bandeira de diversos países e novamente, abrange mais do que apenas a localização. Um globo terrestre político também pode ser útil, afinal, a observação do mesmo mapa em outro formato pode ser educacional.

Para ser capaz de realmente interpretar um mapa é necessário cumprir com todos os seguintes tópicos:

  1. Ler a legenda

Um mapa sempre terá uma legenda que mostre o que cada símbolo presente nele significa! Ler a legenda é sim essencial antes de focar no mapa em si, afinal, a legenda é completamente necessária para a interpretação correta do material.

   2. Saber o que procurar no mapa

  • Um mapa é uma representação de um ponto de localização, logo, todo mapa ou tem uma rosa dos ventos (ou, caso não apresente, é deduzível que o norte fica na parte de cima do mapa) e é através dela que você saberá o que é norte, sul, leste e oeste e vai conseguir realmente se localizar no globo terrestre.

  • O título do mapa contribui com informações sobre o seu conteúdo, afinal, existe uma grande variedade de mapas:

    • Mapas rodoviários contendo rodovias e estradas;
    • Mapas turísticos focado em passeios e no turismo em si, marcando pontos famosos no local;
    • Mapas topográficos para fazer trilha e excursões, apresentando caminhos e áreas para acampar;
    • Cartas aeronáuticas ou mapas para pilotos, caracterizados por rotas e terminais aéreos além de marcos que as aeronaves devem evitar;
  • As cores também são essenciais para a compreensão de mapas. Por exemplo, o azul é usado para representar rios e o marrom as montanhas. Quanto as outras cores, a  legenda é a guia para descobrir o que significam.

    3. Entender a escala do mapa

A escala do mapa mostra a relação entre a distância entre dois pontos no mapa e a distância real. Simplificando, a escala demonstra quantos quilômetros alguns centímetros no mapa representam na vida real. A escala difere de mapa para mapa e por isso é necessária saber compreendê-la bem.

A escala geralmente está localizada no lado ou embaixo do mapa. Ela vai parecer no formato 1:100 000, o que significa que uma unidade no mapa é o equivalente a 100.000 unidades na vida real. Em geral, as seguintes escalas funcionam como indicado:

  • Utilize um mapa 1:25000 para caminhadas;
  • Utilize um mapa 1:190000 para dirigir;

  • Utilize um mapa 1:24000000 para ver o mundo inteiro.

Para determinar quão longe é o seu destino, use uma régua e a escala para medir quantos quilômetros são do ponto A para o ponto B. Por exemplo, se a escala do seu mapa é 1:250000, e a distância do ponto A para o ponto B é 10 cm, a distância total é 10 * 250.000 = 2.500.000 centímetros. Um quilômetro é igual a 100.000 centímetros, então, a distância do ponto A para o ponto B é 2.500.000 ÷ 100.000 = 25 quilômetros.

Compreender e saber utilizar a escala em mapas é realmente a parte mais difícil de todo o processo.

Para fazer com que os estudantes realmente compreendam todos esses tópicos, é necessário criar interesse deles com a matéria e para isso, competições e atividades em grupo podem ser criadas. Como por exemplo, o professor pode dividir a classe em vários grupos e pedir para que os alunos localizem 4 capitais pelo mundo e então, calculem a real distância entre cada capital seguindo no sentido horário. Ou o professor pode entregar um mapa da escola para os grupos e propor que a primeira equipe que conseguir chegar no local marcado no mapa ganhe algo.

O foco deve ser mantido em criar real interesse nos mapas e na sua leitura. Porém, é válido lembrar que este é um aprendizado um pouco mais complicado e que pede paciência do professor responsável, afinal, o próprio uso da escala acaba exigindo do aluno mais do que apenas noções geográficas, mas sim conhecimento matemático.

A Homelab acredita na importância da geografia na vida dos alunos e por isso oferece uma linha completa focada no ensino dessa disciplina de modo mais dinâmico e lúdico, assim promovendo a criação de uma memória de longo prazo e é claro, o amor pela geografia.

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Conteúdos como Rotação e Translação da Lua e da Terra, Revolução, Fases, Eclipses, Marés, Apogeu e Perigeu, a existência de Fusos Horários e Acúmulo de gelo nos pólos podem soar confusos para os alunos por serem temáticas fora de contexto em relação ao que eles observam no dia-a-dia pessoal. Afinal, alguns desses itens estão fora do alcance dos olhos de grande parte da população mundial e outros, apesar de sempre presentes, viraram tão rotineiros que deixaram de ser ciência e, na cabeça dos estudantes, virou simplesmente rotina.

