Homelab Pocket – Edição 27 – Abril 2018

Homelab Pocket – Edição 27 - Abril 2018
A Homelab Pocket – Edição 27 – Abril 2018 traz aos leitores matérias sobre a qualidade na educação e descobertas sobre a prevenção do câncer. Assuntos que despertam o interesse de educadores, pais e futuros profissionais das diversas áreas da educação, ciências e biologia. Também contamos com detalhes todas as características e diferenciais do Conjunto para Múltiplas Ciências usado em sala de aula.
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Sobre a Homelab Pocket

A Homelab Pocket é uma publicação mensal da Homelab – A Casa do Laboratório para professores, gestores e diretores, falando sobre as novidades sobre ciências, tecnologias e equipamentos laboratoriais para as mais diversas áreas do ensino.

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Existem centenas de planetas extrassolares, ou seja, planetas que estão situados fora do nosso Sistema Solar. Os cientistas já descobriram 974 planetas fora do eixo do Sol, alguns deles orbitam ao redor de 744 estrelas descobertas. Porém, alguns são independentes do eixo de qualquer estrela e são denominados planetas errantes.

Interessante perceber que os antigos babilônicos, quando acreditavam que o Sistema Solar era geocêntrico, chamavam de errante a movimentação não regular dos planetas em função da Terra. Esse modelo foi derrubado há centenas de anos e hoje chama-se de errantes os planetas que não estão fixados à órbita de uma estrela específica.

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Cientificamente, um planeta errante é definido como um corpo de massa planetária que não orbita ao redor de uma estrela. Por dedução, os cientistas acreditam que existem milhares deles dentro de outros sistemas planetários ainda não descobertos, pois nossos métodos atuais de detecção de planetas extrassolares têm como forma de observação os efeitos que uma estrela-mãe tem sobre o planeta que gira ao seu redor. Ou seja, os efeitos que a ação gravitacional dessa estrela tem sobre uma massa planetária que gira ao seu redor justamente por ser atraída pela sua força.

Através da observação por telescópios, os cientistas são capazes de mapear as estrelas e os corpos planetários que são atraídos por elas. Porém, quando um planeta não é atraído pela força gravitacional de nenhuma estrela, nossos métodos de observação são incipientes para mapeá-los completamente, em outras palavras, ficamos meio cegos em relação a esses corpos.

Então, como foi possível a catalogação de alguns planetas errantes? Isso foi possível porque esses planetas sem estrelas produzem uma pequena quantidade de radiação infravermelha que é observável através de nossos telescópios mais modernos. Os cientistas acreditavam que todos os planetas se formavam durante uma típica criação de sistemas a partir do surgimento de uma estrela. Porém, com a descoberta dos planetas errantes, essa premissa foi derrubada. Por isso, a descoberta dos planetas errantes é de muita importância para a Astronomia.

Aproveite para conhecer o Planetário Iluminado e o Telescópio Astronômico.

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Homelab Pocket – Edição 26 - Março 2018

Lançamos hoje a Homelab Pocket – Edição 26 – Março 2018!

Você participa de feiras e eventos na área da educação? Saiba que essa é uma ótima oportunidade para ter acesso direto aos fornecedores e possíveis parceiros, para conhecer produtos e serviços que podem fazer a diferença para a sua instituição de ensino. Quer saber mais? Faça o download e confira nosso artigo completo sobre o assunto.

Além disso, conheça as características e diferenciais do Microscópio Estereoscópio Binocular, Conjunto Prático de Matemática e Conjunto de Termologia, produtos que prometem deixar as aulas ainda mais empolgantes.

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Lançamos hoje a Homelab Pocket – Edição 25 – Fevereiro 2018, com o tema “Como podemos ajudar nossos alunos no ENEM”.

Também falamos sobre novas formas de utilizar os produtos da Homelab, como o Torso e o Esqueleto e nossos modelos estruturais celulares animal e vegetal.

Nessa edição, mostramos o Raio-X do Conjunto Produtos Notáveis, destinado ao estudo do produto notável quadrado da soma de dois termos, produto notável quadrado da diferença de dois termos, teorema de Pitágoras.

Baixe agora a Homelab Pocket – Edição 25 – Fevereiro 2018!

Homelab Pocket - Edição 25 - Fevereiro 2018

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Histologia é o estudo dos tecidos vivos, pois, apesar de muitos leigos acreditarem que todos os tecidos são iguais, as diferenças estruturais existem e são essenciais para que cada um cumpra seu devido papel de forma eficaz. Exatamente por essas diferenças entre os tecidos serem de tamanha importância, que todas precisam ser estudadas e memorizadas separadamente.

