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O Planetário Iluminado Homelab é composto por uma base circular onde estão impressos os principais planetas do Sistema Solar. Em seu centro, há uma luminária que representa o Sol, um mini globo terrestre, representando o planeta Terra, e uma pequena esfera que gira ao seu redor, representando a Lua. A lâmpada que alimenta a luminária é de 40W e bivolt e, quando acesa, ela pode representar os fenômenos que acontecem entre a Lua, a Terra e o Sol.

Para facilitar seu manuseio e funcionamento, o planetário deve ser depositado sobre uma superfície plana. Manualmente, deve-se segurar a haste e girá-la no sentido anti-horário em torno do Sol. Automaticamente, a Lua também girará em torno da Terra. Quanto menor a luminosidade do ambiente em que se encontra o planetário, melhor será a visibilidade dos fenômenos relacionados à luz solar: dia, noite, fases da Lua, eclipses e estações do ano, devido à inclinação da Terra.

Assim, o Planetário Iluminado Homelab é destinado para uma forma diferente de aprendizagem, em que o aluno é agente na aquisição de conhecimento, através da observação direta do fenômeno ou fato científico. Muito além de ilustrações presentes em livros ou de explicações teóricas, o planetário Homelab demonstra na prática os fenômenos acontecendo em tempo real no modelo. Desse modo, conteúdos como aspectos do dia e da noite, os movimentos da Lua e da Terra e a disposição dos planetas no Sistema Solar podem ser observados pelos alunos que, com as explicações do professor, podem perceber na prática a teoria explicada.

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Como ensinar os movimentos da Terra?

Nas aulas de geografia, um dos conteúdos básicos de aprendizado são os movimentos translativo e rotativo da Terra, ou seja, respectivamente, seus movimentos ao redor do Sol e em torno do próprio eixo terrestre. Para ensinar e explicar didaticamente esses conceitos, a Homelab possui dois materiais que podem auxiliar nesse processo: o planetário iluminado e o heliodon.

O planetário iluminado Homelab ajuda o aluno a entender os posicionamentos da Terra em relação ao Sol, ou seja, o movimento translativo de nosso planeta. É alimentado por uma fonte energética de 110 ou 220V, que simula a energia solar. Ajuda o aluno a entender aspectos do dia e da noite como o nascente e o poente, pontos cardeais, estações do ano, afélio e perifélio.

O heliodon é um equipamento utilizado para simular o movimento aparente do Sol tal como visto da Terra em pequena escala. A partir dessa simulação, pode-se saber como o Sol incidiria sobre determinado objeto de acordo com várias datas do ano e horas do dia, variando seus ângulos solares. Por isso, o heliodon é bastante útil para arquitetos, pois simula em maquetes a incidência do Sol em determinado edifício a ser construído.

Mas o heliodon pode ser muito pedagógico em sala de aula, explicando para os alunos, especialmente nos anos finais do Ensino Fundamental, conceitos de geografia básica como coordenadas de latitude e longitude e como elas podem indicar uma posição no globo terrestre, fuso horário, datas e estações do ano. No entanto, ele também é uma ferramenta muito útil em determinados cursos do Ensino Superior como arquitetura, geografia, geologia, física, biologia e agronomia.

Associando o planetário iluminado com o heliodon, fica muito mais fácil e didático ensinar aos alunos sobre os diferentes movimentos do planeta Terra dentro das aulas de geografia. Conheça melhor nossos produtos e deixe suas aulas cada vez mais dinâmicas!

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Existem centenas de planetas extrassolares, ou seja, planetas que estão situados fora do nosso Sistema Solar. Os cientistas já descobriram 974 planetas fora do eixo do Sol, alguns deles orbitam ao redor de 744 estrelas descobertas. Porém, alguns são independentes do eixo de qualquer estrela e são denominados planetas errantes.

Interessante perceber que os antigos babilônicos, quando acreditavam que o Sistema Solar era geocêntrico, chamavam de errante a movimentação não regular dos planetas em função da Terra. Esse modelo foi derrubado há centenas de anos e hoje chama-se de errantes os planetas que não estão fixados à órbita de uma estrela específica.

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Cientificamente, um planeta errante é definido como um corpo de massa planetária que não orbita ao redor de uma estrela. Por dedução, os cientistas acreditam que existem milhares deles dentro de outros sistemas planetários ainda não descobertos, pois nossos métodos atuais de detecção de planetas extrassolares têm como forma de observação os efeitos que uma estrela-mãe tem sobre o planeta que gira ao seu redor. Ou seja, os efeitos que a ação gravitacional dessa estrela tem sobre uma massa planetária que gira ao seu redor justamente por ser atraída pela sua força.

Através da observação por telescópios, os cientistas são capazes de mapear as estrelas e os corpos planetários que são atraídos por elas. Porém, quando um planeta não é atraído pela força gravitacional de nenhuma estrela, nossos métodos de observação são incipientes para mapeá-los completamente, em outras palavras, ficamos meio cegos em relação a esses corpos.

Então, como foi possível a catalogação de alguns planetas errantes? Isso foi possível porque esses planetas sem estrelas produzem uma pequena quantidade de radiação infravermelha que é observável através de nossos telescópios mais modernos. Os cientistas acreditavam que todos os planetas se formavam durante uma típica criação de sistemas a partir do surgimento de uma estrela. Porém, com a descoberta dos planetas errantes, essa premissa foi derrubada. Por isso, a descoberta dos planetas errantes é de muita importância para a Astronomia.

Aproveite para conhecer o Planetário Iluminado e o Telescópio Astronômico.

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