O estudo do universo é muito interessante, pode ser extremamente divertido, único, apaixonante e ainda, explora a imaginação dos alunos que um dia sonharam em ver a terra lá de cima, do espaço. O desconhecido tende a despertar interesse e curiosidade nos alunos, porém, isso não garante que a compreensão do tema seja fácil.

Por conta da grande escala de todos esses acontecimentos, pode ficar difícil a visualização dos mesmo, é com essa questão que o Planetário Iluminado pode auxiliar no aprendizado, já que ele permite que o professor mostre cada fenômeno acontecendo e consiga, por meio disso, explicar de forma muito mais completa e compreensível o conteúdo para os alunos. Apesar de ser um instrumento extremamente interessante em um laboratório, o aparelho pode ser usado em sala de aula para quebrar a rotina e deixar o aprendizado muito mais interessante, além de garantir uma melhor compreensão e memorização do assunto abordado.

Alguns dos assuntos que podem ser abordados com esse material são:

  • O Sol:
    • A luz;
    • A sombra;
    • O nascente;
    • O poente
    • Aparecimento e desaparecimento do Sol;
    • Iluminação pelo Sol;
    • Orientações baseadas no Sol: pontos cardeais;
    • A relação as estações do ano e a posição do Sol em relação à terra;
    • Solstício e Equinócio;
    • Posições do Sol ao amanhecer e anoitecer, nas diferentes estações e regiões do planeta;
    • Terra em relação ao Sol: afélio e perifélio.
  • A Lua:
    • Rotação;
    • Translação;
    • Revolução;
    • Fases;
    • Eclipses;
    • Marés;
    • Apogeu;
    • Perigeu.
  • A Terra:
    • Rotação;
    • Translação;
    • Fusos Horários;
    • Acúmulo de gelo nos polos;
    • O clima na linha equatorial.

O relacionamento desses itens também pode – e deve – ser abordado. Compreender que um eclipse solar exige o posicionamento perfeito do Sol, da Lua e da Terra (e que para ele ser observado, também é necessário um posicionamento específico dentro do planeta Terra) faz com que os estudantes liguem cada item desses um ao outro. Nada poderia ser melhor para compreender esse alinhamento do que o Planetário Iluminado que permite que os alunos visualizem de verdade esse acontecimento!

Itens relacionados ao Sistema Solar também podem ser estudado com a ajuda desse material, tais como:

  • Posição da Terra no Sistema Solar;
  • Disposição dos planetas em ordem de distância ao Sol;
  • O estudo das órbitas dos planetas.

Bons resultados em áreas como essa podem garantir alunos vencedores e no mínimo, muito bem colocados em competições como a Olimpíada Brasileira de Ciências. Reconhecimento em competições como essa trazem grande nome para a instituição de ensino e ainda acrescenta muito ao currículo do estudante. O foco é sempre ser capaz de cultivar o amor e interesse pela descoberta e aprendizado nos alunos, pois, no final, são esses fatores que elevam o nível educacional de forma dramática.

A Homelab propõe ensinar de forma muito mais divertida, dinâmica e intuitiva. Por acreditar que a prática é capaz de tirar as dúvidas deixadas para trás pela teoria, ela oferece linhas completas de produtos focados totalmente no ensino de diversas áreas como Ciências, Química, Biologia, Matemática, Geografia e História. Por esses meios, a Homelab tenta garantir que a qualidade de ensino continue evoluindo e os estudantes, aprendendo cada dia mais!

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Já falamos bastante aqui no blog sobre a importância dos estudos práticos em disciplinas como Química, Física e Biologia. Hoje, porém, vamos falar de uma outra ciência que nem sempre relacionamos com aulas em laboratório: a Geografia.

Todas as disciplinas possuem conteúdos específicos que são trabalhados de forma teórica, e outros em que é possível sua aplicação prática e também no nosso cotidiano. Essa tentativa de aplicar conteúdos direcionados à prática é uma importante ferramenta para o processo de ensino-aprendizagem, uma vez que permite ao aluno materializar o que foi visto em sala de aula. E na Geografia não é diferente.