É preciso saber que um único organismo multicelular é constituído por diferentes tipos de células e cada tipo é especializado em realizar diferentes funções específicas necessárias para onde ele está posicionado. A histologia (do grego: hydton = tecido + logos = estudos) é a ciência que estuda os tecidos biológicos, sua formação, origem, estrutura e funcionamento; por isso, garante o estudo de todo este complexo sistema de tecidos vivos.

Mas apenas ter conhecimento da existência de células com estruturas distintas não é o suficiente, o aprofundamento é necessário pois é preciso conseguir distinguir cada tipo de tecido e suas respectivas células, reconhecer suas funções e ainda saber onde encontrá-las. Cabe à instituição de ensino compreender que este grande volume de conteúdo pode facilmente se tornar uma atividade extremamente árdua para seus alunos e que gera intensa dificuldade na hora do aprendizado. Sabendo disso, a instituição deve decidir qual atitude vai tomar para garantir a criação de uma memória de longo prazo sobre o tema discutido, assim, assegurando total compreensão da matéria por seus estudantes.

As atividades práticas são as melhores ferramentas para a criação de uma memória permanente, pois, elas conseguem se conectar não apenas com o intelecto, mas também com o emocional dos estudantes, assim, ajudando a tornar o momento do aprendizado em algo inesquecível e consequentemente, a matéria em algo memorável.

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Lâminas criadas com a intenção de promover o estudo da histologia são a melhor opção na hora de trabalhar com este tema. A experiência e visualização fora das páginas de uma apostila que podem ser promovidas pelas lâminas previamente preparadas para o estudo de histologia, auxiliam majestosamente no processo de fixação da matéria. A vasta linha de microscópios disponibilizados pela Homelab também oportuniza uma maior exploração desses materiais, além de viabilizar que os alunos percebam as diferenças entre cada tipo de tecido de forma individual. Além disso, as lâminas para preparo permitem que o educador proponha sua própria ideia na hora de realizar aulas como esta.

O professor, como mais uma motivação ao processo de memorização, pode promover uma identificação dos tipos de tecidos antes da aula prática, com imagens impressas, explicações e categorizações. Após a assimilação inicial ter sido concluída, o pedagogo pode possibilitar com que os alunos observem as lâminas nos microscópios e tentem reconhecer qual seria o tecido em questão. Atividades como essa propiciam o desenvolvimento individual de cada um, mas, sem excluir o fator dinâmico do ambiente laboratorial.

A Homelab acredita no aperfeiçoamento da educação por meio de aulas práticas, divertidas, dinâmicas, que desafiem de maneira positiva os alunos e que ainda promovam o real ato de aprender e não apenas o “memorizar para a prova”. Com uma linha completa que proporciona auxílio na hora de cumprir estas tarefas, a Homelab quer continuar promovendo uma didática repleta de experimentos, laboratórios, dinamismo e inovação!

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A Feira de Ciências da escola é a grande oportunidade de mostrar a pais, colegas e à comunidade os trabalhos científicos elaborados pelos alunos. Mais do que um bom exercício pedagógico, as feiras ajudam a despertar o interesse pelas ciências, em especial Química, Física e Biologia, além de promover a cooperação entre os alunos, aguçar o senso crítico e proporcionar interação entre a comunidade e a escola.

Com certeza o ensino teórico e expositivo é importante para se entender as ciências, porém é com a experimentação que os estudantes percebem como as coisas funcionam e a aplicabilidade de todo o conteúdo que foi estudado. Desse modo, percebemos que experimentar e aprender estão intimamente ligados.

Sendo assim, a realização de uma feira de ciências na escola é uma grande oportunidade para que os alunos trabalhem os conceitos vistos em sala de aula na prática, se engajando e se dedicando em prol da ciência.

Tal evento é uma ferramenta extremamente importante para o desenvolvimento de habilidades e capacidades sociais e cognitivas essenciais para a vida, como senso de equipe, organização, liderança, autonomia e concentração.

Vale ressaltar ainda que as feiras de ciências evoluíram muito nos últimos anos. A reflexão sobre os moldes do ensino atual impactaram o modo como o evento é realizado. Se a imagem de feira de ciências que você tem na cabeça ainda envolve estandes, maquetes e alunos repetindo textos decorados, saiba que isso mudou.

Hoje, as feiras são mais complexas e focam em despertar o interesse dos estudantes pelas ciências, criando uma dinâmica moderna em que os alunos aprendem e transmitem conhecimento aos seus colegas.

A organização de uma feira de ciências demanda tempo dos professores e da coordenação da escola. São eles os responsáveis por definir cronogramas, criar normas, cuidar da segurança e orientar alunos e turmas no desenvolvimento dos projetos.

Pensando nisso, confira a seguir alguns pontos essenciais na hora de organizar uma feira de ciências na sua escola.

Planejamento

O primeiro passo na organização do evento é despertar o interesse das turmas pela ciências. Para isso, uma boa sugestão é agendar a feira para o final do ano. Com isso, desde o início do período letivo é possível planejar atividades e metodologias que envolvam aulas em laboratório, visitas técnicas e outros exercícios práticos que ajudem os alunos a visualizar tudo aquilo que viram em sala de aula, despertando a vontade no fazer científico.

Além disso, o evento em si demanda tempo e antecipação. Para organizar uma boa feira de ciências, trabalhe com, ao menos, quatro meses de antecedência para organizar todos os detalhes e dar tempo para o desenvolvimento dos projetos, aquisição de materiais etc.

Esse tempo será importante também para decidir que tipo de feira a instituição deseja realizar: fechada aos alunos, pais e professores, entre colégios ou até mesmo municipal.

Temas

Estamos acostumados ao padrão de feiras bem amplas e com uma variedade imensa de temas abordados. Isso é ótimo, uma vez que proporciona uma troca de novos conhecimentos muito importante.

Porém, a feira de ciências pode ganhar muito se forem definidos temas específicos para cada edição. Para isso, uma boa sugestão é a abordagem de assuntos locais, mesmo ligando-os a contextos globais.

Se o assunto definido for fotossíntese, por exemplo, os alunos podem abordar temas como poluição do ar ao mesmo tempo que discutem a quantidade de árvores na cidade em que vivem.

A proximidade dos assuntos tratados ajuda a gerar mais interesse dos estudantes e também da comunidade, que passam a ver como determinado tema impacta diretamente suas vidas.

Objetivos

Uma feira de ciências vai muito além de temas interessantes e apresentações cativantes. Todo evento deve ser planejado com um objetivo a ser alcançado.

Seja para divulgar os resultados das atividades escolares, integrar a comunidade à escola, estimular a criatividade e o interesse pela ciência, a feira deve ter metas a serem alcançadas como resultado de todo o trabalho realizado.

Apresentações

Definidos os temas com antecedência e realizado o trabalho de despertar o interesse científico nos alunos, é hora de planejar as falas de cada turma. Como dissemos, os moldes de textos decorados ficaram para trás. O que vale é a discussão e a compreensão dos temas tratados.

Sendo assim, durante o desenvolvimento dos projetos, auxilie os estudantes a entender sobre aquilo que estão falando. Quanto mais eles estiverem familiarizados com os conceitos que trabalharão, mais fluidas serão as falas, tornando a apresentação mais interesse e compreensível a todos os presentes. O aluno que domina o conteúdo tem a capacidade de tirar possíveis dúvidas que surgirem, ajudando ainda mais a engajar e interessar a comunidade.

Como dissemos, prática e aprendizado andam de mãos dadas. Sendo assim, o laboratório de Ciências é o ambiente ideal para a realização de atividades que despertem o interesse dos alunos pelas ciências, estimulando-os na hora do desenvolvimento de projetos para a feira da escola. Afinal, trata-se de um espaço educativo, que serve como ligação entre teoria e prática dos conteúdos escolares.

A Homelab fornece uma completa linha de produtos e acessórios científicos que podem auxiliar a sua escola, seja na montagem do laboratório ou nos projetos da feira de ciências.

Também oferecemos gratuitamente uma série de conteúdos com experimentos e práticas que podem ser utilizadas no evento ou no dia a dia da escola. Ficou interessado? Acesse o nosso site, conheça nossas soluções e faça um orçamento!

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Aulas práticas de ciências são um recurso pedagógico importante, que trazem muitos benefícios aos estudantes e ajudam a tornar o ensino mais dinâmico, atraente e completo. Por meio desse tipo de aula, os alunos podem verificar a aplicabilidade do que foi estudado em sala de aula, sendo o complemento ideal ao aprendizado teórico. Além disso, aulas experimentais em laboratório ajudam a engajar os estudantes, estimulando os estudos.

Infelizmente, no Brasil, devido aos problemas enfrentados por boa parte das instituições de ensino, os laboratórios de ciência são um espaço raro de ser encontrado. Segundo o último Censo Escolar do INEP, nem um quarto das escolas do país contam com um ambiente dedicado ao ensino e aprendizagem práticos de ciências. E isso é uma pena.

Além dos benefícios aos estudantes, aulas práticas em laboratório auxiliam o educador a avaliar o domínio dos alunos em relação ao conteúdos, verificando a familiaridade com termos, equipamentos e teorias. Isso permite ao professor identificar os pontos fortes e pontos que necessitam de reforço em sala de aula, criando um aprendizado integral e completo.

Para a realização dessas aulas, é essencial que os alunos tenham o embasamento necessário para compreender a ciência e seu linguajar. A partir daí, as práticas em laboratório podem ser introduzidas aos poucos. Esse processo vai ajudar a gerar um maior interesse por parte do estudante, motivando-o e ajudando a desenvolver importantes capacidades investigativas e senso crítico mais apurado.

Caso a sua escola ainda não conte com um laboratório e deseje usufruir de todos esses benefícios que citamos, hoje vamos trazer alguns pontos essenciais na hora de montar um laboratório na sua instituição de ensino. Antes de tudo, vale ressaltar que existem normas e regulamentações estipuladas pelo Ministério do Trabalho e Emprego e também pela ABNT. Essas normas buscam uma padronização das instalações, garantindo que as aulas sejam ministradas corretamente e com total segurança.

Espaço

Para muitas escolas, a maior dificuldade para a implantação de um laboratório está associada ao aspecto financeiro, uma vez que nem sempre é considerado prioridade para as instituições e seus gestores. Sendo assim, é fundamental que, do projeto ao espaço para a montagem de um laboratório de ciências, tudo esteja em concordância com a segurança.

Para isso, é primordial a atuação de um profissional da área de engenharia e arquitetura, ajudando na avaliação de aspectos como infraestrutura, design e todos os aspectos técnicos, como instalações elétricas, hidráulicas e mobiliário.

Segundo a NR-8, do MTE, um modelo de laboratório de ciências deve contar com uma área total equivalente a 53m2 e comportar 25 alunos. A norma ainda estipula aspectos do projeto como bancadas, portas, janelas e armários.

Pisos, Paredes e Janelas

Pisos, paredes e janelas são outro ponto que merece atenção no laboratório de ciências da sua escola. Esses itens devem ser analisados pelas seguintes características: facilidade de manuseio e limpeza, durabilidade e resistência.

O piso deve ser sempre antiderrapante e sem desníveis. As portas devem ser abertas por fora e localizadas longe de escadas, enquanto que, por sua vez, as janelas devem ser posicionadas para melhor aproveitamento da iluminação e ventilação naturais.

Gás, Água e Luz

Para que as instalações proporcionem segurança a todos os frequentadores do laboratório, a ABNT define normas para padronização e posicionamento das estruturas de gás, água e eletricidade. Os alunos não podem ter livre a acesso a esses itens e cada instalação deve seguir as regulamentações quanto ao material utilizado e as cores de cada tubulação, facilitando o controle por parte dos profissionais da escola.

Móveis, Armários e Bancadas

A NR-8 também estipula alguns pressupostos a serem levados em consideração na escolha e instalação do mobiliário do laboratório. As características fundamentais e que vão fazer toda a diferença são resistência, firmeza e facilidade de limpeza. A norma do MTE também preconiza as características ideais de bancadas, armários e prateleiras.

Materiais, Instrumentos e Equipamentos

Montado o espaço, é hora de equipá-lo. Os materiais essenciais e mais usados em laboratórios de ciências compreendem as vidrarias, os microscópios, os instrumentos de porcelana e metal, os equipamentos elétricos, entre outros.

A Homelab fornece uma completa linha de produtos e acessórios científicos com os principais itens para o laboratório de ciências da sua escola. O Conjunto Básico para Laboratório e o Conjunto para Múltiplas Ciências, por exemplo, trazem os itens mais importantes para os estudos e experimentos em Química, Física e Biologia. Em nossa exclusiva Linha Homelab, você encontrará diversos outros kits e conjuntos para áreas específicas, com equipamentos e acessórios essenciais para um ensino ainda mais completo. Confira!

Segurança

É fundamental que o aluno perceba que o laboratório se trata de um lugar de estudo, que exige um comportamento diferente e que não permite brincadeiras. Para a segurança de todos os presentes no laboratório, o MTE criou a NR-26. Dentre elas, está o uso de equipamentos de proteção coletiva e individual (EPC e EPI) durante os experimentos, especialmente aqueles que envolvam substâncias tóxicas.

Os benefícios que a prática laboratorial pode trazer ao processo de ensino-aprendizagem é inegável. O investimento nas estruturas necessários para proporcionar essa dinâmica certamente trará benefícios aos estudantes e também ao professor, uma vez que, além das vantagens que citamos, o laboratório é um espaço que proporciona a interdisciplinaridade e estimula a interação entre alunos, colegas e professores.

A Homelab acredita no poder transformador da educação e das ciências. Por isso, fornecemos soluções completas para auxiliar na prática dessas disciplinas. Acesse o nosso site, conheça tudo o que temos a oferecer e faça um orçamento!

BLOG

A Biologia nada mais é que o estudo científico dos seres vivos, abrangendo sua estrutura, função, evolução e interações com o ambiente. Assim como outras ciências, como Química e Física, os experimentos são parte essencial para a comprovação de teorias e verificação de conceitos e fenômenos.

Muito já falamos no blog sobre a importância das aulas práticas e experimentais no processo de ensino-aprendizagem dessas disciplinas e como a experimentação serve como complemento ideal para toda a teoria ministrada em sala de aula. Além disso, os experimentos também são importante ferramenta para ajudar a despertar o interesse dos alunos e facilitar a aprendizagem.

Sendo assim, hoje vamos mostrar exemplos de experiências de Biologia, mais especificamente na área da Botânica. Vista com desconfiança pelos alunos, essa disciplina é foco de resistência por sua complexidade e extensão. Porém, é possível mudar esse cenário.

Permitir que os estudantes façam experiências com plantas acrescenta um elemento prático importante ao ensino, apresentando princípios científicos e mostrando aos alunos como cada um desses conceitos pode ser aplicado no mundo real. A realização de atividades práticas ajuda a manter os alunos engajados e motivados a aprender, além de proporcionar uma maior interação entre colegas e também com os professores.

Isto posto, confira a seguir 4 experiência simples com plantas para fazer na aula de Biologia.

Colorindo Flores

Esse é uma experiência simples de fazer e que faz sucesso entre os alunos. A ideia é demonstrar a condução de água nos vasos das plantas. Esse processo vai desde a absorção de água pelas raízes até sua distribuição por toda a planta, chegando até flores e folhas.

Você vai precisar de:

  • Flores brancas
  • Água
  • 2 Copos
  • Tesoura
  • Estilete
  • 2 Colheres
  • Corante de alimentos de duas diferentes cores; azul e vermelho.

Para começar, coloque água até a metade dos copos. Adicione cerca de 30 gotas do corante azul em um copo e do vermelho em outro. Misture. Em seguida, escolha uma flor e corte o caule em um ponto que permita que ela seja colocada no copo sem que derrube a água. Depois, com o estilete, divida a parte final do caule em duas partes iguais. Coloque a flor na água com corante, de modo que metade do caule fique dentro do copo vermelho e a outra metade fique fora dele. É só aguardar. Para resultados ainda mais impressionantes, coloque cada parte do caule em copos com corantes diferentes.

Dependendo do dia, os resultados começam a aparecer em cerca de 10 minutos. Você vai perceber que as pétalas da flor branca vão começar a se colorir de acordo com a cor da água pela qual são irrigadas. O resultado é muito bonito e, depois de algumas horas, as folhas também ficam coloridas.

Vale lembrar que nem todas as plantas possuem sistema condutor. As que são dotadas de vasos pertencem ao grupo das traqueófitas. Ao longo da sua evolução, essas plantas desenvolveram tecidos especializados na condução de água e seiva, que transportam os nutrientes necessários para todas as partes da planta.

Nesse experimento, folhas e flores ficam coloridos por conta de dois fenômenos relacionados a esses vasos: a capilaridade e transpiração. O primeiro permite que os líquidos subam naturalmente através dos vasos das plantas. Porém, isso não é o suficiente para que água chegue até as partes mais altas das árvores, por exemplo. É aí que entra a transpiração, que cria uma espécie de sucção, que leva os nutrientes até as folhas e flores.

A Transpiração das Plantas

Esse é um experimento que pode ser feito a qualquer momento. O objetivo é demonstrar o processo de transpiração em uma planta.

Para realizá-lo, você vai precisar de:

  • Vaso
  • Uma planta viva, cheia de galhos e folhas
  • Saco plástico grande, incolor e sem furos
  • Barbante
  • Fita adesiva

Para começar, coloque alguns galhos da planta dentro do saco plástico e amarre com um barbante. Em seguida, coloque o vaso em um local onde possa receber luz do sol, como próximo a uma janela. Após alguns minutos, observe o interior do saco.

Depois de cerca de 15 minutos, será possível notar a presença de gotículas de água na superfície interna do saco plástico. Isso ocorre por conta do fenômeno da transpiração foliar, em que a planta elimina vapor d’água através de estruturas chamadas estômatos, responsáveis pelas trocas gasosas.

Nas plantas, a quantidade de folha e a dimensão da superfície foliar é que vão determinar uma maior ou menor taxa de transpiração. Isso é essencial para a sobrevivência e nutrição das plantas, uma vez que é pela transpiração que substâncias importantes, como sais minerais e aminoácidos, serão transportados da raiz até a folha, em uma espécie de força de sucção.

Construindo um Micro-Ecossistema

Essa experiência também é bem simples, mas, por outro lado, permite trabalhar temas bastante complexos da Biologia. Ela consiste no cultivo de plantas dentro de um terrário fechado.

Serão necessários os seguintes itens:

  • Recipiente transparente com tampa
  • Planta pequena
  • Pedras
  • Terra
  • Água

No fundo do recipiente, coloque uma fina cama de pedras. Em seguida, acomode a planta no centro do pote e preencha com terra, cuidando para não sujar as paredes do terrário. Essa camada de pedras e terra não deve ultrapassar 1/4 da altura do recipiente. Depois, regue a planta, deixando a terra úmida. Por fim, feche o terrário e deixe-o em local fresco e iluminado. Para aumentar as chances de sucesso do experimento, opte por plantas que gostem de sombra e umidade.

O recipiente fechado, ao que chamamos de terrário, funcionaria como um ecossistema em miniatura. Ali, não há saída nem entrada de matéria. O sistema se movimenta basicamente em função da luz.

Mas então como as plantas sobrevivem sem ar? Isso é possível porque, durante a fotossíntese, ela liberam oxigênio e consomem o gás carbônico presente na atmosfera. Se houver um equilíbrio entre fotossíntese e respiração e o solo também apresentar um bom balanço de água e nutriente, o terrário conseguirá manter as plantas vivas por meses a fio.

Você vai observar que, após algumas horas, um pouco de água vai começar a condensar nas laterais do recipiente. Esta é uma excelente demonstração do ciclo da água: a planta transpira vapor d’água, que se condensa e cai na terra, onde vai ser absorvida novamente pelas raízes da planta.

Dissecando um Hibisco

Essa é uma ótima atividade para ajudar nos estudos relacionados à morfologia das plantas. A escolha do hibisco se dá por conta da facilidade em encontrá-lo e por seu tamanho avantajado, que permite uma boa visualização de cada estrutura.

Para isso, você vai precisar de:

  • Flores de hibisco
  • Pinça
  • Bisturi

Com a flor em mãos, comece com a identificação das partes externas da planta, como sépalas, pétalas, estames etc. Em seguida, retire delicadamente e conte cada uma das sépalas e das pétalas. Se estiverem em números múltiplos de cinco, quer dizer que se trata de uma flor dicotiledônea. Depois, com a ajuda do bisturi, faça um corte transversal na região do ovário e observe os óvulos. Por fim, faça um corte longitudinal e observe as demais estruturas, como estigma e estilete, e como são conectadas entre si.

Essa experiência também pode ser realizada com flores monocotiledôneas, como lírios, por exemplo. Isso vai ajudar a observar as diferenças entre as duas espécies. Se possível, aproveite para observar o pólen no microscópio e expandir anda mais os conceitos trabalhados na aula.

São muitas as experiências que podem ser realizadas com plantas. Aulas práticas ajudam a dinamizar o estudo da Botânica e aproximar os alunos dessa disciplina tão importante, engajando-os e facilitando a aprendizagem.

Para ajudar você nessa tarefa, a Homelab fornece uma completa linha de produtos e acessórios para laboratório. Oferecemos também uma série de materiais de apoio, com experiências e outros conteúdos interessantes. Ficou interessado? Acesse o nosso site e conheça mais!

IMG_7795Aulas experimentais em laboratório são uma excelente ferramenta para aprofundar o conteúdo estudado em sala de aula, permitindo aos alunos um conhecimento mais aprofundado e embasado. As aulas práticas auxiliam o professor a ministrar a disciplina e seus conceitos, despertando o interesse e a curiosidade dos estudantes ao promover a aplicação e observação de toda a teoria estudada.

Dentre as diversas áreas que podem se beneficiar das aulas experimentais, encontram-se ciências, como Biologia, Química e Física. Nesse contexto, um instrumento em particular é de extrema importância para os temas propostos por essas disciplinas: o microscópio. O uso desse instrumento no ensino dessas disciplinas proporciona a criação de aulas mais dinâmicas, aproximando teoria e prática e possibilitando aos alunos a percepção de estruturas e seres invisíveis a olho nu e até então só vistos nos livros didáticos.

A aulas práticas que utilizam o microscópio como recurso pedagógico permite uma melhor abrangência do conteúdo e, ao demonstrar que a ciência é muito mais do que teoria acaba por aproximá-la à realidade do estudante. Com isso, o uso do microscópio na experimentação facilita a compreensão do conteúdo por parte dos alunos e a ministração do conteúdo pelo professor.

O ideal preconizado por educadores é que haja, no mínimo, um microscópio para cada quatro alunos, garantindo que todos tenham oportunidades iguais e a aula transcorra com qualidade. Infelizmente, conhecendo a realidade de grande parte das instituições de ensino do Brasil, isso nem sempre é possível. Porém, há saídas que podem contribuir para amenizar esse panorama.

Com o avanço da tecnologia, novas soluções surgem a todo instante. Hoje, é comum encontrarmos diferentes tipos de microscópios, com variadas utilidades e valores. E um desses modelos é o microscópio trinocular.

O que é o Microscópio Trinocular e Quais São Suas Vantagens?

O grande diferencial desse tipo de instrumento é o fato de funcionar com três tipos de observação: uma para cada olho e mais um para conectar uma câmera. Com isso, é possível realizar diferentes tarefas, como a captura, a edição e a transmissão da imagem da amostra em observação no aparelho.

Hoje, é comum encontrarmos câmeras para microscópios, tornando-se muito indicadas para educadores e instituições de ensino, uma vez que permitem a projeção das imagens capturadas para os alunos em computadores, TVs ou projetores. Isso faz com que, com um único aparelho, toda a classe possa vivenciar e observar os conceitos científicos que foram vistos em sala de aula, proporcionando intervenções do professor e a geração de debates. Além disso, as câmeras para microscópio invertem a lógica, transformando o caráter individual típico desses aparelhos em construção coletiva de conhecimento, com a participação de todos ao mesmo tempo.

Geralmente, as câmeras são acopladas ao microscópio por meio de adaptadores ou conexão USB. Esses equipamentos possuem diferentes resoluções em megapixels, variando a qualidade da imagem e o poder de ampliação. Não há necessidade da aquisição de equipamentos muito caros ou refinados. Com soluções simples e baratas, já é possível transmitir as imagens com qualidade e sem complicações.

As câmeras de vídeo CCD são muito utilizadas em microscópios que vão somente projetar as imagens em alguma tela, como TV ou datashow. Elas são conectadas por entradas de vídeo RCA, exibindo a imagem com bastante qualidade. Essas versões possuem excelente custo-benefício, sendo ótimas opções para colégios e universidades.

Pensando nisso, o Kit Câmera Para TV Bivolt da Homelab é ideal. Com uma câmera de vídeo de alta resolução (480 linhas) com saída RCA e filtro para correção de luz, esse conjunto permite transmitir para TV ou DataShow a imagem que está sendo focalizada no microscópio. É só acoplar a câmera na porta trinocular do tubo, ligá-la à rede elétrica e pronto! Todos os alunos poderão ver, ao mesmo tempo, o que está em observação na lâmina do microscópio.

Gostou? A Homelab possui uma completa gama de produtos e acessórios científicos para ajudar você nas experiências em laboratório. Acesse o nosso site, conheça nossa exclusiva Linha Homelab e faça um orçamento!

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A vida como conhecemos nos planeta Terra depende, em sua maioria, dos seres vivos que realizam fotossíntese. Quase todo o oxigênio presente na atmosfera é utilizado por grande parte das espécies na respiração celular provém dessa reação, feita organismos como plantas, algas e alguns tipos de bactérias.

A fotossíntese é o meio pelo qual esses seres clorofilados produzem compostos orgânicos a partir do gás carbônico, da água e da luz. Essa reação é considerada um dos mais importantes fenômenos da natureza, uma vez que esses compostos produzidos se transformam em energia não apenas para as plantas como também para diversas espécies de animais.

Sendo assim, os seres fotossintetizantes são essenciais para a vida em todo o planeta, sendo a base de grande parte das cadeias alimentares. Além disso, a fotossíntese é o fenômeno responsável por manter as taxas de gás carbônico e oxigênio na atmosfera em concentrações adequadas.

Nesse contexto, hoje trazemos mais um experimento para ser realizado com os alunos de Biologia. O objetivo dessa atividade é identificar a liberação de oxigênio durante o processo de fotossíntese. Porém, antes de começar, vamos entender um pouco mais sobre o assunto.

Reações da Fotossíntese

A reação geral da fotossíntese pode ser resumida da seguinte maneira:

gás carbônico + água + luz = glicose + oxigênio + água

A água é absorvida do solo pela raiz da planta e distribuída como seiva através do caule. O gás carbônico é retirado da atmosfera pelos estômatos das folhas, enquanto a energia luminosas vem da luz do sol e é transformada em energia química com o auxílio da clorofila. O gás carbônico fornece o carbono e o oxigênio necessários para a formação das moléculas de glicose, enquanto outra porção do oxigênio é utilizada na formação de moléculas de água.

A fotossíntese ocorre no interior dos cloroplastos, organelas presentes nas células vegetais, e acontece em duas etapas: a fase clara ou fotoquímica, em que é indispensável a presença de luz para que aconteçam as reações, e a fase escura ou química, em que as reações independem da ação luminosa.

Na fase fotoquímica, as moléculas de clorofila são excitadas pela energia luminosa e seus elétrons são energizados e transferidos a um receptor. Nesse processo, a luz promove a síntese de ATP (moléculas de energia) e a quebra das moléculas da água, liberando oxigênio. Essa quebra é chamada de fotólise da água. A energia resultante dessas reações é guardada em moléculas de ATP e de uma coenzima chamada NADPH.

Já na etapa química, ocorre a formação da glicose, pela reação entre o gás carbônico presente na atmosfera e o NADPH e o ATP produzidos na fase clara. O CO2 absorvido da atmosfera se transforma em glicose através da incorporação das moléculas de hidrogênio cedidas pelo NADPH. Aqui, as reações ocorrem sem precisar da energia luminosa, utilizando apenas a energia acumulada no ATP produzido na etapa anterior. Essa série de reações de quebra do dióxido de carbono é denominada de Ciclo de Calvin.

Desprendimento de Oxigênio na Fotossíntese

Um erro comum e muito difundido, inclusive em materiais didáticos, é de que as plantas transformam o gás carbônico em oxigênio. Porém, é na fase fotoquímica, durante a fotólise da água, que se formam as moléculas de gás oxigênio que são liberadas na atmosfera. Nessa etapa, ocorre a desconstrução das moléculas orgânicas por meio da energia luminosa.

A fotólise se inicia com a absorção dessa energia pelas moléculas de clorofila. Como dissemos, a energia proveniente da luz estimula os elétrons da clorofila, que são transmitidos para uma substância receptora desses elétrons. A clorofila energizada remove elétrons das moléculas de água, resultando na dissociação do H2O em íons de hidrogênio e átomos livres de oxigênio. Esses átomos se ligam de dois em dois, gerando moléculas de O2. A molécula de água é extremamente estável. A sua quebra e posterior liberação de gás oxigênio é a fonte de quase todo O2 presente na atmosfera da Terra.

Sendo assim, o gás o oxigênio liberado durante a fotossíntese provém das moléculas de água presente nas reações, e não gás carbônico. Essa reação foi descrita pela primeira vez pelo pesquisador britânica Robert Hill, em 1937 e, por isso, também é conhecida como reação de Hill.

A Atividade

Para esse experimento, você vai precisar de:

  • Copo de Béquer 250 ml
  • Tubo de ensaio
  • Funil de plástico
  • Bandeja de plástico
  • Planta verde pequena, nova e com bastantes folhas
  • Caixa de fósforos
  • Suporte com lâmpadas ou luz solar natural

Comece colocando a planta no interior da bandeja com água. Coloque o funil sobre a planta com a boca virada para baixo. Aqui, a haste do funil deve ficar totalmente submersa. Depois, encha o tubo de ensaio com água, tapando-o com o dedo e coloque-o sobre a haste do funil, deixando a haste dentro do tubo. Por fim, exponha todo o conjunto à luz por aproximadamente uma hora.

Passado esse tempo, questione os alunos: o que você observa sobre as folhas do vegetal? Que tipo de gás está contando nas bolhas que se formaram e sobem pelo tudo? Explique sobre a clorofila, o seu papel no processo de fotossíntese e como ocorre a liberação de oxigênio.

Para te ajudar na realização desse experimento, indicamos o Kit de Ciência, da nossa exclusiva Linha Homelab. Além dessa atividade, o kit conta com materiais destinados a experimentos de Física, Botânica, Química e outros exercícios.

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