Essa é uma ciência fundamental para a compreensão de questões de ordem sócio-econômica-ambiental, permitindo o entendimento do mundo e da realidade social. Ela se ocupa dos estudos da transformação do espaço e das mudanças que ocorrem no contexto mundial. Seu principal papel é contribuir para a formação de cidadão críticos, participativos, que possam atuar ativamente na sociedade.

Mudança de Paradigma

Infelizmente, ao passar dos anos, a Geografia se tornou uma disciplina meramente teórica, com aulas maçantes e muitas vezes consideradas chatas pelos alunos. Ainda dominante nas escolas de todo o país, o ensino dessa ciência segue os modelos da chamada Geografia Tradicional, em que se foca na memorização de informações, o que acaba resultando em um afastamento do aluno.

Em tempos de discussões sobre a modernização das metodologias de ensino para a realidade do século XXI, a Geografia é uma das disciplinas que merece atenção. O fato de muitos estudantes ainda considerarem essa disciplina como desinteressante e de verem-na como típico “decoreba” é reflexo de um modelo de ensino que exige memória para gravar o nome de rios, regiões, países etc. Essa simples reprodução de conceitos acaba por não despertar o interesse do aluno, que não vê nenhuma relação com sua realidade.

Nesse contexto, é necessário mudar o ensino da Geografia e torná-lo mais interessante, envolvendo a realidade do aluno ao longo desse processo e criando dinâmicas em que o livro didático seja apenas um coadjuvante no aprendizado. Para isso, é fundamental que o professor saiba como despertar o estudante para o aprendizado e para refletir, de modo que ele aprenda a elaborar seu próprio conhecimento e seja co-autor em seu próprio aprendizado. E é nesse cenário que se encaixam as aulas práticas em Geografia.

Importância das Aulas Práticas

Assim como no estudo de ciências como Física, Biologia e Química, as atividades em laboratório são uma excelente ferramenta pedagógica para o ensino da Geografia, funcionando como complemento ideal aos conceitos teóricos estudados em sala de aula. Por meio das aulas práticas, o professor consegue transferir para o aluno a capacidade de produção de conhecimento, demonstrando a aplicabilidade dos conteúdos já ministrados e, consequentemente, aproximando-os da realidade do estudante.

As atividades desenvolvidas em laboratório também desempenham importante papel na geração de um maior engajamento por parte dos alunos, estimulando-os aos estudos. Além disso, através desse tipo de aula, o professor consegue avaliar o domínio da turma em relação aos conteúdos estudados, o que possibilita a identificação de pontos fortes e fracos e a correção de rumos.

Possibilidades da Geografia

Devido à vastidão de temas tratados, Geografia é uma disciplina que permite o desenvolvimento de diversas atividades práticas. Da erosão do solo aos tipos de rocha, passando pelo Sistema Solar e a divisão dos países, são inúmeros os experimentos que podem ser desenvolvidos para um ensino mais dinâmico e estimulante.

Além disso, a Geografia é uma ciência de grande valor interdisciplinar, que não deve ser estudada de forma isolada. Sendo assim, as aulas práticas são uma excelente maneira de aproveitar esse potencial. Afinal, são amplas as áreas de conhecimento englobadas pela Geografia e que podem proporcionar atividades em conjunto com outras disciplinas. Ao estudar a atmosfera, por exemplo, conteúdos de Física, Biologia e Química podem ser trabalhos conjuntamente. Ao tratamos de cultura, matérias como Português e História têm importante papel.

Isso tudo proporciona não apenas um aprendizado mais completo e em sintonia com a realidade dos estudantes, mas também serve como importante ferramenta para a discussão de questões relacionadas ao mundo e ao lugar onde vivemos, seja de ordem social, política, econômica ou ambiental.

Com isso, aulas práticas para o estudo da Geografia podem e devem ser desenvolvidas ao longo de todo ensino. De atividades lúdicas com alunos do Ensino Fundamental a práticas laboratoriais com estudantes da graduação, contar com um espaço dedicado à experimentação em Geografia pode trazer resultados transformadores.

A Homelab apóia novas práticas que levem à modernização e consequente melhora do ensino no Brasil. Para isso, fornecemos materiais científicos e pedagógicos de alta qualidade que atendem às mais diversas disciplinas. Pensando em um ensino prático da Geografia, oferecemos uma linha completa de materiais para o estudo dessa disciplina. Do movimento dos planetas à divisão dos países, atualmente existem uma série de equipamentos e instrumentos que proporcionam a prática da Geografia.

Ficou interessado? Então acesse nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento!